Autor: Dayane Rodrigues dos Santos

  • Programação do 2º Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho vai até 28 de maio

    O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF) são patrocinadores do 2° Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho. A abertura oficial ocorreu na manhã desta quarta-feira, 27 de maio, no auditório da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

    O encontro é realizado pela Engenho Comunicação e tem como objetivo fortalecer o jornalismo profissional como fonte segura de informações para a sociedade, a partir da troca de conhecimento entre profissionais, docentes e estudantes da área.

    Marco Secco, diretor regional do Senai-DF e superintendente regional do Sesi-DF, foi um dos componentes da mesa de abertura do festival. Ele destacou que fortalecer o jornalismo profissional como referência da informação com transparência e qualidade é papel social que deve ser norteador para qualquer instituição com apelo público e social.

    “Participar do Festival Engenho é um momento importante para as nossas casas, Sesi e Senai. Vivemos uma era com desinformação, fake news, que circulam em todos os ambientes. Sendo assim, é fundamental que a gente tenha essa percepção de valor em relação ao tema e ajude a trabalhar no desenvolvimento dos jovens que buscam essa formação e das instituições que atuam no meio”, afirmou Secco.

    O festival segue nesta quinta-feira, 28 de maio, no período da manhã. A participação é aberta e gratuita. Veja a programação no site oficial do evento.

    Texto: Marcus Rodrigues
    Fotos: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Segurança e saúde no trabalho é tema de encontro na Fibra

    Segurança e saúde no trabalho é tema de encontro na Fibra

    21 5 2026 Conecta SST Foto Bruno Frauzino 23 de 42A Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e o Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF) promoveram nessa quinta-feira, 21 de maio, o evento Conecta SST. O encontro, na sede da Federação, reuniu empresários para tratar das principais mudanças da Norma Regulamentadora nº 1 (NR 1) e a gestão dos fatores psicossociais no trabalho.

    A norma do Ministério do Trabalho e Emprego, que estabelece as diretrizes fundamentais de segurança e saúde no trabalho (SST) no Brasil, passou por uma reformulação em 2024. A principal mudança foi a inclusão expressa dos riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Com a nova redação, o ambiente laboral passa a monitorar fatores organizacionais e de gestão que possam ter impacto sobre a saúde mental e o bem-estar dos colaboradores. Antes, o GRO abrangia apenas agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e riscos de acidentes.

    As mudanças entraram em vigor em 26 de maio do ano passado. Os primeiros 12 meses de vigência foram um período de educação e orientação, sem aplicação de multas. Agora que o prazo de ajuste às novas exigências se encerra, a Fibra e o Sesi-DF realizaram o evento para sanar dúvidas sobre as obrigações das empresas.

    “A Fibra, como entidade que preza pela defesa de interesses, busca capacitar os empresários para sustentabilidade dos negócios, e o cumprimento da legislação é um dos pilares. Já o Sesi tem a expertise de serviços, mapeamento e ações de prevenção para que de fato isso ocorra. O cuidado e a segurança dos industriários são prioridades para o setor”, afirmou, na abertura do evento, o 1º vice-presidente da Fibra, Pedro Henrique Verano.

    A programação foi conduzida pela superintendente de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Sylvia Lorena Teixeira, e pelo especialista em Segurança do Trabalho do Departamento Nacional do Sesi Tiago Luís Cardoso.

    Segundo a representante da CNI, o principal ponto é que os riscos psicossociais não dizem respeito à vida pessoal, mas sim às condições laborais que podem ter impacto direto sobre a saúde mental. “É preciso investigar o ambiente. Se for identificado o risco, é necessário criar um plano de ação para mitigar, neutralizar ou eliminar esses fatores”, explicou Sylvia. A especialista também apresentou como ocorre o processo de construção e revisão das normas regulamentadoras, os principais direitos e deveres do empregador e do trabalhador e deu exemplos de situações prejudiciais à saúde.

    Na ocasião, a superintendente de Relações do Trabalho da CNI exibiu o portal Conexão Trabalho, da Confederação, que traz publicações, infográficos e boletins sobre o universo trabalhista.

    Tiago Luís Cardoso, por sua vez, apresentou o Manual Técnico da Metodologia Sesi de Avaliação de Riscos Ocupacionais. O documento traz o levantamento de perigos, avaliação de riscos ocupacionais, determinação do nível de risco e classificação de prioridade.

    21 5 2026 Conecta SST Foto Bruno Frauzino 1 de 1.jpgCardoso explicou que o Sesi é um parceiro estratégico para que as empresas estejam em conformidade com a atualização da NR 1. “Há soluções de testagem, desenvolvimento e validação de procedimentos, e todas baseadas na escuta do trabalhador e da empresa”, disse.

    Daniela Borges (foto à direita), proprietária da indústria Natteca — indústria brasiliense de madeira e mobiliário —, afirma que encontros promovidos pela Fibra como o Conecta SST contribuem para a compreensão correta da legislação. “O dia a dia do empresário é repleto de funções operacionais, mas é fundamental pararmos para aprender e entender normas e regras. É assim que desmistificamos processos e quebramos tabus. Trata-se de um espaço de responsabilidade com o nosso público interno e de conformidade do negócio.”

    Para manter a sua empresa dentro das exigências das normas regulamentadoras de SST, acesse sesisaudedf.org.br ou ligue para o Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) do Sesi-DF — o telefone é (61) 4042-6565, opção 1, e o atendimento é em dias úteis, das 7h30 às 18h30.

    Texto: Dayane dos Santos
    Fotos: Bruno Frauzino/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    Conecta SST
  • Sistema Fibra participa da Conferência Livre ODS

    Sistema Fibra participa da Conferência Livre ODS

    18 5 2026 1ª Conferência Nacional dos ODS no IDP Foto Victor Hugo Pessoa 2 1 de 1.jpg 2O Distrito Federal recebeu na segunda-feira, 18 de maio, a Conferência Livre ODS, que integra o processo preparatório para a 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O encontro, na unidade da Asa Sul do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), reuniu representantes da administração pública, do setor produtivo, do terceiro setor, da academia e da sociedade civil.

    Os participantes debateram propostas relacionadas ao desenvolvimento sustentável, à inovação, à inclusão produtiva e ao fortalecimento, na capital federal, da Agenda 2030, um plano de ação global das Nações Unidas.

    O encontro foi correalizado pelo Sistema Fibra, pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no DF, pela Coalizão pelo Impacto e pelo Instituto Felicidade para Todos, em parceria com o IDP, o Instituto Sabin, o Instituto + Brasal, o Instituto BRB, o Instituto Gabriel Gastal, a GPS Foundation, o Instituto Global ESG, a Fundação Getulio Vargas e a Fundação Gol de Letra.

    O tema da conferência local foi Construindo Coletivamente Soluções Sustentáveis para o Futuro do DF, com o objetivo de fortalecer o papel estratégico da indústria, da inovação e das parcerias multissetoriais na transformação dos territórios e na promoção de soluções sustentáveis.

    “São assuntos que devem ser tratados com pragmatismo e sem demagogia. Reunir entidades para discutir a Agenda 2030 é um movimento fundamental para que as propostas extraídas aqui sejam viáveis e realistas”, afirmou, na abertura do evento, o 1º vice-presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Pedro Henrique Verano. Ele destacou a importância do setor industrial para o desenvolvimento. “Ambientes industrializados não têm apenas maior renda, mas têm renda mais bem distribuída. Esse fator reduz desigualdade, aumenta a escolaridade média e amplia a entrega de serviços para o cidadão. Regiões industrializadas também são mais inovadoras, mais tecnológicas e, consequentemente, mais sustentáveis.”

    Além de Verano, compuseram a mesa de abertura o conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal André Clemente, o gerente de Políticas Públicas do Sebrae no DF, Jorge Adriano Soares, a chefe de Pesquisa do Instituto Felicidade para Todos, Ana Paula Inglês, e o conselheiro da Coalizão pelo Impacto Gabriel Cardoso.

    Definição de propostas
    Após a abertura oficial, os participantes assistiram à palestra Inovação com Impacto: Tecnologia, ESG e Inclusão Social como Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável, com a especialista em ESG Cristina Castro.

    Em seguida, eles se dividiram em dois grupos para debater dois eixos da conferência nacional: o Eixo 3 (inclusão social e combate às desigualdades) e o Eixo 4 (inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável).

    Cada grupo discutiu três propostas centrais e definiu aquela que pode ser apresentada na 1ª Conferência Nacional dos ODS, prevista para ocorrer em Brasília, de 29 de junho a 2 de julho. Para isso, a equipe de representantes da conferência do DF, eleita no encontro local, terá de entregar um relatório que comprove o cumprimento dos requisitos para seguir para a etapa nacional.

    A delegada eleita foi a assessora de Responsabilidade Social do Sistema Fibra, Cida Lima, e os suplentes são o gerente de Políticas Públicas do Sebrae no DF, Jorge Adriano Soares, a diretora institucional do Instituto Gabriel Gastal, Sarah Tolentino, e a chefe de Pesquisa do Instituto Felicidade para Todos, Ana Paula Inglês.

    As pautas aprovadas foram:

    • Eixo 3: Inclusão social e combate às desigualdades

    Educação inclusiva e empreendedorismo: mobilizar a adoção de práticas de ensino emancipadoras e inclusivas, para eliminar barreiras de acesso e permanência, pela articulação entre o poder público, o terceiro setor e a iniciativa privada, promovendo o direito à educação ao longo da vida como instrumento de redução das desigualdades e de fortalecimento da cidadania plena por meio da qualificação profissional e o estímulo do empreendedorismo no DF.

    • Eixo 4: Inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável

    Ecossistema de inovação como motor do desenvolvimento sustentável: articular o setor produtivo, o governo, a academia e a sociedade civil para o desenvolvimento de soluções dos desafios sociais, ambientais e econômicos locais, posicionando o DF como referência na implementação prática da Agenda 2030, fortalecendo, assim, o ecossistema de inovação, ciência e tecnologia local.

     
    Texto: Dayane dos Santos
    Fotos: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    1ª Conferência Nacional dos ODS
  • Alunos do Sesi e do Senai-DF vivem o sonho do mundial de robótica

    Alunos do Sesi e do Senai-DF vivem o sonho do mundial de robótica

    Albatroid no First Championship 2026 FotoDayanedosSantos SistemaFibra 1.5Cinco da manhã. Desperta, levanta, toma banho, segue para o café da manhã, entra no ônibus. O destino: o maior torneio de robótica do mundo, o First Championship. Essa foi a rotina matinal de 17 estudantes e quatro professores e instrutores do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF) em quatro dias de competição.

    De 29 de abril a 2 de maio, em Houston, no estado do Texas, nos Estados Unidos, eles vivenciaram o desejo de qualquer competidor: chegar ao ápice da respectiva modalidade.

    O torneio mundial encerra cada temporada de torneios da organização estadunidense For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First), que promove o interesse de crianças e jovens por ciência, tecnologia, engenharia e matemática. No Texas, as melhores equipes de diversos países demonstram seus conhecimentos em diferentes modalidades de disputas de robô — há aqueles de Lego e até os de porte industrial, com até 56 quilos.

    São crianças, adolescentes e jovens dividindo a paixão pela tecnologia, pela inovação e pela ciência. O ambiente é de muita alegria e interesse. Há gargalhadas e sorrisos soltos, olhares atentos e curiosos a tudo que está à frente e uma grande mistura de idiomas: “De onde você é?” “Where are you from?” “¿De dónde eres?” “Woher kommst du?”

    Ali, todos os times buscam por uma premiação, mas a torcida pelo outro é genuína. Os competidores trocam dicas, ajudam quando há imprevistos e dão acalento se alguém não vai bem em uma partida. E os professores e instrutores? Conversam uns com os outros sobre os desafios que enfrentaram e compartilham metodologias e técnicas utilizadas para construção dos robôs e dos projetos.

    É assim que se veem na prática os core values — valores fundamentais —, quesito que trata de manter a competição amigável, compartilhar conhecimento e trabalhar em equipe. É preciso manifestar entusiasmo e mostrar que se pode realizar mais em grupo do que individualmente, além de expressar gentileza com todos os envolvidos no evento.

    Embora os robôs montados e programados pelos times dominem a competição mundial, os estudantes também têm de pesquisar, planejar e criar soluções que tratem de problemáticas reais. São questões com impacto social, ambiental e cultural.

    RobotsDistrict no First Championship 2026 FotoDayanedosSantos SistemaFibra 1.5Alguns estão ali pela primeira vez e outros já até se acostumaram àquela experiência. No caso do Distrito Federal, a equipe Albatroid, da modalidade First Lego Legue Challenge (FLLC), conquistou o prêmio Rising All-Star, concedido a equipes estreantes no mundial que demonstraram conhecimento sobre a competição, domínio das temáticas do torneio, espírito de equipe e alto potencial de crescimento. Premiada três vezes nacionalmente pela Excelência em Engenharia do Robô, a Robot’s District, da modalidade First Robotics Competition (FRC), foi ao mundial pela segunda temporada consecutiva.

    No fim, o que posso afirmar, como alguém que nunca havia vivido o First Championship, é que é algo surreal e único. Eu, uma jornalista brasiliense que já cobriu torneios escolares, regionais, nacionais e um internacional de robótica fico sem palavras para expressar em texto a grandiosidade do mundial.

    Uma certeza de todos os envolvidos, direta ou indiretamente, é que a robótica cria e transforma. Quem a vive entende o impacto e o valor que ela tem para a educação de crianças e jovens.

    Nas escolas da Rede Sesi-DF de Educação a educação tecnológica faz parte da grade curricular de todos os estudantes, em atividades de programação e robótica e de desenvolvimento do pensamento computacional. Aqueles que se identificam com a robótica podem concorrer a uma vaga para compor uma das equipes que representam a instituição em torneios.

    A robótica em números
    Competiram no First Championship 2026 mais de 50 mil estudantes de 66 países. Participaram 17 equipes brasileiras de nove estados e do Distrito Federal. A delegação foi liderada pelo Departamento Nacional do Sesi, operador oficial dos torneios da First no Brasil.

    Durante as cerimônias de encerramento da edição de 2026 do First Championship, foi lançada a temporada 2026/2027: First Canopy, com foco em biodiversidade. Saiba mais aqui.

    Veja o que os estudantes que representaram Brasília pensam sobre o mundial:

    “O maior aprendizado que levo do torneio mundial é acreditar em si mesmo. Estar junto das melhores equipes do mundo é fantástico. Por isso, é preciso valorizar o trabalho do grupo, que foi de muito esforço e dedicação. Para a próxima temporada, em que o tema [biodiversidade] tem tudo a ver com o nosso país, eu espero que a Albatroid crie um projeto que represente a diversidade da natureza. E, claro, desenvolva um robô que se destaque, mais uma vez, como um dos melhores”, Isabela Brito, de 12 anos, membro da Albatroid e aluna do 7º ano do Ensino Fundamental do Sesi Taguatinga.

    “O torneio mundial de robótica é a porta de entrada para diversos países. Em um mesmo local é possível ter contato com a Alemanha, o Canadá e o México, por exemplo. São pessoas e culturas que eu jamais imaginei ter a chance de conhecer um dia. Foi a minha primeira viagem internacional, e eu fui muito feliz em estar ao lado da minha equipe e ter conquistado isso por mérito próprio. A classificação para o mundial reflete a vitória dos treinos, dos estudos e das pesquisas que realizamos. Para a temporada 2026/2027, o meu desejo é levarmos para o Brasil o prêmio de Sustentabilidade, que destaca as soluções de impacto ambiental e social”, Mariana Soares, de 16 anos, integrante da Robot’s District e aluna da 2ª série do Ensino Médio do Sesi Taguatinga.

    Texto e fotos: Dayane dos Santos
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Quadra poliesportiva do Sesi/Senai SIG é inaugurada

    Quadra poliesportiva do Sesi/Senai SIG é inaugurada

    quadra poliesportiva sesisenaisig foto nilson carvalho sistemafibra 10.4.2026Na tarde de quinta-feira, 9 de abril, foi oficialmente inaugurada a quadra poliesportiva da escola do Setor de Indústrias Gráficas (SIG) da Rede Sesi-DF de Educação. Os 205 estudantes da unidade utilizam o espaço para as atividades esportivas desde o início do ano letivo, em janeiro. Lá, podem praticar basquete, futebol, futsal e handebol, por exemplo.

    A inauguração ocorreu após reunião ordinária conjunta dos Conselhos Regionais do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF) e do Conselho de Representantes da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra). Na ocasião, também houve uma visita guiada pela unidade educacional, que é um espaço integrado do Sesi e do Senai-DF para a oferta de educação básica e de cursos de qualificação profissional.

    A escola, que tem cerca de mil metros quadrados de área utilizada, conta, além das salas de aula, com laboratórios de Ciências e Informática, auditório, biblioteca, Espaço Maker, refeitório com copa, lanchonete, espaços de convivência para alunos, de descanso para funcionários e de atendimento educacional especializado, salas administrativas e, agora, a quadra poliesportiva de 388,44 metros quadrados na cobertura do prédio.

    Desde 2024, o Sesi-DF oferta o Ensino Médio no espaço. Durante dois anos, manteve parceria com a Imprensa Nacional, localizada em um prédio vizinho, para utilizar a quadra esportiva da entidade e atender os alunos nas atividades de Educação Física.

    “A inauguração da quadra poliesportiva marca mais um avanço para entrega efetiva do processo de educação dos alunos, pois eles vão utilizar a unidade em sua totalidade. Não é apenas um espaço para práticas esportivas, mas é possível promover feiras e eventos culturais e educativos”, avalia Marco Secco, superintendente regional do Sesi-DF e diretor regional do Senai-DF.

    Além do SIG, o Sesi-DF e o Senai-DF têm unidades educacionais no Gama, em Sobradinho e em Taguatinga.

    Texto: Dayane dos Santos
    Fotos: Bruno Frauzino/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    Inauguração da quadra e de reformas na unidade Sesi/Senai SIG
  • Sesi e Senai-DF recebem Selo Social por ações realizadas em 2025

    Sesi e Senai-DF recebem Selo Social por ações realizadas em 2025

    12 3 2026 Selo Social Distrito Federal DF 2025 Foto Bruno Frauzino 4788.jpgO Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e o Serviço Nacional da Indústria do DF (Senai-DF) conquistaram o Selo Social, que certifica iniciativas ligadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pelas Nações Unidas. A cerimônia ocorreu no auditório do Palácio do Planalto, na tarde de quinta-feira, 12 de março.

    São 45 organizações certificadas no ciclo de 2025. A realização é do Instituto Selo Social, em parceria com a Rede Salesiana Brasil. “O Selo Social não é só uma certificação, é um processo de mobilização de organizações que saíram do lugar-comum e vieram pensar em conjunto com a gente para alavancar a Agenda 2030 no nosso território”, explicou a diretora-executiva do instituto, Carina Giunco.

    A certificação ao Sesi-DF considerou três ações: a arrecadação de doações a instituições sociais; a oferta de atividades lúdicas, esportivas, recreativas e de cuidados pessoais em eventos; e a tecnologia social do cuidado, em atenção aos próprios colaboradores do Sesi-DF, com a realização de terapia comunitária integrativa e de dinâmicas com técnicas de resgate da autoestima. As ações beneficiaram 1,3 mil pessoas e estão ligadas aos ODS 3, 10 e 17, relacionados, respectivamente, à saúde e ao bem-estar, à redução das desigualdades e a parcerias e meios de implementação.

    No caso do Senai-DF, a tecnologia social do cuidado em benefício dos colaboradores também foi considerada, além do Programa Mais Senai, que oferta capacitações gratuitas fora das unidades de ensino. As duas iniciativas se relacionam também aos ODS 3, 10 e 17, além do 4 (educação de qualidade), e alcançaram 2.170 pessoas em 2025.

    Os ODS são 17 metas globais pactuadas por líderes mundiais em 2015 em uma agenda das Nações Unidas que vai até 2030. Abordam os principais desafios de desenvolvimento enfrentados no mundo.

    “Todos são objetivos muito relevantes e há interdependência entre eles. Nada melhor do que instituições como as nossas, que são mantidas pela indústria, mas têm foco social, contribuírem para um processo como esse”, avalia Marco Secco, superintendente regional do Sesi-DF e diretor regional do Senai-DF, que recebeu as placas alusivas à certificação. No evento, ele estava acompanhado da assessora de Responsabilidade Social do Sistema Fibra, Cida Lima, e de profissionais das duas instituições certificadas.

    Texto: Samira Pádua
    Fotos: Bruno Frauzino/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Economia circular e inovação digital norteiam discussões da Semana Pedagógica do Sesi-DF

    Economia circular e inovação digital norteiam discussões da Semana Pedagógica do Sesi-DF

    23 1 2026 Semana Pedagogica Foto Bruno Frauzino 1 de 4.jpgAs equipes técnico-pedagógicas dos Departamentos Regionais do Distrito Federal do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) se reuniram antes do início do ano letivo para compartilhar os resultados de 2025 e as metas para 2026 e para participar de palestras e oficinas, além de elaborar os respectivos planejamentos pedagógicos.

    Na manhã de sexta-feira, 23 de janeiro, último dia de atividades das semanas pedagógicas das instituições, as duas equipes se encontraram. Os profissionais assistiram à palestra Economia Circular e Inovação Digital: Caminhos para uma Educação Sustentável, tema central das programações. A ação unificada ocorreu na Sala Yara Amaral, no Centro Cultural Sesi, em Taguatinga. Antes, a Cia de Comédia G7 encenou um pocket show de improviso sobre temas relacionados à rotina educacional.

    Ministrada pelo cofundador do Instituto de Contracultura Francisco Nilson Moreira Costa e Silva, conhecido como Chicão, a palestra explorou ideias para inovar em sala de aula e a importância de ações práticas. “A sustentabilidade por si só não é o caminho, é preciso aplicar a regeneração. Isso significa renovar ferramentas e mecanismos para evoluirmos e transformarmos as relações sociais e de economia com o planeta”, afirmou o mestre em Desenvolvimento Sustentável.

    Chicão acredita que o modelo ideal de mobilização esteja diretamente ligado ao tripé empatia, colaboração e experimentação. “Este é o caminho para que a inovação ocorra de maneira efetiva e tenha valor percebido”, explicou ao público, com o qual dividiu insights sobre tendências da transformação ambiental e cases de sucesso de escolas que implementaram projetos inovadores socioambientais.

    Antes da palestra, a gerente executiva de Educação do Sesi e do Senai-DF, Valéria Silva, destacou a necessidade da formação continuada, da troca de experiências e do alinhamento das equipes. “A comunicação assertiva é primordial para que os processos sejam bem executados, por isso encontros como este são fundamentais para que haja entendimento e organização do trabalho que vamos entregar aos nossos estudantes. O foco aqui é a melhoria dos recursos humanos, que são vocês”, disse.

    De 19 a 23 de janeiro, os instrutores e as equipes técnico-pedagógicas do Senai-DF participaram da semana pedagógica na escola de Taguatinga, que contou com ações divididas por áreas técnicas. A programação do Sesi-DF foi de quarta (21) a sexta (23), com discussões sobre o uso de recursos digitais de forma criativa, inclusiva e responsável, que favoreçam práticas pedagógicas que reduzam impactos ambientais.

    As semanas pedagógicas marcam o início do período letivo e ocorrem em duas etapas — uma em janeiro e outra no segundo semestre. As aulas na Rede Sesi-DF de Educação têm início nesta segunda-feira (26). Os cursos do Senai-DF que estão em andamento, em sua maioria, também retornam nesta semana.

    Texto: Dayane dos Santos
    Fotos: Bruno Frauzino/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    Semana Pedagógica
  • Rede Sesi-DF de Educação forma 445 alunos em 2025

    Rede Sesi-DF de Educação forma 445 alunos em 2025

    1000098030Alunos dos Ensinos Fundamental e Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Rede Sesi-DF de Educação celebraram a conclusão das respectivas etapas escolares em cerimônias de formatura nas noites de 18 e 19 de dezembro. Os eventos ocorreram no ginásio da escola de Taguatinga do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e diplomaram 445 estudantes.

    Na noite de quinta-feira (18), foi a colação de grau dos alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio das escolas do Gama e de Sobradinho. Na sexta-feira (19), foi a vez dos formandos de Taguatinga e de alunos da EJA. Familiares, amigos e professores estiveram nos momentos que marcaram o encerramento dos ciclos acadêmicos.

    As formaturas representam, ainda, o início de jornadas, destacou o superintendente regional do Sesi-DF, Marco Secco, que esteve na primeira noite de celebração. “A metodologia educacional do Sesi-DF é orientada para o futuro do trabalho, promovendo o desenvolvimento de competências tecnológicas e de inteligência socioemocional nos estudantes. Embora exista um amplo leque de possibilidades formativas, o foco principal é a preparação para a indústria. É uma formação integral, que vai além do domínio de diferentes áreas do conhecimento, mas que também trabalha autonomia e estimula a inovação”, explica.

    Na educação regular, por meio da abordagem STEAM (acrônimo em inglês com as iniciais de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), os professores atuam como mediadores do conhecimento, dando, assim, autonomia e protagonismo aos alunos. Os conteúdos são ministrados de forma integrada e interdisciplinar.

    1000098051Os estudantes têm acesso a tecnologias educacionais e são estimulados a participar de competições regionais, nacionais e internacionais desse universo. Há, ainda, a opção de contratar o Programa Bilíngue, no idioma inglês. No caso do Ensino Médio, é possível definir um itinerário formativo da própria escola, para aprofundar o aprendizado, ou escolher um curso técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) — a maior rede de educação profissional da América Latina. Saiba mais em sesi.df.org.br.

    Sarah Vieira, de 18 anos, formanda do Sesi/Senai Sobradinho, sai da instituição com o diploma do Ensino Médio do Sesi mais a formação no curso Técnico em Eletrotécnica do Senai. “Aprendi sobre noções básicas de eletricidade, sistemas elétricos e automação, por exemplo. São assuntos que valem para além do profissional, é uma habilidade para vida”, acredita a jovem. Sarah sonha em cursar Direito e diz que estudar no Sesi foi fundamental para que ela persiga esse desejo. “Eu sempre fui tímida, mas na escola aprendi a superar esse medo. Os trabalhos em sala de aula e a necessidade de criar uma rotina de estudos me ajudaram a ter mais confiança.”

    1000098057A Rede Sesi-DF de Educação também oferta aos estudantes do Ensino Fundamental o Programa Sesi Total, conjunto de ações educativas, esportivas, culturais e recreativas no turno contrário ao das aulas. Rafael Dantas, de 14 anos, aproveitou as atividades. “É muito legal fazer esportes na própria escola, já conheço os ambientes e os colegas, o que torna tudo mais divertido”, conta o aluno, que se formou no Ensino Fundamental no Sesi Gama e já praticou futsal, natação e vôlei, além de ter feito aulas de teatro.

    Entre os formandos da EJA, histórias de superação. A modalidade é destinada a jovens e adultos que não concluíram o Ensino Fundamental ou o Médio no tempo regular — com aulas a distância e um encontro presencial por semana. A juramentista do grupo deste ano foi a catadora Kedima Silva, de 35 anos. “Sempre tive o desejo de voltar a estudar, mas a rotina de trabalho e os cuidados com a casa não deixavam. A EJA a distância mudou tudo, pois pude conciliar os estudos com o meu tempo livre. Agora que criei o hábito, vou procurar novos cursos para me qualificar”, planeja.1000098036

    Kedima não se formou sozinha. Ela estava ao lado da mãe, Maria de Lourdes, e da filha Jhulie. As três estudaram juntas e recuperaram o tempo perdido. “A nossa colação é ainda mais especial, pois uma motivou a outra a não desistir. É uma vitória conjunta”, orgulha-se. Elas integram um grupo de dez pessoas que trabalham na Recicle a Vida, um dos parceiros do Sesi-DF que levam a EJA para o ambiente laboral de forma gratuita.

    Neste ano, 91 estudantes concluíram o Ensino Fundamental, 339 o Ensino Médio e outros 15 a EJA.

    Texto: Dayane dos Santos
    Fotos da cerimônia de 18 de dezembro: Bruno Frauzino/Sistema Fibra
    Fotos da cerimônia de 19 de dezembro: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra

    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Conectados 60+ incentiva desenvolvimento e protagonismo de idosos

    Conectados 60+ incentiva desenvolvimento e protagonismo de idosos

    17 12 2025 Finalização do projeto Conectados 60 Foto Victor Hugo Pessoa CAPA 34Com foco no cuidado, na valorização das histórias de vida e no fortalecimento das relações humanas, o Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) realizou, de setembro a dezembro, o projeto Conectados 60+. A ideia foi promover a inclusão e o protagonismo de pessoas a partir de 60 anos, por meio do desenvolvimento de competências e do aprimoramento de habilidades.

    Apoiado pelo Conselho Nacional do Sesi, o projeto Conectados 60+ atendeu gratuitamente 43 pessoas, divididas em duas turmas — uma no Sesi São João XXIII, na região administrativa do Gama, e a outra na escola de Taguatinga do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF). A promoção da longevidade ativa, saudável e significativa se deu com ações educativas, culturais, psicossociais e de qualificação profissional, valorizando experiências e a diversidade etária.

    Os participantes tiveram acesso a uma programação variada e integrada. O Senai-DF ofereceu dois cursos de aperfeiçoamento profissional: Informática Básica e Tecnologias para a Vida Moderna, proporcionando atualização de conhecimentos e contato com novas tecnologias e práticas do mercado. O Sesi-DF conduziu atividades voltadas ao desenvolvimento humano, estimulando o autoconhecimento, o autocuidado, a alimentação saudável, a comunicação, o trabalho em grupo e o bem-estar emocional. O Instituto Euvaldo Lodi do DF (IEL-DF), por sua vez, realizou encontros sobre educação financeira, para orientar os idosos a gerenciar o dinheiro de forma consciente e segura.

    Houve também oficinas de musicalização, ministradas pelo Patubatê — grupo performático de percussão que usa instrumentos de materiais recicláveis. Os idosos aprenderam a construir instrumentos e tiveram acesso a conteúdos sobre ritmo.

    “O Conectados 60+ buscou promover a integração desses homens e dessas mulheres ao mundo contemporâneo, incentivando o acesso às tecnologias e a conexão com novas formas de interação e aprendizado. A metodologia e a abordagem multidisciplinar garantiram a efetividade da iniciativa, ao valorizar a história de vida de cada um do grupo”, afirmou a assessora de Responsabilidade Social do Sistema Fibra, Cida Lima, durante a cerimônia de formatura das duas turmas, que ocorreu na quinta-feira, 17 de dezembro, no Senai Taguatinga. Também participaram do evento a coordenadora de Educação Profissional do Senai-DF, Francispaula Costa, o gerente do Senai Taguatinga, Keison Souza, e familiares dos formandos.

    Outro eixo importante do projeto foi a Educação em Direito, conduzida pelo Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade (IEDF), que contribuiu para ampliar a compreensão sobre direitos, cidadania e convivência social, fortalecendo a autonomia e a consciência cidadã. “Vocês são a prova de que nunca é tarde para recomeçar e de que o conhecimento é uma ponte que nos leva à autonomia, e, ainda, que a cidadania se fortalece quando entendemos os nossos direitos para a construção de uma sociedade mais justa”, disse a presidente do instituto, Sandra Taya, aos formandos.17 12 2025 Finalização do projeto Conectados 60 Foto Victor Hugo Pessoa CAPA 41

    Cícero dos Santos, de 71 anos, integrou a turma de Taguatinga, no mesmo lugar onde, ainda em 1978, fez os cursos de Noções Básicas de Eletricidade e de Eletricista Predial do Senai. Foi motivado pelos filhos que ele entrou novamente em uma sala de aula. “Depois da perda da minha esposa, eu me vi desmotivado e abalado com o luto. Meus filhos me inscreveram e me incentivaram a participar, e hoje eu só tenho a agradecer. Foi uma experiência fantástica, em que aprendi coisas novas e que me despertou o desejo de continuar estudando, pois quero estar familiarizado com o mundo digital para interagir mais com os meus netos.” Cícero tem oito filhos e 35 netos. “Tenho muito que aprender, a família é grande e a geração de jovens é a maior”, brinca.

    A moradora do Gama Maria Paulina de Souza, de 68 anos, foi a oradora da turma da sua região. Na cerimônia de encerramento, ela destacou a importância de pessoas de 60 anos ou mais estarem integradas ao universo da tecnologia. “Nós ficamos esquecidos, afastados da realidade e do que acontece no mundo, simplesmente pelo fato de não sabermos usar ferramentas tecnológicas. O novo é algo que nos assusta, e, quando buscamos ajuda, escutamos a famosa frase ‘Eu já te ensinei isso, você já esqueceu?’ Ouvir isso dói. No Conectados 60+ foi o contrário, pois todos foram extremamente pacientes e atenciosos conosco, repetiam e ensinavam tudo de forma carinhosa. Saímos do projeto com o coração cheio de alegria”, declarou. A jovem senhora, como ela mesmo se intitula, é atuante nas redes sociais e uma estudante assídua. Atualmente cursa Psicanálise.

    Texto: Dayane dos Santos
    Fotos: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    Finalização do projeto Conectados 60 +
  • Semana Sesi na Indústria levou saúde, bem-estar e cultura a 3.295 empregados de seis empresas

    Semana Sesi na Indústria levou saúde, bem-estar e cultura a 3.295 empregados de seis empresas

    1 12 2025 Semana Sesi na Indústria World Telecomunicações Foto Victor Hugo Pessoa CAPA 8Um momento para cuidar da mente e do corpo e para recarregar as energias. Essa foi a proposta da Semana Sesi na Indústria, que levou gratuitamente ações integradas de saúde, bem-estar e cultura a seis indústrias do Distrito Federal. As atividades ocorreram de 27 de outubro a 5 de dezembro. A programação durou uma semana em cada empresa.

    O projeto, realizado pelo Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) com o apoio do Conselho Nacional do Sesi, passou pelas empresas Capital Recicláveis, Axia Energia, ProClima Engenharia e Facilities, Base Incorporações, Seara e World Telecomunicações. Foram 14.533 atendimentos, beneficiando 3.295 trabalhadores.

    “Na correria, a gente acaba deixando de lado algumas coisas relacionadas à saúde, por isso é sempre bom participar dessas atividades na empresa. É uma iniciativa muito boa para a gente”, avaliou o técnico em telecomunicações da World Anderson Rodrigues, de 40 anos. A equipe do Sesi-DF promoveu atividades na empresa na primeira semana de dezembro.

    Anderson foi um dos primeiros da fila do circuito saúde, em que passou por avaliações de glicemia e de pressão arterial e exame de bioimpedância na manhã do primeiro dia de atividades na empresa, em Taguatinga. “Está tudo dentro dos parâmetros. Agora é ir a campo iniciar as atividades”, disse.

    Gerente técnico da World, Ezio Bonifácio afirma que ações como a Semana Sesi na Indústria facilitam o acompanhamento da saúde pelo trabalhador. “É uma excelente iniciativa. A visão da empresa passa pela boa produtividade em campo, mas também esperamos que nosso colaborador esteja bem”, ressalta.

    Além de exames, o Sesi-DF levou às empresas atividades como ginástica laboral, massagem, palestras sobre ergonomia e saúde mental, jogos de xadrez, dama e dominó e apresentações cênicas e musicais.

    O superintendente regional do Sesi-DF, Marco Secco, afirma que a ideia do projeto Semana Sesi na Indústria foi levar ações e serviços realizados pelo Sesi para onde está o industriário. “Isso está alinhado à nossa missão de dar resposta à necessidade da indústria olhando o lado da saúde, da segurança e da produtividade, mas também à perspectiva da saúde para a qualidade de vida do nosso trabalhador”, destaca.

    31 10 2025 Semana Sesi na Indústria Capital Reciclaveis Foto Bruno FrauzinoConexão Sesi
    O projeto Semana Sesi na Indústria integra o edital Conexão Sesi, do Conselho Nacional do Sesi. Segundo o presidente do órgão colegiado, Fausto Augusto Junior, o edital nasceu com o propósito de fomentar iniciativas voltadas ao bem-estar, integrando cuidado, cultura e, sobretudo, saúde. “O Conexão Sesi busca articular dinâmicas sociais locais, mobilizando diferentes atores regionais para identificar demandas e incentivar o desenvolvimento de projetos sustentáveis, alinhados às realidades de cada território”, explica.

    A saúde, enfatiza Fausto, precisa ocupar um lugar central no debate contemporâneo, em especial diante da transição geracional em curso: “Estamos envelhecendo, e isso exige um novo olhar sobre prevenção, promoção da saúde e qualidade de vida. Não se trata apenas de reduzir adoecimentos, mas de construir ambientes que favoreçam trajetórias mais longas, ativas e produtivas. Quando a saúde é cuidada de forma integral, todo o ecossistema se fortalece”.

    A abertura das ações da Semana Sesi na Indústria ocorreu em 29 de outubro, no edifício-sede da Federação das Indústrias do DF (Fibra), com o workshop O Futuro é Comunitário O Futuro é Comunitário, cujo propósito foi contribuir para a compreensão sobre iniciativas de impacto social. Participaram representantes de 37 instituições convidadas, entre empresas industriais, organizações da sociedade civil e entidades do terceiro setor.

    Texto: Samira Pádua
    Foto da aferição de pressão: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Foto da massagem: Bruno Frauzino/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra