Autor: Roseane Agna

  • Jopese mobiliza trabalhadores da indústria na prática de esportes

    Jopese mobiliza trabalhadores da indústria na prática de esportes

    sesi jopese 2015 xadrezO Sesi realizou, no último sábado (28/11), o primeiro dia das competições da 31ª edição dos Jogos Poliesportivos Sesi Empresas (Jopese). O evento reuniu as companhias Ciplan, Bimbo, Brasal, Correios, Metrô, Caesb, PH Engenharia, Proclima, União Química e Rexam, todas ligadas ao Sesi, e mobilizou cerca de 482 trabalhadores da indústria divididos em nove modalidades. Os atletas foram divididos em equipes e entraram no ritmo competitivo ao disputar as modalidades Futebol de Campo, Futsal, Futebol Sete Máster, Vôlei, Tênis de Mesa, Xadrez e Natação. Os jogos foram realizados nas dependências da unidade Sesi do Gama e do estádio Bezerrão, ícone da cidade. O evento contou, ainda, com o apoio do Banco do Brasil. Durante todo o dia, uma unidade móvel da instituição financeira esteve no Sesi para que os trabalhadores pudessem fazer depósitos e saques, além de negociar, com facilidade, empréstimos e contratações de consórcio.

    De acordo com o Coordenador Geral do evento, Willian Vitorino, o Jopese busca estimular a prática esportiva entre os industriários, oferecendo condições na obtenção de hábitos saudáveis e de integração, além de favorecer a compensação dos desgastes causados pelo trabalho, no cotidiano. “Nós temos vários relatos, experiências e dados de que, quando você oferece ambientes de integração que promovam atividade física e qualidade de vida, o trabalhador passa a se sentir motivado. Isso afeta diretamente a produtividade dentro da empresa”. Vitorino acredita também que o incentivo do empregador a seus funcionários à prática de esportes, lazer e qualidade de vida desperta a confiança dos colaboradores, mantendo uma boa relação e uma melhor gestão. “Com o apoio a essas ações, o empresário conquista a lealdade do trabalhador”, completa o Coordenador do Jopese.

    A Disputa

    A forte chuva que tomou conta da cidade do Gama na tarde de sábado, não atrapalhou o ânimo dos atletas nas competições. As jogadoras de Vôlei feminino do Metrô não conseguiram se classificar para a final, mas saíram satisfeitas da quadra pela participação e desempenho da equipe, já que nem todas as funcionárias se conheciam e não conseguiram treinar juntas. “O importante é participar. Não ganhamos o jogo, mas eu ganhei novas amizades, porque conheci outras funcionárias que trabalham em outras estações e horários diferentes do meu. Essa paradinha no trabalho é muito boa. Já voltamos com outro gás para as nossas atividades e para vida,” afirma a agente de segurança do Metrô, Viviane Aguiar.

    A Brasal Refrigerantes garantiu, nos gramados, a vitória em seu primeiro duelo do dia contra a PH Engenharia, pelo placar de 4 a 2. O analista de Gestão de Ativos e técnico do time de futebol da empresa, Paulo Borges, conta que a participação no Jopese integra os funcionários e gera um ambiente saudável dentro da corporação. “Como é uma indústria e são muitas etapas, às vezes as pessoas não conversam e não se conhecem. Mas quando se fala nessas competições, a gente os vê combinar os jogos e interagir. Às vezes você passa pela pessoa todo dia, mas não cumprimenta porque não conhece. Depois dos jogos, que você já teve um momento de lazer com aquela pessoa que não conhecia, já passa a cumprimentá-la todo dia”, afirma o técnico.

    Paciência e concentração pautaram as partidas de Xadrez no Jopese. O administrador postal dos Correios, Sidnei Bissacout, já conhecido por consagrar-se campeão em outras edições da competição, conta que seu primeiro contato com o jogo de tabuleiro deu-se aos 13 anos de idade. A correria da vida, escola, faculdade e trabalho, fizeram com que o industriário deixasse de lado a prática esportiva. Foi apenas no Jopese que Sidnei pode retomar uma de suas maiores paixões. “Quando criança eu me dediquei muito, porque comecei a ganhar várias competições, mas quando chegou a fase de estudo eu tive que abandonar o jogo. Não conseguia conciliar os dois. Então, a competição me trouxe essa oportunidade, novamente, no ano de 2010. Desde então, eu sempre participo dos jogos dos Sesi,” completou o atleta que garantiu, mais uma vez, o título de campeão de Xadrez Rápido, nesta edição do Jopese.

    Confira os resultados dos jogos de Sábado (28/11).

    Futebol de Campo
    Ciplan 02 x 01 União Química
    PH Engenharia 02 x 04 Brasal
    União Química 06 x 03 Metrô
    PH Engenharia 03 x 02 Caesb

    Futsal Masculino
    Rexam 04 x 11 União Química
    Correios 13 x 00 Bimbo
    Rexam O x W Procilma
    Bimbo O x W Metrô

    Futebol Sete Master
    Caesb 04 x 00 Ciplan
    Correios 04 x 00 Brasal
    Correios 01 x 04 Metro
    Brasal W x O Ciplan

    Vôlei Feminino
    Caesb 02 x 00 Metrô
    Metrô 00 x 02 ECT

    Xadrez Rápido
    1º Sidnei Coutinho Bissacout – Correios
    2º Valério Adilson Marinho – Correios
    3º Neto José Reinaldo Felício – Metrô
    4º Colegar Renato Gomes – Correios

    Xadrez Pensado
    1º Gilberto Ney Rodrigues – Correios
    2º Hélio Cardoso – Correios
    3º Carlos Henrique Valério – Brasal
    4º João Rafael de Souza Reis – Rexam

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  • Conheça a história da equipe Energybots

    Conheça a história da equipe Energybots

    sesi df robotica perfil energybots perfil siteA equipe Energybots foi criada em 2014 e em sua primeira participação no Torneio Regional de Robótica, recebeu o prêmio de inovação e criatividade, mas não foi classificada para a Etapa Nacional. A origem do nome do grupo veio da junção da palavra ENERGY, que remete aos conceitos de ação, atividade, carga, eficácia, esforço, força, intensidade e vigor, ao termo BOTS, que significa robô. 

    Na temporada 2015/2016 – Trash Trek, o grupo formado por 11 competidores, com idades entre 11 e 14 anos, dois técnicos e um mentor cedido pela Universidade de Brasília (UnB), está confiante com seu projeto de pesquisa e com seu robô, frutos de meses de dedicação, preparação e muito trabalho. “A equipe demonstrou muita resiliência ao superar algumas dificuldades nessa temporada. Os meninos estão mais maduros e focados”, analisou a técnica suplente do time, Elaine Escola.

    Projeto de Pesquisa
    Neste ano, a temporada Trash Trek desafia os participantes a criar mecanismos que reduzam a produção de lixo ou melhorem a maneira de lidar com os resíduos, a fim de contribuir para a redução dos impactos ambientais. E assim como nos anos anteriores, o Torneio de Robótica FLL traz como tema um problema do mundo real para que as equipes desenvolvam soluções inovadoras e compartilhem suas ideias.

    A partir da proposta dessa edição do torneio, a equipe desenvolveu uma “Ecomanta”, espécie de manta termoacústica feita a partir de pó e serragem de madeira, plástico de garrafa pet e embalagem tetra pak triturada. Este produto dará uma destinação para os resíduos produzidos pela indústria de madeira e mobiliário, geralmente descartados sem nenhuma utilidade. “A ‘Ecomanta’ é totalmente reciclável e pode ser aplicada como forro em residências, por exemplo”, explica o técnico da equipe, Roger Diego Aragão.

    A fim de compartilhar sua ideia com as outras equipes, o time criou um protótipo do projeto e instalou em uma maquete para simular a aplicação da ideia em uma casa. A eficiência do material será avaliada e validada pelo Senai-DF, um dos parceiros da Robótica do Sesi Gama.

    Perfil dos Competidores

    sesi df robotica gama energybots ana beatrizAna Beatriz da Silva Gonçalves de Araújo
    8º ano do Ensino Fundamental
    Bia entrou na Robótica porque viu a oportunidade de fazer algo diferente, de viver uma nova experiência. Segundo a aluna de 13 anos, a emoção que envolve o torneio é a característica mais marcante da competição. A futura veterinária acredita, ainda, que o desenvolvimento do projeto de pesquisa possibilita inúmeros aprendizados que podem ser úteis na faculdade, entre eles a aplicação das normas da ABNT, por exemplo.
    “A Robótica me ajudou a ser uma pessoa mais organizada e eu aprendi a trabalhar em equipe.”

    sesi df robotica gama energybots catharinaCatharina Farias Lima
    9º ano do Ensino Fundamental
    Cat, como é conhecida entre os amigos, adora assistir séries de super heróis, ler, escrever e dedicar um tempo para aprender computação gráfica. Aos 14 anos, a estudante sempre quis fazer parte do projeto de Robótica, porque gosta de brincar com Lego, pesquisar sobre diversos temas e achar a solução para o problema proposto na temporada. Catharina quer ser bióloga marinha ou dubladora, quem sabe engenheira. Enquanto ela não decide o que quer ser, Cat tem apenas um desejo: passar para a Etapa Nacional do Torneio.
    “O que mais gosto na competição é a interação entre as equipes de todo o Brasil, poder conhecer novas pessoas, sotaques diferentes, gosto também das brincadeiras e de ampliar meus conhecimentos.”

    sesi df robotica gama energybots daniel rochaDaniel Rocha Gonzaga Porto
    7º ano do Ensino Fundamental
    O jovem de 12 anos, também conhecido como “Danicrew”, adora jogar videogame e assistir filmes de ficção científica nas horas vagas. Daniel lembra, com orgulho, da participação da Energybots na temporada anterior, quando o time ganhou o prêmio de estratégia e inovação. Nesta edição, o aluno está confiante no bom desempenho da equipe. Na competição, gosta muito da parte de programação do robô e do desafio da mesa. Para o futuro, sonha ser engenheiro aeroespacial ou robótico.
    “O nosso projeto é muito útil em dias de temperaturas extremas, porque pode ajudar a melhorar a sensação térmica do ambiente.”

    sesi df robotica gama energybots giovannaGiovanna Ferreira da Silva
    7º ano do Ensino Fundamental
    Essa não é a primeira vez que a estudante de 12 anos participa de um Torneio de Robótica da FLL. Giovanna acredita que sua experiência anterior, na competição, contribuiu para sua preparação emocional, técnica e integrou, ainda mais, a equipe. Apaixonada pela arte de cozinhar, “Xofana”, como é chamada pelos amigos, faz sobremesas deliciosas em seu tempo livre. Ao falar sobre a profissão dos sonhos, Giovanna fica dividida entre engenharia e gastronomia, mas não tem pressa em decidir.
    “Eu fico impressionada com o fato de ter apenas 12 anos e poder ajudar o mundo de alguma forma. Eu poderia fazer qualquer outra coisa com essa idade, mas escolhi construir meu futuro a partir de agora.”

    sesi df robotica gama energybots henrique holingerHenrique Holinger Medeiros de Souza
    8º ano do Ensino Fundamental
    Quando não está envolvido nas atividades de Robótica, Henrique adora bater um papo com os amigos, jogar baralho e videogame. Inicialmente, o estudante participou da seleção interna da Robótica por curiosidade, hoje Holinger enxerga que os benefícios da Robótica vão além dos limites da competição. Para ele, as amizades que fez ao longo do processo são tão valiosas quanto o conhecimento que ele adquiriu. O pequeno “Flash” quer ser animador ou engenheiro de software.
    “Nosso projeto, a Ecomanta, é feito de um material novo, de baixo custo, que vai ajudar muita gente.”

    sesi df robotica gama energybots joao victorJoão Victor Barbosa de Araújo
    7º ano do Ensino Fundamental
    João Victor tem 13 anos e curte o tempo livre com a família e com os amigos. Quando sobra algumas horinhas, o estudante também gosta de jogar videogame. João encontrou na Robótica uma maneira de melhorar algumas habilidades e ajudar os colegas. O aluno já quis ser fusileiro naval, mas hoje pensa em trabalhar com programação e construção. Ele atribui à Robótica, a mudança de planos.
    “Acredito que tudo o que vier, a partir de agora, será bem desafiador, mas nós estamos preparados.”

    sesi df robotica gama energybots julianyJuliany Morais dos Santos Batista
    9º ano do Ensino Fundamental
    A Ju tem pouco tempo livre, mas é apaixonada por dança, principalmente por dança coreana. Fã de Lego, a estudante de 13 anos, se dedicou muito para entrar no projeto de Robótica. Apesar do conhecimento raso em programação, Juliany não descarta a possibilidade de estudar ciência da computação na faculdade, mas cogita, também, ingressar no curso de medicina ou de astronomia.
    “A minha parte favorita do torneio é o projeto de pesquisa. Em cada dia de preparação aumenta a expectativa de apresentar a nossa ideia para o público e para os juízes.”

    sesi df robotica gama energybots lucas sampaioLucas Alves Sampaio
    8º ano do Ensino Fundamental
    Apesar da pouca idade, Lucas traz na bagagem a experiência do Torneio Nacional e ajuda os colegas com algumas dicas e conhecimentos adquiridos ao longo da temporada passada. Em seu tempo livre, o jovem de 13 anos faz curso de Inglês e gosta de jogar videogame. Na faculdade, o estudante pretende cursar engenharia de hardware ou de software. Os colegas o chamam, carinhosamente, de “Chewbacca”, em referência a um personagem do filme Star Wars.
    “Aqui todo mundo aprende com todo mundo. É um verdadeiro intercâmbio de conhecimento.”

    sesi df robotica gama energybots marcus okuboMarcus Vinícius Okubo
    6º ano do Ensino Fundamental
    Okubo, como é conhecido entre os colegas, tem a dança nas veias e adora jogar games eletrônicos. Na Robótica, o estudante se identifica com o desenvolvimento do projeto de pesquisa e não vê a hora de interagir com as outras equipes no torneio. Aos 12 anos, Marcus pensa em seguir carreira na dança ou na biologia.
    “Eu acho muito divertido trabalhar em equipe. Com a ajuda dos meus amigos da Robótica perdi um pouco da minha timidez.”

    sesi df robotica gama energybots thalles yucatanThalles Yucatán Lemos de Brito
    8º ano do Ensino Fundamental
    Thalles ou Tylb’s é muito querido entre os colegas da Robótica. Para entrar na equipe como integrante, ele precisou se esforçar para tirar notas boas e ter bom comportamento. Na temporada anterior, Thalles foi membro suplente das equipes Lego Field e Lego of Olympus, quando adquiriu experiência e bastante conhecimento. Ter um pit da Energybots no torneio, para ele, foi uma grande conquista. Nas horas vagas, Tylb’s gosta de brincar com cubo mágico, jogar bola, mexer no computador e jogar truco. Aos 14 anos, Thalles já pensa no futuro, quer ser engenheiro mecânico.
    “Meu incentivo para tirar ser aluno destaque na escola e tirar boas notas é ganhar peças de Lego do meu pai”

    sesi df robotica gama energybots victorVictor Rafael Portela do Nascimento
    7º ano do Ensino Fundamental
    O estudante de 12 anos tem um gosto bem eclético nas atividades que faz além da Robótica. Ele gosta de jogar queimada, assistir televisão e brincar com os amigos. Vivi, como é chamado pelos colegas, viu na Robótica uma oportunidade para o futuro. Ele quer ser engenheiro mecatrônico. Victor aprendeu a ser mais responsável, melhorou as notas e ficou mais dedicado nos projetos da escola. No torneio da FLL, o aluno gosta muito de conhecer os competidores de outras regiões, trocar ideias e experiências.
    “Eu descobri que a Robótica traria muitos benefícios para minha carreira por meio da programação e do projeto de pesquisa.”

    Técnicos
    sesi df robotica gama energybots roger diegoRoger Diego Aragão
    Professor de Matemática

     

     

     

     

    sesi df robotica gama energybots elaine escolaElaine Pereira Escola
    Professora de Educação Tecnológica

     

     

     

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  • Conheça a trajetória da equipe Lego of Olympus na Robótica

    Conheça a trajetória da equipe Lego of Olympus na Robótica

    sesi df robotica equipe lego of olympus capa materia perfilO nome que batiza a equipe foi inspirado no lugar que remete à morada dos deuses, segundo a mitologia grega, e significa “Deuses da Lego”. Criada em 2013, a equipe participa, pela terceira vez, do Torneio da Robótica FLL. Os pequenos deuses do Olimpo sempre se destacaram na competição por sua força de vontade e determinação. 

    No mesmo ano de sua criação, o grupo ficou em 1o lugar no Regional da temporada Fúrias da Natureza e garantiu a primeira participação na etapa nacional, quando conquistou a 52ª posição. Na temporada seguinte, World Class, ficou em 3° lugar no regional e alcançou o 16° lugar entre 60 equipes de todo o país.

    Em 2015, a equipe conta com uma formação de oito integrantes, na faixa etária entre 11 e 14 anos, duas técnicas e um mentor, cedido pela Universidade de Brasília (UnB). Segundo a técnica do time, Mayra Rezende Simon, a preparação contínua e o projeto inovador são fatores decisivos para resultado positivo no torneio. “Nós temos um projeto consistente e os meninos dedicaram muito tempo em pesquisas de campo e levantamento de dados. Estamos confiantes”, conta Mayra.

    Projeto de Pesquisa
    Neste ano, a temporada Trash Trek desafia os participantes a criar mecanismos que reduzam a produção de lixo ou melhorem a maneira de lidar com os resíduos, a fim de contribuir para a redução dos impactos ambientais. E assim como nos anos anteriores, o Torneio de Robótica FLL traz como tema um problema do mundo real para que as equipes desenvolvam soluções inovadoras e compartilhem suas ideias.

    A partir dessa proposta, a equipe Lego of Olympus desenvolveu um projeto que envolve o reaproveitamento de resíduos provenientes do setor industrial, neste caso, da Construção Civil. A ideia da equipe dos “Deuses da Lego” consiste em transformar resíduos sólidos de alvenaria em blocos de vedação encaixáveis, que podem ser utilizados em diversos tipos de construção, exceto na parte estrutural, em vigas ou pilares. Este material está em análise no Instituto Senai de Tecnologia da Construção Civil, referência em ensaios técnicos e consultorias no Distrito Federal e Entorno. Para a Etapa Regional, a equipe levará corpos-de-prova, amostras do produto final do projeto para demonstração ao público. “Com essa iniciativa buscamos uma alternativa para a redução do entulho produzido no setor da Construção Civil. É possível, ainda, evitar a demolição de obras, uma vez que são materiais que podem ser reaproveitados”, afirma a também técnica da equipe, Célia Leitão.

    Perfil dos competidores

    sesi df robotica gama eduardo luzEduardo Luz Ribeiro
    7º ano do Ensino Fundamental
    Luz, como é conhecido entre os amigos, é “veterano” no Torneio de Robótica, porque participa da competição desde 2014. O jovem de 12 anos perdeu um pouco da timidez e melhorou o desempenho na escola. Eduardo gosta muito de jogar videogame, estudar e conversar com os amigos nas horas vagas. Além disso, encontra, na família, o apoio necessário para seguir em frente. O estudante quer ser engenheiro mecatrônico.
    “Quando eu vi que com a Robótica eu poderia ajudar as pessoas, ser quem eu sou, com o Core Values, e ainda fazer um robô, eu não pensei duas vezes.”

    sesi df robotica gama isadora ribeiroIsadora Marinho Ribeiro Magalhães
    8º ano do Ensino Fundamental
    Isa gosta de estudar e ver animes nos dias de folga da escola. Ela entrou na Robótica para ampliar seus horizontes e interagir mais com as pessoas. Ao fazer parte do projeto de Robótica, a estudante de 13 anos deixou de lado a timidez. Quanto ao futuro, Isadora ainda não decidiu o que quer ser ou fazer, porque são inúmeras as possibilidades.
    “O nosso projeto vai ajudar a dar um destino ao entulho proveniente do setor da Construção Civil e, assim, beneficiar a sociedade”

    sesi df robotica gama joao manuelJoão Manoel Vieira
    7º ano do Ensino Fundamental
    O estudante João Manoel pratica futebol, gosta de videogame e se interessa muito pelas novas tecnologias. Ele conheceu a Robótica por intermédio de um amigo e, desde então, não pensa em outra coisa. Vieira quer seguir os passos do pai, profissional da Construção Civil. O Core Values é a característica que mais chama a atenção do jovem de 12 anos, já que a amizade entre competidores de diferentes equipes é um diferencial nos torneios da FLL.
    “Na competição, a nossa vontade é classificar para o nacional, mas isso não é tudo. O conhecimento e o aprendizado que temos em cada temporada são os prêmios mais importantes”

    sesi df robotica gama joao pedro bolleliJoão Pedro Bolleli
    6º ano do Ensino Fundamental
    João tem 11 anos e é integrante suplente na equipe Lego of Olympus. A possibilidade de manusear peças de Lego atraiu o jovem para a Robótica. Bolleli quer ser engenheiro mecatrônico e conta com o apoio e o envolvimento da família tanto nas atividades da Robótica, quanto em suas decisões para o futuro. Hoje mais articulado, o estudante atribui ao projeto as melhorias na vida pessoal e escolar.
    “Eu sou otimista em relação ao nosso papel no torneio de Robótica e na sociedade. Somos responsáveis pela mudança e isso é uma responsabilidade muito grande.”

    sesi df robotica gama joao pedro rodriguesJoão Pedro Rodrigues
    7º ano do Ensino Fundamental
    João gosta muito de esportes e pratica futsal duas vezes por semana. Meio-campo no futebol, Rodrigues pensa em ser um craque da bola, mas cogita também outras possibilidades para o futuro, como cursar medicina ou direito na faculdade. Nesta temporada, o estudante está mais envolvido no desenvolvimento e na programação do robô, mas não deixa de participar do projeto de pesquisa e cumpre à risca os valores da competição. João acredita que a experiência em outros torneios o deixou mais tranquilo e menos apreensivo.
    “O tema desse ano foi bem complicado, mas no fim das contas vamos ajudar o setor da Construção Civil a dar um destino adequado aos entulhos que produz. A comunidade também ganha, com um produto de baixo custo que pode ser utilizado em diversos tipos de obras.”

    sesi df robotica gama julia portoJúlia Emanuela Porto
    7º ano do Ensino Fundamental
    Quando está em casa, Júlia gosta de descansar, curtir o tempo com a família e com os amigos. É a segunda vez que a jovem estudante participa do projeto de Robótica. Para a estudante de 12 anos, a Robótica proporcionou novos aprendizados, novas amizades e a emoção do dia dos torneios. A expectativa para essa temporada é grande, mas Ju minimiza a ansiedade. Ela pensa em ser médica, mas é possível que faça algo relacionado à tecnologia e Robótica.
    “Como o tema do lixo é muito amplo, tivemos várias ideias até chegar no projeto voltado para o setor da Construção Civil. Foi uma decisão difícil, mas hoje percebemos que a solução que nós propomos será muito útil para a indústria do DF e do Brasil”

    sesi df robotica gama marcela limaMarcela Vieira Lima
    9º ano do Ensino Fundamental
    Antes da Robótica, Marcela dedicava seu tempo para o balé e para o escotismo. Hoje, envolvida com as atividades diárias do projeto, a aluna estuda bastante e adora séries de TV. Carinhosamente chamado de “Coala”, Marcela acredita que amadureceu muito a partir da experiência anterior. A jovem vê no projeto a mudança do mundo. Aos 14 anos, a jovem ainda não escolheu o que quer ser ou que profissão seguir, mas garante que a Robótica vai muito além do conhecimento teórico das coisas, é uma ferramenta que prepara para a vida.
    “Quando eu vejo o projeto da temporada passada ainda vivo e sendo colocado em prática junto com a UnB, eu penso: nós fazemos a diferença no mundo.”

    sesi df robotica gama matheus queiroz assisMatheus Queiroz Assis
    8º ano do Ensino Fundamental
    Quando quer relaxar e descansar a mente, Matheus costuma jogar futebol, ler ou estudar história, sua disciplina favorita. Para o estudante, a Robótica é um mundo muito legal de se conhecer, porque engloba muitos temas interessantes. Matheusinho, como é chamado pelos amigos de equipe, desenvolveu habilidades de aprendizado ao longo desse processo. O estudante de 13 anos não sabe se vai ser engenheiro ou historiador, mas de uma coisa tem certeza: “nunca vou abandonar a Robótica”.
    “A destinação dos resíduos da Construção Civil é carente de soluções e nós queremos ajudar de alguma maneira.”

    Técnicas
    sesi df robotica gama mayra resendeMayra Rezende Simon
    Professora de Matemática

     

     

     

    sesi robotica lego of olympus celia leitao

    Célia Leitão
    Engenheira Civil

     

     

      

     

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  • Equipes competem no Torneio Regional de Robótica em Goiânia

    Equipes competem no Torneio Regional de Robótica em Goiânia

    sesi robotica regional goiania energybots flashAs equipes de Robótica Lego of Olympus e Energybots, formadas por alunos do ensino fundamental do Centro de Ensino Sesi do Gama, disputarão nos dias 27 e 28 de novembro, a Etapa Regional Centro-Oeste do Torneio de Robótica First Lego League (FLL), na cidade de Goiânia (GO). Nessa fase, os representantes do Distrito Federal competirão com outros 40 times em busca de uma vaga na Etapa Nacional. Esse será o segundo de 11 Torneios Regionais previstos para acontecer até fevereiro de 2016. A estimativa é que pelo menos 77 equipes sejam classificadas para o nacional, que acontecerá entre os dias 18 e 20 de março do próximo ano, em Brasília.

    A temporada 2015/2016 – Trash Trek desafia os participantes a criar mecanismos que reduzam a produção de lixo ou melhorem a maneira de lidar com os resíduos, a fim de contribuir para a redução dos impactos ambientais. E assim como nos anos anteriores, o Torneio de Robótica FLL traz como tema um problema do mundo real para que as equipes desenvolvam soluções inovadoras e compartilhem suas ideias.

    A partir dessa proposta, as equipes Lego of Olympus e Energybots desenvolveram projetos que envolvem o reaproveitamento de resíduos provenientes do setor industrial, neste caso, da Construção Civil e da indústria moveleira. A ideia da equipe Lego of Olympus consiste em transformar resíduos sólidos de alvenaria em blocos de vedação encaixáveis, que podem ser utilizados em diversos tipos de construção, exceto na parte estrutural, em vigas ou pilares. Este material está em análise no Instituto Senai de Tecnologia da Construção Civil, referência em ensaios técnicos e consultorias no Distrito Federal e Entorno. Para a Etapa Regional, a equipe levará corpos-de-prova, amostras do produto final do projeto para demonstração ao público. “Com essa iniciativa buscamos uma alternativa para a redução do entulho produzido no setor da Construção Civil. É possível, ainda, evitar a demolição de obras, uma vez que são materiais que podem ser reaproveitados”, afirma a técnica, Mayra Rezende Simon. 

    sesi robotica regional goiania lego of olympus high five

    A equipe Energybots desenvolveu uma “Ecomanta”, espécie de manta térmica feita a partir de pó e serragem de madeira, plástico de garrafa pet e embalagem tetra pak triturados. Este produto dará uma destinação para os resíduos produzidos pela indústria de madeira e mobiliário, geralmente descartados sem nenhuma utilidade. “A ‘Ecomanta’ é totalmente reciclável e pode ser aplicada como forro em residências, por exemplo”, explica o técnico da equipe, Roger Diego Aragão. A fim de compartilhar sua ideia com as outras equipes, no regional, o time criou um protótipo do projeto. A eficiência do material será avaliada e validada pelo Senai-DF, um dos parceiros da Robótica do Sesi Gama.

    O Torneio de Robótica é composto por quatro categorias que devem ser observadas, à risca, pelos participantes. Os melhores times serão classificados para a disputa a nível nacional. Para isso, as equipes precisam cumprir alguns requisitos dentro da competição. São avaliados o design do robô e o desempenho dele no desafio da mesa, que consiste em uma série de missões a serem executadas em tempo determinado. Tem também o projeto de pesquisa e o Core Values, critério que contempla a inspiração, o trabalho em equipe e o gracious professionalism. 

    Nos últimos meses, os grupos têm dedicado grande parte do tempo no desenvolvimento dos projetos de pesquisa e na preparação dos robôs. Os participantes contam, ainda, com apoio pedagógico, psicológico e técnico para aperfeiçoar suas habilidades e para que possam defender de maneira consistente a solução inovadora que criaram, sem deixar de lado a diversão e os valores que norteiam os torneios da FLL.

    Retrospectiva
    Esta será a terceira participação da equipe Lego of Olympus e a segunda experiência da Energybots em um Torneio Regional. Criada em 2013, a equipe dos pequenos deuses do Olimpo sempre se destacou na competição. No mesmo ano, o grupo ficou em 1o lugar no Regional da temporada Fúrias da Natureza e garantiu sua primeira participação na etapa nacional, quando conquistou a 52ª posição. Na temporada seguinte, World Class, ficou em 3o lugar no regional e alcançou o 16o lugar entre 60 equipes de todo o país. Na edição 2015, a equipe conta com oito integrantes na faixa etária entre 11 e 14 anos, duas técnicas e um mentor, cedido pela Universidade de Brasília (UnB). Segundo a técnica do time, Mayra Rezende Simon, a preparação contínua e o projeto inovador são fatores decisivos para resultado positivo no torneio.

    sesi robotica regional goiania energybots meninas

    A Energybots foi criada em 2014 e conta com um time de 11 competidores, com idades de 11 a 14 anos, dois técnicos e um mentor, também cedido pela Universidade de Brasília (UnB). Em sua primeira participação no Torneio Regional de Robótica, receberam o prêmio de inovação e criatividade, mas não foram classificados para a Etapa Nacional. Neste ano, o grupo está confiante no resultado positivo de sua participação no torneio, fruto de meses de dedicação, preparação e muito trabalho. “A equipe demonstrou muita resiliência ao superar algumas dificuldades nessa temporada. Os meninos estão mais maduros e focados”, analisou a técnica suplente do time, Elaine Escola. 

    Informações
    Torneio Regional de Robótica Centro-Oeste
    Dias 27 e 28 de novembro
    Local: Escola SESI Vila Canaã – Rua Prof. Lázaro costa, 236 – Vila Canaã – Goiânia (GO)

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  • Brasilienses prestigiam a 6ª etapa Sesi Saúde Total no DF

    Brasilienses prestigiam a 6ª etapa Sesi Saúde Total no DF

    sesi saude total sabado 001O Sesi promoveu um grande evento de qualidade de vida, bem estar e hábitos saudáveis voltado à população do Distrito Federal, no último sábado (21/11), no Taguaparque, em Taguatinga. Trata-se da 6ª etapa do projeto nacional Sesi Saúde Total. O público marcou presença e aproveitou a oportunidade para colocar em dia os cuidados com a saúde, por meio de uma série de atividades e serviços gratuitos ofertados à comunidade. Ao todo, foram realizados 2.757 atendimentos.

    Segundo o gerente de Segurança e Saúde no Trabalho do Sesi Departamento Nacional, Júlio Zorzal, a falta de saúde é um dos principais fatores que afeta a produtividade do trabalhador e impede o crescimento da indústria em todo o Brasil. “Esse evento está bem alinhado à proposta do Sesi de promoção de qualidade de vida para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade”, afirma Zorzal.

    O dia começou com um alongamento seguido por uma caminhada orientada pela equipe técnica do grupo de corrida “Sistema Fibra em Movimento”. Enquanto isso, nas tendas, foi possível fazer a aferição da pressão arterial, receber orientações quanto à postura, fazer exercícios funcionais, medir a força muscular e aprender técnicas de defesa pessoal. Para medir o Índice de Aptidão Física do Bem Estar dos moradores da região, foram realizados testes de força e avaliações físicas.sesi saude total sabado 000

    Os visitantes também receberam dicas de alimentação saudável, por meio de orientação nutricional, oficinas e demonstrações. “Aprendi que comer alimento saudável faz bem para o corpo”, conta Peter Yan Fernandes, de 10 anos. O Programa Cozinha Brasil foi um sucesso de público. Os presentes receberam dicas de como praticar hábitos alimentares saudáveis e puderam degustar um suco verde detox preparado com couve, maracujá e limão. Na tenda da higiene bucal, crianças e adultos aprenderam a maneira correta de escovar os dentes.

    O público teve acesso a informações sobre os perigos do tabagismo e maneiras de combatê-lo. As mulheres receberam orientações quanto a importância da realização de exames de rotina para prevenir o câncer de mama e do colo uterino. Houve, ainda, dicas de prevenção de acidentes domésticos e de segurança no trabalho. Aqueles que precisavam de um momento de relaxamento puderam desfrutar de uma massagem expressa.

    No palco principal, foram realizados os aulões de yoga, zumba, exercícios funcionais, axé e dança do ventre. As bandas Caffe Roots e Distintos Filhos animaram a festa até o encerramento da programação. “Hoje, com o resultado da minha avaliação e com todas as atividades prazerosas que fiz aqui, me comprometi a ter um estilo de vida diferente”, revela a cuidadora de crianças, Ray Silva. sesi saude total sabado 004

    O Sesi contou, mais uma vez, com o apoio de diversas parcerias para garantir os serviços e o entretenimento à comunidade. A Gerente de Qualidade de Vida do Sesi-DF, Rejane Santos, destacou o envolvimento das Unidades do Sesi e Senai para o sucesso da 6ª Etapa do Saúde Total. E ressaltou, ainda, a importante contribuição das instituições Secretaria de Saúde, Administração Regional de Taguatinga, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Seconci, Universidade Estácio e Academia Acuas.

    O levantamento feito por meio das avaliações do Índice de Bem Estar será analisado e servirá como referência para a próxima edição do projeto, no ano de 2016. “O que nós queremos é promover a mudança no estilo de vida dessas pessoas. Os resultados nós vamos saber no ano que vem. Torço para que sejam positivos”, estima o assessor de Qualidade de Vida do Sesi-DF, William Vitorino.

    Antes de chegar ao DF, o projeto Sesi Saúde Total passou pelas cidades de Vitória (ES), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Fortaleza (CE) e Campinas (SP). E agora seguirá para as cidades de Uberlândia (MG) e Salvador (BA), nos dias 28 de novembro e 4 de dezembro, respectivamente.

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  • Lego Field é a grande campeã do Torneio Regional Sudeste

    Lego Field é a grande campeã do Torneio Regional Sudeste

    sesi gama robotica lego field regional champions awardsA equipe Lego Field foi a grande vencedora do Torneio Regional de Robótica FLL, em Vitória (ES). A competição aconteceu no Sesi Jardim da Penha, nos dias 20 e 21 de novembro. Os representantes do DF garantiram o Champions Award, prêmio máximo da competição. Com este resultado, a Lego Field carimbou o passaporte para o Torneio Nacional que acontecerá em março de 2016, em Brasília. “Estamos muito felizes, os meninos estão eufóricos. Vai ser difícil conter tanta emoção”, comemorou a coordenadora pedagógica, Elisângela Machado. A equipe campeã retorna para Brasília neste domingo (22/11).

    Para garantir o lugar mais alto no pódio do Torneio de Robótica FLL, o time precisa cumprir alguns requisitos. É preciso estar dentro de um percentual mínimo de equipes com melhor pontuação na performance, ter um robô robusto, apresentar códigos claros e documentados, bem como demonstrar o uso eficiente de recursos. É necessário, também, apresentar um projeto de pesquisa completo, incluindo a identificação de um problema real, a criação de uma solução inovadora e o compartilhamento da ideia. Além disso, a equipe deve demonstrar a compreensão e a prática dos Core Values ao longo de todo o evento.

    Na próxima semana, mais emoção. As equipes Lego of Olympus e Energybots embarcam rumo a Goiânia (GO) para competir no Torneio Regional Centro-Oeste. 

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    Equipe aposta em Biodigestor para reaproveitar lixo orgânico

    sesi gama robotica lego field projeto de pesquisaA equipe Lego Field, formada por alunos do ensino médio articulado do Centro de Ensino Sesi do Gama, disputa a Etapa Regional Sudeste do Torneio de Robótica FIRST LEGO League (FLL), nos dias 20 e 21 de novembro, em Vitória (ES). Nessa fase, os representantes do Distrito Federal competem com outros 40 times em busca de uma vaga na Etapa Nacional da competição.

    Todos os anos, o Torneio de Robótica FLL traz como tema um problema do mundo real para que as equipes desenvolvam soluções inovadoras e compartilhem suas ideias. A temporada 2015/2016 – Trash Treck – desafia os participantes a criarem mecanismos que reduzam a produção de lixo ou que melhorem a maneira de lidar com os resíduos produzidos. Nesse sentido, o projeto da equipe Lego Field é audacioso e prevê a instalação de um Biodigestor Anaeróbio na região do Distrito Federal. Este modelo propõe a transformação de lixo orgânico em energia e presume, ainda, um retorno financeiro que poderá ser investido em outras áreas da sociedade. “O atual modelo de descarte de lixo no DF é arcaico, perigoso e não traz nenhum tipo de benefício para a sociedade. Com o Biodigestor, podemos ser referência em reaproveitamento de resíduos orgânicos e em preservação do meio ambiente”, pondera o técnico da equipe, Atos Henrique Reis.

    Segundo levantamento realizado pelos integrantes da equipe junto ao Serviço de Limpeza Urbana (SLU), só nos três primeiros meses de 2015, 93% do lixo do DF foi aterrado. Dados oficiais apontam, ainda, que Brasília tem um gasto superior a 374 milhões de reais com o descarte de resíduos, por ano, e não há registros de retorno do valor investido. Por outro lado, o custo para implantação do Biodigestor Anaeróbio seria de R$ 311 milhões, com um retorno anual de aproximadamente R$ 63 milhões. “Ou seja, em quatro anos, esse modelo pagaria o valor aplicado e passaria a gerar energia para a região e lucro para o investidor”, avalia Atos.

    O projeto desenvolvido pela equipe contou, ainda, com o apoio do deputado distrital, Lira (PHS), que patrocinou a impressão em 3D do Biodigestor. O parlamentar ficou encantado com a iniciativa e pretende levar a ideia adiante. Segundo Lira, há um grande interesse em tornar esse projeto uma realidade para o Distrito Federal. O novo modelo proposto pelos alunos foi inspirado em ações sustentáveis desenvolvidas em outros países e que trouxeram resultados positivos para a sociedade.

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  • Conheça a história e os integrantes da equipe Lego Field

    Conheça a história e os integrantes da equipe Lego Field

     

    sesi gama robotica lego field regional vitoria esA trajetória da equipe Lego Field no Torneio de Robótica FIRST LEGO League (FLL) é marcada por inúmeros desafios e pela capacidade de superação desse time de jovens soldados. A escolha do nome do grupo, criado no ano de 2013, foi inspirada no conceito de diversão proposto pela Lego aliado ao ambiente de competição dos torneios de Robótica. Dessa forma, Lego Field significa “Brincar no Campo”.

    A estreia da equipe nas competições da FLL aconteceu na temporada Fúrias da Natureza (2013/2014). Naquela edição, superou as expectativas ao ficar em quinto lugar no Torneio Regional, realizado em Goiânia (GO). Este resultado garantiu ao grupo sua primeira participação em uma Etapa Nacional. A experiência de uma competição amigável, o ganho de aprendizado e os valores agregados ao torneio despertaram nos participantes a paixão pela Robótica. Mesmo sem a classificação tão desejada, o time não desistiu e intensificou a preparação para o desafio que estava por vir.

    Na temporada WorldClass (2014/2015), os participantes tinham como missão criar uma solução inovadora que aperfeiçoasse a experiência do aprendizado. Nessa edição do torneio, a Lego Field melhorou significativamente seu desempenho e conquistou o segundo lugar na classificação geral do Regional. Por meio desse resultado, garantiu, mais uma vez, uma vaga na Etapa Nacional. Entre 60 equipes de todo o Brasil, o grupo ocupou a 23ª posição, um salto enorme quando comparado à participação do time na edição anterior da competição.

    No ano de 2015, o desafio Trash Trek propõe às equipes do mundo inteiro a busca por soluções inovadoras que reduzam a produção de lixo ou melhorem a maneira com a qual as pessoas lidam com os resíduos, como a reciclagem e o reaproveitamento de insumos.

    Conheça os integrantes

    Nesta edição do Torneio, a Lego Field traz uma formação mais “enxuta” composta por sete integrantes, com idades entre 15 e 16 anos. São estudantes do Ensino Médio Articulado (Ebep) do Sesi Gama. Foco, união, integração e amizade são algumas palavras que definem bem esse grupo de competidores. Conheça cada um dos jovens soldados da Robótica do Sesi Gama.

    sesi gama robotica lego field gabriel alex

    Gabriel Álex de Almeida Serejo
    1ª série EBEP
    O estudante de 15 anos, carinhosamente chamado de “Gabrinelson” pelos colegas de equipe, gosta de jogar vôlei e sair com os amigos nas horas vagas. É fã de Lego, desde pequeno e, para fazer parte do projeto, participou do Torneio Interno e foi um dos selecionados. Gabriel pretende ser engenheiro mecatrônico e atribui sua decisão à experiência com a Robótica.

    “Aperfeiçoei minhas habilidades em cálculos e tenho mais desenvoltura para falar em público. Enquanto equipe, estamos mais focados e conscientes do nosso papel na sociedade.”  

    sesi gama robotica lego field gabriel de jesus

    Gabriel de Jesus Nunes da Costa
    2ª série EBEP
    Jesus ou “Chessus”, como é conhecido entre os colegas, aproveita o seu tempo livre para aprender mais sobre as ciências exatas. Aos 16 anos, Gabriel é articulado e traz no currículo a participação na última temporada do torneio. Para ele, a competição contribui muito para o aprendizado diário e prepara o estudante para o futuro.

    “Foi por meio do contato com a parte de programação, na Robótica, que me interessei pelas Engenharias Mecatrônica e de Software. Quero atuar no ramo de desenvolvimento de jogos eletrônicos.”  

    sesi gama robotica lego field lucas aquino

    Lucas Aquino Amorim
    1ª série EBEP
    Aos 15 anos, Lucas passa a maior parte do tempo na escola. Por isso, tenta otimizar suas atividades sem deixar de fazer o que gosta, como praticar atividades físicas e estudar. Apaixonado por Robótica, Aquino, como é conhecido pelos colegas, pretende estudar medicina, mas garante que dará um jeito de unir as duas paixões em sua formação acadêmica.

    “O contato com esse projeto trouxe mais maturidade tanto para mim, quanto para os meus colegas de equipe. Temos uma postura diferente diante de algumas situações e alguns desafios. Isso é muito positivo.” 

    sesi gama robotica lego field luis gustavo

    Luís Gustavo de Souza Santos
    1ª série EBEP
    Luís, também conhecido como “Lu”, tem 15 anos. Ele gosta de jogar vôlei e afirma viver para a Robótica. Segundo o jovem estudante, é muito divertido e interessante trabalhar com projetos que envolvem Lego, programação e um desafio que pode ajudar o mundo de alguma forma. O envolvimento com a Robótica leva a maior parte de seu tempo, por isso, o futuro engenheiro precisou melhorar a qualidade dos estudos com mais foco e organização, habilidades essas desenvolvidas dentro do projeto.
    “O tema deste ano foi desafiador, mas nós conseguimos enxergar o problema do lixo com um olhar diferente. Há muito a ser feito e nós vamos ajudar.” 

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    Maria Júlia Felix Rodrigues
    1ª série EBEP
    “Maju” é descontraída e cheia de energia, gosta de sair com os amigos e praticar Inglês nas horas vagas. A estudante de 16 anos cita o interesse pela programação como um dos benefícios adquiridos por meio da Robótica. Esta descoberta possibilitou, ainda, a escolha de sua profissão. Júlia quer ser engenheira. No dia a dia, o compromisso com os estudos melhorou significativamente seu rendimento escolar.

    “A diferença do Torneio da FLL é a competição amigável. Assim, além de competir, a gente faz amigos e torce pelas outras equipes.”  

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    Mayonnara Medeiros da Silva
    1ª série EBEP
    A estudante de 15 anos fala com brilho nos olhos sobre suas principais paixões: ler, escrever, conhecer pessoas, culturas e línguas diferentes. Na Robótica, Mayonnara elege o projeto de pesquisa como uma de suas atividades favoritas, já que gosta de ciências humanas e pretende seguir carreira nessa área. A estudante sonha em ver o projeto da equipe colocado em prática. Os colegas a chamam carinhosamente de “Maior Nara”. Em relação ao grupo, Mayonnara se vê cercada por grandes amigos.
    “No projeto de pequisa, nós apresentamos uma solução que pode ajudar o mundo e, dessa forma, dar a nossa contribuição para a sociedade, deixar a nossa marca. A Robótica nos prepara para vida.” 

    sesi gama robotica lego field wallesca maysa

    Wallesca Maysa Pessoa Borges
    1ª série EBEP
    A estudante de 15 anos gosta de aproveitar o tempo livre com os irmãos e com a família. Ler e escrever também são o seu passatempo favorito. No grupo, os colegas a chamam de “Desprovida” e, de forma natural e bem humorada, Wallesca atende pelo apelido. A convivência diária com os colegas aprimorou sua habilidade de trabalhar em equipe. Já a elaboração do projeto de pesquisa possibilitou o contato com uma metodologia que prepara, também, para as atividades do mundo acadêmico. Wallesca quer ser professora de história.
    “A Robótica quebra barreiras e aproxima os estudantes do mundo das ciências e da tecnologia, em especial as meninas. Trabalhar nesse projeto envolve conhecimentos das mais diversas áreas, o que é muito enriquecedor.”

    Técnicos

    sesi gama robotica lego field tecnico atos henriqueAtos Henrique Gonçalves Reis
    Coordenador e Supervisor Técnico

     

     

      

    sesi gama robotica lego field tecnico paulo fillipe

    Paulo Fillipe Rodrigues de Oliveira
    Engenheiro

     

     

      

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  • Equipes do Sesi-DF participam de Torneio Regional de Robótica

    Equipes do Sesi-DF participam de Torneio Regional de Robótica

    sesi gama robotica lego field 001As equipes Lego Field, Lego of Olympus e Energybots participam da fase regional do Torneio de Robótica FIRST LEGO League (FLL), que acontece em 11 cidades brasileiras, até fevereiro de 2016. Nessa etapa, serão escolhidas as equipes que disputarão o Torneio Nacional. entre os dias 18 e 20 de março do ano que vem. “Nossas equipes estão muito confiantes, porque elas acreditam que os projetos desenvolvidos podem, de alguma maneira, fazer a diferença no mundo”, afirma a coordenadora pedagógica do Sesi Gama, Elisângela Machado.

    O primeiro time a competir no regional será Lego Field, grupo formado por estudantes com idades entre 15 e 16 anos, alunos do ensino médio articulado. Diferente das edições anteriores, neste ano a equipe compete na região Sudeste, em Vitória (ES), nos dias 20 e 21 de novembro. Já as equipes Lego of Olympus e Energybots, compostas por alunos na faixa etária entre 11 e 14 anos, disputarão o regional Centro-Oeste, em Goiânia (GO), nos dias 27 e 28 de novembro.

    sesi gama robotica lego of olympus 001

    Todos os anos, o Torneio de Robótica FLL traz como tema um problema do mundo real para que as equipes desenvolvam soluções inovadoras e compartilhem suas ideias. A temporada 2015/2016 – Trash Trek – desafia os participantes a criarem mecanismos que reduzam a produção de lixo ou que melhorem a maneira de lidar com os resíduos produzidos. As equipes do DF desenvolveram projetos audaciosos, que envolvem uma nova destinação para o lixo orgânico e o reaproveitamento de resíduos produzidos pela indústria.

    A ideia da equipe Lego Field é criar um Biodigestor Anaeróbio que transforme lixo orgânico em energia para o Distrito Federal e que traga retorno financeiro aplicável a outras áreas da sociedade. Os integrantes da Lego of Olympus desenvolveram um produto proveniente de resíduos sólidos da construção civil, triturados e transformados em blocos de concreto, e que podem ser reutilizados como recurso de acabamento em uma obra, por exemplo. A Energybots, por sua vez, uniu pó de madeira, resíduo da indústria moveleira, e garrafas pet trituradas para criar um material totalmente reciclável, uma manta térmica que pode ser utilizada, principalmente, como forro para residências.

    Além dos projetos de pesquisa, os alunos trabalharam na construção dos robôs que precisam executar tarefas em uma prova cheia de desafios. “Na mesa onde os rounds acontecem, o robô terá que realizar provas relacionadas ao tema da temporada que é Trash Trek e nós programamos cada detalhe”, explica o integrante da equipe Lego Field, Gabriel de Jesus. Para cumprir todos os requisitos e ter uma performance cada vez melhor na competição, os estudantes são acompanhados por uma equipe multidisciplinar que atua nos campos pedagógico, psicológico e técnico de cada participante.sesi gama robotica energybots 001

    Este ano, a Robótica atraiu vários parceiros para o projeto. Além do suporte da diretoria da unidade e da diretoria escolar, os times contaram, também, com o apoio da Gerência de Educação do Sesi-DF, da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), do Senai-DF e dos Núcleos de Engenharia e Matemática da Universidade de Brasília (UnB). O deputado distrital, Lira (PHS), patrocinou a impressão em 3D do projeto do Biodigestor Aeróbio, da equipe Lego Field. O parlamentar ficou entusiasmado com o projeto e manifestou interesse em torná-lo realidade no Distrito Federal.

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  • Sistema Fibra participa da Feira Capital Estudante

    Sistema Fibra participa da Feira Capital Estudante

    sistema fibra feira capital estudante banner 001Entre os dias 9 e 11 de setembro, o IEL, o Sesi e o Senai terão a oportunidade de apresentar seus portfólios de produtos e serviços voltados à área da Educação, na 4ª edição da Feira Capital Estudante (FCE). O local escolhido para a realização do evento foi o Taguatinga Shopping. Durante os três dias, a exposição será aberta ao público de 9h às 20h. Segundo o superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-DF), Cláudio Tavares, a Feira é uma excelente oportunidade para apresentar as soluções em Educação desenvolvidas pelas entidades que compõem o Sistema Fibra. “Nosso objetivo é mostrar a toda comunidade os programas do Sesi e do Senai e os serviços de integração (empresa e escola) do IEL”, explicou. A expectativa é que pelo menos 15 mil estudantes visitem o evento.

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