Autor: Aline Reis Roriz

  • Sesi Viva + orienta empresas sobre como cumprir determinações relacionadas a covid-19 

    A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e o Ministério da Saúde publicaram uma portaria que traz orientações gerais sobre prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da covid-19 nos ambientes de trabalho. A Portaria Conjunta nº 20/2020 foi editada em 18 de junho e estabelece orientações para preservar a segurança e a saúde dos trabalhadores, os empregos e a atividade econômica. 

    Para dar apoio aos empresários que estão com dúvidas sobre essas determinações, o Serviço Social da Indústria (Sesi), por meio do Sesi Viva + oferece o serviço de assessoria – gratuito para aqueles que já são clientes do programa – para adequação de ambiente de trabalho para enfrentamento da covid-19. A portaria trata tanto questões de saúde quanto de segurança e a assessoria faz o mapeamento das medidas que a empresa precisa adotar. O objetivo é auxiliar a empresa para cumprir o que as exigências da portaria, reduzir o risco de contaminação do trabalhador e apoiar a redução de custos gerados pelo afastamento dos empregados. 

    O trabalho da assessoria é um diferencial que os clientes do Sesi Viva + podem contar e é feito de forma semipresencial. “Primeiro, é feita uma visita para levantamento da situação da empresa e, após essa avaliação, montamos um plano de ação com as recomendações do que é preciso fazer para se adequar a portaria”, explicou Fabiana Mouzinho, gerente de Saúde e Segurança na Indústria do Sesi-DF. As adequações são de responsabilidade da empresa, que caso tenha interesse pode contratar o Sesi-DF para realizar as ações.

    As empresas que já são clientes do Sesi Viva + têm acesso gratuito a essa assessoria. Para pedir o serviço, basta entrar em contato com o interlocutor que atende a empresa. Quem ainda não for cliente, pode contratar a assessoria e os outros serviços oferecidos pelo programa, por meio do e-mail relacaocomaindustria@sistemafibra.org.br 

     Recomendações da portaria 

    Entre as medidas gerais estabelecidas pela Portaria Conjunta nº 20/2020 está a de que as orientações ou protocolos relacionados à covid-19 devem estar disponíveis para os trabalhadores e precisam incluir: 

    • medidas de prevenção nos ambientes de trabalho, nas áreas comuns da organização, a exemplo de refeitórios, banheiros, vestiários, áreas de descanso, e no transporte de trabalhadores, quando fornecido pela organização;  
    • ações para identificação precoce e afastamento dos trabalhadores com sinais e sintomas compatíveis com a covid-19;  
    • procedimentos para que os trabalhadores possam comunicar à organização, inclusive de forma remota, sinais ou sintomas compatíveis com a doença ou contato com caso confirmado;  
    • instruções sobre higiene das mãos e etiqueta respiratória. 

    As orientações ou protocolos podem incluir ainda a realização de vacinação, além da disseminação de informação aos trabalhadores sobre a doença, incluindo formas de contágio, sinais e sintomas e cuidados necessários para redução da transmissão no ambiente de trabalho e na comunidade. A portaria trata ainda da conduta da empresa em relação aos casos suspeitos e confirmados da covid-19 e aqueles com quem tiveram contato. De forma que os trabalhadores que se encaixem nesse perfil devem ser afastados imediatamente das atividades laborais presenciais, por quatorze dias. 

    Sesi Viva +

    O Sesi Viva + facilita o acesso e o gerenciamento de informações sobre saúde e segurança dos trabalhadores de empresas de qualquer segmento e de qualquer porte. Utilizando inteligência artificial, a plataforma concentra o monitoramento de dados em um ambiente, onde reúne informações sobre saúde, segurança e estilo de vida do trabalhador. Entre os serviços contemplados pelo Sesi Viva+ estão o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), mapeamento ergonômico, levantamento de riscos de acidentes, monitoramento técnico, consultas ocupacionais, insalubridade e periculosidade. 

    As empresas que adquirirem os programas de PPRA e PCMSO podem conseguir um subsídio que chega a 60% do valor do investimento. Esse percentual varia conforme a quantidade de trabalhadores e o grau de risco que a empresa se enquadrar.

    Para saber mais, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente do Sesi-DF, pelo telefone (61) 4042.6565 ou envie um e-mail para relacaocomaindustria@sistemafibra.org.br 

    Texto: Aline Roriz 
    Foto: Helio Montferre/Sistema Fibra – 23.5.19
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra 
  • Nova temporada de FLL desafia estudantes a movimentar o corpo por meio do esporte

    A nova temporada do Torneio Sesi de Robótica 2020/2021 foi oficialmente lançada no Brasil nesta sexta-feira (21), e tem o tema “RePLAY – esportes e brincadeiras que movimentam o corpo e evitam o sedentarismo”. De acordo com a organização internacional que realiza o evento, a For Inspiration and Recognition of Science and Tecnology (First), as atividades que nos motivam física e mentalmente mudaram muito nas últimas décadas, o que nos desafia a usar ainda mais a nossa criatividade, imaginação e senso crítico para encontrar novas formas e locais de movimento.

    Para marcar o lançamento da nova temporada, o operador oficial do Torneio de Robótica First Lego League (FLL) no Brasil – Serviço Social da Indústria (Sesi) – realizou um evento totalmente on-line, que contou com a presença de Aline Silva, atleta de Luta Olímpica (ou Wrestling) e idealizadora do projeto Mempodera, que trabalha com crianças e jovens ensinando inglês e a modalidade esportiva. As inscrições devem ser abertas em outubro e os torneios regionais devem ser realizados a partir de janeiro de 2021.

    “No momento em que o mundo encara uma grave pandemia, é muito importante desafiar as novas gerações a pensarem em formas de usar a tecnologia na redução do sedentarismo, a repensarem as brincadeiras, as competições e os espaços de suas comunidades destinados à prática de exercícios”, explica o diretor de operações do Sesi, Paulo Mól.

    Robótica valoriza o trabalho em equipe

    A atleta Aline Silva espera inspirar os jovens robóticos por meio de sua história, que foi transformada graças ao esporte e, também, pelos projetos desenvolvidos pela atleta que buscam a inclusão das meninas no mundo da luta esportiva. “Não tem como falar de educação sem falar de esporte. Por isso, eu achei o máximo! Para mim faz todo o sentido este tema da nova temporada”, afirma a atleta.

    Na visão dela, os avanços tecnológicos trouxeram diversos benefícios para a vida das pessoas. Por outro lado, acabou aumentando o sedentarismo. “Hoje em dia os pais precisam insistir para as crianças irem brincar, porque elas não querem mais largar os eletrônicos”, explica.

    Além disso, Aline Silva destaca o aspecto colaborativo das competições de robótica, que estimulam a empatia e o trabalho em equipe. “Sempre digo que minha modalidade de luta é individual, mas sem o apoio de uma equipe, de um parceiro de treino, eu não sou ninguém, então, o trabalho em equipe é um requisito necessário em qualquer carreira”, explica.

    O lançamento da nova temporada também contou com o professor e membro do Grupo de Estudos e Pesquisas Epidemiológicas em Atividade Física e Saúde da Universidade de São Paulo (USP), Douglas Roque Andrade, falando sobre os desafios de manter uma vida saudável em tempos modernos.

    A nova temporada já começou!

    Com o lançamento oficial da nova temporada, as escolas e os jovens interessados em participar da maior competição de robótica educacional do país já podem conhecer o tema RePLAY e o desafio desta temporada. No site do Torneio de Robótica, também traz o passo a passo da montagem das equipes com jovens de 9 a 16 anos, da preparação para o desafio. As equipes selecionadas nas etapas regionais ganham um lugar no torneio nacional, o Festival Sesi de Robótica.

    Assim como nas outras temporadas, nesta edição, os estudantes serão avaliados pelo projeto de inovação e pesquisa, capacidade de trabalhar em equipe (core values), e desafio do robô, realizado nas arenas.

    Para o projeto de pesquisa, os estudantes terão que:

    1. Identificar um problema que faz com que as pessoas não sejam ativas o bastante (A Organização Mundial de Saúde recomenda um mínimo de 30 minutos por dia de atividade aeróbica);
    2. Realizar pesquisas sobre o problema escolhido pensando em possíveis soluções;
    3. Desenvolver uma ideia ou tecnologia capaz de resolver o problema, ou melhorar soluções já existentes;
    4. Criar um protótipo da solução escolhida pela equipe para ajudar as pessoas a serem mais ativas. No desafio do robô, as equipes terão dois minutos e meio para realizar o maior número de missões possíveis na arena (ou tapete).

    Sucesso na última temporada

    Na temporada passada, o tema escolhido pela First foi Cidades Inteligentes, e as equipes de estudantes precisavam criar projetos capazes de melhorar o dia a dia das pessoas nas grandes cidades. Composto antiescorregamento na pista, sensor que previne enchentes enviando mensagens em tempo real para os orgãos de defesa civil, e dezenas de outros projetos chamaram atenção, não apenas dos juízes, mas de gestores públicos (prefeitos, secretários) interessados em implementar as soluções criadas por crianças para problemas de adultos, como acidentes e engarrafamentos.

    Após a realização dos regionais, aproximadamente 1,5 mil estudantes de equipes de mais de 500 escolas das redes pública e privada, com idades entre 9 e 18 anos, participaram do evento como competidores na modalidade First Lego League. Um destaque da temporada foi o grande número de meninas inscritas: elas já são quase a metade do total de estudantes.

    Na última edição, a grande vencedora do torneio na categorias FLL nacional foi a mineira Turma do Bob, do Sesi de Governador Valadares. O torneio também contou com duas indicações e uma premiação no Global Innovation 2020. Considerada a grande premiação no quesito inovação da robótica educacional, o prêmio busca destacar projetos que apresentem soluções de forma sustentável, dentro do tema de cada temporada. A equipe de robótica educacional Sesi Biotech, do Sesi de Barra Bonita (SP), conquistou o Community Choice Award pelo projeto capaz de resolver problemas de rachaduras no asfalto.

    O Torneio Sesi de Robótica 2019/2020 também reuniu competidores nas categorias First Tech Challenge e F1 in Schools, tendo selecionado estudantes brasileiros para outras competições internacionais, como a equipe Spark, do Sesi de Santa Catarina, selecionada para participar do mundial de F1 em Cingapura.

    Texto: Agência CNI

    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Sesi-DF classifica 36 alunos para 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências

    Sesi-DF classifica 36 alunos para 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências

    22 10 2019 Semana Nacional de Ciência e Tecnologia Fotos Moacir EvangelistaEm meio a pandemia que o mundo está enfrentando em 2020, alunos do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) conseguiram um resultado inédito na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), com a classificação de 36 estudantes para a 2ª fase da competição. 

    A Olimpíada Nacional de Ciências é um dos principais eventos científicos do Brasil, com participação de estudantes do Ensino Médio e do 8ª e do 9º ano do Ensino Fundamental de escolas públicas e particulares. A ONC surgiu em 2016 e é uma ação do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, organizada pela Universidade Federal do Piauí. Em 2020, a competição bateu recorde de inscritos com mais de 2 milhões de alunos participando de forma totalmente gratuita e com avaliações online, por causa da pandemia do covid-19.

    A primeira fase da Olimpíada foi realizada nos dias 6 e 7 agosto. Os 60 alunos do Sesi-DF que participaram dessa etapa precisaram responder uma prova online com 20 questões objetivas sobre Astronomia, Biologia, Física, História e Química, com conteúdo referente a série anterior àquela que cursam em 2020. 

    Os alunos que participaram da fase 1 e atingiram o número mínimo de 10 acertos foram inscritos automaticamente na fase 2, que será realizada em 12 de setembro, nas coordenações regionais que, no caso do DF, é a Universidade de Brasília. A segunda fase da Olimpíada é discursiva. O aluno terá uma situação problema que precisará ser respondida com base nos conhecimentos adquiridos de acordo com o conteúdo escolar.

    “Mais do que medalhas e certificados, as olimpíadas cientificas proporcionam a estudantes e professores novas descobertas, ideias, técnicas e, principalmente, conhecimento. As olimpíadas têm estimulado jovens a descobrir mais sobre ciência e tecnologia, além de estabelecer intercâmbio entre escolas e instituições de ensino superior que podem servir de estímulo para os estudantes”, explicou a professora de ciências do Sesi Taguatinga, Edilane Ferreira. 

    A premiação dos estudantes será nos níveis estadual e nacional, com entrega de medalhas nas categorias ouro, prata e bronze. A cerimônia de premiação será em 29 de outubro, em Brasília, onde serão convidados os 50 estudantes destaques de cada nível. Os outros medalhistas receberão suas medalhas em cerimônias estaduais. Além disto, todos os que premiados com medalhas e menções honrosas poderão imprimir os certificados no site da ONC. 

    Texto: Aline Roriz 
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra – 22.10.19
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra 
  • DF tem nove equipes participando do Desafio Sesi de Robótica Covid-19

    A competição nacional que vai premiar estudantes que desenvolverem, à distância, projetos capazes de melhorar o dia a dia das pessoas em tempos de pandemia tem nove representantes do Distrito Federal. O Desafio Sesi de Robótica Covid-19, lançado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), tem como objetivo estimular a pesquisa e o interesse dos jovens por áreas como Ciências e Tecnologia, por meio da robótica. O desafio vai selecionar projetos em todo Brasil que proponham respostas para a atual situação de saúde no mundo.

    Foram quase 400 equipes de todo o Brasil inscritas no desafio. Elas são compostas por quatro a dez estudantes, com idades entre 9 e 18 anos, além de um técnico (maior de 18 anos), e podem ser formadas por alunos de qualquer escola das redes pública e particular de ensino. Há também a possibilidade de formação das chamadas equipes de garagem — que são independentes e não possuem vínculo com nenhuma instituição de ensino. Entre as nove equipes do DF, seis são das escolas do Sesi-DF, duas são de garagem e uma do Colégio JK.

    Atualmente, as equipes estão na primeira fase do desafio, em que é preciso se inscrever e apresentar um projeto e produzir um vídeo de, no máximo, dois minutos. Serão selecionadas 30 propostas que passarão para a segunda etapa da competição. Nesta, será preciso detalhar a proposta que será avaliada com relação à pesquisa, criatividade e inovação, além de empreendedorismo e impacto social.

    Ao todo, sete equipes serão premiadas: 1º, 2º e 3º lugares no geral, e ainda, premiações exclusivas para as categorias: Projeto de Pesquisa; Projeto em Criatividade e Inovação; Proposta de Empreendedorismo e Impacto Social. Os prêmios não são cumulativos, ou seja, cada equipe selecionada só poderá ser premiada em uma categoria. As três primeiras colocadas serão convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival Sesi de Robótica, previsto para ocorrer em março de 2021.

    Conheça um pouco dos projetos das equipes do Sesi-DF:

    Lego Against COVID-19

    A equipe foi em busca de uma solução simples, fácil e barata para desinfecção de máscaras utilizando luz ultravioleta. Para isso, desenvolveram o Expels Virus, uma caixa quadrada, de 6cmx12cm, onde são colocadas luzes de LED ultravioleta. A ideia é que a máquina seja usada, primeiramente, em escolas e, depois, em comércios e hospitais. A equipe é formada por alunos e um professor dos Ensinos Fundamental e Médio do Sesi Gama.

    Axolots-DF

    Formada por alunos e uma professora do Ensino Médio do Sesi Taguatinga, o projeto consiste em elaborar um respirador de baixo custo, utilizando modelos de projetos de códigos abertos já disponíveis. Trata-se de um respirador para casos mais leves que serão manuseados por técnicos de enfermagem, sem necessidade de intubação, para melhorar a circulação de ar nos pulmões. O respirador terá como objetivo atender demandas de escolas, considerando o retorno às aulas presenciais, e da comunidade que não têm acesso aos hospitais.

    Valquírias

    Baseado no fato de que uma das principais formas de proteção individual é o uso de máscaras e que, muitas vezes, sua utilização ocorre de maneira incorreta, a equipe buscou uma solução para aumentar a eficácia desses equipamentos. Através de pesquisa com a população por meio de um questionário, o uso inadequado das máscaras é devido à dificuldade na adaptação e ao desconforto causado pela falta de ar, além da necessidade de várias trocas diárias desses equipamentos. A partir das pesquisas, também foi verificado que o melhor formato de máscara é o da N95, que facilita a respiração e não fica em contato com a boca, aumentando o seu tempo de eficácia. A proposta da equipe do Sesi Sobradinho é fazer uma grade que se adapte a qualquer máscara caseira e qualquer rosto imitando o formato da N95, para que assim crie uma bolsa de ar proporcionando um maior conforto, uma melhor respiração e um aumento na duração da eficácia da máscara.

    The Bots Headquaters

    A equipe do Sesi Taguatinga propõe a criação de um aplicativo que faça pré-atendimento a pacientes que suspeitam estar contagiados pelo coronavírus. Por meio de um checklist dos sintomas, será possível observar se há indícios ou não do contágio. Caso a resposta seja positiva, a depender dos sintomas, o aplicativo encaminha a pessoa para a unidade de saúde mais próxima ou a um laboratório de realização de exames para a detecção do vírus — será solicitada a localização com o sistema GPS do celular para mostrar o caminho mais rápido. Além disso, a plataforma irá propor um protocolo de prevenção ao contágio em diferentes lugares dentro ou fora de casa. Haverá ainda no aplicativo, o esclarecimento de notícias e mensagens falsas que surgirem neste período. A equipe irá desenvolver o aplicativo utilizando softwares livres e de fácil manuseio, justamente para atender a todos aqueles que o buscarem.

    T.A.G.S

    A equipe do Sesi Sobradinho, ciente de que informações são essenciais para todos, ainda mais nessa época de pandemia, buscou uma forma de criar uma campanha que inclui a criação de blusa temática, com o intuito de chamar a atenção das pessoas e com isso mostrar soluções de problemas relacionados ao vírus. A blusa tem etiquetas, as tags, com informações verídicas relacionadas ao assunto covid-19. Nas tags das blusas há um QR Code que ao ser lido encaminha o interessado para as redes sociais da equipe T.A.G.S, onde estarão informações acerca das precauções e das novidades sobre a pandemia.

    LegoCraft

    Jovens do Sesi Gama criaram o aplicativo Healthy From Home, que tem o objetivo de alertar os usuários a respeito dos cuidados que devem ter durante a pandemia. Além disso, o app possibilitará também acesso a consultas e a orientações médicas, alertas sobre uso de máscaras e álcool em gel. O diferencial do projeto él um espaço de interação para aliviar o tédio e o estresse causados pelo isolamento.

    Texto: Aline Roriz
    Foto: MoacirEvangelista/Sistema Fibra – 5.2.2020
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Sesi-DF seguirá com aulas on-line e passa a oferecer apoio pedagógico presencial aos alunos

    ATUALIZAÇÃO: 27/7, às 14h25 – Diante de decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, que adiou por dez dias a partir de 27 de julho o retorno das aulas presenciais nas escolas particulares do Distrito Federal, está suspensa a retomada das atividades presenciais nas escolas da Rede Sesi-DF de Educação. O Sesi-DF aguarda novas determinações judiciais e do governo do Distrito Federal para informar nova data para reinício das atividades.

     

    A partir do dia 3 de agosto, os alunos das três escolas do Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF) no Gama, em Sobradinho e em Taguatinga vão contar com apoio didático e pedagógico presencial, no turno contrário ao da aula online. As atividades, que vinham sendo aplicadas por meio da Plataforma Teams, seguirão da mesma forma, cumprindo carga mínima de 800 horas. A adaptação atende integralmente a legislação do governo do Distrito Federal e do Conselho Nacional de Educação e, principalmente, responde ao anseio das famílias da Rede Sesi de Educação do DF.

    A decisão pela manutenção das aulas a distância com a possibilidade de apoio pedagógico presencial ocorreu após aplicação de pesquisa que mostrou que 87% dos pais e responsáveis querem que as aulas continuem a ocorrer a distância diante da crise de saúde causada pela covid-19.

    O objetivo da inclusão desse apoio presencial é ofertar um momento de acolhida aos estudantes para orientar na readaptação das novas rotinas educacionais. Além disso, será uma oportunidade para os alunos tirarem dúvidas sobre o conteúdo que foi oferecido nas aulas online.

    Para esse momento presencial, o Sesi-DF desenvolveu um protocolo de medidas de segurança que observa vários pontos como o acesso às unidades de ensino, distanciamento social e limpeza e desinfecção dos espaços. Estudantes e professores que integram grupos de risco atuarão apenas nas aulas online. As lanchonetes, espaços de convivência, elevadores e laboratório de ciências estarão desativados. Todas as ações e protocolos foram consolidados no Guia Escolar de Retorno às Atividades Presenciais, enviado por e-mail aos pais e responsáveis.

    Para participar desse momento presencial, será necessário preencher o agendamento online conforme cronograma das disciplinas disponibilizados na Plataforma Teams. Serão ofertadas para os estudantes até três disciplinas por dia, com uma hora aula por dia cada. O momento presencial será organizado em grupos de, no máximo, 15 estudantes por sala, obedecendo o distanciamento mínimo de 2 metros.

    Os horários das aulas presenciais serão informados nos cronogramas encaminhados para cada turma e serão definidos de forma que não ocorra aglomeração na entrada e saída da escola. Cada aluno deverá levar para a escola o seu kit individual com máscara e garrafinha de água.

    Para entrar nas escolas será necessário seguir as orientações:

    • Limpeza dos calçados no tapete higienizador
    • Higienização das mãos com álcool
    • Uso obrigatório de máscara
    • Medição de temperatura — não será autorizado o acesso de alunos com temperatura igual ou superior a 37,8°C. Nesse caso, o estudante será recepcionado em sala preparada para acomodá-lo, até a chegada do responsável, que será imediatamente comunicado pela escola.

    Em caso de dúvidas, os pais e responsáveis podem entrar em contato com a direção das escolas ou com o SAC do Sistema Fibra, no telefone (61) 4042-6565.

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra – 9.9.2019
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Desafio Sesi de Robótica vai premiar projetos relacionados à pandemia

    Estão abertas até o dia 30 de junho as inscrições para o Desafio Sesi de Robótica Covid-19. Lançada pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), a ação tem como objetivo estimular a pesquisa e o interesse dos jovens por áreas como Ciências e Tecnologia, por meio da robótica. A competição vai premiar estudantes que desenvolverem, à distância, projetos capazes de melhorar o dia a dia das pessoas em tempos de pandemia.

    Os estudantes terão que elaborar suas propostas e enviar um vídeo que será analisado pela banca julgadora. No vídeo, eles precisam apresentar, por meio da robótica, ideias e soluções que sejam capazes de minimizar os efeitos que a pandemia do coronavírus impôs à vida de todos nós. As soluções devem ter como foco a prevenção, o diagnóstico ou o combate a doença.

    O desafio vai selecionar projetos em todo Brasil que proponham respostas para a atual situação de saúde no mundo. Para participar, os jovens devem montar equipes compostas por quatro a dez estudantes, com idades entre 9 e 18 anos, além de um técnico (maior de 18 anos). As inscrições estão abertas até 30 de junho e devem ser feitas pelo técnico da equipe na página do desafio no site do Torneio Sesi de Robótica.

    As equipes podem ser formadas por alunos de qualquer escola das redes pública e particular de ensino, além da possibilidade de formação das chamadas equipes de garagem — que são independentes e não possuem vínculo com nenhuma instituição de ensino. As equipes do Distrito Federal que precisarem de ajuda ou queiram tirar dúvidas podem contar com apoio do Sesi-DF pelo e-mail: robotica.sesi@sistemafibra.org.br

    O desafio será realizado integralmente a distância, por causa da pandemia. Na primeira fase, a equipe precisa se inscrever e apresentar seu projeto e produzir um vídeo de, no máximo, dois minutos. Serão selecionadas 30 propostas que passarão para a segunda etapa da competição. Nesta, será preciso detalhar a proposta que será avaliada com relação à pesquisa, criatividade e inovação, além de empreendedorismo e impacto social.

    Ao todo, sete equipes serão premiadas: 1º, 2º e 3º lugares no geral, e ainda, premiações exclusivas para as categorias: Projeto de Pesquisa; Projeto em Criatividade e Inovação; Proposta de Empreendedorismo e Impacto Social. Os prêmios não são cumulativos, ou seja, cada equipe selecionada só poderá ser premiada em uma categoria.

    Todas as sete equipes vencedoras ganharão medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada. Além disso, as três primeiras colocadas serão convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival Sesi de Robótica, previsto para ocorrer em março de 2021.

    Veja o cronograma completo do desafio:

    Ações

    Data

    Inscrições das equipes

    Até 30/6

    Divulgação das equipes inscritas

    2/7

    Data limite para entrega do projeto 

    31/7

    Avaliação das propostas (fase 1)

    De 3 a 17/8

    Divulgação das 30 equipes selecionadas para a fase 2

    18/8

    Desenvolvimento do projeto (fase 2)

    De 19/8 a 4/9

    Data limite para entrega do projeto

    4/9

    Avaliação das propostas (fase 2) 

    De 8 a 21/9

    Premiação

    25/9

     
    Texto: Aline Roriz
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho é celebrado com dicas para lidar com pandemia

    Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho é celebrado com dicas para lidar com pandemia

    Em 28 de abril é celebrado o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, em memória às vítimas de acidentes e doenças laborais. Neste dia, em 1969, 78 mineiros morreram na explosão de uma mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, acidente que marcou a data mundialmente. Em 2003, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) instituiu a celebração para o 28 de abril e, em 2005, o Brasil fez o mesmo por meio da Lei nº 11.121/2005. Desde então, a data é marcada por ações de conscientização de trabalhadores e empregadores sobre os riscos de acidentes e enfermidades relacionadas ao trabalho.

    Em 2020, devido a pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, o Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) focou ações no suporte às empresas com orientações a respeito de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) de forma a diminuir a propagação do vírus.

    Desde o início da crise de saúde da Covid-19, o Sesi-DF apresenta orientações específicas para o enfretamento da pandemia. As principais estão na adequação do ambiente laboral, com desinfecção e limpeza, indicação de anteparos físicos e barreiras para o colaborador não ter exposição direta, manutenção de filtros de ar condicionado, além de outras medidas administrativas, como a restrição de pessoas no ambiente. “Falamos, principalmente, sobre os equipamentos de proteção individual e coletivo que deverão ser rigorosamente higienizados, não podendo ser compartilhados e que devem ser trocados com maior frequência”, explicou Maria do Carmo Bastos, engenheira do trabalho do Sesi-DF, que sempre reforça às empresas a importância de se alterar o layout do ambiente de trabalho, permitindo que os funcionários fiquem sempre há dois metros de distância uns dos outros.

    O trabalho da área de engenharia é complementado pela equipe de saúde. “Além desses cuidados, as empresas precisam manter seus programas de Segurança e Saúde do Trabalho em dia, ou seja, o PPRA [Programa de Prevenção de Riscos Ambientais] e o PCMSO [Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional], e devem continuar se comprometendo em transformar o ambiente de trabalho em um local mais seguro, agindo para neutralizar os riscos ambientais presentes”, afirmou Flavia Lopes, médica do trabalho do Sesi-DF.

    A importância dessa data deve ser lembrada e enfatizada para que se procure sempre a melhoria contínua dos locais de trabalho e a redução de acidentes e doenças ocupacionais. “Vivemos um momento atípico e complicado e as empresas não podem descuidar da saúde e da segurança dos trabalhadores. No contexto atual esse cuidado precisa ser reforçado e estar ainda mais latente”, enfatizou Maria Claudia Pereira, coordenadora de Segurança e Saúde no Trabalho do Sesi-DF.

    O Sesi-DF não para

    afericao de temperatura FotoMoacirEvangelista22042020Durante a pandemia, o Sesi-DF está tomando todos os cuidados necessários para manter os atendimentos com segurança para todos. As consultas ocupacionais continuam sendo realizadas e as empresas podem fazer agendamentos ou tirar dúvidas pelo e-mail medtrab@sistemafibra.org.br e a agenda organizada para evitar aglomeração de pessoas. A equipe de enfermagem e os médicos passaram a utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) específicos para o momento de crise. O Sesi Brasília, que recebe trabalhadores para atendimentos de saúde, teve a recepção modificada e, como em todas as unidades do Sistema Fibra, todos os funcionários trabalham utilizando máscaras e as pessoas que acessam o prédio têm a temperatura verificada.

    Nos atendimentos externos, para a elaboração de PPRA e de PCMSO, os consultores utilizam EPIS e tomam os cuidados recomendados pelo Ministério da Saúde para o momento.

    As medidas tomadas garantem que empresas que precisem de suporte para os cuidados com a saúde e com a segurança do trabalhador contem com os serviços do Sesi-DF, mesmo durante a pandemia, tanto para assuntos relacionados a redução da proliferação do novo coronavírus quanto para outros aspectos de SST.

    Para tirar dúvidas ou contratar os serviços do Sesi-DF, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) do Sistema Fibra, pelo telefone (61) 4042-6565.

    Texto: Aline Roriz
    Foto verificação de temperatura: Moacir Evangelista/Sistema Fibra – 22/4/2020
    Foto manipulação de blocos: Moacir Evangelista/Sistema Fibra – 23/4/2018
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Corte nas contribuições ao Sesi e ao Senai prejudica jovens e trabalhadores e inviabiliza esforços de combate ao coronavírus

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) alerta que a redução de 50% na contribuição feita pelas empresas às entidades que integram o Sistema S, pelo período de três meses, afetará, de forma drástica, o trabalho realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) em todo o país, na formação e preparação de mão de obra, na educação básica de jovens de baixa renda e no atendimento à saúde do trabalhador. 

    Pode inviabilizar também as diversas ações que as duas entidades têm realizado para ajudar o país a enfrentar a pandemia da covid-19, como a manutenção de milhares de respiradores mecânicos, fundamentais para pessoas infectadas com o novo coronavírus. O corte de recursos foi oficializado por meio da Medida Provisória 932/2020, publicada nesta terça-feira (31/3) no Diário Oficial da União.

    “A iniciativa do governo federal vai na contramão do que está sendo feito em diversos países, no sentido de ampliar a proteção social da população neste momento da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

    De acordo com o presidente da CNI, o Sesi e o Senai e as demais entidades que integram o Sistema Indústria, como as federações estaduais, em conjunto com as associações setoriais, estão fazendo a sua parte, contribuindo de forma expressiva para atender as áreas que exigem mais atenção nesse momento difícil: a saúde e a educação de milhões de trabalhadores brasileiros. Segundo ele, esses esforços são fundamentais para reforçar a capacidade de atendimento da rede pública, aumentar a produtividade da indústria e a empregabilidade dos trabalhadores, além de fortalecer a pesquisa aplicada no país. “Ao reduzir os recursos destinados ao Sesi e ao Senai, sob a justificativa de aliviar o caixa das empresas, o governo cria outro problema muito maior: desarticula e, em alguns casos, inviabiliza a principal rede de apoio à tecnologia e à inovação de empreendimentos industriais, bem como para a formação profissional e a saúde e segurança de milhões de trabalhadores em todas as regiões do país”, acrescenta.

    Robson Andrade ressalta também que as micros e pequenas empresas são as maiores beneficiárias do Sistema S, mesmo sem contribuir para a sua manutenção. O presidente da CNI também aponta que o provável aumento do desemprego, em virtude das restrições à atividade econômica para combater a pandemia, já trará redução substancial das receitas do Sistema. “Em apenas quatro das 27 unidades da Federação brasileira, o Sistema Indústria terá condições plenas de enfrentar três meses de cortes no orçamento, devido à especificidade das contribuições e da conformação do PIB industrial em cada estado”, informa.

    Fechamento de escolas, vagas de qualificação e demissões de trabalhadores

    Estimativas do Senai dão conta de que 136 centros de educação profissional e de serviços tecnológicos e de inovação podem ser fechados e 830 mil vagas de qualificação profissional podem deixar de ser ofertadas.

    No Sesi, 150 escolas e centros de atendimento à saúde do trabalhador também devem ser fechados e 217 mil vagas para alunos de educação básica e continuada deixarão de ser ofertadas. Outras 1,9 milhão de pessoas deixarão de ser beneficiadas com atendimentos em saúde, assim como 204 mil vacinas não serão aplicadas.

    O impacto em números

    • 136 centros de educação profissional e serviços tecnológicos fechados
    • 830 mil vagas de qualificação profissional deixarão de ser ofertadas
    • 150 escolas e centros de atendimento à saúde do trabalhador fechados
    • 217 mil vagas na educação básica e continuada cortadas
    • 1,9 milhão de pessoas perderão atendimento em saúde 
    • 204 mil vacinas deixam de ser aplicadas

    “Somos uma rede de proteção social dos trabalharadores da indústria e milhares de famílias brasileiras. O eventual corte aprofunda ainda mais a crise que estamos vivendo”, ressalta Robson Andrade. O corte dos recursos que custeiam a estrutura de ciência e tecnologia mantida por Sesi e Senai implicará também na demissão de especialistas e pesquisadores que formam a maior rede de apoio à inovação do país.

    Ações de ajuda ao combate do coronavírus podem ser inviabilizadas

    Além de descontinuar diversos serviços e prejudicar milhões de jovens e trabalhadores e suas famílias, a redução nas contribuições das empresas pode inviabilizar também os esforços que o Senai e o Sesi têm feito para ajudar o combate à pandemia do novo coronavírus. Em ação articulada com associações setoriais e federações estaduais da indústria, o Sesi e o Senai vêm realizando diversas ações direcionadas a suprir hospitais públicos com insumos e equipamentos necessários ao tratamento de doentes, como máscaras, aventais e respiradores mecânicos. Além disso, as duas entidades destinaram R$ 15 milhões em recursos, via Edital de Inovação, para projetos destinados a prevenir, diagnosticar e a tratar a covid-19. 

    Ainda no âmbito da pandemia da covid-19, a CNI apresentou recentemente ao presidente da República, Jair Bolsonaro, uma proposta para criação de um sistema de controle e monitoramento para o retorno gradual das atividades produtivas no país, a ser implementado pelo Sesi e pelo Senai. O sistema proposto prevê a realização de testes rápidos do novo coronavírus nos cerca de 9,4 milhões de trabalhadores da indústria nacional. A proposta prevê também o desenvolvimento de uma plataforma tecnológica para a rede de atenção primária, com um sistema de  monitoramento baseado em georeferenciamento dos casos. 

    “O objetivo é reduzir a pressão sobre a rede de emergência hospitalar e estabelecer uma melhor coordenação da agenda de política pública de saúde, bem como criar as condições para um retorno gradativo das atividades produtivas, de forma responsável e segura”, explica o presidente da CNI.

    O Senai também já colocou à disposição, de forma gratuita, 100 mil vagas em cursos a distância sobre a indústria 4.0. O Sesi, por sua vez, está realizando vacinações contra H1N1 em diversos estados e tem capacidade para realizar 1,4 milhão de imunizações. 

    Caso haja este corte, todas as ações em andamento podem ser prejudicadas ou, até mesmo, inviabilizadas.  “O Sistema Indústria está à disposição das autoridades brasileiras para adotar outras iniciativas que se façam necessárias no combate ao Covid-19 e no esforço para a recuperação da economia. Para isso, entretanto, é fundamental que a redução nas contribuições feitas pelas empresas ao Sesi e ao Senai sejam revistas e mantidas no patamar atual, para que possamos ajudar a salvar empresas, empregos e, sobretudo, vidas humanas”, defende Robson Andrade.

    Sesi e Senai já se prontificaram a investir R$ 3,12 bilhões

    O presidente da CNI chama atenção também para o fato de que, nos últimos meses, o Sesi e o Senai celebraram acordos com os ministérios da Economia e da Cidadania, para investir R$ 3,12 bilhões em ações voltadas para o fortalecimento da economia e a geração de empregos, bem como para  a inserção das empresas na Quarta Revolução Industrial, que já está em curso.

    O acordo com o Ministério da Economia prevê que o Senai irá disponibilizar cursos de aperfeiçoamento de profissionais de 46,8 mil indústrias, de todos os portes e das diversas regiões do país, dentro do programa Brasil Mais. Estes cursos têm como objetivo melhorar a eficiência das empresas e ampliar a produtividade e a competitividade do setor produtivo brasileiro, por meio da otimização de processos e da digitalização da manufatura. 

    A parceria prevê ainda a requalificação, dentro do programa Emprega Mais, de profissionais já empregados na indústria, e a qualificação profissional de desempregados nas 27 unidades da Federação. Ao todo, o Senai se comprometeu a ofertar cerca de 1,3 milhão de matrículas. Apenas essa parceria com o Ministério da Economia representará um dispêndio, por parte do Senai, de aproximadamente R$ 1,68 bilhão até 2022, comprometendo em torno de 21,5% da receita líquida de contribuição compulsória do Senai registrada no último ano. 

    Este acordo foi assinado em 3 de dezembro de 2019, e oficializado em decreto no dia 18 de fevereiro deste ano, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, que contou com as participações dos presidentes da República, Jair Bolsonaro, e da CNI, Robson Braga de Andrade; do ministro da Economia, Paulo Guedes; e do secretário Nacional de Produtividade, Emprego e Competividade, Carlos da Costa.

    Já o acordo do Sesi com o Ministério da Cidadania foi oficializado em 30 de julho no ano passado, durante reunião da Diretoria da CNI, que contou com a participação do então titular da pasta, Osmar Terra. A parceria prevê a qualificação profissional de 800 mil jovens de 18 a 29 anos, inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal, com prioridade para beneficiários do Bolsa Família. Neste caso, o investimento total a ser feito pelo Sesi será de R$ 1,44 bilhão.

    “A redução das contribuições das empresas ao Sistema S, sobretudo neste momento em que as empresas estão em dificuldades, em função dos efeitos da pandemia, obviamente, também inviabilizará a realização das ações acordadas com o governo federal”, afirma o presidente da CNI. Além disso, alerta Robson Andrade, grande parte do importante trabalho desenvolvido pelas duas entidades em todo Brasil terá que ser descontinuada. “Os serviços que mais serão afetados com eventuais reduções nas contribuições das empresas ao Sesi e ao Senai serão os de saúde e educação – exatamente aqueles que sociedade mais precisa neste momento de crise”, acrescenta. 

    A indústria brasileira contra o coronavírus

    Sesi e Senai estão mobilizados, em todo o Brasil, para promover ações sociais e tecnológicas, com o objetivo de contribuir para a redução do impacto da crise gerada pelo covid-19, em especial para a população de baixa renda e para as pequenas e médias indústrias. As ações realizadas por todo Sistema Indústria podem ser acompanhadas na página especial A indústria contra o coronavírus. 

    Texto: Agência CNI de Notícias
    Foto: Agência CNI de Notícias
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Parceria entre Sesi-DF e Senai-DF produz máscaras de proteção com impressora 3D 

    Parceria entre Sesi-DF e Senai-DF produz máscaras de proteção com impressora 3D 

    Em uma iniciativa conjunta do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), professores das duas instituições estão produzindo máscaras de proteção, conhecidas como face shield, em impressoras 3D. Eles começaram a projetar e a testar a fabricação na segunda-feira, 23 de março, e a produção de fato começou nesta quarta (26). A estimativa é de fabricar 200 equipamentos até o fim da próxima semana. As máscaras serão doadas ao sistema de saúde do Distrito Federal. 

    Em meio a pandemia de Covid-19, doença provocada por infecção pelo novo coronavírus, o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) é fundamental para diminuir a propagação do vírus, especialmente para os profissionais de saúde. A face shield é um protetor facial que cobre toda a frente e a lateral do rosto, de forma a proteger o usuário de doenças que possam ser transmitidas por substâncias corporais, como respingo de sangue, secreção corporal ou saliva. 

    Participam da força tarefa dois professores, que operam cinco impressoras 3D — três do Senai-DF e duas do Sesi-DF — funcionando durante todo o dia no SenaiLab do Senai Taguatinga. O material utilizado para fabricação das máscaras é o polímero poliácido láctico (PLA) para impressão da estrutura de fixação na cabeça e uma placa de policloreto de vinila, conhecido como PVC, do tipo acrílica, que é transparente. Cada impressora demora 1h30min para fazer uma estrutura. Depois da impressão e do corte da placa de PVC, os profissionais demoram apenas 5 minutos para montagem. Dessa forma, eles conseguem produzir até 25 máscaras por dia. 26 mascaras sesi senai moacir evangelista sistema fibra 1

    “Esta foi uma das formas que encontramos de o Sesi e o Senai-DF apoiarem a sociedade e a indústria, já que as fábricas terão dificuldades em atender a alta demanda de EPIs, tornando difícil o acesso às máscaras. Assim, o Sesi e o Senai estão se antecipando com medidas de apoio ao enfrentamento ao novo coronavírus”, explicou a gerente de Educação do Senai-DF, Valéria Silva. 

    A orientação do Ministério da Saúde é de que os profissionais da saúde utilizem máscaras do tipo N95 durante o atendimento, não sendo necessário o uso da face shield. Porém, devido à grande demanda no mundo todo e pelo fato da N95 não ser reutilizável, está cada vez mais difícil encontrar esse tipo de máscara para compra no mercado. Assim, a face shield pode colaborar na redução do risco dos trabalhadores durante o atendimento às pessoas contaminadas com o novo coronavírus. 

     

     

    Texto: Aline Roriz 
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra 
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    Parceria entre Sesi-DF e Senai-DF produz máscaras de proteção com impressora 3D

  • DF conquista uma das vagas para festival internacional de robótica FLL

    DF conquista uma das vagas para festival internacional de robótica FLL

    bisc 8 premio grande

    A equipe Bisc 8, da escola de Sobradinho do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), recebeu o troféu de 1º lugar na categoria de apresentação do Projeto de Pesquisa durante o Festival Sesi de Robótica, que foi realizado no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, neste fim de semana. Além da premiação, a equipe também foi classificada para o Aberto Internacional Sesi FLL Brasil, que será de 26 a 28 de junho na cidade do Rio de Janeiro. A equipe Legofield, do Sesi Gama, ficou com uma das quinze suplências para os torneios internacionais.

    O Festival é a maior competição de robótica do País e é organizado pelo Sesi. O evento reuniu aproximadamente 1.500 estudantes, com idades entre 9 e 18 anos de todo Brasil participando das competições First Lego League (FLL), First Tech Challenge (FTC) e F1 in Schools. Além das duas equipes, o DF também foi representado no torneio FLL pela Albatroid, do Sesi Taguatinga. Para a temporada 2019/2020 o tema da competição é City Shaper, com foco no desenvolvimento de soluções para as cidades.

    sesi df festival robotica

    A equipe Bisc8 chamou atenção dos visitantes e dos juízes com um projeto que busca resolver problemas de alagamentos e enchentes. Com uso de garrafas PET, os jovens criaram o Bisc — Bueiro Inteligente Sustentável Coletor. A solução dos alunos é um cesto com furos acoplado dentro das bocas de lobo para evitar o entupimento e, consequentemente, o alagamento das vias, facilitando o recolhimento do lixo e a limpeza dos bueiros. Segundo a pesquisa da equipe, a manutenção das bocas de lobo no Distrito Federal é complicada, demandando muito tempo e recursos. O Bisc terá ainda um mecanismo que avisa se o cesto está cheio. Por meio de um sistema de arduino, mostrará as cores verde, amarelo e vermelho: ficará verde quando estiver vazio, amarelo quando estiver meio cheio e vermelho quando estiver muito cheio.

    Esta é a segunda vez que a Bisc8 participa de uma competição nacional, mas é a primeira que consegue a vaga para um evento internacional. “Estou muito feliz, esperamos muito por esse resultado. O sentimento é de muita alegria e é um incentivo a mais para continuar treinando e fazer bonito no internacional”, disse Gabriella Paulino, de 16 anos, aluna da 2ª Série do Ensino Médio do Sesi Sobradinho e mentora da Bisc8.

    O competidor Pedro Vasconcelos, da mesma idade e série de Gabriella, completou a colega de equipe dizendo que o grande tempo dedicado ao treinamento e aos estudos resultou nessa classificação.

    F1 in Schools

    F1 lobo guara premiacao

    Durante o Festival Sesi de Robótica, o DF também foi representado na competição F1 in Schools pela equipe Lobo-Guará formada por quatro estudantes do Sesi Taguatinga. Eles não conseguiram a sonhada vaga para a etapa internacional da competição, que será no mês de setembro, em Singapura, mas voltaram para casa com a bagagem recheada de muito aprendizado. Cada um teve uma função específica na equipe: Geovana Mendonça dos Reis, 17 anos, foi a engenheira; Gabrielly Antônio Almeida Borges, 16 anos, foi a líder e gerente de projetos; Marley Abe Silva, 16 anos, o responsável pelo marketing; e Guilherme Silva do Carmo, de 16 anos, o designer.

    Em poucas semanas, eles precisaram criar uma escuderia de Fórmula 1 e enfrentar os desafios envolvidos nesse processo. A engenharia e o design do carro eram parte do projeto e foram executadas pela equipe, que usou diversos recursos tecnológicos para projetar, modelar e testar o protótipo de carro de F1. Seguindo especificações estabelecidas nas regras internacionais da competição, os alunos desenvolveram os carros em software de desenho industrial. O carrinho da Lobo-Guará tinha 53g e 18,5cm. Com a aerodinâmica bem calculada, eles conseguiram ter um resultado satisfatório nas pistas, tendo chegado nas oitavas de final da competição. Os carros foram modelados em um torno CNC a partir de blocos de polímero e as peças acessórias feitas em impressora 3D. As avaliações ocorreram em uma pista reta, de 20 metros, onde os protótipos eram impulsionados por um cilindro de dióxido de carbono (CO₂), disparado pelo piloto que tem um controle na mão.

    Os estudantes fizeram todo o gerenciamento do time, criaram um plano de negócios que previa ações de marketing, divulgação em mídias sociais e a busca de patrocínios que cobriram os custos da competição, como a confecção de uniformes, a alimentação e o transporte da escuderia. Os times também desenvolveram um projeto social. O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) é o patrocinador oficial da equipe, que também tem apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), da Junior Achievement e da Rotta Rolamentos.

    Robótica no Sesi-DF

    O Sesi-DF oferece a todos os alunos do 5º ano ao Ensino Médio a Educação Tecnológica. São aulas que estimulam o interesse dos jovens por áreas como Química, Física, Matemática, Engenharias e Novas Tecnologias. Durante esses encontros, as crianças e os adolescentes aprendem brincando, por meio de uma forma de ensino inovadora.

    O Sesi-DF oferece educação básica do Ensino Fundamental ao Médio nas escolas do Gama e de Taguatinga; enquanto na escola de Sobradinho há apenas o Ensino Médio. Para outras informações, entre em contato pelo telefone: (61) 4042-6565.

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Aline Roriz/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra