Autor: Aline Reis Roriz

  • Semana do Meio Ambiente do Sistema Fibra será de 20 a 24 de maio

    [Atualização em 22/5, às 16h, com alterações na programação.]

    Pelo segundo ano, o Sistema Fibra promoverá a Semana do Meio Ambiente. As ações ocorrerão de 20 a 24 de maio, no Gama, em Sobradinho e em Taguatinga, nas escolas do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), com o apoio da Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

    Será uma oportunidade de sensibilizar alunos, funcionários e suas famílias sobre a adoção de práticas sustentáveis, de modo que eles formem novos hábitos e os multipliquem. Assim, o Sistema Fibra espera contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes. Nas atividades, serão trabalhados conceitos como consumo consciente, utilização de fontes renováveis de energia, reciclagem e inovação.

    No Senai Gama, haverá exposição, oficina de produção de sabão com óleo usado e distribuição de mudas. Também ocorrerá a capacitação da terceira turma de multiplicadores do Projeto Gota. Alunos e empregados da unidade serão capacitados por multiplicadores treinados em edições anteriores para disseminar informações sobre temas como saneamento e uso consciente da água. A atividade inclui visitas a estações de tratamento da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb).

    No Sesi Gama, as ações incluem pedalada pedagógica, visita ao Parque Nacional de Brasília, plantio de mudas na escola e nos arredores, além de exposição de sacolas ecológicas feitas pelos alunos.

    Já no Sesi/Senai Sobradinho haverá apresentação de peça teatral, caminhada de alunos para recolhimento de lixo no Parque Ecológico dos Jequitibás e oficina de produção de sabão com óleo usado.

    No Senai Taguatinga, haverá oficina de compostagem e horta sustentável, uma feira de artesanato e uma de troca de roupas, sapatos, brinquedos e objetos de decoração. Palestras e workshops também estão na programação.

    Outra atividade será o Desafio do Lixo. Alunos serão incentivados a registrar o antes e o depois de uma área impactada pelo descarte de lixo. Além disso, haverá projeção de fotografias de locais recuperados pelos alunos e de ações semelhantes em outros países.

    A programação do Sesi Taguatinga inclui exposição de fotos e apresentação teatral, além de ações voltadas a projetos de preservação do meio ambiente, horta escolar, robótica e combate ao mosquito Aedes aegypti.

    Veja a programação completa da Semana do Meio Ambiente do Sistema Fibra:

    20/5

    Senai Gama

    Das 8h às 22h

    Jogo – Batalha Meio Ambiente

    Das 14h às 18h

    Apresentação do Jornal Fibra, produzido por alunos

    Capacitação da 3ª turma de multiplicadores do Projeto Gota

    Das 15h às 16h

    Exposição do escritório sustentável e de objetos produzidos no workshop Luxo do Lixo

    Sesi Gama

    Das 9h às 12h

    Abertura do projeto A Escola Consciente

    Exposição – Arte com Reciclagem

    Exposição de sacolas ecológicas

    Sesi/Senai Sobradinho

    14h30

    Abertura – momento cívico

    15h

    Apresentação das redações-destaque sobre meio ambiente

    15h30

    Peça teatral – Valorize o Meio Ambiente

    Das 16h30 às 18h

    Caminhada de alunos para recolhimento de lixo no Parque Ecológico dos Jequitibás

    Das 18h às 18h50

    Apresentação do projeto Poluição Sonora

    Senai Taguatinga

    Das 13h às 14h

    Oficina de compostagem e horta sustentável

    Das 15h às 16h

    Palestra – Energia Solar Fotovoltaica e os Benefícios para o Meio Ambiente

    Das 15h às 17h

    Workshop sobre resíduos líquidos na área automotiva

    Sesi Taguatinga

    Das 9h às 14h

    Jogos Gigantes – Programa Educacional de Preservação ao Meio Ambiente da Caesb

    Exposição de fotos – Meio Ambiente na Escola

    Projeto Horta Escolar

    Robótica – Projeto Cecar (combate ao desperdício de água nas residências)

    Projeto Tempo de Plantar e Tempo de Esperar – reflexões sobre a vida e o ecossistema

    21/5

    Senai Gama

    Das 8h às 22h

    Exposição Luxo do Lixo: um dia para aprender a reutilizar resíduos

    Jogo – Batalha Meio Ambiente

    Nos três turnos

    Oficina de produção de sabão com óleo usado

    Das 14h às 18h

    Capacitação da 3ª turma de multiplicadores do Projeto Gota

    Das 20h às 21h

    Exposição do escritório sustentável e de objetos produzidos no workshop Luxo do Lixo

    Sesi Gama

    Das 9h às 12h

    Exposição – Arte com Reciclagem

    Exposição de sacolas ecológicas

    Sesi/Senai Sobradinho

    Das 16h30 às 18h

    Caminhada de alunos para recolhimento do lixo no Parque Ecológico dos Jequitibás

    Das 18h às 18h50

    Apresentação do projeto Poluição Sonora

    Senai Taguatinga

    Das 14h às 18h

    Palestra – Preocupações Ambientais Relevantes em Projetos de Construção de Hidroelétricas

    Das 15h às 17h

    Workshop – Processo de Descarte e Tipos de Fluidos

    Sesi Taguatinga

    Das 9h às 14h

    Jogos Gigantes – Programa Educacional de Preservação ao Meio Ambiente da Caesb

    Exposição de fotos – Meio Ambiente na Escola

    Projeto Horta Escolar

    Projeto História/Sustentabilidade

    Projeto Tempo de Plantar e Tempo de Esperar – reflexões sobre a vida e o ecossistema

    22/5

    Senai Gama

    Das 8h às 22h

    Jogo – Batalha Meio Ambiente

    Exposição do escritório sustentável e de objetos produzidos no workshop Luxo do Lixo

    Das 14h às 18h

    Capacitação da 3ª turma de multiplicadores do Projeto Gota

    Sesi Gama

    Das 9h às 12h

    Plantio de mudas

    Exposição – Arte com Reciclagem

    Exposição de sacolas ecológicas

    Sesi/Senai Sobradinho

    Das 14h30 às 16h

    Projeto Jardinagem – plantio de mudas

    Das 16h30 às 18h

    Oficina de produção de sabão com óleo usado

    Senai Taguatinga

    Das 9h às 14h

    Palestra – Poluição Sonora e Desempenho Acústico de Instalações Garantindo Qualidade de Vida

    Das 20h às 21h30

    Workshop – Processo de Descarte e Tipos de Fluidos

    Sesi Taguatinga

    Das 9h às 14h

    Jogos Gigantes – Programa Educacional de Preservação ao Meio Ambiente da Caesb

    Exposição de fotos – Meio Ambiente na Escola

    Projeto Horta Escolar

    Todos contra o Aedes Aegypti – Não Podemos Deixar o Mosquito Nascer

    Projeto Tempo de Plantar e Tempo de Esperar – reflexões sobre a vida e o ecossistema

    23/5

    Senai Gama

    Das 8h às 12h

    Oficina de bolo de casca de banana com degustação

    Das 8h às 22h

    Jogo – Batalha Meio Ambiente

    Exposição do escritório sustentável e de objetos produzidos no workshop Luxo do Lixo

    Das 14h às 18h

    Capacitação da 3ª turma de multiplicadores do Projeto Gota

    Desafio do Lixo

    Protótipo da esteira separadora para resíduos indiferenciados

    Sesi Gama

    Das 9h às 12h

    Visita ao Parque Nacional de Brasília

    Plantio de mudas

    Exposição – Arte com Reciclagem

    Exposição de sacolas ecológicas

    Sesi/Senai Sobradinho

    Das 9h às 11h

    Cozinha Brasil

    Das 14h30 às 16h

    Projeto Jardinagem – plantio de mudas

    Das 16h30 às 18h

    Oficina de produção de sabão com óleo usado

    Senai Taguatinga

    Das 9h às 12h

    Palestra sobre separação de resíduos gerados na unidade

    Sesi Taguatinga

    Das 9h às 12h

    Jogos Gigantes – Programa Educacional de Preservação ao Meio Ambiente da Caesb

    Exposição de fotos – Meio Ambiente na Escola

    Projeto Horta Escolar

    Projeto Tempo de Plantar e Tempo de Esperar – reflexões sobre a vida e o ecossistema

    24/5

    Senai Gama

    Das 8h às 22h

    Exposição do escritório sustentável e de objetos produzidos no workshop Luxo do Lixo

    Jogo – Batalha Meio Ambiente

    Distribuição de mudas

    Das 9h às 11h

    Cozinha Brasil

    Das 9h às 12h

    Capacitação da 3ª turma de multiplicadores do Projeto Gota

    Sesi Gama

    Das 9h às 12h

    Pedalada pedagógica

    Exposição – Arte com Reciclagem

    Exposição de sacolas ecológicas

    Sesi/Senai Sobradinho

    Das 14h30 às 16h

    Palestra sobre separação de resíduos

    Senai Taguatinga

    Das 8h às 22h

    Desafio do Lixo

    Das 9h às 12h

    Feira de troca

    Das 9h às 16h

    Feira de artesanato com artistas locais

    Sesi Taguatinga

    Das 9h às 12h

    Momento cívico

    Apresentação teatral – Indústria Sustentável

    Jogos Gigantes – Programa Educacional de Preservação ao Meio Ambiente da Caesb

    Exposição de fotos – Meio Ambiente na Escola

     
    Texto: Samira Pádua
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra – 15.6.18
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Três equipes de robótica do Sesi-DF vão a competições internacionais

    Três equipes de robótica do Sesi-DF vão a competições internacionais

    fll robotica equipes sesi df nacional

    Desde 2018, crianças e adolescentes de diversas partes do mundo, organizados em equipes, trabalham em projetos de robótica relacionados aos desafios enfrentados por astronautas em longas missões ao espaço. Os que saíram vencedores de competições regionais e nacionais agora se preparam para cumprir desafios em torneios internacionais da First Lego League (FLL) em várias partes do mundo.

    Três dessas equipes são de Brasília, formadas por alunos e ex-alunos do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF). No Torneio Sesi de Robótica, em março, no Rio de Janeiro, a Albatroid, do Sesi Taguatinga, conquistou uma das duas vagas para o Aberto da Ásia, em Sydney, na Austrália, de 4 a 7 de julho. A Lego of Olympus, do Sesi Gama, teve premiação dupla. Recebeu o troféu de melhor trabalho em equipe e se classificou para o Torneio de West Virginia, nos Estados Unidos, que será de 12 a 14 de julho. A Legofield ficou com uma das suplências e foi convocada para o Aberto Internacional Plan Ceibal, em Montevidéu, no Uruguai, que será de 30 de maio a 1º de junho.

    Os jovens da Albatroid buscaram soluções relacionadas aos transtornos psicológicos sofridos por astronautas durante missões espaciais de longa duração. Eles apresentaram um capacete que utiliza terapias alternativas, como a cromoterapia, a musicoterapia e a reflexoterapia, para aliviar o estresse pelo estímulo de áreas específicas do corpo humano.

    O projeto da Lego of Olympus consiste em buscar formas de melhorar a qualidade do sono dos astronautas. A solução apresentada foi adaptar os colchões utilizados nas viagens com uma esteira vibratória e com uma manta térmica, a fim de ajudá-los a alcançar o sono com maior facilidade.

    A ideia da Legofield é que, por meio de um relógio de pulso usado pelo astronauta e de um aplicativo de celular, seja possível identificar grandes alterações na frequência cardíaca e tocar automaticamente a música indicada para cada situação.

    O projeto da FLL propõe que estudantes sejam apresentados ao mundo da ciência e da tecnologia de forma divertida, por meio da construção e programação de robôs feitos inteiramente com peças da tecnologia Lego. Reunidos em times de dois a dez integrantes, os jovens usam a imaginação e a criatividade para buscar soluções inovadoras que contribuam para um mundo melhor. As equipes de robótica são avaliadas pelo projeto de pesquisa, pelo design do robô, pela programação deste na execução de desafios e pelo cumprimento dos valores éticos da competição, como espírito de equipe e respeito aos outros times.

    Robótica no Sesi-DF

    O Sesi-DF oferece a todos os alunos do 5º ano ao Ensino Médio a Educação Tecnológica. São aulas que estimulam o interesse dos jovens por áreas como Química, Física, Matemática, Engenharias e Novas Tecnologias. Durante esses encontros, as crianças e os adolescentes aprendem brincando, por meio de uma forma de ensino inovadora. O Sesi-DF oferece educação básica do Ensino Fundamental ao Médio nas escolas do Gama e de Taguatinga; na unidade de Sobradinho, há apenas o Ensino Médio. Para outras informações, entre em contato pelo telefone (61) 4042-6565.

    [ATUALIZAÇÃO: 10/5, às 11h30 – inclusão da data do torneio do Uruguai.]

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Aline Roriz/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Exposição destaca inovações desenvolvidas no Sesi e no Senai

    Exposição destaca inovações desenvolvidas no Sesi e no Senai

    02 04 2019 Exposicao Sesi Senai Pelo Futuro do Trabalho Moacir Evangelista

    Os visitantes e o público interno do Congresso Nacional, em Brasília, poderão conhecer, a partir desta terça-feira (2), a exposição Sesi Senai Pelo Futuro do Trabalho, montada no Salão Negro. A mostra apresenta produtos inovadores desenvolvidos em escolas e centros tecnológicos do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). As instituições, que foram fundamentais na industrialização do Brasil nos anos 1940, têm agora a missão de formar os profissionais que vão inserir o país na Indústria 4.0.

    A exposição apresenta, por exemplo, o Flatfish, robô submarino desenvolvido pelo Instituto Senai de Inovação em Automação em parceria com a Shell e o Instituto Alemão de Robótica e Inteligência Artificial (DFKI). Primeiro protótipo do tipo desenvolvido no Brasil, o veículo autônomo realiza inspeções de dutos de petróleo e gás em águas profundas. Está exposto também o sistema inteligente de monitoramento de barragens de minérios, desenvolvido pelo Instituto Senai de Inovação em Sistemas Embarcados em parceria com a empresa Dona Francisca Energética. O equipamento automatiza o gerenciamento da operação e manutenção de barragens, o que torna o processo mais confiável, facilitando a tomada de decisões.

    Na exposição, será possível saber como funciona o Guidoo, plataforma digital que acompanha hábitos alimentares, atividade física e relacionamentos para promover a saúde e o bem-estar dos usuários. Entre suas funcionalidades estão sessões de coaching de forma virtual, assim como grupos de desafios com metas de alimentação e exercícios. O produto foi desenvolvido pelo Centro de Inovação Sesi em Tecnologias para a Saúde, que realiza pesquisas e oferece consultorias ao segmento, responsável por cerca de 10,5% do Produto Interno do Bruto (PIB). Serão expostos ainda outros seis produtos desenvolvidos na rede de 26 Institutos Senai de Inovação, de 58 Institutos Senai de Tecnologia e nos oito Centros de Inovação do Sesi distribuídos pelos país.

    “O Sesi e o Senai foram decisivos na industrialização do Brasil e se mantêm essenciais neste momento em que a adoção de novas formas de produção, com uso das tecnologias digitais, terá impactos relevantes no desenvolvimento econômico das nações”, afirma o diretor-geral do Senai e diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi. “As instituições do Sistema Indústria são trunfos do Brasil nessa agenda, pois possuem atuação de excelência e já estão preparadas para dar apoio às empresas e formar as pessoas que vão levar o país a dar um salto tecnológico.”

    Educação inovadora

    As instituições também mostram projetos pedagógicos que ajudam a formar futuros cidadãos conscientes e profissionais bem sucedidos. O Sesi Matemática, por exemplo, é uma metodologia voltada a alunos do ensino fundamental e médio que utiliza tecnologia e inovação para estimular o raciocínio lógico e matemático de crianças e jovens. 

    Alunos de cursos de educação profissional do Senai também utilizam livros didáticos nacionais enriquecidos com tecnologias como realidade aumentada. A câmera do tablet ou do celular reconhece a imagem impressa do livro e consegue vê-la em três dimensões, com movimento, som e interação.

    Será possível conhecer produtos inovadores desenvolvidos por estudantes estimulados por programas como o Inova Senai. O projeto Ícaro, desenvolvido por alunos da Bahia, é um dispositivo de comando de voz para auxiliar na rotina de pessoas que utilizam cadeiras de rodas. O mecanismo ajuda o cadeirante, por exemplo, a beber água ou acionar dispositivos elétricos como televisão, ar condicionado e som. Já estudantes do Paraná desenvolveram luva-guia que, adaptada ao corpo da pessoa, detecta objetos e emite vibrações para que o usuário saiba que há um obstáculo durante a sua trajetória de locomoção.

    A exposição comemora ainda os 40 anos dos barcos-escola Samaúma, que percorrem a região Amazônica levando educação profissional. Todos os cursos nas embarcações são gratuitos em áreas como Mecânica, Eletroeletrônica, Soldagem, Marcenaria, Construção Civil e Panificação. O objetivo é ensinar profissões e mostrar caminhos para mudar a realidade da população ribeirinha.

    Sobre o Sesi e o Senai

    Criado em 1942, o Senai é o maior complexo privado de educação profissional e serviços tecnológicos da América Latina. Realizou mais de 75 milhões de matrículas ao longo de sua história. Em 2018, foram realizadas mais de 2,3 milhões de matrículas em cursos que vão da iniciação profissional, passando por cursos técnicos até a pós-graduação tecnológica.

    A instituição possui 587 unidades fixas e 457 móveis, incluindo os barcos-escola Samaúma I e II, assim como a maior estrutura de apoio à inovação e tecnologia na indústria no Brasil. No ano passado, realizou 1.334.971 ensaios laboratoriais e atendeu a 19.749 empresas com serviços técnicos e tecnológicos.

    O Sesi possui escolas orientadas às necessidades do mundo do trabalho, que adotam metodologias e currículos inovadores com foco nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática. Possui 501 escolas que realizam cerca de 1,2 milhão de matrículas em educação básica regular, educação continuada, educação de jovens e adultos e ações educativas.

    Oferece ainda aos trabalhadores da indústria, por meio de 114 unidades de vida saudável e 553 unidades móveis, serviços de saúde, segurança no trabalho, inovação, cultura, lazer e esporte. No ano passado, 989.216 vacinas foram aplicadas em sua rede e 3.549.065 pessoas foram beneficiadas com serviços de saúde e segurança.

    Visitas
    Exposição Sesi Senai Pelo Futuro do Trabalho
    Aberta ao público (exceto terça e quarta-feira)
    Até 12 de abril
    Das 9h às 17h30

    Veja aqui a galeria de imagens.

    Texto: Agência CNI de Notícias
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Pelo menos 2 equipes de robótica do DF podem ir a torneios internacionais

    Pelo menos 2 equipes de robótica do DF podem ir a torneios internacionais

    fll robotica equipes sesi df nacional

    O Distrito Federal garantiu duas vagas e uma suplência em eventos internacionais de robótica durante o Torneio Sesi de Robótica First Lego League (FLL), ocorrido neste fim de semana, no Rio de Janeiro. As equipes Albatroid, Legofield e Lego of Olympus são formadas por alunos, ex-alunos e professores do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF). A Lego of Olympus trará para casa, ainda, o troféu de melhor trabalho em equipe. O tema da temporada 2018/2019 é Into Orbit (Em Órbita) e desafia os estudantes a pesquisar sobre as questões relacionadas a viver e viajar no espaço.

    fll robotica albatroid sesi df nacional

    A equipe Albatroid, do Sesi Taguatinga, conquistou uma das duas vagas para o Aberto da Ásia, em Sydney, na Austrália, de 4 a 7 de julho. Os estudantes buscaram soluções relacionadas aos transtornos psicológicos sofridos por astronautas durante missões espaciais de longa duração. Eles apresentaram um capacete que utiliza terapias alternativas, como a cromoterapia, a musicoterapia e a reflexoterapia, para aliviar o estresse pelo estímulo de áreas específicas do corpo humano. 

    A Albatroid chegou às semifinais do desafio dos robôs com ótimo desempenho na mesa de competições. “Esta é a minha primeira temporada e, para mim, é um sonho já ir para o internacional. Toda a equipe fez sua parte e todos trabalharam juntos ao mesmo tempo. A sensação é de dever cumprido”, afirmou Amanda Merlin, de 16 anos.

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    A Lego of Olympus, do Sesi Gama, teve premiação dupla. Recebeu o troféu de melhor trabalho em equipe, na categoria dos core values (valores éticos), e ainda foi classificada para uma das etapas internacionais, o Torneio de West Virginia, nos Estados Unidos, que será de 12 a 14 de julho.

    O projeto da Lego of Olympus consistia em buscar formas de melhorar a qualidade do sono dos astronautas. A solução apresentada pela equipe foi adaptar os colchões utilizados nas viagens com uma esteira vibratória e com uma manta térmica, a fim de causar um efeito de relaxamento e, com isso, ajudá-los a alcançar o sono com maior facilidade. Para a competidora Lauany Santos, de 16 anos, a palavra é superação. “Durante toda a cerimônia de premiação, a gente ficou nervoso e, quando vi o nome da equipe lá no telão, tudo fez sentido: o trabalho em equipe e tudo de ruim que a gente viveu, todos os problemas que conseguimos superar, tudo valeu a pena.”

    A Legofield, também do Sesi Gama, ficou com uma das dez suplências para os torneios internacionais. Eles terão a oportunidade de representar o DF fora do País caso algumas das equipes classificadas não consiga viajar. A psicologia da música foi a base do projeto do grupo para esta temporada. A ideia da equipe é que, por meio de um relógio de pulso usado pelo astronauta e de um aplicativo de celular, seja possível identificar grandes alterações na frequência cardíaca e tocar automaticamente a música indicada para cada situação.

    Para o diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi, o resultado mais importante das competições do Festival Sesi de Robótica é a transformação pela educação. “São jovens trabalhando na área de automação, robótica, inteligência artificial, se capacitando e se projetando. O aprendizado dessas competências será decisivo para a vida desses estudantes. O festival é uma demonstração de domínio do conhecimento, mas também de trabalho em equipe e de controle emocional.”

    Veja a lista de todos os premiados:

    1º lugar-geral – vaga para o World Festival (Houston, EUA, de 17 a 20 de abril)

    Jedi’s (Jundiaí-SP)

    2º lugar-geral – vaga para o World Festival (Houston, EUA)

    Los Atômicos (Araras-SP)

    3º lugar-geral ­– vaga para o World Festival (Houston, EUA)

    Red Rabbit (Americana-SP)

    Vagas para o Torneio de Arkansas, EUA (de 16 a 19 de maio)

    AC/DC/EG (São Caetano do Sul-SP)

    Stan Geek (Rio de Janeiro-RJ)

    Vagas para o Aberto Internacional da Turquia (de 22 a 25 de maio)

    Lego Bros (São Gonçalo do Sapucaí-MG)

    Robotics School (Ourinhos-SP)

    Vagas para o Aberto do Uruguai (de 30 de maio a 1º de junho)

    X-Force (Bauru-SP)

    Biotech (Barra Bonita-SP)

    Big Bang (Birigui-SP)

    Robocamb (Maceió-AL)

    Aberto Internacional do Líbano (de 14 a 16 de junho)

    FrancoDroid (Rio de Janeiro-RJ)

    Conectados-PR (Curitiba-PR)

    Galaxy Forces (Mossoró-RN)

    Aberto da Ásia, na Austrália (de 4 a 7 de julho)

    Albatroid (Taguatinga-DF)

    Atombot (São João del Rei-MG)

    Torneio de West Virginia (de 12 a 14 de julho)

    Lego of Olympus (Gama-DF)

    Gametech Canaã (Goiânia-GO)

    Suplentes para os internacionais

    Techmaker (Blumenau-SC)

    Life Sesi Canaã (Goiânia-GO)

    Tecnoway (Caxias do Sul-RS)

    Agrorobots (Concórdia-SC)

    Discovery (Piracicaba-SP)

    Tecnorob Evolution (Brusque-SC)

    Elev3r (Vilhena-RO)

    Thunderbóticos (Rio Claro-SP)

    Meq Lego (Catalão-GO)

    Legofield (Gama-DF)

     

    Prêmio Inspiração

    1º – Robocamb (Maceió-AL) 

    2º – FrancoDroid (Rio de Janeiro-RJ)

    Prêmio Design Mecânico 

    1º- Techmaker (Blumenau-SC) 

    2º – Robotech (Aracaju-SE)

    Prêmio Pesquisa

    1º – Big Bang (Birigui-SP)

    2º – Gametech Canaã (Goiânia-GO)

    Prêmio Trabalho em Equipe

    1º – Lego of Olympus (Gama-DF)

    2º – Roboben (Maceió-AL)

    Prêmio Programação

    1º – X-Force (Bauru-SP)

    2º – Lego Bros (São Gonçalo do Sapucaí-MG)

    Prêmio Solução Inovadora

    1º – Biotech (Barra Bonita-SP)

    2º – Liga da Diversão (Campo Bom-RS)

    Prêmio Performance do Robô

    1º – Lego da Justiça Planalto (Goiânia)

    2º – AC/DC/EG (São Caetano do Sul/SC)

    Prêmio Gracious Professionalism

    1º – AC/DC/EG (São Caetano do Sul-SP)

    2º – RoboStorm (Aparecida de Goiânia-GO)

    Prêmio Estratégia e Inovação

    1º – Thunderbóticos (Rio Claro-SP)

    2º – Discovery (Piracicaba-SP)

    Prêmio Apresentação 

    1º – Koelle Pandas (Rio Claro-SP)

    2º – Robolife (Candeias-BA)

    Campeão do Desafio do Robô

    Lego da Justiça Planalto (Goiânia-GO)

    Prêmio dos Juízes

    Stan Geek (Rio de Janeiro-RJ)

     

    Entenda o torneio

    O Torneio Sesi de Robótica First Lego League é um programa internacional de exploração científica para fazer com que crianças e jovens de 9 a 16 anos se entusiasmem com ciência e tecnologia e adquiram habilidades valiosas de trabalho e de vida. Criado em 1998 pela organização estadunidense For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First), em parceria com o grupo Lego, o torneio propõe que estudantes sejam apresentados ao mundo da ciência e da tecnologia de forma divertida, por meio da construção e programação de robôs feitos inteiramente com peças da tecnologia Lego. No Brasil, desde 2013, o Sesi é a instituição responsável pela organização das etapas regionais e da nacional.

    Reunidos em times de dois a dez integrantes, que podem estar associados a uma escola, um clube, uma organização ou simplesmente ser formados por grupos de amigos, desde que liderados por dois técnicos adultos, os jovens usam a imaginação e a criatividade para investigar problemas e buscar soluções inovadoras que contribuam para um mundo melhor.

    Nesta temporada, as 84 equipes que participaram da etapa nacional precisaram identificar e propor uma solução inovadora para um problema físico ou social enfrentado por astronautas durante as viagens de exploração espacial. Na arena, os robôs feitos pelos próprios alunos com peças de Lego cumpriram missões como se locomover em áreas com crateras, ajudar um astronauta a voltar em segurança para a base espacial e até mover satélites para a órbita.

    As equipes de robótica são avaliadas pelo projeto de pesquisa, pelo design do robô, pela programação deste na execução de desafios e pelo cumprimento dos valores éticos da competição, como espírito de equipe e respeito aos outros times.

    Robótica no Sesi-DF

    O Sesi-DF oferece a todos os alunos do 5º ano ao Ensino Médio a Educação Tecnológica. São aulas que estimulam o interesse dos jovens por áreas como Química, Física, Matemática, Engenharias e Novas Tecnologias. Durante esses encontros, as crianças e os adolescentes aprendem brincando, por meio de uma forma de ensino inovadora.

    O Sesi-DF oferece educação básica do Ensino Fundamental ao Médio nas escolas do Gama e de Taguatinga; enquanto na unidade de Sobradinho há apenas o Ensino Médio. Para outras informações, entre em contato pelo telefone: (61) 4042-6565.

    Veja aqui a galeria de imagens.

    Texto: Aline Roriz
    Foto da premiação da Lego of Olympus: José Paulo Lacerda
    Foto das três equipes do DF: Aline Roriz/Sistema Fibra
    Foto da Albatroid: Aline Roriz/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Equipe do Sesi-DF vence duas categorias no F1 nas Escolas

    Equipe do Sesi-DF vence duas categorias no F1 nas Escolas

    A equipe Colibri, que representa o Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), ganhou troféus em duas categorias do Torneio Sesi F1 nas Escolas (F1 in Schools). A competição foi neste fim de semana, no Rio de Janeiro, durante o Festival Sesi de Robótica. As premiações para o time brasiliense foram nas categorias de melhor apresentação verbal e de melhor identidade visual. Estreante, a Colibri enfrentou diversos obstáculos durante a preparação, o que deu gostinho ainda mais especial aos dois troféus.

    Participaram 17 equipes de alunos do Sesi, representando 13 unidades da Federação, das quais apenas uma foi classificada para a etapa mundial. A escuderia baiana SevenSpeed, da Escola Sesi Reitor Miguel Calmon, de Salvador, ficou com o primeiro lugar e vai competir em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes.

    f1 in schools colibri premiacao guarim lorena

    A Colibri é formada por três alunos e uma ex-aluna do Sesi Gama. O time inspirou-se no pássaro para criar a aerodinâmica do carrinho e a identidade visual da equipe. Os integrantes são Bárbara Inaba, de 16 anos, da 3ª série do Ensino Médio; Catharina Farias, de 17, egressa da escola (era aluna à época da inscrição, no ano passado); Lucas Sampaio, de 17, da 3ª série do Ensino Médio; e Pietra Nicolazzi, de 16 anos, aluna da 2ª série. Eles criaram um carrinho com 84 gramas com rodinhas de madeira e os aerofólios em impressora 3-D. 

    Além do tempo curto de preparação, a falta de experiência na competição e uma série de outros imprevistos foram obstáculos para a equipe. “Nós viramos a última noite antes de vir para o Rio de Janeiro acompanhando a usinagem dos carros, os portfólios foram impressos no formato errado, então precisamos encontrar uma impressora 3-D aqui na cidade e, para piorar, o rolamento do nosso carrinho travou e precisamos recorrer a óleo de cozinha para resolver. Ou seja, tivemos problemas em todos os aspectos, mas o trabalho em equipe e a dedicação dos garotos deram resultado”, afirma o técnico da Colibri, o professor Atos Reis.

    O prêmio na categoria de identidade visual foi bastante comemorado pela equipe, que se dedicou ao máximo para que a marca da escuderia ficasse perfeita. A competidora Bárbara desenhou o pássaro à mão e Lucas o vetorizou em um programa de computador. Eles tiveram a preocupação em estudar cores de colibris na internet para escolher a paleta e ainda analisaram a geometria das 20 marcas mais famosas do mundo para finalizar a da equipe.

    Catharina Farias e Lucas Sampaio são ex-competidores da robótica dos torneios da First Lego League (FLL). Para a jovem, essa experiência ajudou na hora de montar a apresentação verbal. “A gente já tem desenvoltura de como conversar com o juiz por causa da experiência na robótica, então conseguiu apresentar bem, de forma objetiva, demonstrando a alegria da FLL aqui na F1.”

    Veja a lista dos premiados no F1 nas Escolas:

    1º lugar: SevenSpeed (BA)

    2º lugar: GRT (PE)

    3º lugar: Eagles (GO)

    Vencedor da corrida mata-mata: SevenSpeed (BA)

    Carro mais veloz: SevenSpeed (BA)

    Melhor engenharia: GRT (PE)

    Pesquisa e desenvolvimento: Team Spark (SC)

    Identidade visual: Colibri (DF)

    Apresentação verbal: Colibri (DF)

    Portfólio e estande: SevenSpeed (BA)

    Pensamento criativo: Libélula (AM)

    Patrocínio e marketing: SevenSpeed (BA)

    Mídias sociais: Factum Scuderia (MG)

    Melhor participação feminina: Tu-Caré (MT)

    Espírito esportivo: Escuderia Prealísios (RN)

     

    Entenda o torneio

    O Torneio F1 nas Escolas (F1 in Schools) é um campeonato apoiado pela Fórmula 1 realizado em diversos países. A competição multidisciplinar desafia os estudantes a desenvolverem habilidades práticas de empreendedorismo e de tecnologia. Esta é a quarta vez que a competição é realizada no País, mas a primeira promovida pelo Sesi.

    Os alunos se organizam em equipes e recebem a tarefa de montar escuderias que atuam como uma empresa no preparo para a competição. A banca de avaliação é como um grupo de investidores que analisa os portfólios, as ações nas mídias sociais, a gestão de orçamento e finanças e o marketing. Na criação dos protótipos, os alunos projetam e constroem carros de corrida com a melhor aerodinâmica e o melhor desempenho possíveis.

    Todas as equipes receberam um bloco igual para fazer os carros e precisaram usar conhecimentos de Design, Física, Química e Matemática. Os protótipos são feitos de poliuretano expandido e passaram por usinagem e pintura. Os jovens puderam utilizar outros recursos para finalizar o carro. A largada simula uma corrida de Fórmula 1, com cinco luzes vermelhas sendo acesas. Quando elas se apagam, o competidor deve apertar o botão do disparador, que aciona uma agulha e fura o cilindro de gás carbônico concentrado para disparar o carro. Os veículos atingem até 90 km/h na largada e podem percorrer os 20 metros de pista em uma média de até 70 km/h.

    A pontuação se baseia no resultado de um conjunto de ações, incluindo a elaboração e a apresentação dos portfólios de negócios, de marketing e de mídias sociais, a ação social e a montagem do estande.

    Veja aqui a galeria de imagens.

     
    Texto: Aline Roriz
    Foto interna da premiação: Guarim de Lorena
    Foto externa da equipe: Aline Roriz/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Equipes de robótica buscam vagas para competir fora do País

    Equipes de robótica buscam vagas para competir fora do País

    O Torneio Sesi de Robótica First Lego League (FLL), uma das categorias em disputa no Festival Sesi de Robótica, no Rio de Janeiro, neste fim de semana, reúne 84 equipes de 17 unidades da Federação. Elas são avaliadas pelo projeto de pesquisa, pelo design do robô, pela programação deste na execução de desafios e pelo cumprimento dos valores éticos da competição (core values), como espírito de equipe e respeito aos outros times. O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) tem três representantes: Albatroid, Legofield e Lego of Olympus. A primeira é do Sesi Taguatinga e as outras duas, do Sesi Gama.

    O tema desta temporada é Into Orbit (Em Órbita) e desafia os estudantes a pesquisar sobre as questões relacionadas a viver e a viajar no espaço. Eles precisaram propor uma solução inovadora para um problema físico ou social enfrentado durante as viagens de exploração espacial. Na arena, os robôs feitos pelos próprios alunos com peças de Lego precisam cumprir missões como se locomover em áreas com crateras, ajudar um astronauta a voltar em segurança para a base espacial e até mover satélites para a órbita. Este segundo dia de competição foi marcado pelos rounds oficiais dos desafios do robô e por avaliações e reavaliações dos core values, dos projetos de pesquisa e do design do robô. Amanhã serão as finais da mesa e a premiação do torneio.

    festival sesi robotica albatroidAs 18 equipes mais bem avaliadas garantirão vagas em torneios internacionais: duas vagas para o campeonato na Austrália, sete para cidades dos Estados Unidos, três para o Líbano, duas para a Turquia e quatro para o Uruguai. A grande expectativa dos 21 competidores das equipes do Distrito Federal é pela classificação para alguma dessas disputas. Isso porque apenas sete deles vão poder participar de outras temporadas do campeonato, que tem limite de idade – até 15 anos. Maria Rita Lima, da Albatroid, com 16 anos recém completados, está na quarta temporada e a saudade já começa a bater à porta. “A maior lição que eu aprendi com a robótica foi ser resiliente, que é uma característica da equipe. A gente lutou muito para chegar ao nacional e está buscando muito o internacional. Não sei nem a emoção que vou sentir caso consigamos a vaga”, disse a jovem.

    festival sesi robotica legofieldEm situação inversa está a caçula da delegação brasiliense, Germana Gomes, de 11 anos, que participa de um torneio nacional pela primeira vez. A partir da próxima temporada, ela é a única da Legofield que vai poder continuar. “Por ser a última participação do resto da equipe, eu sinto que a responsabilidade para mim é muito grande. Se a gente conseguir o internacional, vou ficar feliz por já ter esse prêmio na primeira vez, e mais alegre ainda pelo fato de os meus amigos se despedirem do torneio com vitória”, afirmou.

    O Torneio Sesi de Robótica tem o objetivo de despertar o interesse dos jovens por Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Foi criado em 1998 pela organização estadunidense For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First), que trabalha em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia, em parceria com o grupo Lego. No Brasil, desde 2013, o Sesi é a instituição responsável pela organização das etapas regionais e da nacional.

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Aline Roriz/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • F1 nas Escolas estimula o empreendedorismo

    F1 nas Escolas estimula o empreendedorismo

    f1 nas escolas equipe colibri

    Uma equipe do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) participa, neste fim de semana, do Torneio Sesi F1 nas Escolas, uma das categorias em disputa no Festival Sesi de Robótica, no Rio de Janeiro. Competem 17 grupos de 13 unidades da Federação, que se organizam como se fossem escuderias da Fórmula 1. Os competidores tiveram como missão construir carros de no mínimo 50 gramas, além de elaborar um plano de negócios, um de marketing e um de mídias sociais. A equipe vencedora do torneio nacional garantirá a classificação para a etapa mundial, no fim de novembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes.

    A Colibri é formada por três alunos e uma ex-aluna do Sesi Gama. O time inspirou-se no pássaro para criar a aerodinâmica do carrinho e buscar o posto de mais veloz do campeonato. Os integrantes são Bárbara Inaba, de 16 anos, da 3ª série do Ensino Médio; Catharina Farias, de 17, egressa da escola (era aluna à época da inscrição, no ano passado); Lucas Sampaio, de 17, da 3ª série do Ensino Médio; e Pietra Nicolazzi, de 16 anos, aluna da 2ª série.

    Todas as equipes receberam um bloco igual para fazer os carros e precisaram usar conhecimentos de Design, Física, Química e Matemática. Os protótipos são feitos de poliuretano expandido e passaram por usinagem e pintura. Os jovens puderam utilizar outros recursos para finalizar o carro. No caso da equipe do DF, fizeram as rodinhas de madeira e os aerofólios em impressora 3-D. O carrinho ficou com 84 gramas.

    f1 nas escolasA largada simula uma corrida de Fórmula 1, com cinco luzes vermelhas sendo acesas. Quando elas se apagam, o competidor deve apertar o botão do disparador, que aciona uma agulha e fura o cilindro de gás carbônico concentrado para disparar o carro. Os veículos atingem até 90 km/h na largada e podem percorrer os 20 metros de pista em uma média de até 70 km/h.

    “Hoje foi a primeira vez que colocamos o carrinho na pista e estamos com boas expectativas pela aerodinâmica que criamos. O nosso carro começa maior e vai afinando na ponta. Por causa do contato menor com o vento na parte mais fina, ele tem mais estabilidade e, consequentemente, consegue ter maior velocidade”, explicou Lucas Sampaio.

    Neste sábado, as equipes colocaram os carrinhos na pista oito vezes – quatro pela manhã e quatro no período da tarde. Foram analisados o tempo de reação do piloto para apertar o botão que dispara o carro e a velocidade a que os veículos percorreram a pista. As disputas de hoje valeram para definir quem enfrentará quem no último dia do torneio. Amanhã pela manhã, a competição será em formato de mata-mata. O carro que fizer o pior tempo estará fora da corrida, mas não do torneio.

    A pontuação se baseará no resultado de um conjunto de ações, incluindo a elaboração e a apresentação dos portfólios de negócios, de marketing e de mídias sociais, a ação social e a montagem do estande. “Queremos mostrar aos competidores que a corrida é muito mais que o carrinho. Já aconteceu de equipes serem brilhantes no carro e perderem o campeonato, porque o estande estava malfeito e o portfólio era ruim”, explica o coordenador da F1 nas Escolas, Waldemar Battaglia, representante oficial no Brasil do projeto F1 in Schools. Esta é a quarta vez que a competição é realizada no País, mas a primeira promovida pelo Sesi. Ainda de acordo com Battaglia, o objetivo do projeto é expor os alunos ao maior número possível de tecnologias usadas para a indústria.

    Veja aqui a galeria de imagens.

    Texto: Aline Roriz – com informações da Agência CNI
    Fotos da equipe e do lançamento do carro: José Paulo Lacerda
    Foto da placa de lançamento: Guarim de Lorena
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Festival Sesi de Robótica começou nesta sexta

    Festival Sesi de Robótica começou nesta sexta

    festival robotica sesi

    Os desafios estão oficialmente lançados e todas as equipes já estão a postos para encarar o Festival Sesi de Robótica, no Pier Mauá, no Rio de Janeiro, de hoje a domingo (17). São 117 equipes e mais de 1,2 mil alunos de escolas públicas e particulares de vários cantos do País participando de três competições: o Torneio Sesi de Robótica First Lego League, o Torneio Sesi de Robótica First Tech Challenge (Desafio Tecnológico) e o Torneio Sesi F1 nas Escolas.

    As três categorias estão reunidas na primeira edição do Festival Sesi de Robótica, que tem como tema Em Órbita. Os grupos mais bem colocados vão garantir vagas em torneios internacionais na Austrália, nos Estados Unidos, no Líbano, na Turquia e no Uruguai.

    A cerimônia de abertura do festival foi na tarde desta sexta-feira (15), no local das competições, e teve a presença do presidente em exercício da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Afonso Ferreira, do diretor de Operações do Serviço Social da Indústria (Sesi), Paulo Mól, do diretor de Educação e Tecnologia da CNI e superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi, do presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e do Conselho Nacional do Sesi, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, e do gerente de Parcerias da Lego Education, Pedro Alejandro Yang. Foi feito um minuto de silêncio em memória das vítimas do ataque em uma escola estadual em Suzano, São Paulo, nesta semana. Dois alunos do Sesi da cidade são filhos de uma das mulheres assassinadas.

    Além de participarem da cerimônia, os participantes assistiram à palestra Into Orbit, com o designer da Lego Education Lee Magpili e a uma conferência com o professor Todd Ensign, que trabalha na Katherine Johnson IV&V Facility da Nasa, nos Estados Unidos, que desenvolve softwares para as missões da agência espacial norte-americana. O trabalho dele é instruir professores sobre como ensinar a tecnologia em sala de aula para integrar áreas como Matemática, Ciências, Tecnologia e Engenharia (Stem) de forma mais eficiente. “A Nasa criou esse programa de formação de professores porque quer profissionais mais preparados no futuro. Para isso, esses estudantes precisam, desde cedo, integrar essas disciplinas chamadas de Stem.”

    O slogan do festival é Criatividade e Futuro Começam desde Cedo. A pouca idade dos participantes, aliada ao grande conhecimento apresentado no festival, confirmam isso na prática. Vitor Ferreira, de 14 anos, competidor da Lego of Olympus, do Sesi-DF, entrou na robótica há três temporadas e é apaixonado pelo mundo dos robôs. “Acho que esse estímulo tem que vir desde cedo mesmo porque é uma idade de descoberta para qualquer pessoa e a robótica estimula isso.”

    O dia dos competidores foi finalizado com a tradicional Festa da Amizade, momento que os participantes têm para se conhecer e confraternizar. Amanhã e no domingo, as competições, abertas ao público, terão início às 8 horas.

    FLL

    festival robotica robo df aline rorizO Distrito Federal participa do Torneio Sesi de Robótica First Lego League (FLL) com três equipes, todas formadas por estudantes, ex-estudantes e professores do Sesi: Albatroid, Legofield e Lego of Olympus. A primeira é do Sesi Taguatinga e as outras duas, do Sesi Gama.

    É uma competição de exploração científica, para alunos de 9 a 16 anos, que promove o ensino de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática no ambiente escolar e contribui para o desenvolvimento de competências e habilidades comportamentais para a vida. As equipes são avaliadas pelo projeto de pesquisa, pelo design do robô, pela programação deste na execução de desafios e pelo cumprimento dos valores éticos da competição (core values), como espírito de equipe e respeito aos outros times.

    Neste primeiro dia de competição, as equipes montaram o estande de apresentação, fizeram últimos ajustes nos robôs, tiveram a oportunidade de treinar os robôs nas mesas oficiais e algumas já passaram por avaliações. A Albatroid e a Legofield fizeram as apresentações dos core values, do projeto de pesquisa e do design do robô. A Lego of Olympus será avaliada nesses quesitos na manhã de sábado.

    “O primeiro dia de avaliação é bem cansativo, porque boa parte do torneio é decidida nele. Fatores externos nos atrapalharam um pouco, mas, dentro da nossa parte, foi tudo dentro do esperado. Estávamos motivados e eu estou feliz com o que foi apresentado”, afirmou a competidora da Albatroid Ana Carolina Baia, de 16 anos.

    A Legofield também terminou o dia satisfeita com as três apresentações feitas. “Estávamos bastante preparados e conseguimos chamar a atenção dos juízes, principalmente na hora de apresentar o projeto de pesquisa, porque fizemos uma música de rap para explicar nossa ideia e eles gostaram bastante”, explicou Eduardo Luz, de 16 anos, membro da equipe.

    F1 nas Escolas

    festival robotica f1 aline rorizO dia dos quatro integrantes da equipe Colibri, do Sesi-DF, também começou cedo. Eles representam a capital federal no Torneio Sesi F1 nas Escolas, um programa educacional oficialmente vinculado à Fórmula 1 que reproduz os desafios da corrida. Nessa preparação para o mundo profissional, estudantes de 14 a 18 anos criaram uma empresa que funciona como uma escuderia. Eles podem utilizar diversos recursos tecnológicos para projetar, modelar e testar o protótipo de um carro de F1, que deve ter no mínimo 50 gramas.

    Com algumas peças feitas em impressoras 3-D, o veículo, impulsionado apenas por um cartucho de gás carbônico, participa de uma corrida na pista dos eventos oficiais da disputa. A avaliação, a premiação e a classificação para a etapa mundial se baseiam no resultado de um conjunto de ações, incluindo elaboração dos planos de negócios, de marketing e de mídias sociais e a apresentação, além do envolvimento em uma ação social relevante.

    Neste primeiro dia, eles fizeram a montagem dos estandes e entregaram os carros, os componentes e os portfólios aos avaliadores. A produção dos estandes foi a principal avaliação desta sexta e eles precisaram tomar cuidado para não perder pontos em aspectos como tempo, saúde e segurança, espaço do estande. Apenas os estudantes devem trabalhar na montagem. No sábado e no domingo, as atividades começarão às 8 horas, e eles farão as apresentações de engenharia, do pit, do portfólio e da ação social, além de colocar os carrinhos para correr na pista de 24 metros de comprimento.

    Texto: Aline Roriz
    Foto da capa: José Paulo Lacerda
    Foto interna da cerimônia: Guarim Lorena
    Fotos da mesa do robô e da equipe F1: Aline Roriz/SistemaFibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Vira Vida DF é apresentado à ministra dos Direitos Humanos

    Vira Vida DF é apresentado à ministra dos Direitos Humanos

    damares vira vida jamal sesi

    Na manhã desta quinta-feira, 7 de março, a ministra de Estado da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, recebeu uma comitiva que lhe apresentou o programa Vira Vida no Distrito Federal. Criado pelo Conselho Nacional Sesi em 2008, o programa resgata adolescentes e jovens em situação de risco, de violência sexual e de vulnerabilidade social. Em Brasília, é executado pelo Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF), com apoio de emenda parlamentar.

    Participaram da audiência com a ministra o deputado distrital Rodrigo Delmasso (PRB), o secretário da Juventude do DF, Leo Bijos, o presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra) e diretor regional do Sesi-DF, Jamal Jorge Bittar, e a coordenadora do Vira Vida no DF, Cida Lima.

    Eles apresentaram o programa a Damares Alves e debateram a expansão das atividades no Distrito Federal, onde, desde 2009, formaram-se 670 alunos de 15 a 21 anos em 12 turmas. O Sesi São João XXIII, no Gama, é exclusivamente dedicado às atividades do Vira Vida.

    O programa

    O Vira Vida apoia-se em uma rede de parceiros corresponsáveis pelo desenvolvimento, pela inserção socioprodutiva e pelo acompanhamento dos jovens no mundo do trabalho. Durante 16 meses, os participantes do programa frequentam aulas de educação básica, cursos de formação profissional e têm acompanhamento psicossocial, promoção de direitos de saúde, cultura, esporte e lazer. No fim desse período, são encaminhados para estágios e empregos.

    O projeto continua acompanhando os jovens durante os primeiros seis meses após o ingresso no mercado de trabalho. O monitoramento é feito por meio de visitas ao ex-aluno e do contato periódico com o supervisor dele no local de trabalho.

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Rogério Lopes
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Conheça a equipe que vai representar o DF no torneio F1 in Schools

    Conheça a equipe que vai representar o DF no torneio F1 in Schools

    team colibri

    Carros de Fórmula 1 com, no mínimo 50 gramas, impulsionados apenas por um cartucho de gás, vão desembarcar no Rio de Janeiro para participar, de 15 a 17 de março, do Torneio Sesi F1 nas Escolas. O F1 in Schools é um programa educacional oficialmente vinculado à Fórmula 1 que reproduz os desafios dessas corridas. Estudantes de 14 a 18 anos são desafiados a criar uma empresa que funcionará como uma escuderia.

    Participarão 18 equipes de alunos do Serviço Social da Indústria (Sesi) de 15 unidades da Federação. Apenas uma seguirá para a etapa mundial, prevista para o segundo semestre. O Distrito Federal será representado pela Team Colibri, equipe formada por alunos do Sesi Gama.

    Os competidores podem utilizar diversos recursos tecnológicos para projetar, modelar e testar um protótipo de um carro de F1 para participar de uma corrida na pista dos eventos oficiais da disputa. Algumas peças são feitas em impressoras 3-D. Os carros são projetados para percorrer 20 metros de distância o mais rápido possível, suportando as forças da aceleração na partida, da travessia do percurso e da desaceleração física após cruzar a linha de chegada.

    A equipe do DF inspirou-se na aerodinâmica do colibri para projetar seu carro e preparar toda a identidade visual da equipe. A marca é 100% original e foi desenhada à mão e depois vetorizada (veja foto). A inspiração no pássaro deve-se ao fato de o animal de apenas 10 centímetros de comprimento ser dono de um recorde nas alturas. O pequeno vertebrado atinge os 98 quilômetros por hora ao voar – colocando-o como campeão absoluto de velocidade, quando se leva em consideração o tamanho de seu corpo.

    A avaliação, a premiação e a classificação para a etapa mundial se baseiam no resultado de um conjunto de ações, incluindo a apresentação e a elaboração dos planos de negócios, de marketing e de mídias sociais. Longe dos números e dos treinos, as equipes também precisam desenvolver um projeto social, que pode ser usado como critério de desempate no resultado final.

    O programa F1 nas Escolas é realizado em mais de 40 países e a grande final, com a presença de equipes de todo o mundo, ocorrerá dentro de um circuito oficial da F1, onde os participantes conhecerão as escuderias, os carros e os pilotos. A F1 nas Escolas surgiu há 17 anos na Inglaterra. No Brasil, esta será a quarta edição – a primeira organizada pelo Sesi.

    Conheça os integrantes do Team Colibri:

    barbara colibri

    Bárbara Inaba

    16 anos

    3ª série do Ensino Médio

    catharina colibri

    Catharina Farias

    17 anos

    Egressa da escola (era aluna à época da

    inscrição na competição, no ano passado)

    lucas colibri

    Lucas Sampaio

    17 anos

    3ª série do Ensino Médio

    pietra colibri

    Pietra Nicolazzi

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio 

     
    Texto: Aline Roriz
    Foto: Helio Montferre/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra