Autor: Aline Reis Roriz

  • A robótica como ferramenta de transformação

    A robótica como ferramenta de transformação

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    Quem passa pelo Pavilhão da Bienal, em São Paulo, para visitar o Festival Sesi de Robótica nesse fim de semana, talvez não imagine que, por trás de todas aquelas pecinhas de montar e dos robôs que cumprem missões incríveis, estão histórias de transformação, muito aprendizado e amizades que são levadas para a vida. O evento, aberto ao público, ocorre até amanhã, dia 8 de março, sediando as competições de First Lego League (FLL), First Tech Challenge (FTC) e F1 in Schools.

    O Serviço Social da Indústria (Sesi) é o responsável pelas etapas regionais e nacionais da FLL desde 2013. E as escolas do Sesi-DF participaram de todas as temporadas desde então, com uma história de sucesso para a capital federal. Depois de sete anos de robótica, é possível ver os frutos da dedicação dos jovens e a paixão deles pelo mundo dos robôs.

    Belos exemplos de como a robótica muda a vida das pessoas vêm de cinco jovens ex-alunos do Sesi-DF. De competidores, eles passaram a mentores, técnicos e até mesmo a juízes. Além de não terem encerrado a história nos torneios, estão trazendo novas gerações para terem a mesma experiência.

    fll festival serejoGabriel Serejo, de 20 anos, foi estudante do Sesi Gama, e participou das últimas cinco temporadas da FLL, sendo duas como competidor, uma como mentor e duas como juiz de mesa. “A robótica mudou minha vida”, resumiu o jovem, que além de ter os robôs como hobby também os têm como profissão, pois dá aulas de robótica em uma escola particular do DF. A paixão pelo torneio contaminou a família e, hoje, o irmão mais novo, Bernardo Serejo, de 14 anos, participa da sua primeira competição nacional pela Legofield, do Sesi Gama.

    O xará de Serejo, Gabriel Álvares, de 20 anos, um dos técnicos da Albatroid, já está em sua sexta temporada — três como competidor, duas como mentor e uma como técnico — e, ao falar sobre a robótica, se emociona. “A robótica é tudo na minha vida. Eu vivo disso: o curso que eu faço na faculdade, que é Física, veio disso; o meu trabalho em sala de aula, veio disso; minhas amizades vieram disso”, disse.

    E o grupo de amizades de Gabriel Álvares e Gabriel Serejo reúne muitas conquistas e medalhas em temporadas de robótica. Com os dois, estão Sillas Reis, de 19 anos, técnico da Bisc8, na robótica há quatro temporadas; Gabriel de Jesus, de 20 anos, mentor da Legofield, e está em sua sexta temporada; e Lucas Sampaio, de 18 anos, atualmente, juiz de design do robô, e o mais experiente do grupo de amigos: esta é a sétima temporada dele. 

    “Nós participamos do mundo da robótica desde pequenos e isso fez com que criássemos uma amizade muito forte. Estamos nas casas uns dos outros, viramos irmãos e isso foi se construindo durante os torneios”, explicou Gabriel Álvares.

    Todos eles tiveram suas escolhas profissionais e seus futuros impactados pela robótica. “A robótica para mim é um multiplicador de oportunidades. Ela abre portas na vida, a gente faz contato com muitas pessoas no Brasil e no mundo. Mudou minha vida e fez que de um menino tímido, eu me transformasse em um garoto extrovertido, que gosta muito de aprender”, diz Lucas. Ele conta que foi aprovado em duas universidades federais, em uma para Física e na outra para Engenharia Elétrica, e acredita que a participação na robótica foi fundamental para ele ter esses resultados. “Muitos dos assuntos que caíram nas provas estavam fixados na minha cabeça por causa da aprendizagem dinâmica que a robótica me proporcionou”. Sillas completou o amigo dizendo que ele também teve uma transformação de personalidade. “Mudou muita coisa na minha vida. Eu era um aluno mal comportado e a robótica me ensinou muitas coisas que me ajudaram a ser quem eu sou hoje.”

    De parte da história de sete anos de robótica educacional no Sesi-DF, participou Elisângela Machado, hoje Interlocutora de Tecnologias Educacionais. “Acredito no poder que a robótica tem de transformar a vida das pessoas. É muito além de montar peças, é uma estratégia pedagógica na qual robôs são uma aprendizagem significativa. É um projeto de vida.”

    Segundo dia de competição

    fll festival robotica

    Nesse sábado, a programação da competição da FLL durante o Festival Sesi de Robótica contou com dois rounds oficiais no desafio da mesa e avaliações das equipes que não passaram pelas salas dos juízes ontem. Também foram divulgados os times que passariam por reavaliações e em quais categorias seriam analisados novamente.

    As três equipes do DF – Albatroid, Bisc8 e Legofield – foram convocadas para reavaliação. Segundo os técnicos, ser reavaliado é positivo pois é um sinal de que os juízes se interessaram pelos projetos, gostaram do design do robô e das apresentações do core values e querem mais informações.

    O sábado terminou com a Festa da Amizade, momento tradicional nos torneios de robótica, para que os 1.500 competidores das três competições pudessem interagir e relaxar. Amanhã, as equipes terão mais um round do desafio do robô e as mesas finais. À tarde, será realizada a cerimônia de premiação e a divulgação das equipes classificadas para os torneios internacionais com transmissão ao vivo pelo Facebook do Sesi-DF.

    Texto: Aline Roriz
    Fotos: Aline Roriz/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Lobo-Guará coloca carrinho na pista da F1 in Schools

    Lobo-Guará coloca carrinho na pista da F1 in Schools

    Olhos atentos ao farol. Ao acender todas as luzes, é hora de disparar a miniatura de carro de Fórmula 1 na pista de 20 metros. Os tempos de reação do piloto para lançar o protótipo e do percurso do carrinho na pista são alguns dos quesitos avaliados nessa categoria do torneio F1 in Schools.

    O campeonato reproduz os desafios envolvidos em uma corrida de carros do início ao fim, desde a criação da escuderia até o enfrentamento nas pistas, simulando a operação de uma equipe da Fórmula 1. O Distrito Federal é representado na competição pela equipe Lobo-Guará, formada por quatro alunos do Sesi Taguatinga. Cada um tem uma função específica: Geovana Mendonça dos Reis, 17 anos, é a engenheira; Gabrielly Antônio Almeida Borges, 16 anos, é a líder e gerente de projetos; Marley Abe Silva, 16 anos, é o responsável pelo marketing; e Guilherme Silva do Carmo, de 16 anos, é o designer.

    Os estudantes fazem todo o gerenciamento do time, criando um plano de negócios que prevê ações de marketing, divulgação em mídias sociais e a busca de patrocínios que vão cobrir os custos da competição, como a confecção de uniformes, a alimentação e o transporte da escuderia. Os times também desenvolvem um projeto social, que pode ser usado como critério de desempate no resultado. Hoje, tanto o projeto social como plano de marketing foram avaliados em São Paulo. Os alunos tiveram 10 minutos para explicar para os juízes o que fizeram em cada categoria.  

    Na apresentação do projeto social, a Lobo-Guará mostrou o trabalho de coleta de doações que fez para auxiliar uma instituição que cuida de idosos em situação de vulnerabilidade que fica próxima do Sesi Taguatinga. Os alunos fizeram uma campanha de arrecadação na escola e direcionaram as contribuições para os moradores do local. A proposta da equipe é continuar com o projeto para dar apoio no bem estar dos idosos e contribuírem com a comunidade local.

    Na avaliação de marketing, os competidores destacaram o diferencial da equipe, de ter um site, além da identidade visual com inspiração minimalista. Uma vez que toda a escuderia estava bem estruturada, foi possível cumprir outra exigência da competição que é a de conseguir patrocínios. O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) é o patrocinador oficial da equipe, que também tem apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), da Junior Achievement e da Rotta Rolamentos.

    f1 lobo guara sesi

    O protótipo

    A engenharia e o design do carro são parte do projeto e executadas pela equipe, que usa diversos recursos tecnológicos para projetar, modelar e testar o protótipo de carro de F1. Seguindo especificações estabelecidas nas regras internacionais da competição, os alunos desenvolvem os carros em software de desenho industrial. Os carros são modelados em um torno CNC a partir de blocos de polímero e peças acessórias podem ser construídas em impressora 3D. As avaliações ocorrem em uma pista reta, de 20 metros. Nela, os protótipos são impulsionados por um cilindro de dióxido de carbono (CO₂), disparado pelo piloto que tem um controle na mão. O diferencial de cada carro está no design, que garantirá velocidade e estabilidade na arrancada.

    Guilherme foi o responsável por projetar o design mecânico do carro da Lobo-Guará. Segundo ele, foi preciso fazer um curso para aprender a trabalhar com o software usado para modelar o protótipo. “É pura física, tem que entender muito de aerodinâmica, e tudo é pensado em volta disso. Usamos o bloco disponibilizado pela competição para modelar o corpo do carro e fizemos a impressão dos aerofólios e das rodas na impressora 3D. Estamos confiantes e felizes. O mínimo de peso do carrinho é 50g e o nosso tem 53g. Os carrinhos têm que ter entre 17 e 21 cm, e o do DF tem 18,5cm”, explicou o estudante.

    Hoje, eles tiveram dois momentos de disputa na pista. Em cada um deles, puderam disparar o carrinho quatro vezes. Amanhã, tem mais competição na pista e avaliações em sala.

    Festival Sesi de Robótica

    A F1 in Schools é uma das competições disputadas no Festival Sesi de Robótica. O evento ocorre no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, até amanhã, 8 de março, e a entrada é gratuita e aberta ao público, das 8h às 17h. O Festival é a maior competição de robótica do País e é organizado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi). O evento reúne aproximadamente 1.500 estudantes, com idades entre 9 e 18 anos de todo Brasil participando das competições First Lego League (FLL), First Tech Challenge (FTC) e F1 in Schools.

    Texto: Aline Roriz
    Foto superior: Aline Roriz/Sistema Fibra
    Foto inferior: Edilson Dantas / Sesi
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • São Paulo recebe maior competição de robótica do País

    São Paulo recebe maior competição de robótica do País

    São 25 mil metros quadrados divididos em três pavimentos repletos de robôs, tecnologia e muita animação. Esse é o cenário do Pavilhão da Bienal, em São Paulo (SP), onde está sendo realizado o 2º Festival Sesi de Robótica. O evento ocorre até domingo, 8 de março e a entrada é gratuita e aberta ao público. Nesse sábado o evento vai das 8h às 18h30 e, no domingo, das 8h às 17h. O Festival é a maior competição de robótica do País e é organizado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi). O evento reúne aproximadamente 1.500 estudantes, com idades entre 9 e 18 anos de todo Brasil participando das competições First Lego League (FLL), First Tech Challenge (FTC) e F1 in Schools.

    O DF é representado por quatro equipes formadas por 21 estudantes das escolas do Sesi do Gama, de Sobradinho e de Taguatinga. Na FLL, participam Albatroid, Bisc8 e Legofield e, na F1 in Schools, a Lobo-Guará. Os competidores começaram a ser avaliados nessa sexta e continuam passando por avalições durante o fim de semana.

    festival robotica legofield roboNa FLL, o dia foi marcado pelos treinos e testes dos robôs nas mesas onde ocorrem as provas, além de algumas avaliações feitas em sala, em formato de apresentação. Nestes exames, os juízes observam quesitos do projeto de pesquisa, do design do robô e do core values, categoria que considera os valores éticos da competição, como espírito de equipe e respeito aos outros times.

    festival robotica bisc8Das três equipes do DF na FLL, a Legofield teve um dia mais tranquilo, já que ainda não foi avaliada em nenhum quesito. “Hoje tivemos uma boa oportunidade de testar o robô e corrigir algumas coisas. Aproveitamos ainda para colocar tudo em ordem, tanto o robô para os rounds oficiais, quanto as partes cênicas, para as avaliações em sala”, afirmou Ian Rapini, de 16 anos, da 3ª Série do Ensino Médio do Sesi Gama.

    Já a Bisc8 participou de rounds de teste do robô na mesa de competição e passou por todas as avaliações em sala. A competidora Suyanne Miranda, de 16 anos, da 2ª Série do Ensino Médio do Sesi Sobradinho, terminou o dia muito satisfeita com o trabalho da equipe. “O sentimento é de realização pois, depois de muito ensaio, fizemos ótimas apresentações. Os juízes demonstraram satisfação e, apesar de ainda não sabermos o resultado, estamos saindo muito felizes”.festival robotica albatroid projeto

    Assim como a Bisc8, a Albatroid foi avaliada pelos juízes nas três categorias que demandam apresentações em sala e treinou com o robô. “Terminamos bem esse dia, pois já finalizamos todas nossas apresentações. Sabemos que o que precisamos melhorar está ao nosso alcance. Estou muito orgulhoso de estar em uma competição como essa”, afirmou Daniel de Souza, 14 anos, da 1ª Série do Ensino Médio do Sesi Taguatinga.

    Para os competidores da escuderia Lobo-Guará, da F1 In Schools, as avaliações também já estão a todo vapor. Eles entregaram para a banca a documentação detalhada do projeto preparado pela equipe e foram avaliados quanto a montagem do pit que, pelas regras da competição, precisou ser finalizada em exatamente duas horas. O resultado deixou os quatro competidores bem satisfeitos. “Esse primeiro dia foi bem diferente do que eu esperava, foi um misto de alívio e diversão. Pelo pouco que foi avaliado hoje, acho que fomos muito bem. Agora, é descansar para amanhã”, afirmou Gabrielly Antônio, de 16 anos, da 3ª Série do Ensino Médio do Sesi Taguatinga.

    festival robotica lobo guaraAinda hoje, no fim do dia, foi realizada a cerimônia oficial de abertura do Festival, com a presença do diretor de Operações do Sesi, Paulo Mól e de representantes de empresas parceiras.

    Seminário de educação

    Como parte da programação do Festival Sesi de Robótica, foi realizado hoje o Seminário Internacional Sesi de Educação, que reuniu especialistas do Brasil e do mundo para debater métodos educacionais para os estudantes e trabalhadores do futuro. Na abertura do Seminário, o diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi, falou sobre a atuação de vanguarda da instituição na educação do Século XXI.

    “A escola de antigamente, que formava pessoas para indústria 2.0, será substituída por uma que forma com base em algoritmos. Não podemos construir o Século XXI a partir de uma escola do Século XX. A educação do futuro será baseada em experiências transformadoras e não apenas em memorizar e repetir, mas em iluminar o campo cerebral, fazer sinapses e estabelecer conexões com vários saberes”, afirmou Lucchesi.

    O seminário foi composto por quatro painéis com temas relacionados à inovação, tecnologia, cultura maker e cidades inteligentes. Um deles foi apresentado pelo youtuber Iberê Thenório, do canal Manual do Mundo. Ele falou sobre a experiência no universo maker e como os jovens dessa e das próximas gerações vão precisar desenvolver cada vez mais a criatividade. “Se a gente for pensar em mercado de trabalho, quais as habilidades necessárias para o futuro? Isso eu não sei. Mas sei que a capacidade de estudar e aprender coisas novas e armar soluções para resolver problemas serão coisas absolutamente necessárias”, disse Thenório.

    Texto: Aline Roriz
    Fotos: Aline Roriz/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Equipes participam de encontro antes do nacional de Robótica

    Equipes participam de encontro antes do nacional de Robótica

    O Parque Tecnológico de Brasília — Biotic recebeu, na tarde desta terça-feira, 3 de março, as equipes que representarão o Distrito Federal no Festival Sesi de Robótica, o maior torneio da modalidade no país, que ocorre de 6 a 8 de março, em São Paulo. O evento vai receber as competições First Lego League (FLL), First Tech Challenge (FTC) e F1 in Schools. O DF será representado por quatro equipes formadas por 21 estudantes das escolas do Serviço Social da Indústria (Sesi) do Gama, de Sobradinho e de Taguatinga. Na FLL participam Albatroid, Bisc8 e Legofield e, na F1 in Schools, a Lobo-Guará. Além das quatro equipes que vão para a etapa nacional, também participaram do encontro outros times que representaram o Sesi-DF em torneios oficiais: Lego of Olympus, do Gama, e Ohana, de Sobradinho.

    A visita teve como objetivo mergulhar os jovens competidores em um ambiente de inovação, como é o Biotic. O encontro foi preparado pela superintendente do Sesi-DF, Gricelia Melo, pela coordenadora de Educação do Sesi-DF, Núbia Rosa, e pela interlocutora de Tecnologias Educacionais do Sesi-DF, Elisângela Machado, que aproveitaram o momento para desejar boa sorte àqueles que vão representar o DF na competição nacional.

    “É a troca, a conversa, o networking, é trazer eles para um ambiente novo, para eles chegarem em São Paulo, na competição nacional, ainda melhor preparados. Aqui no Biotic eles puderam enxergar oportunidades que existem no DF para desenvolver projetos para nossa indústria e para a nossa cidade”, explicou Gricélia.

    IMG 0084Os olhos brilhando dos competidores refletiam a curiosidade e o encanto deles pelo Sebraelab, laboratório de criatividade, de inovação e de geração de negócios do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no DF, que fica no Biotic. “Achei muito legal conhecer esse espaço. É parecido com o que vimos na Austrália, quando fomos competir no internacional de robótica ano passado”, afirmou Letícia Souza, de 13 anos, aluna do Sesi Taguatinga, competidora da equipe Albatroid. A aluna participou em julho de 2019 do Aberto da Ásia, em Sidney.

    A superintendente do Sesi-DF destacou que o encontro também serviu para reforçar o espírito de união entre as equipes. “Quis estimular a colaboração entre os times para que as equipes estejam cada vez mais unidas, para que saibam lidar melhor com o espírito de competição. Todos aqui precisam uns dos outros e juntos vamos mais longe.”

    As equipes embarcam para São Paulo na nesta quinta-feira, dia 5, e o encontro ajudou a acalmar os jovens pesquisadores. “Achei esse lugar inspirador. O coração está apertado, cheio de ansiedade para a minha primeira competição nacional, mas confiante de que vai dar certo”, disse Julia Gomes, de 14 anos, da equipe Legofield do Sesi Gama.

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • DF terá quatro equipes no Festival Sesi de Robótica

    DF terá quatro equipes no Festival Sesi de Robótica

    15 3 2019 Festival sesi de robotica Foto José Paulo de Lacerda CNIA partir de sexta-feira (6), aproximadamente 1.500 estudantes, com idades entre 9 e 19 anos de todo o Brasil estarão reunidos no Pavilhão da Bienal, em São Paulo (SP), para participar do 2º Festival Sesi de Robótica. O evento é aberto ao público e ocorre até o domingo, dia 8 de março, sediando as competições de First Lego League (FLL), First Tech Challenge (FTC) e F1 in Schools.

    O DF será representado por quatro equipes formadas por 21 estudantes das escolas do Serviço Social da Indústria (Sesi) do Gama, de Sobradinho e de Taguatinga. Na FLL, estarão Albatroid, Bisc8 e Legofield e, na F1 in Schools, a Lobo-Guará. Além das competições, haverá demonstrações e workshops sobre educação e robótica.

    First Lego League

    Criado em 1998 pela organização estadunidense First, que trabalha em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia, em parceria com o grupo Lego, o torneio propõe que estudantes de diversos países sejam desafiados a trabalhar projetos de forma divertida, por meio da construção e da programação de robôs feitos com peças da tecnologia Lego Mindstorm. A cada temporada, a competição estimula o trabalho colaborativo, a criatividade e propõe desafios do mundo real.

    Para a temporada 2019/2020 o tema é City Shaper, com foco no desenvolvimento de soluções para as cidades. Desde agosto de 2019, equipes formadas por crianças e adolescentes de mais de 80 países trabalham em projetos pesquisa e programando robôs autônomos que as representarão em desafios nos torneios, solucionando problemas de engenharia civil, mobilidade e urbanismo de forma inovadora e criativa.

    Cada equipe é avaliada pelo projeto de pesquisa, pelo design do robô, pela programação deste na execução de desafios e pelo cumprimento dos valores éticos da competição, como espírito de equipe e respeito aos outros times. As equipes mais bem colocadas em torneios nacionais realizados em todo o mundo garantem vaga em torneios internacionais promovidos pela FLL.

    No Brasil, desde 2013, o Sesi é a instituição responsável pela organização das etapas regionais e da nacional.

    Conheça as três equipes que vão representar o DF:

    Albatroid

     Alex Vitor de Maman Albatroid 4

    Alex Vitor de Maman Marcolino

    12 anos

    7º ano do Ensino Fundamental

    Anna Clara Gomes Albatroid 2

    Anna Clara Gomes Carmino

    14 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

     

    Daniel de Souza Mota Albatroid 1 

    Daniel de Souza Mota Filho

    14 anos

    1ª série do Ensino Médio

     Eduardo Moroni Tertuliano Albatroid 1

    Eduardo Moroni Tertuliano da Rosa

    14 anos

    1ª série do Ensino Médio

     Letícia Souza Santana Albatroid 1

    Letícia Souza Santana Marinho

    13 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

     Pedro Paulo Balbino Lopes Albatroid 1

    Pedro Paulo Balbino Lopes

    13 anos

    8º ano do Ensino Fundamental

    André Alcântara da Silva Técnico Albatroid 1

    Técnico: André Alcântara 

    Gabriel Antunes Álvares Técnico Albatroid 1 

    Técnico: Gabriel Antunes

    Ana Carolina de Moraes Mentora 4 

    Mentora: Ana Carolina Baia de Moraes 

    Ives Dijuran Bomtempo Mentor 1

    Mentor: Ives Dijuran

       

    A equipe buscou a tecnologia para tentar diminuir os problemas de locomoção de pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência física. Eles desenvolveram um aplicativo de celular, o Inclusion App, que apresenta informações da região da cidade satélite de Taguatinga, no Distrito Federal, sobre condições de calçadas e aponta estabelecimentos inacessíveis. A finalidade do aplicativo é indicar, avaliar e relatar trajetos acessíveis e em boas condições. A ideia é que moradores da região usem o aplicativo para informar quais as calçadas estão em boas condições ou não. Em seguida, o Inclusion App vai organizar um relatório que será encaminhado para o governo local que terá informações para resolver o problema de mobilidade de forma mais ágil. Assim, além de diminuir as dificuldades de locomoção, a intenção do aplicativo também de gerar economia para o Estado, que não precisará mandar um fiscal para verificar as condições das vias. O Inclusion App é gratuito e está em fase de finalização. Inicialmente, o aplicativo estará disponível em celulares da plataforma Android. Veja mais informações do projeto no site: https://inclusionapp.wordpress.com/

    Bisc8

    Amanda Layanne de Oliveira 16 anos 180x180

    Amanda Layanne de Oliveira Coelho

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    João Pedro Gurgel Tomaz Farias Fernandes 15 anos 180x180

    João Pedro Gurgel Tomaz Farias Fernandes

    15 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Letícia Ferreira de Araujo 15 anos 180x180

    Letícia Ferreira de Araújo

    15 anos

    2ª série do Ensino Médio 

    Pedro Thiago Gomes Vasconcelos 15 anos 180x180

    Pedro Thiago Gomes Vasconcelos

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Suyanne Sara Miranda Silva 16 anos 180x180

    Suyanne Sara Miranda Silva

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

     Tecnica Kamila Sousa 31 anos 180x180 

    Técnica: Kamila Pereira de Sousa 

    Tecnico Sillas Adjalbas Barbosa dos Reis 19 anos 180x180 

    Técnico: Sillas Adjalbas Barbosa dos Reis

    Mentora Gabriella Paulino Honório 16 anos 180x180

    Mentora: Gabriella Paulino Honório

    Mentor Márcio Henrique de Sousa Costa 17 anos 180x180 

    Mentor: Márcio Henrique de Sousa Costa

    Com uso de garrafas PET, a equipe pretende aperfeiçoar um antigo equipamento das cidades, tornando-o mais funcional e sustentável. Nomeada como Bisc – Bueiro Inteligente Sustentável Coletor, a solução dos alunos é um cesto com furos que será acoplado dentro das bocas de lobo para evitar o entupimento e, consequentemente, o alagamento das vias, facilitando o recolhimento do lixo e a limpeza dos bueiros. Segundo a pesquisa da equipe, a manutenção das bocas de lobo no Distrito Federal é complicada, demandando muito tempo e recursos. O Bisc terá ainda um mecanismo que avisa se o cesto está cheio. Por meio de um sistema de arduino e uma polia, mostrará as cores verde, amarelo e vermelho: ficará verde quando estiver vazio, amarelo quando estiver meio cheio e vermelho quando estiver muito cheio.

    Legofield

    Bernardo de Almeida Lego Field Competidor

    Bernardo Almeida Serejo

    14 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

    Hellen Mendes Lego Field Competidor

    Hellen Cristina Mendes Santos

    16 anos

    2ª série do Novo Ensino Médio

     

    Ian Rapini Lego Field Competidor

    Ian Pedrosa Rapini

    16 anos

    3ª série do Ensino Médio

     

     Lego Field FotoMoacirEvangelista29012020 9

    Júlia Gomes da Costa

    14 anos

    1ª série do Novo Ensino Médio

    Stephany Oliveira Lego Field Competidor 

    Stephany Mariane dos Santos Oliveira

    16 anos

    2ª série do Novo Ensino Médio

    Sofia Costa Lego Field Competidor

    Sofia Costa da Silva Batista

    13 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

    Alberto Roquete Lego Field Técnico 

    Técnico: Alberto Roquete de Melo Junior

    Wanderson Gomes Lego Field Técnico

     Técnico: Wanderson Gomes da Silva

    italo Andrade Lego Field Mentor 

    Mentor: Italo França Andrade

    Projetar e modelar um método mais efetivo em relação a poluição sonora foi o principal desafio da equipe. Barulhos e ruídos do dia a dia nas grandes cidades interferem na qualidade de vida causando problemas como perda da audição, estresse, insônia, irritabilidade, pressão alta e problemas cardíacos. Tentando soluções para essas dificuldades, os alunos desenvolveram uma parede ecológica denominada E-WALL, que consiste em uma parede termoacústica que tem a função de reduzir ou até extinguir ruídos em locais internos. Além disso, é capaz de reduzir a entrada de calor externo no verão, enquanto, no inverno, reduz a perda de calor interno, dificultando a troca de temperatura. Sua aplicação pode se dar em vários locais tais como paredes residenciais, tubulações hidráulicas e até em dutos de ar condicionado, sendo também ideal para fazer isolamento de telhados e fachadas. Como inovação, a equipe ainda desenvolveu a Argafield, uma argamassa composta de resíduos da construção civil, não inflamável por se tratar de um componente inorgânico. Há soluções parecidas com a E-WALL no mercado, mas nenhuma delas com o diferencial da matéria prima usada para criar a parede, que é o lixo reciclável como garrafas PET e serragem de madeira. Dessa forma, além de cumprir as funções na construção civil, a ideia colabora com a preservação do meio ambiente, reduzindo o descarte inapropriado desses materiais.

    F1 in Schools

    O campeonato F1 nas Escolas reproduz desafios envolvidos em uma corrida de carros do início ao fim, desde a criação da escuderia até o enfrentamento nas pistas, reproduzindo a operação de uma equipe da Fórmula 1. Os estudantes fazem todo o gerenciamento do time, criando um plano de negócios que prevê ações de marketing, divulgação em mídias sociais e a busca de patrocínios que vão cobrir os custos da competição, como a confecção de uniformes, a alimentação e o transporte da escuderia. Os times também desenvolvem um projeto social, que pode ser usado como critério de desempate no resultado.

    A engenharia e o design do carro são parte do projeto e executadas pela equipe, que usa diversos recursos tecnológicos para projetar, modelar e testar o protótipo de carro de F1. Seguindo especificações estabelecidas nas regras internacionais da competição, os alunos projetam os carros em software de desenho industrial. Os carros são modelados em um torno CNC a partir de blocos de polímero e peças acessórias podem ser construídas em impressora 3D. Os protótipos são avaliados em uma pista reta de 20 metros, impulsionados por um cilindro de dióxido de carbono (CO₂). O diferencial de cada carro está no design, que garantirá velocidade e estabilidade na arrancada.

    Conheça os integrantes da equipe Lobo Guará:

    Geovana Mendonça dos Reis Equipe F1 School Lobo Guara 2

    Geovana Mendonça dos Reis

    17 anos

    3ª Série do Ensino Médio

     Gabrielly Antonio Almeida Equipe F1 School Lobo Guara 1

    Gabrielly Antônio Almeida Borges

    16 anos

    3 ª Série do Ensino Médio

     Marley Abe Silva Equipe F1 School Lobo Guara 5

    Marley Abe Silva

    16 anos

    2 ª Série do Ensino Médio

    Guilherme Silva do Carmo Equipe F1 School Lobo Guara 1

    Guilherme Silva do Carmo

    16 anos

    3ª Série do Ensino Médio

    Andre Alcantara da Silva Professor Equipe F1 School Lobo Guara 1

     Mentor: André Alcântara

    Ana Virginia Abreu Professora Equipe F1 School Lobo Guara 2 

    Mentor: Ana Virgínia Abreu

    Outros eventos

    A terceira competição que será realizada durante o Festival é o Torneio Sesi de Robótica First Tech Challenge, um desafio tecnológico feito por equipes de alunos do ensino médio, com disputas em duplas e individuais. Nesta disputa, não há competidores do Distrito Federal.

    O robô do FTC tem de cumprir missões, de maneira autônoma e por rádio controle, em uma arena. As equipes não são avaliadas apenas pelo desempenho dos robôs, mas também pelo envolvimento com a comunidade. São avaliadas ainda pelo relacionamento com outras equipes e a maneira como levam ciência e tecnologia para o maior número de pessoas.

    Pela primeira vez, o Festival de Robótica apresentará uma demonstração do First Robotics Competition, um desafio com adolescentes de ensino médio programando e comandando robôs em tamanho industrial. A modalidade combina a emoção do esporte com os rigores da ciência e da tecnologia. As equipes de estudantes voluntários são desafiadas a arrecadar recursos, desenvolver uma marca e criar e programar robôs de tamanho industrial.

    No dia 6 de março, o Festival receberá o Seminário Internacional Sesi de Educação, com transmissão ao vivo no site oficial do evento. Nos dias 7 e 8, o público terá acesso a workshops e atividades no Espaço ACESSE, onde serão realizadas palestras sobre temas relacionados a tecnologia e robótica.

     

    FESTIVAL SESI DE ROBÓTICA

    Quando: 6 a 8 de março 

    Onde: Pavilhão da Bienal – São Paulo

    ENTRADA GRATUITA

    Veja a programação diária abaixo:

    6/3 | SEXTA-FEIRA

    Programação fechada para competidores e convidados

    Das 8 às 11h – Check-in e credenciamento das equipes: FLL, FTC e F1 in Schools

    Das 9h às 17h – Seminário Internacional de Educação – Auditório Bienal

    14h – Início das competições FLL, FTC e F1 in Schools

    Das 14h às 17h – Oficina ACESSE

    17h30 – Conferência de Abertura – Erica Fessia (VP FIRST), Pat Barnes (John Deere) e Jay Flores (Rockwell Automation)

    18h30 – Fim das atividades do 1º dia

    7/3 | SÁBADO

    Evento aberto para visitação

    8h – Início das atividades e competições – FLL, FTC e F1 in Schools

    Das 9h às 12h – Oficina ACESSE: Ancestralidade e tecnologias, com Rodrigo Bueno e Ricardo Brazileiro

    Das 14h às 17h – Oficina ACESSE: Sistemas e cidades, com Isabela Prado e Sofia Galvão

    18h30 – Fim das competições do segundo dia

    8/3 | DOMINGO

    Evento aberto para visitação

    8h – Início das atividades e competições – FLL, FTC e F1 in Schools

    Das 9h às 12h – Oficina ACESSE: Programação e algoritmos, com Mônica Nador e Diego Cerqueira

    Das 14h às 17h – Oficina ACESSE: Visualização de dados, com Vitor César e Bárbara Castro

    14h – Cerimônia de premiação FTC

    15h – Cerimônia de premiação F1 in Schools

    16h – Cerimônia de premiação FLL

    17h – Encerramento

     

    Texto: Aline Roriz
    Fotos dos competidores: Moacir Evangelista/Sistema Fibra e Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Foto do festival de 2019: José Paulo Lacerda/Agência CNI
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Empresas podem contratar refeições do Sesi para trabalhadores

    Empresas podem contratar refeições do Sesi para trabalhadores

    Seguindo a missão de desenvolver soluções para a saúde e a segurança do trabalhador e estimular o aumento da produtividade das empresas do Distrito Federal, o Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF) oferece às empresas serviço de produção de refeições. Toda a alimentação é feita na Central de Produção de Alimentos (CPA) do Sesi, no Guará, e pode ser entregue em marmitas para consumo individual ou em caixas térmicas, para empresas com refeitório.

    O Sesi-DF fornece café da manhã, almoço, jantar e ceia, com opções de cardápio variadas. Para o almoço, por exemplo, a refeição padrão tem arroz, feijão, duas opções de carne, guarnição, salada, sobremesa e refresco. Há opções mais elaboradas, para atender a diferentes perfis de empresas.

    Restaurante HC pneus Foto VictorHugoPessoa19022020Um dos clientes do Sesi-DF no serviço de fornecimento de refeições transportadas é a HC Pneus. Há mais de dois anos, os cerca de 130 funcionários têm o almoço produzido pela CPA. As refeições chegam na empresa em caixas térmicas, transportadas pelo Sesi-DF. “Nós oferecemos o cardápio padrão e estamos sempre em busca do melhor para os colaboradores. É muito mais prático para o funcionário ter uma refeição de qualidade dentro da empresa, ainda mais no Setor de Indústria, que não tem muita opção de lugar próximo para almoçar”, afirmou Marcela Itacarambi, coordenadora de Recursos Humanos da HC Pneus.

    CPA FotoMoacirEvangelista17022020 2A CPA tem capacidade de produzir alimentos para mais de 50 mil pessoas por mês. Em 2019, foram preparadas aproximadamente 1,9 milhão de refeições, entre almoços, lanches e cafés, volume de produção que permite o atendimento a empresas de qualquer porte. Os valores do serviço variam de acordo com as refeições e o cardápio escolhido. Além da alimentação de rotina, o Sesi-DF também atende a eventos. As solicitações de orçamentos devem ser feitas por meio do SAC do Sistema Fibra, pelo telefone (61) 4042-6565.

    Restaurantes

    Além das refeições transportadas, o Sesi-DF também tem o serviço de restaurantes em empresas e órgãos públicos. Alguns, além do público interno, também atendem a comunidade. Veja a lista dos restaurantes no link.

    Texto: Aline Roriz
    Foto da CPA: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Foto da HC Pneus: Victor Hugo/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
    Veja aqui a galeria de imagens:
     

    Central de Produção de Alimentos

  • Sesi-DF terá uma representante na competição F1 in Schools

    Sesi-DF terá uma representante na competição F1 in Schools

    Quase 40 carros inspirados nos de Fórmula 1, com no mínimo 50 gramas, impulsionados apenas por um cartucho de gás, vão disputar provas de arrancada no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, de 6 a 8 de março, no Torneio Sesi F1 nas Escolas (F1 in Schools). A competição será realizada durante o 2º Festival Sesi de Robótica e reúne estudantes de escolas do Serviço Social da Indústria (Sesi) de todo o Brasil, com idades entre 9 e 19 anos, organizados em equipes de 3 a 6 pessoas. O F1 in Schools é um programa educacional oficialmente vinculado à Fórmula 1, que reproduz os desafios enfrentados pelas escuderias nas etapas do campeonato mundial da categoria.

    Em 2020 o Sesi-DF terá mais uma vez uma equipe disputando troféus na competição. Nomeado Lobo-Guará, o time de representantes do DF é formado por quatro alunos do Ensino Médio do Sesi Taguatinga.

    A escolha do nome da equipe é pelo lobo-guará ser um animal típico do Cerrado. Para os estudantes, o bioma da região Centro-Oeste precisar ser mais valorizado e esta é uma oportunidade de colocar em destaque a região para todo o país.

    Equipe F1 School Lobo Guara

    A competição

    O campeonato reproduz desafios envolvidos em uma corrida de carros do início ao fim, desde a criação da escuderia até o enfrentamento nas pistas, reproduzindo a operação de uma equipe da Fórmula 1.

    Os estudantes fazem todo o gerenciamento do time, criando um plano de negócios que prevê ações de marketing, divulgação em mídias sociais e a busca de patrocínios que vão cobrir os custos da competição, como a confecção de uniformes, a alimentação e o transporte da escuderia. Os parceiros têm, em contrapartida, a exposição da marca no carro, no estande e nos uniformes. Os times também desenvolvem um projeto social, que pode ser usado como critério de desempate no resultado.

    A engenharia e o design do carro são parte do projeto e executadas pela equipe, que usa diversos recursos tecnológicos para projetar, modelar e testar o protótipo de carro de F1. Seguindo especificações estabelecidas nas regras internacionais da competição, os alunos projetam os carros em software de desenho industrial. Os carros são modelados em um torno CNC a partir de blocos de polímero e peças acessórias podem ser construídas em impressora 3D.

    Os protótipos são avaliados em uma pista reta de 20 metros, impulsionados por um cilindro de dióxido de carbono (CO₂). As miniaturas devem suportar as forças da aceleração na partida, a travessia do percurso e a desaceleração física após cruzarem a linha de chegada. O diferencial de cada carro está no design, que garantirá velocidade e estabilidade na arrancada. Mas não é só velocidade que conta: a avaliação positiva, a premiação e por consequência a classificação para a etapa mundial só ocorre se a equipe executar um bom trabalho em todos os itens avaliados na competição.

    A equipe mais bem classificada no torneio ganha a oportunidade de apresentar o projeto em uma das etapas do campeonato mundial de Fórmula 1. Em 2019, o evento ocorreu durante o Grande Prêmio de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

    Conheça os integrantes da equipe Lobo Guará:

    Geovana Mendonça dos Reis Equipe F1 School Lobo Guara 2

    Geovana Mendonça dos Reis

    17 anos

    3ª Série do Ensino Médio

     Gabrielly Antonio Almeida Equipe F1 School Lobo Guara 1

    Gabrielly Antônio Almeida Borges

    16 anos

    3 ª Série do Ensino Médio

     Marley Abe Silva Equipe F1 School Lobo Guara 5

    Marley Abe Silva

    16 anos

    2 ª Série do Ensino Médio

    Guilherme Silva do Carmo Equipe F1 School Lobo Guara 1

    Guilherme Silva do Carmo

    16 anos

    3ª Série do Ensino Médio

    Andre Alcantara da Silva Professor Equipe F1 School Lobo Guara 1

     Mentor: André Alcântara

     

     

    Ana Virginia Abreu Professora Equipe F1 School Lobo Guara 2 

    Mentor: Ana Virgínia Abreu

     

    Sesi-DF no F1 nas Escolas

    Em 2019, a equipe Colibri representou o Sesi-DF. Ganhou troféus em duas categorias do Torneio Sesi F1 nas Escolas (F1 in Schools). As premiações para o time brasiliense foram de melhor apresentação verbal e de melhor identidade visual. A Colibri foi formada no Sesi Gama. O time inspirou-se no pássaro para criar a aerodinâmica do protótipo e a identidade visual da equipe. Eles fizeram um carrinho com 84 gramas com rodinhas de madeira e aerofólios feitos em impressora 3D.

    Texto: Aline Roriz
    Fotos: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Sesi-DF faz dobradinha na premiação do regional do Torneio de Robótica 

    Sesi-DF faz dobradinha na premiação do regional do Torneio de Robótica 

    Bisc8 e Albatroid, equipes das escolas do Serviço Social da Indústria do Distrito Federa (Sesi-DF), receberam os troféus de segundo e terceiro lugar na etapa regional do Torneio Sesi de Robótica, realizado no Sesi Taguatinga, em 7 e 8 de fevereiro. O primeiro lugar foi para Brotherhood, do Sesi Escola Cuiabá, de Mato Grosso. O anúncio dos vencedores foi na cerimônia de premiação, na tarde deste sábado (8).

    Os três times venceram o Champion’s Award, premiação dada às três equipes que incorporam melhor o espírito e a experiência da competição. É o maior prêmio do evento, em um reconhecimento de que esses competidores adotaram plenamente os valores fundamentais do torneio e, ao mesmo tempo, obtiveram excelência e inovação nos quesitos analisados: desafio do robô, design do robô, projeto de pesquisa e core values.

    Os três ganhadores do Champion’s e a equipe Mega Destemidos (que ficou em 4º lugar) foram as quatro equipes com melhor avaliação no regional e estão classificadas para a etapa nacional, que ocorre durante o Festival Sesi de Robótica, em São Paulo, de 6 a 8 de março. Esta fase vai reunir as 100 melhores equipes de robótica do Brasil e é de onde sairão as representantes brasileiras para as etapas internacionais.

    Cerimonia de encerramento Robótica Fotos Moacir Evangelista08022020 1 de 4

    Seis equipes do Sesi-DF participaram da etapa regional: a Albatroid e a Albageek, formadas por alunos da escola de Taguatinga, a Bisc8 e a Ohana, de Sobradinho, e a Legofield e a Lego of Olympus, do Gama. Veja os projetos de cada uma no link.

    Além dos dois Champion’s, o Sesi-DF terminou o regional com outros troféus. A Albageek levou o prêmio de primeiro lugar na categoria Desempenho do Robô. A equipe obteve uma das maiores notas do Brasil no desafio do robô, 455 pontos. O Sesi Taguatinga mostrou que entende bem de programação, pois o prêmio extra de Desafio do Robô foi para a Albatroid. O técnico das equipes Legofield e Lego of Olympus, Alberto Roquete, foi o premiado como técnico destaque. E a Legofield é a primeira suplente caso alguma das equipes classificadas para o nacional desista da competição.

    A etapa regional no Sesi Taguatinga foi disputada por cerca de 150 jovens de 9 a 15 anos que formaram 21 equipes do Distrito Federal, de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul, da Paraíba e de Sergipe. A superintendente do Sesi-DF, Gricelia Melo, falou da alegria em receber uma etapa regional no DF. “Nossas escolas e nosso país precisam cada vez mais desse engajamento com a tecnologia e a robótica para melhorar a vida das pessoas. Temos muito orgulho de receber tanta gente focada no bem comum aqui na nossa escola.”

    Projetos no nacional

    Cerimonia de encerramento Robótica Fotos Moacir Evangelista08022020 3 de 4Com uso de garrafas PET na criação do Bisc – Bueiro Inteligente Sustentável Coletor, a equipe Bisc8, do Sesi Sobradinho ficou com o segundo lugar geral no campeonato. A solução dos alunos foi um cesto com furos para ser acoplado dentro das bocas de lobo de forma a evitar o entupimento e, consequentemente, o alagamento de vias. O Bisc tem ainda um mecanismo que avisa se o cesto está cheio, já que, por meio de um sistema programado em arduino e uma polia, mostra as cores verde, amarelo e vermelho: fica verde quando estiver vazio, amarelo quando estiver meio cheio e vermelho quando estiver muito cheio.

    A técnica da Bisc8, Kamila de Sousa, trabalha com a robótica no Sesi Sobradinho há quatro anos e essa é a segunda vez que conquista uma vaga no nacional. “Eles trabalharam muito. As apresentações estavam lindas. Eu chorei, vendo os ensaios. Estou realizada porque eles entenderam de verdade os valores da robótica. Foi uma surpresa incrível e é a demonstração de anos de trabalho e muito estudo”.

    Cerimonia de encerramento Robótica Fotos Moacir Evangelista08022020 2 de 4A equipe Albatroid ficou com a 3ª vaga do Torneio Sesi de Robótica, etapa nacional, e o projeto que eles apresentaram usa a tecnologia para tentar diminuir os problemas de locomoção de pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência física. Eles desenvolveram um aplicativo de celular, o Inclusion App, que vai apresentar informações sobre a cidade, como as condições climáticas para que um cadeirante não sofra com enchentes, e listar os pontos com ônibus acessíveis, além de oferecer a possibilidade de pedir ajuda a voluntários cadastrados no aplicativo. A Albatroid está na quarta temporada do torneio da FLL e na última participou da etapa internacional na Austrália. “Eu estava confiante no nosso trabalho, mas sabia que ia ser desafiador. É incrível conseguir a vaga para o nacional mais uma vez. A cada torneio aprendemos coisas novas e conhecemos novas pessoas, sei que vai ser demais poder estar entre as melhores do Brasil de novo”, disse Anna Clara Gomes, de 14 anos. 

    Veja a lista de todas as premiações: 

    Champion´s Award
    1º lugar: Brotherhood, do Sesi Escola Cuiabá (MT)
    2º lugar: Bisc8, do Sesi Sobradinho (DF)
    3º lugar: Albatroid, do Sesi Taguatinga

    Premiações oficiais 
    Projeto de Inovação: Dominidroids
    Design do Robô: Mega Destemidos 
    Desempenho do Robô: Albageek 
    Core Values: Iron Star
     
    Premiações extras 
    Estrela Iniciante: Sonic Pró
    Contra Todas as Adversidades: Silver Makers
    Voluntário Destaque: Geartech Canaã
    Técnico Destaque: Alberto Roquete, da Legofield e da Lego of Olympus
    Desafio Final do Robô: Albatroid
     
    Suplentes para o Festival Sesi de Robótica 
    Legofield
    Dominidroids
    Jarvis
    Young Creators

    Veja as galerias de imagem da etapa regional do Torneio Sesi de Robótica FLL no DF. 

    Texto: Aline Roriz
    Fotos: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Primeiro dia do regional de Robótica tem avaliações e muita animação 

    Primeiro dia do regional de Robótica tem avaliações e muita animação 

    Começou nesta sexta-feira (7), a etapa regional do Torneio Sesi de Robótica First Lego League (FLL) na escola de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi) com a participação de 21 equipes do Distrito Federal, do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul, da Paraíba e de Sergipe. As equipes com melhores resultados se classificam para a etapa nacional que será durante o Festival Sesi de Robótica, de 6 a 8 de março em São Paulo (SP). 

    O tema da temporada 2019/2020 é City Shaper — construindo cidades inteligentes e sustentáveis. Os jovens foram desafiados a elaborar soluções para problemas que prejudicam a vida nas metrópoles. Exploraram temas como acessibilidade, criatividade, educação, mobilidade, mortalidade, saúde, saneamento e sustentabilidade. 

    Os times de robótica são avaliados em quatro categorias. No Projeto de Pesquisa, os competidores pesquisaram problemas ambientais, estruturais e sociais ligados ao tema cidades inteligentes e sustentáveis para criar soluções inovadoras ou aprimorar processos. No Design do Robô, as equipes definiram as estratégias para o robô, desenharam e construíram o projeto mecânico e apresentam o processo de desenvolvimento e de construção a um grupo de juízes. No Desafio do Robô, os estudantes construíram e programaram um robô autônomo Lego para realizar missões inspiradas nos desafios enfrentados por moradores de grandes cidades. E o Core Values é a parte humana e ética da avaliação, que trata de valores referentes à importância de manter a competição amigável, respeitosa e com espírito de equipe. 

    07 02 2020 Abertura do torneio Fotos Victor Hugo Pessoa 5

    Nesta sexta, as equipes passaram pelas primeiras avaliações em todas as categorias. Amanhã, serão os últimos rounds do Desafio do Robô e as reavaliações dos juízes. No Desafio do Robô, as equipes precisam erguer um edifício, subir uma rampa, içar um guindaste, desviar de um engarrafamento, ativar ou entregar objetos em uma mesa. A programação do torneio nesta sexta encerra com a tradicional Festa da Amizade, com a participação de todos os competidores, técnicos, mentores e juízes. 

    07 02 2020 Abertura do torneio Fotos Victor Hugo Pessoa 2Equipes do Sesi-DF 

    O Sesi-DF é representado por seis equipes: a Albatroid e a Albageek, formadas por alunos da escola de Taguatinga; a Bisc8 e a Ohana, de Sobradinho; e a Legofield e a Lego of Olympus, do Gama. As equipes têm jovens com perfis bem diferentes: idade entre 9 e 16 anos, homens e mulheres, alguns com experiência em torneios de robótica e outros estão estreando na competição, com muito ou pouco tempo de treino. 

    “Acho que a experiência que eu tenho em um torneio internacional pode ajudar a equipe aqui. Estou preparada para lidar com o robô, para as apresentações ou qualquer outro desafio que surgir. Tenho certeza de que o trabalho é bom, mas a insegurança bate”, afirmou Hellen Santos, de 16 anos, da 2ª série do Ensino Médio do Sesi Gama e competidora da Legofield. Hellen participou do torneio internacional, nos Estados Unidos, na temporada 2018/2019 com a equipe Lego of Olympus. 07 02 2020 Abertura do torneio Fotos Victor Hugo Pessoa

    Os integrantes da Bisc8, do Sesi Sobradinho são estreantes em torneios de robótica: “Na hora que começou deu um frio na barriga, mas a energia aqui é surreal. Nossa equipe é muito interessada e estamos nos preparando desde o ano passado, então acho que vai ser ótimo”, disse Letícia Ferreira de Araújo, de 15 anos, da 2ª série do Ensino Médio do Sesi Sobradinho. 

    07 02 2020 Abertura do torneio Fotos Victor Hugo Pessoa 1Assim como Letícia, Luiz Eduardo Alves Feitosa, de 12 anos, do 7º ano do Sesi Taguatinga, está participando de um torneio de robótica pela primeira vez. Ele é da equipe Albageek. “Estou achando muito legal, estou muito ansioso e com vontade de compartilhar conhecimento com outras pessoas. Eu acho que vamos ser bem avaliados, porque não é só decorar e saber apresentar, mas viver de verdade aquilo que estamos apresentando”, falou, empolgado. 

    Cerimônia de abertura 

    No começo da tarde deste primeiro dia de provas ocorreu a cerimônia que marcou o início da etapa regional do Torneio Sesi de Robótica. A superintendente do Sesi-DF, Gricélia Melo, fez a contagem regressiva para o início do torneio acompanhada da gerente de Educação, Núbia Rosa e da interlocutora de Tecnologias Educacionais do Sesi-DF, Elisângela Machado. 

    07 02 2020 Abertura do torneio Fotos Victor Hugo Pessoa 5O primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Pedro Henrique Verano, cumprimentou técnicos, anjos, juízes e os colaboradores do Sistema que prepararam o evento e lembrou aos competidores da importância de participar de um projeto que instiga a inovação, o empreendedorismo e prepara para o mercado de trabalho do futuro. “Vocês estão trabalhando com a construção de cidades inteligentes e tudo o que se fala no mundo é sobre isso: desafogar problemas que nós mesmos criamos”, afirmou Verano, durante a cerimônia. 

    O diretor de operações do Sesi Nacional, Paulo Mól, prestigiou a cerimônia de abertura destacando que todas as equipes têm potencial para participar do desafio nacional, em São Paulo. O subsecretário de Inovação e Tecnologias Pedagógicas e de Gestão da Secretaria de Educação do DF, Moisés Alencar, também participou da abertura e incentivou os alunos a trabalhar com tecnologia em busca de um futuro melhor nas cidades. 

    Segundo dia 

    Neste sábado (8), ocorre o segundo e último dia da etapa regional Torneio Sesi de Robótica FLL, temporada 2019/2020. O evento, das 8 às 17 horas, é aberto ao público. O Sesi Taguatinga fica na QNF 24, Área Especial, Taguatinga Norte. 

    Veja as galerias de imagem da etapa regional do Torneio Sesi de Robótica FLL no DF. 

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra 
    Assessoria de Imprensa do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF)
  • Seis equipes de robótica do Sesi-DF participarão de torneio regional

    Seis equipes de robótica do Sesi-DF participarão de torneio regional

    O Distrito Federal sediará em 7 e 8 de fevereiro uma das etapas regionais da temporada 2019/2020 do Torneio Sesi de Robótica First Lego League, que tem como tema City Shaper – construindo cidades inteligentes e sustentáveis. A competição será na unidade de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi) e contará com 28 equipes: 19 de escolas do Distrito Federal, 3 de Mato Grosso, 1 de Mato Grosso do Sul, 2 da Paraíba e 3 de Sergipe.

    As disputas regionais começaram em dezembro, em Goiás, em São Paulo, no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul. Também haverá competições no Amazonas, na Bahia, no Espírito Santo, em Minas Gerais, em Pernambuco, no Rio de Janeiro e em Santa Catarina.

    As três equipes mais bem classificadas em cada etapa regional garantirão vaga para a fase nacional do torneio, que será de 6 a 8 de março, em São Paulo. Outras poderão se classificar, dependendo do número de times participantes. Os times que tiverem os melhores resultados poderão ir a torneios internacionais.

    Os times têm no máximo dez integrantes, de 9 a 15 anos (na data de inscrição no torneio), e até dois técnicos adultos (um é suplente). Algumas equipes contam ainda com mentores – ex-competidores que as ajudam na elaboração dos projetos e na programação dos robôs.

    Criado em 1998 pela organização estadunidense First, que trabalha em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia, em parceria com o grupo Lego, o torneio propõe que estudantes de diversos países sejam apresentados a esses temas de forma divertida, por meio da construção e da programação de robôs feitos com peças da tecnologia Lego Mindstorm. A cada temporada, a competição estimula o trabalho colaborativo, a criatividade e propõe desafios do mundo real. No Brasil, desde 2013, o Sesi é a instituição responsável pela organização das etapas regionais e da nacional.

    As equipes passam meses trabalhando em um projeto de pesquisa dentro do tema da temporada e programando robôs que as representarão em desafios nos torneios. Elas são avaliadas pelo projeto de pesquisa, pelo design do robô, pela programação deste na execução de desafios e pelo cumprimento dos valores éticos da competição, como espírito de equipe e respeito aos outros times.

    Seis equipes do Sesi-DF estão inscritas na etapa regional: a Albatroid e a Albageek, formadas por alunos da escola de Taguatinga, a Bisc8 e a Ohana, de Sobradinho, e a Legofield e a Lego of Olympus, do Gama. Conheça abaixo os competidores e o projeto de cada uma para solucionar problemas que prejudicam a vida nas grandes metrópoles.

    Albatroid

    Equipe Albatroid Sesi Taguatinga

     Alex Vitor de Maman Albatroid 4

    Alex Vitor de Maman Marcolino

    12 anos

    7º ano do Ensino Fundamental

    Anna Clara Gomes Albatroid 2

    Anna Clara Gomes Carmino

    14 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

     

    Daniel de Souza Mota Albatroid 1 

    Daniel de Souza Mota Filho

    14 anos

    1ª série do Ensino Médio

     Eduardo Moroni Tertuliano Albatroid 1

    Eduardo Moroni Tertuliano da Rosa

    14 anos

    1ª série do Ensino Médio

     Letícia Souza Santana Albatroid 1

    Letícia Souza Santana Marinho

    13 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

     Pedro Paulo Balbino Lopes Albatroid 1

    Pedro Paulo Balbino Lopes

    13 anos

    8º ano do Ensino Fundamental

    André Alcântara da Silva Técnico Albatroid 1

    Técnico: André Alcântara 

    Gabriel Antunes Álvares Técnico Albatroid 1 

    Técnico: Gabriel Antunes

    Ana Carolina de Moraes Mentora 4 

    Mentora: Ana Carolina Baia de Moraes 

    Ives Dijuran Bomtempo Mentor 1

    Mentor: Ives Dijuran

       

    A equipe vai usar a tecnologia para tentar diminuir os problemas de locomoção de pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência física. Eles desenvolveram um aplicativo de celular, o Inclusion App, que vai apresentar informações sobre a cidade, como as condições climáticas para que um cadeirante não sofra com enchentes, e listar os pontos com ônibus acessíveis, além de oferecer a possibilidade de pedir ajuda a voluntários cadastrados no aplicativo. O Inclusion App será gratuito e está em fase de finalização. Inicialmente, o aplicativo estará disponível em celulares da plataforma Android. Veja mais informações do projeto no site: https://inclusionapp.wordpress.com/

    Albageek

    Equipe Albageek Sesi Taguatinga

     Anthony Gabriel Neves Albageek 1

    Anthony Gabriel Neves Mendes

    14 anos

    1ª série do Ensino Médio

     Fernanda de Araújo Albageek 1

    Fernanda de Araújo Mesquita

    13 anos

    8º ano do Ensino Fundamental

    Laura Freitas de Souza Albageek 1

    Laura Freitas de Souza Abílio

    13 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

     

    Luiz Eduardo Alves Feitosa Albageek 1

    Luiz Eduardo Alves Feitosa

    12 anos

    7º ano do Ensino Fundamental

     Luiz Felipe Vasconcelos Albageek 1

    Luiz Felipe Vasconcelos de Araújo

    11 anos

    7º ano do Ensino Fundamental

    Weslainy de Jesus Campos Albageek 1

    Weslainy de Jesus Campos

    13 anos

    8º ano do Ensino Fundamental

    André Alcântara da Silva Técnico Albageek 4 

    Técnico: André Alcântara 

    Gabriel Antunes Álvares Técnico Albageek 1 

    Técnico:  Gabriel Antunes

     Ana Carolina de Moraes Mentora 4

    Mentor: Ana Carolina Baia de Moraes

    Ives Dijuran Bomtempo Mentor 1

    Mentor: Ives Dijuran

       

     

    Um dos principais problemas do século é o estresse. Pensando nisso, a Albageek criou o Spacehortus – um contêiner itinerante para meditação, que, por meio da cromoterapia, vai ajudar no relaxamento. A ideia dos jovens foi criar um espaço com isolamento acústico, aberto à população e gratuito para ajudar a diminuir o estresse. Além de aulas de meditação em horários definidos, serão ensinadas técnicas de relaxamento, e o local poderá servir apenas como refúgio para quem quiser ir e não fazer nada mais do que descansar. Veja mais informações do projeto no site:https://projetospacehortus.wordpress.com/

    Bisc 8

    Equipe BISC8 CORPO

    Amanda Layanne de Oliveira 16 anos 180x180

    Amanda Layanne de Oliveira Coelho

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    João Pedro Gurgel Tomaz Farias Fernandes 15 anos 180x180

    João Pedro Gurgel Tomaz Farias Fernandes

    15 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Letícia Ferreira de Araujo 15 anos 180x180

    Letícia Ferreira de Araújo

    15 anos

    2ª série do Ensino Médio 

     

    Pedro Thiago Gomes Vasconcelos 15 anos 180x180

    Pedro Thiago Gomes Vasconcelos

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Suyanne Sara Miranda Silva 16 anos 180x180

    Suyanne Sara Miranda Silva

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

     

     Tecnica Kamila Sousa 31 anos 180x180 

    Técnica: Kamila Pereira de Sousa 

     

     

    Tecnico Sillas Adjalbas Barbosa dos Reis 19 anos 180x180 

    Técnico: Sillas Adjalbas Barbosa dos Reis

    Mentora Gabriella Paulino Honório 16 anos 180x180

    Mentora: Gabriella Paulino Honório

     

    Mentor Márcio Henrique de Sousa Costa 17 anos 180x180 

    Mentor: Márcio Henrique de Sousa Costa

     

    Com uso de garrafas PET, a equipe pretende aperfeiçoar um antigo equipamento das cidades, tornando-o mais funcional e sustentável. Nomeada como Bisc – Bueiro Inteligente Sustentável Coletor, a solução dos alunos é um cesto com furos que será acoplado dentro das bocas de lobo para evitar o entupimento e, consequentemente, o alagamento das vias. Assim, vai facilitar o recolhimento do lixo e a limpeza dos bueiros. Segundo a pesquisa da equipe, a manutenção das bocas de lobo no Distrito Federal é complicada e demanda muito tempo e muitos recursos. Essa solução será benéfica tanto do ponto de vista ambiental como do de gestão pública. O Bisc terá ainda um mecanismo que avisa se o cesto está cheio, já que, por meio de um sistema de arduino e uma polia, mostrará as cores verde, amarelo e vermelho: ficará verde quando estiver vazio, amarelo quando estiver meio cheio e vermelho quando estiver muito cheio. 

    Ohana

    Equipe Ohana CORPO

    David Leandro Santos da Silva 16 anos 180x180

    David Leandro Santos da Silva

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Debora Tamanini 15 anos 180x180

    Débora Suelani Chaves Tamanini

    15 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Isabelle Souza 16anos 180x180

    Isabelle Souza Monteiro

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

     

    Luis Chagas 16 anos 180x180

    Luís Eduardo Chagas Neiva

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Rafael Gomes 16 anos 180x180

    Rafael Gomes Pereira

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Tecnica Kamila Sousa 31 anos ohana 180x180

    Técnica: Kamila Pereira de Sousa

     

    Tecnico Sillas Adjalbas Barbosa dos Reis ohana 19 anos 180x180

    Técnico: Sillas Adjalbas Barbosa dos Reis

    Mentor Márcio Henrique de Sousa Costa 17 anos 180x180

    Mentor: Márcio Henrique de Sousa Costa

     

     

    A equipe identificou que um dos problemas que mais causam transtornos para os moradores de grandes cidades é a poluição do ar. Para tentar diminuir as consequências desse efeito, os estudantes desenvolveram um filtro que poderá ser utilizado no interior de fábricas e indústrias melhorando a qualidade do ar para os trabalhadores que ficam expostos a poluição. A ideia é que o equipamento puxe o ar do ambiente, que contém partículas poluentes, e devolva o ar puro. O filtro de médio porte, em formato de pilastra, será feito de microfibra de vidro, que retém as partículas sólidas de sujeira por meio de um exaustor.

    Legofield

    Lego Field FotoMoacirEvangelista29012020 5

     Bernardo de Almeida Lego Field Competidor

    Bernardo Almeida Serejo

    14 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

    Hellen Mendes Lego Field Competidor

    Hellen Cristina Mendes Santos

    16 anos

    2ª série do Novo Ensino Médio

     

    Ian Rapini Lego Field Competidor

    Ian Pedrosa Rapini

    16 anos

    3ª série do Ensino Médio

     

     Lego Field FotoMoacirEvangelista29012020 9

    Júlia Gomes da Costa

    14 anos

    1ª série do Novo Ensino Médio

    Stephany Oliveira Lego Field Competidor 

    Stephany Mariane dos Santos Oliveira

    16 anos

    2ª série do Novo Ensino Médio

    Sofia Costa Lego Field Competidor

    Sofia Costa da Silva Batista

    13 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

    Alberto Roquete Lego Field Técnico 

    Técnico: Alberto Roquete de Melo Junior

    Wanderson Gomes Lego Field Técnico

     Técnico: Wanderson Gomes da Silva

    italo Andrade Lego Field Mentor 

    Mentor: Italo França Andrade

     

    Projetar e modelar um método mais efetivo em relação a poluição sonora é o principal desafio da equipe. Barulhos e ruídos do dia a dia nas grandes cidades interferem na qualidade de vida causando problemas como perda da audição, estresse, insônia, irritabilidade, pressão alta e problemas cardíacos. Tentando soluções para essas dificuldades, os alunos desenvolveram uma parede ecológica denominada E-WALL, que consiste em uma parede termoacústica que tem a função de reduzir ou até extinguir ruídos em locais internos. Além disso, é capaz de reduzir a entrada de calor externo no verão, enquanto, no inverno, reduz a perda de calor interno, impedindo a troca de temperatura. Sua aplicação pode se dar em vários locais tais como paredes residenciais, prédios públicos, escritórios, tubulações hidráulicas e até em dutos de ar condicionado, sendo também ideal para fazer isolamento de telhados e fachadas. Há soluções parecidas com essa no mercado, mas nenhuma delas com o diferencial de que a matéria prima usada para criar a E-WALL é lixo reciclável como garrafas PET e serragem de madeira. Dessa forma, a ideia ainda ajuda o meio ambiente reduzindo o descarte desses materiais.

     

    Lego of Olympus

    Lego of Olympus FotoMoacirEvangelista29012020 12

     Catharina Nicolazzi Lego of Olympus Competidor

    Catharina Nicolazzi

    11 anos

    7º ano do Ensino Fundamental

     Clarissa Viana Lego of Olympus Competidor

    Clarissa Viana de Queiroz

    12 anos

    8º ano do Ensino Fundamental

     Germana Louisy Lego of Olympus Competidor

    Germana Louisy

    12 anos

    7º ano do Ensino Fundamental

     Henrique Andrade Lego of Olympus Competidor

    Henrique Andrade Carvalho

    14 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

     Igor Souza Lego of Olympus Competidor

    Igor Santarem Souza

    14 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

     Rafael Ferreira Lego of Olympus Competidor

    Rafael Ferreira Nunes

    15 anos

    1ª série do Novo Ensino Médio

    Alberto Roquete Lego Field Técnico 

    Técnico: Alberto Roquete de Melo Junior 

    Wanderson Gomes Lego Field Técnico 

    Técnico: Wanderson Gomes da Silva

    Gabriel Gomes Lego of Olympus Mentor

    Mentor: Gabriel Gomes Fontana

     

    A Lego of Olympus também buscou uma forma de melhorar a qualidade de vida das pessoas com dificuldade de locomoção. Eles identificaram que 88% dos pontos de ônibus do Distrito Federal não têm nenhum tipo de acessibilidade. Para solucionar esse problema, desenvolveram o Murb – plataforma elevatória nas paradas que levará a pessoa do ponto de ônibus até o transporte de forma segura. Na hora de descer do veículo, ela vai usar o Murb +, um aplicativo que pode acionar a plataforma via bluetooth para ajudá-la a descer ou pedir ajuda a um voluntário. Entre os mecanismos criados pela equipe está o botão de pressão, que, quando acionado, levanta a plataforma e leva a pessoa até o veículo. Também tem um sensor que identifica quando a pessoa sai e que retorna o Murb para a superfície. O Murb tem potencial de inovação, pois, diferente das soluções que já existem, será instalado nas próprias paradas, não sendo necessário colocar um equipamento em cada ônibus. O Murb é abastecido por energia solar fotovoltaica, podendo ser instalado em qualquer ponto de ônibus. A plataforma também conta como sinalização para o motorista saber que uma pessoa com mobilidade reduzida está chamando pelo ônibus. A bateria do sistema será carregada com energia solar e o que sobrar poderá ser utilizado para iluminação das paradas e também para recarregar celulares.

    Texto: Aline Roriz
    Fotos Bisc8 e Ohana: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Fotos Albageek, Albatroid, Legofield e Lego Of Olympus: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Foto do torneio: Helio Montferre/Sistema Fibra – 9/11/2018
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra