Autor: Aline Reis Roriz

  • Competição nacional de robótica será de 15 a 17 de março

    Competição nacional de robótica será de 15 a 17 de março

    Falta uma semana para o embarque dos 26 alunos, mentores e técnicos do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) com destino ao Rio de Janeiro. Divididos em três equipes, eles participarão da etapa nacional do Torneio Sesi de Robótica First Lego League, que ocorrerá no Pier Mauá, de 15 a 17 de março. O torneio é parte da programação do Festival Sesi de Robótica, no qual haverá também etapas nacionais de outros dois torneios.

    O tema da temporada de robótica 2018/2019 é Into Orbit (Em Órbita). Assim, a First Lego League desafiou crianças e jovens de mais de 80 países a encontrar soluções para problemas físicos ou sociais enfrentados em viagens de exploração espacial. Além de defenderem seus projetos, os alunos levarão à arena robôs feitos com peças de Lego que terão de cumprir missões como se locomover em áreas com crateras, ajudar um astronauta a voltar em segurança para a base espacial e até mover satélites para a órbita.

    Estes últimos dias que antecedem a competição são de foco e dedicação total para as três equipes do DF: Albatroid, do Sesi Taguatinga, e Legofield e Lego of Olympus, ambas do Sesi Gama. No Rio, elas disputarão com 84 times a oportunidade de levar seus projetos a competições internacionais.

    Videoconferencia Moacir EvangelistaNa quinta-feira, 28 de fevereiro, a Albatroid teve uma tarde de troca de conhecimentos com especialistas para finalizar a preparação para o torneio. Por videoconferência, os estudantes conversaram com Thais Russomano, médica especializada em medicina espacial, professora do King’s College de Londres e cientista do Centro Aeroespacial Alemão. Thais deu sugestões do que os jovens ainda podem aprimorar no projeto de pesquisa do time de Taguatinga, que propõe o uso de terapias alternativas, como a cromoterapia, a musicoterapia e a reflexoterapia, para aliviar o estresse dos astronautas em viagem.

    “Nunca tinha visto nada como o que vocês me apresentaram, ainda mais de forma tão completa e com diferentes tipos de terapias, já que, se uma delas não for efetiva em uma pessoa, a outra pode ajudar”, disse a médica aos alunos. A equipe vai apresentar um capacete inteligente que, com uso dessas terapias alternativas, ajudará a aliviar o estresse dos astronautas. A Albatroid também passou por um treinamento com a consultora de palestrantes Mildred Campoi, que deu ao grupo dicas de postura e de oratória para as apresentações durante o torneio.

    Fotos equipe de Robotica Moacir Evangelista 1A Legofield e a Lego of Olympus passaram por vivências com outras equipes para que os competidores aperfeiçoassem suas apresentações. Em 1º de março, três equipes do estado de Goiás passaram o dia no Sesi Gama para um momento de troca de experiências de forma a complementar os projetos e a encontrar soluções para problemas comuns. Vieram ao DF 18 pessoas, entre alunos e técnicos da Lego da Justiça Planalto e da Titãs LJ, do Sesi Planalto, de Goiânia, e da Robostorm, do Sesi Aparecida, de Aparecida de Goiânia.

    Durante o carnaval (4 e 5 de março), as duas equipes do Gama foram a Goiânia. No Sesi Vila Canaã, encontraram os times Gametech Canaã e Life Sesi Canaã. Nos dois dias, houve oficinas de teatro e de oratória, trabalhos com robôs e simulados com todas as características das provas da etapa nacional.

    Equipes do Gama em Goiania“Foram momentos de troca de experiências, aprendizagem e sobretudo de compartilhamento. Cada equipe apresentou seu robô e seu projeto para que as outras escutassem e dessem a sua contribuição. O ‘coopertition’ [neologismo em inglês que reúne as palavras cooperação e competição] é um valor do torneio que significa cooperar entre equipes para construção do conhecimento e, nesses dois momentos, colocamos esse valor em prática”, explica Alberto Roquete, técnico da Lego of Olympus.

    A Legofield buscou soluções que possam auxiliar no controle da ansiedade e evitar problemas que dela decorrem. A ideia da equipe é que, por meio de um relógio de pulso usado pelo astronauta e um aplicativo de celular, seja possível identificar grandes alterações na frequência cardíaca, que toque automaticamente a música indicada para cada situação. A Lego of Olympus desenvolveu soluções para melhorar a qualidade do sono dos astronautas durante as missões espaciais de longa duração. A equipe adaptou colchões utilizados pelos astronautas nas missões especiais com uma esteira vibratória e com uma manta térmica, a fim de causar um efeito de relaxamento e, com isso, ajudá-los a alcançar o sono com maior facilidade.

    Torneio Sesi de Robótica

    A competição tem o objetivo de despertar o interesse dos jovens por ciências, tecnologia, engenharia e matemática. Foi criado em 1998 pela organização estadunidense For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First), que trabalha em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia, em parceria com o grupo Lego. No Brasil, desde 2013, o Sesi é a instituição responsável pela organização das etapas regionais e da nacional. Nesta temporada, a etapa regional do DF foi no mês de novembro.

    Saiba mais sobre as equipes que competirão pelo DF na etapa nacional da temporada 2018/2019 do Torneio Sesi de Robótica e conheça os integrantes, os mentores e os técnicos de cada uma.

    Texto: Aline Roriz
    Foto da videoconferência: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Foto do encontro no Gama: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Foto do simulado em Goiânia: Alberto Roquete
  • Estudo aponta como a Inteligência Artificial será utilizada nas escolas

    Estudo aponta como a Inteligência Artificial será utilizada nas escolas

    aplicativo senai celular

    O estudo “Tendências em Inteligência Artificial na Educação” foi elaborado pela professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) Rosa Maria Vicari a pedido do Sesi e do Senai. Ela analisou bases de patentes nos Estados Unidos, na União Europeia, no Canadá e no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) no Brasil. Além disso, consultou bases internacionais de artigos científicos e documentos apresentados em congressos. 

    Como complemento desse estudo, o Sesi e o Senai reuniram, em um painel, especialistas brasileiros em inteligência artificial para avaliar a difusão dessas tecnologias nas escolas do país, entre os quais pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Grande Sul (PUC-RS), além de empresas do setor. A previsão é que, até 2030, quatro das tecnologias listadas no estudo estarão difundidas em até 50% das escolas públicas e privadas do Brasil, e uma delas, computação em nuvem, deve estar presente em até 70% das instituições de ensino. 

    O estudo e o painel de especialistas foram realizados para orientar as iniciativas do Sesi e do Senai nesse campo. “O aprendizado mediado por tecnologias é a tendência da educação. O uso de recursos baseados em inteligência artificial enriquece a prática pedagógica, assim como ajuda a manter o interesse do estudante, pois está aderente à linguagem da nova geração”, avalia o diretor-geral do Senai e diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi. “Além disso, diante da quarta revolução industrial, saber lidar com tecnologias será essencial para a prática de qualquer profissão no futuro”.

    O Sesi já utiliza em suas escolas sistemas de tutores inteligentes para ensino personalizado. O Senai possui plataforma que oferece orientação profissional por meio de inteligência artificial. A ferramenta analisa 92 características socioemocionais para traçar o perfil do usuário e indicar as profissões da indústria mais adequadas. As duas instituições também são pioneiras no uso de tecnologias educacionais, como realidade aumentada e óculos de realidade mista.

    Veja abaixo algumas ferramentas de Inteligência Artificial:

    Presença forte

    O trabalho “Tendências em Inteligência Artificial na Educação” aponta a forte presença da inteligência artificial em sistemas utilizados na área. “O levantamento realizado constatou que parte significativa da produção científica atual em inteligência artificial está relacionada com o tema educação, o que indica forte presença da IA nos sistemas educacionais e, consequentemente, um grande impacto nos processos de ensino-aprendizagem no curto e no médio prazo”, conclui o documento elaborado pela professora Rosa Vicari. 

    De acordo com o estudo, até 2020, a tendência é o uso cada mais vez mais recorrente de recursos como processamento de língua natural (PLN), no qual um computador é capaz de entender e interpretar a linguagem humana. Com a evolução, a tecnologia permitiria, por exemplo, a um professor na Alemanha dar aula em alemão a estudantes brasileiros sem conhecimento da língua germânica. “Na educação, o PLN vai contribuir cada vez mais para o intercâmbio entre alunos de nacionalidades diferentes e para a transmissão em tempo real de aulas em línguas distintas, as quais serão traduzidas para os estudantes”, cita o material. 

    robotica sesi

    O levantamento também prevê que a robótica educacional estará mais presente nos currículos das escolas de ensino fundamental e médio em função da diminuição dos custos. As escolas Sesi são pioneiras na introdução da robótica no currículo escolar. Além disso, o Sesi é a instituição responsável no Brasil pela operação oficial do Torneio de Robótica da FIRST LEGO League, programa internacional que  fortalece a capacidade de inovação e raciocínio lógico por meio de uma experiência criativa, na qual os competidores são desafiados a investigar problemas e buscar soluções inovadoras para situações da vida real, bem como programar robôs autônomos para cumprir missões específicas.

    Outra aposta é o uso do chamado learning analytics, a interpretação de ampla gama de dados produzidos por estudantes. Com isso, será possível avaliar o progresso acadêmico, prever o desempenho e detectar possíveis problemas no aprendizado. “Por meio do estudo do que ocorreu no passado com um grande número de alunos durante a realização de um curso, é possível detectar os pontos de maior dificuldade de compreensão do conteúdo ou mesmo a tendência para o abandono”, explica o documento. 

    Já entre 2020 e 2030, a previsão é a utilização, nas escolas, da criatividade computacional, atualmente ligada à produção artística por meio de programação com uso de modelos matemáticos e da ótica. “Nos sistemas de ensino-aprendizagem, espera-se que as aplicações da criatividade computacional permitam, entre outras coisas, a geração de exemplos e exercícios criativos para enriquecer os conteúdos educacionais de forma online”, afirma a professora. No longo prazo, os sistemas poderão até reconhecer e avaliar atividades criativas realizadas pelo alunos. 

    A médio prazo, ela prevê ainda o contínuo desenvolvimento de ferramentas que consigam avaliar emoções dos estudantes e tomar decisões a partir da análise. O estudo aponta a utilização, nesse período, de óculos inteligentes, que mostram informações e interpretam comandos de voz, e de fones de ouvido capazes de traduzir conversas entre pessoas com línguas diferentes. A previsão é também a evolução dos chamados jogos sérios, técnica que utiliza características típicas dos games como pontuações, premiações e níveis de dificuldade para manter o interesse do aluno. 

    Computação em nuvem

    No Brasil, a projeção dos especialistas reunidos pelo Sesi e Senai é que a computação em nuvem, para acesso a um conjunto compartilhado de dados e conteúdos, deve ter a difusão mais rápida. Até 2020, de 11% a 30% das instituições de ensino já devem utilizá-la. Até 2027, o uso estará difundido em cerca de 31% a 50% das escolas e de 51% a 70% das instituições a utilizarão por volta de 2030. 

    As outras tecnologias que deverão ser utilizadas por 31% a 50% das instituições de educação brasileiras até 2030 são: os sistemas tutores inteligentes para ensino personalizado com processamento de língua natural; as plataformas para aprendizagem colaborativa; os recursos de learning analytics, e os ecossistemas de educação –que permitem a integração de componentes típicos de ensino personalizado com a comunicação em  fóruns e chats, por exemplo, entre alunos que estejam utilizando o sistema.

    Os especialistas em IA também apontam ações para estimular o uso dessas tecnologias pelas instituições educacionais no Brasil. Entre as sugestões estão: oferecer linhas de financiamento; capacitar professores e outros envolvidos; melhorar a infraestrutura das escolas; implementar projetos-piloto em todos os níveis de ensino; desenvolver políticas de apoio à inovação tecnológica para desenvolvimento de produtos e serviços adequados ao mercado brasileiro; fomentar linhas de pesquisa sobre psicologia humana voltada ao processo de educação, entre outras medidas.

    Conheça as tecnologias educacionais com uso de inteligência arficial que devem ser mais difundidas:

     
    Texto: Helayne Boaventura – Agência CNI de Notícias
    Fotos: José Paulo Lacerda e FIBRA
     
  • DF terá três equipes na etapa nacional do Torneio Sesi de Robótica

    DF terá três equipes na etapa nacional do Torneio Sesi de Robótica

    De 15 a 17 de março, o Rio de Janeiro vai sediar a etapa nacional da temporada 2018/2019 do Torneio Sesi de Robótica First Lego League. O Distrito Federal competirá com três equipes, todas formadas por estudantes, ex-estudantes e professores do Serviço Social da Indústria (Sesi): Albatroid, Legofield e Lego of Olympus. A primeira é do Sesi Taguatinga e as outras duas, do Sesi Gama. Elas disputarão com 84 times a oportunidade de levar seus projetos a competições internacionais. O torneio nacional será no Pier Mauá e vai fazer parte de um evento maior, com outras competições entre jovens organizadas pelo Sesi.

    As equipes de robótica são avaliadas pelo projeto de pesquisa, pelo design do robô, pela programação deste na execução de desafios e pelo cumprimento dos valores éticos da competição, como espírito de equipe e respeito aos outros times.

    O tema desta temporada é Into Orbit (Em Órbita) e desafia os estudantes a pesquisar sobre as questões relacionadas a viver e viajar no espaço. Eles precisam identificar e propor uma solução inovadora para um problema físico ou social enfrentado durante as viagens de exploração espacial. Na arena, os robôs feitos pelos próprios alunos com peças de Lego terão de cumprir missões como se locomover em áreas com crateras, ajudar um astronauta a voltar em segurança para a base espacial e até mover satélites para a órbita.

    As vagas para o torneio nacional foram conquistadas durante as etapas regionais. Os times que tiverem melhor desempenho na competição de março garantirão vaga em torneios internacionais. O principal deles, o World Festival, considerado a copa do mundo da robótica, será em Houston, nos Estados Unidos, no segundo semestre.

    O Torneio Sesi de Robótica tem o objetivo de despertar o interesse dos jovens por ciências, tecnologia, engenharia e matemática. Foi criado em 1998 pela organização estadunidense For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First), que trabalha em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia, em parceria com o grupo Lego. No Brasil, desde 2013, o Sesi é a instituição responsável pela organização das etapas regionais e da nacional.

    Saiba mais sobre as equipes que competirão pelo DF na etapa nacional da temporada 2018/2019 do Torneio Sesi de Robótica e conheça os integrantes, os mentores e os técnicos de cada uma:

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre

    Albatroid

    A equipe do Sesi Taguatinga buscou soluções relacionadas aos transtornos psicológicos sofridos por astronautas durante missões espaciais de longa duração. Ansiedade, fadiga, estresse, depressão e até mesmo conflitos interpessoais nortearam as pesquisas. Eles vão apresentar um projeto voltado para terapias alternativas, como a cromoterapia, a musicoterapia e a reflexoterapia, que ajudam a aliviar o estresse pelo estímulo de áreas específicas do corpo humano. O objetivo da Albatroid é, com o apoio de psiquiatras, psicólogos, fisioterapeutas e estudantes de Engenharia Aeroespacial e de Física, apresentar uma solução que ajude o astronauta a manter o equilíbrio emocional durante toda a viagem.

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Amanda Merlin Duarte 43

    Amanda Merlin

    16 anos

    3ª série do Ensino Médio

    Função: Competidora

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Ana Carolina de Moraes Baia 27

    Ana Carolina Moraes

    16 anos

    3ª série do Ensino Médio

    Função: Competidora

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Anna Clara Gomes Carmino 23

    Anna Clara Gomes

    13 anos

    8º ano do Ensino Fundamental

    Função: Competidora

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Eduardo Moroni Tertulino da Rosa 04

    Eduardo Moroni

    13 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

    Função: Competidor

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Gabrielly Antonio Almeida Borges 17

    Gabrielly Borges

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Função: Competidora

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Guilherme Silva do Carmo 38

    Guilherme Silva

    15 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Função: Competidor

     

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Ives Dijuan Bomtempo de Araujo 35

    Ives Djuran

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Função: Competidor

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Leticia souza Santana Marinho 11

    Letícia Souza

    13 anos

    8º ano do Ensino Fundamental

    Função: Competidora

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Maria Rita Lima Romeiro 49

    Maria Rita Lima

    16 anos

    3ª série do Ensino Médio

    Função: Competidora

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Andre Alcantara da Silva 61André Alcântara

    37 anos

    Professor de Matemática e de Robótica

    Função: Técnico  

    8 2 2019 Albatroid Perfis Robotica Helio Montferre Gabriel Antunes Alvares 54Gabriel Antunes

    19 anos

    2º semestre de Física na Universidade de Brasília (UnB)

    Função: Técnico

    5 2 2019 LegoField Perfis Robotica Helio Montferre

    Legofield

    Psicologia da música é a base do projeto do grupo para esta temporada. Com base em pesquisas e visitas técnicas a espaços como o Planetário de Brasília e a UnB, os alunos desenvolveram soluções que possam auxiliar no controle da ansiedade e evitar problemas que dela decorrem. Em seus estudos, a equipe descobriu que, desde a 1ª Guerra Mundial (1914–1918), psicólogos e psiquiatras utilizavam alguns estilos musicais para melhorar a estrutura psicológica dos combatentes e ativar o sistema nervoso com efeitos como sono, atenção, calmaria e alívio da dor. A ideia da equipe é que, por meio de um relógio de pulso usado pelo astronauta e um aplicativo de celular, seja possível identificar grandes alterações na frequência cardíaca, que toque automaticamente a música indicada para cada situação. 

    5 2 2019 LegoField Perfis Robotica Helio Montferre Carolina Andrade Goes 50

    Carolina Andrade

    15 anos

    1ª série do Ensino Médio

    Função: Competidora

    5 2 2019 LegoField Perfis Robotica Helio Montferre Daniel Rocha Gonzaga Porto 52

    Daniel Rocha

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Função: Competidor

    5 2 2019 LegoField Perfis Robotica Helio Montferre Eduardo Luz Ribeiro 44

    Eduardo Luz

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Função: Competidor

    5 2 2019 LegoField Perfis Robotica Germana Louisy Gomes de Olivera Helio Montferre 02

    Germana Gomes

    11 anos

    6º ano do Ensino Fundamental

    Função: Competidora

    5 2 2019 LegoField Perfis Robotica Helio Montferre Giovanna Ferreira da Silva 45

    Giovanna Ferreira

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Função: Competidora

    5 2 2019 LegoField Perfis Robotica Helio Montferre Julia Emanuela Vieira dos Anjos Porto 47

    Júlia Vieira Porto

    16 anos

    2ª série do Ensino Médio

    Função: Competidora

    5 2 2019 LegoField Perfis Robotica Helio Montferre Tereza Cristina Gomes Ribeiro 41Tereza Gomes

    39 anos

    Professora de Robótica e de História

    Função: Técnica

    5 2 2019 Lego of Olympus Perfis Robotica Helio Montferre

    Lego of Olympus

    O projeto para a temporada 2018/2019 consiste em buscar soluções para melhorar a qualidade do sono dos astronautas durante as missões espaciais de longa duração. De acordo com pesquisas feitas pelos competidores, no espaço, a percepção de dia e noite é alterada, o que causa transtornos psicológicos e desgastes físicos que afetam a convivência e o bem-estar. A solução apresentada pela equipe foi adaptar os colchões utilizados pelos astronautas nas missões especiais com uma esteira vibratória e com uma manta térmica, a fim de causar um efeito de relaxamento e, com isso, ajudá-los a alcançar o sono com maior facilidade.

    5 2 2019 Lego of Olympus Perfis Robotica Helio Montferre Caua Cesar Ramos da Fonseca Silva 30

    Cauã Ramos

    14 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

    Função: Competidor

    5 2 2019 Lego of Olympus Perfis Robotica Helio Montferre Hellen Cristina Mendes Santos 14

    Hellen Mendes

    15 anos

    1ª série do Ensino Médio

    Função: Competidora

    5 2 2019 Lego of Olympus Perfis Robotica Helio Montferre Lauany Araujo Santos Rocha 05

    Lauany Santos

    14 anos

    1ª série do Ensino Médio

    Função: Competidora

    5 2 2019 Lego of Olympus Perfis Robotica Helio Montferre Luan Melo Queiroz 18

    Luan Melo

    16 anos

    3ª série do Ensino Médio

    Função: Competidor

     5 2 2019 Lego of Olympus Perfis Robotica Helio Montferre Marcus Vinicius okubo 39

    Marcus Vinícius Okubo

    15 anos

    1ª série do Ensino Médio

    Função: Competidor

    5 2 2019 Lego of Olympus Perfis Robotica Helio Montferre Vitor Ferreira de Azeredo 22

    Vitor Ferreira

    14 anos

    9º ano do Ensino Fundamental

    Função: Competidor

    5 2 2019 Lego of Olympus Perfis Robotica Helio Montferre Isadora marinho Ribeiro Magalhaes 37Isadora Marinho

    16 anos

    3ª série do Ensino Médio

    Função: Mentora

    5 2 2019 Lego of Olympus Perfis Robotica Helio Montferre Aberto Roquete 43Alberto Roquete

    31 anos

    Professor de Robótica e de Língua Espanhola

    Função: Técnico

     

    Texto:
    Aline Roriz, com informações da Agência CNI
    Foto das equipes reunidas: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Fotos dos perfis e das equipes: Helio Montferre/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Sesi-DF estreia no torneio F1 in Schools

    De 15 a 17 de março, quatro estudantes da escola do Gama do Serviço Social da Indústria (Sesi) vão participar da etapa nacional do F1 in Schools, campeonato apoiado pela Fórmula 1 e realizado em diversos países. É uma competição multidisciplinar que desafia os estudantes a desenvolverem habilidades práticas de empreendedorismo e de tecnologia. Participarão 18 equipes de alunos do Sesi, representando 15 unidades da Federação, das quais apenas uma seguirá para a etapa mundial, prevista para o segundo semestre.

    O torneio nacional será no Pier Mauá, na cidade do Rio de Janeiro, e vai fazer parte de um evento maior, com outras competições entre jovens organizadas pelo Sesi. No Brasil, o desafio F1 in Schools é gerenciado pela Associação Projetando o Futuro. Os alunos se organizam em equipes e recebem a tarefa de montar escuderias que atuam como uma empresa no preparo para a competição. A banca de avaliação é como um grupo de investidores que analisa os portfólios, as ações nas mídias sociais, a gestão de orçamento e finanças e o marketing. Na criação dos protótipos, os alunos projetam e constroem carros de corrida com a melhor aerodinâmica e o melhor desempenho possíveis.

    A equipe do Sesi Gama chama-se Team Colibri e é formada por Bárbara Inaba, de 16 anos, estudante da 3ª série do Ensino Médio; Catharina Farias, 17, egressa da escola (era aluna à época da inscrição na competição, no ano passado); Lucas Sampaio, 17, estudante da 3ª série do Ensino Médio; e Pietra Nicolazzi, de 16 anos, estudante da 2ª série do Ensino Médio.

    As equipes inscritas na F1 in Schools têm de três a seis alunos, que devem ter de 9 a 16 anos no momento da inscrição. Além disso, cada uma precisa ter pelo menos um professor que atue como mentor. No caso da Team Colibri, quem cumpre esse papel é o coordenador de Robótica do Sesi-DF, Atos Reis.

    Os times precisam projetar, construir e competir com carros-modelo baseados nos carros da F1, manufaturados em um bloco de polímero e movidos a gás carbônico. Além disso, os alunos devem desenvolver um projeto social e três planos, sendo um de negócio, um de marketing e mídias sociais e outro de patrocínio. “O desafio inspira os alunos a usar o projeto para aprender sobre física, aerodinâmica, gráficos, liderança, trabalho em equipe, patrocínios, marketing e estratégia financeira”, afirma o interlocutor de Tecnologias Educacionais no Sesi-DF, Benedito Aragão.

    Etapas de avaliação

    • Plano de negócio: a equipe precisa explicar como se organizou, reportando os desafios encontrados e como foram vencidos, aspectos técnicos e inovadores dos projetos, conceitos de aerodinâmica, patrocínios alcançados e emprego das receitas.
    • Design: criação do projeto de um carro de F1 do futuro usando software CAD 3D (Computer Aided Design), com as especificações estabelecidas pela organização do torneio.
    • Análise: momento em que técnicas aerodinâmicas são analisadas para melhorar o coeficiente de arrasto em um túnel de vento virtual utilizando Dinâmica dos Fluidos Computacional (CFD).
    • Construção: usando o software 3D CAM (Computer Aided Manufacture), a equipe avalia a estratégia de usinagem mais eficiente para fazer o carro e, em uma máquina CNC, o design do carro será transformado em um carro físico.
    • Teste: a aerodinâmica é verificada em túneis de vento e fumaça.
    • Pit booth: a equipe monta um display informativo mostrando seu trabalho em todas as etapas do projeto.
    • Despachantes: os carros são submetidos ao parc ferme, onde os juízes examinam todas as dimensões para verificar se estão de acordo com o regulamento.
    • Julgamento de engenharia: os juízes questionam as equipes sobre como seus carros foram fabricados e por que determinados projetos foram escolhidos.
    • Apresentação verbal: os alunos preparem uma apresentação para um painel de jurados explicando todos os aspectos do desafio.
    • Avaliação de portfólio: a apresentação dos portfólios de negócio, de marketing e mídias sociais e de patrocínio.
    • Corrida: momento em que a equipe coloca o carro para correr em uma pista de 25 metros.

    A corrida vale 20% da pontuação do campeonato. Antes de colocar os carros na pista, é preciso cumprir uma série de critérios mínimos de medida e de aerodinâmica. Alguns desses pontos não são obrigatórios, mas ajudam a conquistar outras etapas. “Não é obrigatório fazer um teste em túnel de vento, mas, se for feito, a equipe consegue justificar melhor a aerodinâmica do carro”, explica Benedito Aragão.

    Associação Projetando o Futuro

    O principal objetivo do torneio é mudar as percepções dos jovens em relação a ciência, tecnologia, engenharia e matemática, criando um ambiente de aprendizado divertido e excitante para eles desenvolverem uma visão informada sobre carreiras em engenharia, Fórmula 1, ciência, marketing e tecnologia. A associação é uma entidade sem fins lucrativos dedicada a projetos educacionais que ofereçam aos alunos oportunidades de desenvolver práticas de empreendedorismo, uso de programas de engenharia, acesso a tecnologias modernas e contato com empresas de diversas áreas permitindo vivenciar experiências fora das paredes das escolas.A F1 nas Escolas surgiu há 17 anos na Inglaterra. No Brasil, esta será a quarta edição, sendo a primeira organizada pelo Sesi. 

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Divulgação F1
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Sesi Viva+ é lançado no DF e vai ajudar empresas com o eSocial

    Sesi Viva+ é lançado no DF e vai ajudar empresas com o eSocial

    sesi viva mais lancamento df claudio patrus

    O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) promoveu na noite de quinta-feira, 21 de fevereiro, o lançamento oficial da plataforma Sesi Viva+ na cidade. Empresários e gestores das áreas de recursos humanos e de contabilidade compareceram ao recém-inaugurado Centro Integrado Sesi e Senai, no Edifício Central Park, no Setor Comercial Norte, para conhecer a solução que simplifica o gerenciamento de informações sobre saúde e segurança dos trabalhadores.

    O Sesi Viva+ é voltado a empresas de todos os portes e áreas de atuação, privadas ou públicas. Por meio de inteligência artificial, ajuda na gestão dos serviços de saúde e segurança do trabalho (SST) e facilita o envio de informações ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, o eSocial. A plataforma é o maior investimento privado em gestão de SST do Brasil.

    Qualquer empresa que contrate o Sesi para realizar serviços de SST tem acesso à plataforma Sesi Viva +, que oferece ao empregador um sistema para gestão dos programas legais com o cadastro dos seus trabalhadores e todas as informações de absenteísmo, produtividade e outros tópicos relacionados à saúde e à segurança do empregado. “O Sesi Viva+ é uma revolução no que a gente pode ter de gestão de SST. Quem tiver essa plataforma na empresa vai facilitar o repasse de informação [ao eSocial]”, afirmou o 1º vice-presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Pedro Henrique Verano, na abertura do evento.

    Para esclarecer a relação entre o eSocial e a área de SST, o lançamento contou com uma palestra de Cláudio Patrús de Campos Bello, médico especialista do Departamento Nacional do Sesi. Patrús tem falado do tema nos eventos de lançamento da plataforma em diferentes regiões do País e analisa de forma positiva a recepção das empresas. “A gente está dando foco especialmente ao eSocial, que é a dor do momento, mas a plataforma é muito maior e mais ampla do que isso. É uma solução que diminui custo, aumenta a velocidade dos processos internos e dá uma garantia de redução dos riscos de passivos na área de saúde e segurança”, explica.

    sesi viva mais ademirA Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), estatal do DF que presta serviço industrial de utilidade pública, já aderiu ao eSocial, embora a obrigatoriedade para esse tipo de empresa comece apenas em janeiro de 2020. Ademir Nunes, chefe da Divisão de Medicina e Segurança do Trabalho da Novacap, participou do evento para entender as vantagens do Sesi Viva+. “Para nós, é tudo muito novo. A nossa expectativa é que essa iniciativa pioneira do Sesi nos ajude a saber o que devemos fazer e de que forma.”

    O eSocial vem sendo gradativamente implementado e estabelece uma nova era nas relações entre empregadores, empregados e governo. Permite a fiscalização online de informações de folha de pagamento, previdenciárias, do FGTS e de SST. Com essa mudança, atividades antes realizadas apenas pelo departamento de contabilidade da empresa vão precisar de apoio em sua execução. Quando o eSocial estiver em pleno funcionamento, 25% das informações a ser enviadas pelos empregadores serão referentes a SST.

    sesi viva mais rutePensando nisso, Rute Coutinho Macedo Marinho, administradora do escritório Inteligente Contabilidade, foi ao evento e ficou aliviada ao ver que o Sesi está preparado para atender a todas as demandas que afligem os empresários. “O volume de informações de SST a ser inserido no eSocial preocupa quem cuida da contabilidade das empresas, porque a gente não tem conhecimento profundo no assunto. Há muitos escritórios perdidos nisso, então a gente veio em busca de uma parceria com o Sesi para que nossos clientes sejam atendidos pela instituição nessa área, auxiliando no eSocial”, diz.

    Vantagens

    O Sesi-DF oferece um combo mínimo para atendimento ao eSocial, que contempla o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), mapeamento ergonômico, levantamento de riscos de acidentes, monitoramento técnico e consultas ocupacionais. Outros serviços, como consultorias das normas regulamentadoras de insalubridade e periculosidade, podem ser contratados de forma complementar.

    Entre as vantagens do Sesi Viva+ estão a gestão do eSocial com alertas de não conformidades, fluxos e processos dos programas de SST; business intelligence em SST, com painéis de indicadores de gestão de riscos, de perfil e de processos; gestão do Fator Acidentário de Prevenção (FAP); gestão de conteúdos técnicos, com procedimentos de SST, vídeos de capacitação e sensibilização, informações da política da empresa e análises técnicas sobre normas regulamentadoras do setor; gestão de SST para fornecedores da empresa; e promoção e prevenção da saúde, com ações educativas e ginástica laboral, por exemplo.

    Os interessados em conhecer o Sesi Viva+ podem acessar sesivivamais.com.br e preencher o formulário ou entrar em contato com o SAC do Sistema Fibra: (61) 4042-6565.

    Centro Integrado Sesi e Senai

    Além do lançamento do Sesi Viva+, o evento de quinta-feira marcou a inauguração do Centro Integrado Sesi e Senai, no térreo do Edifício Central Park, onde antes funcionava um posto de atendimento do Instituto Euvaldo Lodi do Distrito Federal (IEL-DF).

    A partir de março, o espaço vai receber atividades e serviços das instituições que integram o Sistema Fibra ­– Federação das Indústrias, IEL, Sesi e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Assim, empresários, estudantes e a comunidade em geral terão acesso facilitado a cursos, capacitações e outros serviços.

    Veja aqui a galeria de fotos.

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Helio Montferre/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Atividades físicas, esportivas e culturais

    Atividades físicas, esportivas e culturais

     

    As atividades e oficinas do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) são para a comunidade em geral, nas três unidades: Gama, Sobradinho e Taguatinga.

    A faixa etária para começar a praticar varia conforme a modalidade e a unidade, mas há atividades para crianças, adultos e idosos. Há aulas nos turnos matutino, vespertino e noturno e as turmas são divididas nos níveis iniciante, intermediário e avançado. Os alunos podem optar por aulas uma, duas ou três vezes por semana, com duração de 50 minutos cada uma, e contam com a atenção de profissionais especializados nas respectivas atividades.

    O preço é diferenciado por duas categorias: industriários, que pagam o valor mais baixo, e comunidade. Alunos das escolas do Sesi-DF, trabalhadores da indústria e do Sistema Fibra (e dependentes) e funcionários de empresas conveniadas com o Sistema Fibra são considerados industriários. Pessoas sem vínculo empregatício com a indústria ou com empresas conveniadas pagam o valor de comunidade.

    As matrículas devem ser feitas no próprio local que oferece a atividade escolhida. A taxa de matrícula é de R$ 27 para a comunidade e de R$ 22 para industriários. Tanto a matrícula quanto as mensalidades podem ser pagas por meio de boleto bancário ou com cartão de crédito/débito.

     

    Tabela atividades esportivas e culturais v8

       

     

  • Sesi Viva+

    Sesi Viva+

    VIVA MAIS 840 220 nogreen

    O Sesi Viva+ é uma plataforma digital completa para a gestão de saúde e de segurança do seu negócio.

    O Serviço Social da Indústria (Sesi) lançou em 2018 o Sesi Viva+, que facilita o acesso e o gerenciamento de informações sobre saúde e segurança dos trabalhadores de empresas brasileiras de qualquer segmento e de qualquer porte. A plataforma está disponível para empreendimentos brasilienses desde fevereiro.

    O Sesi Viva+ oferece ao empregador um sistema para gestão dos programas legais e é especialmente útil na hora de enviar os dados ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).

    Soluções em segurança e saúde do trabalho

    Utilizando inteligência artificial, o Sesi Viva+ concentra o monitoramento de dados em um ambiente. O canal reúne informações sobre saúde, segurança e estilo de vida do trabalhador e possibilita a geração de informações qualificadas e estruturadas, além de estudos epidemiológicos para apoiar as empresas na redução de riscos legais e de custos com saúde e afastamentos, na prevenção de acidentes e no aumento da produtividade.

    A plataforma é composta pelo sistema Sesi de Segurança e Saúde do Trabalho e Promoção da Saúde (S+), pelo portal Sesi Viva+ e pelo aplicativo para celulares:

    S+ – Reúne as informações e gera os indicadores para o Sesi Viva+ sobre os programas de SST realizados pelo Sesi, de forma que a empresa tenha o histórico geral do perfil de saúde e estilo de vida de seus trabalhadores e de que cada trabalhador possa acessar seu próprio histórico.

    Portal e aplicativo – Apresentam de forma estruturada e organizada as informações dos colaboradores para análises epidemiológicas e estratégicas setoriais, além de servirem de canal de relacionamento entre Sesi, empresa e trabalhadores. Além da Rede Social do Trabalhador, há um espaço para comunicados.

    O Sesi-DF oferece um combo mínimo para atendimento ao eSocial,  que contempla o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), mapeamento ergonômico, levantamento de riscos de acidentes, monitoramento técnico e consultas ocupacionais. Outros serviços, como insalubridade e periculosidade, podem ser contratados de forma complementar.

    O Sesi Viva+ é o maior investimento privado em gestão de saúde e segurança do trabalho (SST) do Brasil. Entre suas vantagens estão a gestão do eSocial com alertas de não conformidades, fluxos e processos dos programas de SST; business intelligence em SST, com painéis de indicadores de gestão de riscos, de perfil e de processos; gestão do Fator Acidentário de Prevenção (FAP); gestão de conteúdos técnicos, com procedimentos de SST, vídeos de capacitação e sensibilização, informações da política da empresa e análises técnicas sobre normas regulamentadoras do setor; gestão de SST para fornecedores da empresa; e promoção e prevenção da saúde, com ações educativas e ginástica laboral, por exemplo.

    Soluções para o eSocial

    O Sesi Viva+ ajuda os empresários na gestão do eSocial, sistema em fase de implementação que permite a fiscalização online do governo federal ao unificar as informações institucionais dos empregados de todo o Brasil. O grande desafio do eSocial é a interligação de informações de áreas anteriormente não integradas e de outras que permaneciam apenas em arquivos, sem obrigação de envio aos entes fiscalizadores. Um quarto das informações a ser inseridas no eSocial refere-se a SST.

    VIVA MAIS 840 380 nogreen

    Leve o Sesi Viva+ para a sua empresa!

    Você terá soluções completas em gestão de SST e contará com a inteligência desenvolvida pelo Sesi para lidar com a saúde dos colaboradores.

    Contratando os serviços de SST do Sesi, sua empresa terá acesso à plataforma Sesi Viva + e a toda a inteligência oferecida por ela, além de cumprir as normas legais. O valor do Sesi Viva+ varia de acordo com os serviços contratados, o porte da empresa e o setor (empresas industriais pagam menos). Há desconto para empresas associadas aos sindicatos filiados à Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

    Se você quer mais inteligência, mais saúde e mais resultados para sua empresa, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente do Sistema Fibra pelo telefone (61) 4042-6565.

     

     

  • Evento de lançamento do Sesi Viva+ será em 21 de fevereiro  

    [ATUALIZAÇÃO: 18/2, às 12h05 – Alteração sobre as informações de cobrança do serviço.] O Sesi Viva+, plataforma do Serviço Social da Indústria (Sesi) que facilita o gerenciamento de informações sobre saúde e segurança dos trabalhadores, será oficialmente lançado no Distrito Federal em 21 de fevereiro. O evento gratuito será às 18h30, no Edifício Central Park, no Setor Comercial Norte. Empresas de qualquer segmento e de qualquer porte podem participar. É necessário fazer a inscrição pelo link.

    O Sesi Viva+ ajuda na gestão dos programas legais e, principalmente, na hora de enviar os dados ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Reúne informações sobre saúde, segurança e estilo de vida do trabalhador brasileiro e possibilita a geração de informações qualificadas e estruturadas, além de estudos epidemiológicos para apoiar as indústrias na redução de riscos legais e de custos com saúde e afastamentos, na prevenção de acidentes e no aumento da produtividade.

    O lançamento em Brasília vai contar com uma palestra sobre o eSocial e sua relação com saúde e segurança do trabalho (SST). Cláudio Patrús de Campos Bello, médico especialista do Departamento Nacional do Sesi e consultor com experiência em gestão de saúde focado em redução de passivos em empresas de grande porte, falará sobre o tema. Será uma oportunidade de empresários entenderem como o eSocial interage com questões de saúde e segurança e como o Sesi Viva+ pode ajudar na gestão dessas informações.

    Há bonificação de lançamento da plataforma para aqueles que fecharem contrato nos próximos meses.  O valor do Sesi Viva+ varia de acordo com os serviços contratados, o porte da empresa e o setor (empresas industriais pagam menos). Há desconto para empresas associadas aos sindicatos filiados à Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

    A plataforma é composta pelo sistema Sesi de SST e Promoção da Saúde (S+), o Portal Sesi Viva+ e o aplicativo para celulares. O S+ reúne as informações e gera indicadores sobre os programas de SST realizados pelo Sesi, de forma que a empresa tenha o histórico de cada trabalhador e de que este também possa acessar suas informações. O portal e o aplicativo apresentam de forma estruturada e organizada as informações dos colaboradores para análises epidemiológicas e estratégicas setoriais, além de servirem de canal de relacionamento entre Sesi, indústria e trabalhadores. Neste primeiro momento, são reunidos no S+ dados de insalubridade, de periculosidade, da Norma Regulamentadora 17 do Ministério do Trabalho, que define parâmetros de ergonomia, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).

    Os interessados em saber mais podem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente do Sistema Fibra pelo telefone (61) 4042-6565.

    eSocial

    O Sesi Viva+ ajuda as empresas na gestão do eSocial, sistema em fase de implementação que permite a fiscalização online pelo governo federal ao unificar as informações institucionais dos empregados de todo o Brasil. O grande desafio do eSocial é a interligação de informações de áreas anteriormente não integradas e de outras que permaneciam apenas em arquivos, sem obrigação de envio aos entes fiscalizadores. Um quarto das informações a ser inseridas no eSocial refere-se a SST.

    Texto: Aline Roriz
    Foto: Arquivo pessoal
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Sesi Viva+ ajuda empresas na gestão de SST e no atendimento ao eSocial

    Sesi Viva+ ajuda empresas na gestão de SST e no atendimento ao eSocial

    Audiometria Nilson

    [ATUALIZAÇÃO: 20/2, às 11h25 – Alteração sobre as informações de cobrança do serviço.] O Serviço Social da Indústria (Sesi) lançou no ano passado a plataforma Sesi Viva+, que facilita o acesso e o gerenciamento de informações sobre saúde e segurança dos trabalhadores de empresas de qualquer segmento e de qualquer porte e, principalmente, ajuda na hora de enviar os dados ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). A plataforma oferece ao empregador um sistema para gestão dos programas legais, que reduzirão riscos de autuações por órgãos fiscalizadores.

    Utilizando inteligência artificial, o Sesi Viva+ concentra o monitoramento de dados. O canal reúne informações sobre saúde e segurança e estilo de vida do trabalhador brasileiro, possibilita a geração de informações qualificadas e estruturadas, além de estudos epidemiológicos para apoiar as indústrias na redução de riscos legais, de custos com saúde e afastamentos, na prevenção de acidentes e aumento da produtividade no trabalho. Os estudos serão desenvolvidos em parceria com o Hospital Sírio-Libanês.

    O valor do Sesi Viva+ varia de acordo com os serviços contratados, o porte da empresa e o setor (empresas industriais pagam menos). Há desconto para empresas associadas aos sindicatos filiados à Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

    “A ferramenta possibilita ao empresário, além do cumprimento legal, o acesso a informações estratégicas para que ele tome medidas mais assertivas para melhorar a saúde e a qualidade de vida do empregado”, explicou Juliane Rakowicz, interlocutora do Sesi Viva+ no DF.

    A plataforma é composta pelo sistema Sesi de SST e Promoção da Saúde (S+), o Portal Sesi Viva+ e o aplicativo para celulares. O S+ reúne as informações e gera indicadores para o Viva+ sobre os programas de SST realizados pelo Sesi, de forma que a empresa tenha o histórico de cada trabalhador e que este também possa acessar seu histórico. O portal e o aplicativo apresentam de forma estruturada e organizada as informações dos colaboradores para análises epidemiológicas, estratégicas setoriais, além de servirem de canal de relacionamento entre Sesi, indústria e trabalhadores. Neste primeiro momento, são reunidos no S+ dados de insalubridade, de periculosidade, da Norma Regulamentadora 17, que define parâmetros de ergonomia, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).

    O Sesi Viva+ é o maior investimento privado em gestão de saúde e segurança no trabalho (SST) do Brasil e oferece para os empresários sete vantagens:

    • Gestão do eSocial com alertas de não conformidades e fluxos e processos dos programas de SST
    • Business Intelligence em SST, com painéis de indicadores de gestão de riscos, de perfil e de processos
    • Gestão de SST para fornecedores da indústria, com banco de dados integrado, certificados e cumprimento legais
    • Canal de relacionamento entre indústria, trabalhador e Sesi, que inclui a Rede Social do Trabalhador e espaço para comunicados
    • Gestão do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), com monitoramento de indicadores e acidentes de trabalho
    • Gestão de conteúdos técnicos, com procedimentos de SST, vídeos de capacitação e sensibilização, informações da política da empresa e análises técnicas sobre normas regulamentadoras do setor
    • Promoção e prevenção da saúde, com desenvolvimento de modelos para identificação e monitoramento de trabalhadores com doenças crônicas

    Os interessados em saber mais sobre o Sesi Viva + podem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente do Sistema Fibra pelo telefone: (61) 4042-6565.

    eSocial

    O Sesi Viva+ ajuda os empresários na gestão do eSocial, sistema em fase de implementação que permite a fiscalização online do governo federal ao unificar as informações institucionais dos empregados de todo o Brasil. O grande desafio do eSocial é a interligação de informações de áreas anteriormente não integradas e de outras que permaneciam apenas em arquivos, sem obrigação de envio aos entes fiscalizadores. Um quarto das informações a ser inseridas no eSocial refere-se a SST.

    “De todas as informações que precisam ser prestadas ao eSocial, 75% são referentes a recursos humanos e 25% são sobre SST, sendo que ambas são relacionadas. Portanto, todas precisam estar alinhadas e coerentes e o Sesi Viva+ vai ajudar os empresários para que tudo esteja correto”, explicou Juliane.

    SST

    Recentemente, o Sesi recebeu prêmio da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) que reconhece a instituição como modelo em prestação de soluções de segurança e saúde no trabalho. Anualmente, mais de 4 milhões de pessoas são beneficiadas com programas de SST e 2 milhões de pessoas participam de ações de promoção da saúde ofertadas pelo Sesi em todo o Brasil. São 50 mil indústrias atendidas.

    Texto: Aline Roriz
    Foto de audiometria: Arquivo/Sistema Fibra – 24.2.2009
    Foto do equipamento de medição de luz: Moacir Evangelista/Sistema Fibra – 17.5.2018
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Pratique atividades esportivas e culturais no Sesi-DF

    Pratique atividades esportivas e culturais no Sesi-DF

    Natacao SESI Taguatinga Foto Cristiano Costa SistemaFibra

    Promover a qualidade de vida é uma das missões do Serviço Social da Indústria (Sesi). No Distrito Federal, a população conta com atividades esportivas e culturais com preços abaixo da média de mercado. As escolinhas são tanto para alunos da Rede Sesi de Educação, que pagam menos, quanto para a comunidade em geral, nas três unidades: Gama, Sobradinho e Taguatinga. As matrículas e renovações para 2019 já podem ser feitas no próprio local que oferece a atividade escolhida.

    As modalidades esportivas são Hidroginástica, Judô, Futebol, Futsal, Ginástica Rítmica, Musculação, Natação, Tênis, Treinamento Funcional e Voleibol. Na parte cultural, as opções são Ballet, Canto Coral, Flauta, Formação Instrumental de Orquestra, Musicalização, Teatro, Teclado, Violão, Violino e Xadrez. As opções variam conforme a unidade (veja mais abaixo a tabela completa).

    As atividades atendem desde crianças até adultos e idosos – a faixa etária para começar a praticar varia conforma a modalidade e a unidade. Há aulas nos turnos matutino, vespertino e noturno e as turmas são divididas nos níveis iniciante, intermediário e avançado. Há ainda as equipes de rendimento do Sesi, cujos integrantes participam de competições dentro e fora do Distrito Federal. Os alunos podem optar por aulas duas ou três vezes por semana, com duração de 50 minutos cada.

    Para se matricular, é necessário levar cópias e originais de documento oficial com foto, CPF e comprovante de residência, além de uma foto 3×4. Caso seja menor de 18 anos, o interessado deverá estar acompanhado do representante legal com cópias e originais do RG e do CPF. Para matrículas em atividades aquáticas, é preciso ainda entregar um atestado médico. Para outras informações, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente do Sistema Fibra pelo telefone: 4042.6565.

    Atividades

    Gama

    Sobradinho

    Taguatinga

    Avaliação Física

    X

    X

    X

    Ballet

    X

     

    X

    Canto Coral

       

    X

    Flauta

       

    X

    Formação Instrumental de Orquestra

       

    X

    Futebol

    X

    X

    X

    Futsal

    X

     

    X

    Ginástica Rítmica

       

    X

    Hidroginástica

    X

    X

    X

    Judô

    X

     

    X

    Musculação

     

    X

    X

    Musicalização

    X

     

    X

    Natação

    X

    X

    X

    Teatro

       

    X

    Teclado

    X

     

    X

    Tênis de Quadra

       

    X

    Treinamento Funcional

    X

       

    Violão

    X

     

    X

    Violino

       

    X

    Voleibol

    X

     

    X

    Xadrez

       

    X

    Endereços das unidades:

    Sesi Gama
    Área Especial 1/8, Setor Central
    Atendimento: das 7h30 às 18h
     
    Sesi Taguatinga
    QNF 24, Área Especial
    Atendimento: das 7h30 às 18h
     
    Sesi/Senai Sobradinho
    Quadra 13, Área Especial 3, Lotes A/F
    Atendimento: das 8h às 21h

     

    Texto: Aline Roriz
    Foto da Natação: Cristiano Costa/Sistema Fibra
    Foto do Futebol: Helio Montferre/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra