Autor: Aline Porcina

  • IEL-DF e Sesi-DF reúnem empresas para sensibilizá-las sobre compliance

    IEL-DF e Sesi-DF reúnem empresas para sensibilizá-las sobre compliance

    [Errata – 20/8 – Diferente do que havíamos publicado inicialmente, a obrigatoriedade do programa de integridade será exigida para contratos com valores superiores a R$ 176 mil, e não de R$ 80 mil a R$ 650 mil.]

    Trinta e seis empresários se reuniram na tarde dessa quarta-feira (15) na Federação das Indústrias do DF (Fibra) para entender a importância da implementação de um programa de compliance e conhecer normas legais e regulamentares envolvidas nos processos. O encontro foi promovido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi-DF), em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL-DF).

    No DF, a partir de junho de 2019, só empresas que tiverem programas de compliance poderão fazer contratos com a administração pública local. A obrigatoriedade foi estabelecida pela Lei nº 6.112 e vale para contratos, consórcios, convênios, concessões e parcerias público-privadas com prazos iguais ou superiores a 180 dias e com valores superiores a R$ 176 mil.

    O conceito do termo em inglês compliance se refere a estar em conformidade com a lei e a adotar processos éticos, transparentes, de controle e de qualidade. Ao longo da tarde, os participantes assistiram a três palestras sobre o tema, ministradas pela coordenadora do Núcleo de Gestão da Inovação do IEL-DF, Neiane Andreato, pelo diretor de Operações da Inovecom, Wagner Chagas, e pelo diretor executivo da Midnal, Sanclé Albuquerque. Ambas as empresas prestam serviços na área de compliance.

    A implementação de um programa de compliance auxilia as empresas no processo de gestão, aumentando o controle e os padrões de qualidade do atendimento ao focar critérios como ética e transparência: “Hoje, o custo das empresas do Brasil é muito alto e um dos motivos é a corrupção, que afasta novos investimentos. Os programas são importantes para que as empresas atuem em conformidade com a ética, independentemente de legislação”.

    Para Wagner Chagas, um dos principais benefícios dos programas de compliance é o controle dos custos. “Quando existe processo, é possível estimar os custos do início ao fim. Ou seja, não é só uma questão de transparência, é algo que traz benefícios para a gestão é vai ajudar muitas empresas a parar de sobreviver e a começar a prosperar.”

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    Euni Santos, compliance officer do Grupo Ferreira Souza, foi um dos participantes do encontro. São oito empreendimentos pelo Brasil, que prestam serviços à administração pública. Ele conta que a adoção do programa de integridade ainda está no começo. “A ideia é fazer a implementação em uma das empresas do grupo e depois replicar para as demais. O maior desafio, neste início, é mapear os processos, mas já percebemos avanços.”

    O IEL-DF, por meio de seus núcleos de Gestão da Inovação e de Carreiras, oferece consultorias a empresas interessadas em instituir programas de compliance. As ações são desenvolvidas de acordo com o porte e com as especificidades de cada empreendimento. Para obter mais informações, entre em contato com o SAC/Ouvidoria do Sistema Fibra pelo telefone (61) 4042-6565.

    Texto: Aline Porcina
    Fotos: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Técnicos de robótica do DF capacitam-se no Sesi Taguatinga

    Técnicos de robótica do DF capacitam-se no Sesi Taguatinga

    Uma semana após o lançamento mundial da temporada 2018/2019 do Torneio Sesi de Robótica First Lego League docentes e mentores do Distrito Federal começam a preparação de suas equipes para a competição, que tem como tema Into Orbit (Em órbita).

    Em 10 e 11 de agosto, 25 docentes de escolas públicas e privadas reuniram-se na unidade de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi) para tirar dúvidas e receber orientações sobre as regras e os processos do torneio, como os critérios de avaliação, o desenvolvimento dos projetos e os valores disseminados. A capacitação foi de iniciativa do departamento nacional do Sesi, em parceria com o departamento regional, que inscreveu dois professores de cada escola – Gama, Sobradinho e Taguatinga.

    “Nós preparamos os professores e os mentores para que eles voltem às escolas, transmitam esses conhecimentos aos alunos e ajudem a elevar o nível das equipes de robótica do DF”, diz o coordenador de Robótica do Sesi-DF, Atos Henrique Reis. As equipes de escolas públicas e privadas e as de garagem (grupos independentes) devem ter de dois a dez estudantes, de 9 a 16 anos, além de dois técnicos (um deles é suplente).

    As equipes terão 12 semanas para fazer o projeto de pesquisa, desenvolver o robô e prepará-lo para as provas. O prazo é um desafio para os técnicos, principalmente para os iniciantes, mas, nos dois dias de treinamento, eles aprenderam a organizar as tarefas. “Existem ferramentas que auxiliam os processos para que o planejamento seja feito em ambientes compartilhados, como na nuvem. É importante que os técnicos estabeleçam metas e se planejem para cumprir o cronograma”, explicou o palestrante e técnico de robótica Hélio Igor do Santos, que participa desde 2010 de torneios da First Lego League e já conquistou com suas equipes quatro prêmios mundiais, sendo três em primeiro lugar e um em segundo.

    Coordenador de Robótica do Colégio Coesi, em Aracaju (SE), Santos destacou que os técnicos devem ser exemplo para os estudantes, valorizando os quatros critérios de avaliação do torneio – o design do robô, o desafio do robô, o projeto de pesquisa e, principalmente, os core values, que consideram o trabalho em equipe, a capacidade de inovação, a criatividade e o raciocínio lógico. “A First Lego League é uma ferramenta para pessoas dispostas a mudar a vida das crianças. O que vai ficar não é o troféu, mas a disseminação da ciência, da tecnologia e de competidores inspirados para fazer o mundo melhor.”

    Criado em 1998 pela organização estadunidense First (For Inspiration and Recognition of Science and Technology, que significa Em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia) em parceria com o grupo Lego, o torneio propõe que estudantes sejam apresentados ao mundo da ciência e da tecnologia de forma divertida, por meio da construção e da programação de robôs feitos inteiramente com peças da tecnologia Lego Mindstorm. A cada ano o torneio estimula o trabalho colaborativo, a criatividade e traz desafios do mundo real para os alunos. No Brasil, desde 2013, o Sesi é a instituição responsável pela organização das etapas regionais e nacional.

    No treinamento da semana passada, um dos presentes foi o ex-aluno do Sesi Taguatinga e ex-competidor pela equipe Albatroid Gabriel Antunes, de 18 anos. Após três temporadas como estudante, o jovem passou a atuar como mentor da equipe e, no começo do ano, foi contratado para trabalhar com projetos educacionais de robótica no Colégio Marista Champagnat. Esta será sua primeira temporada como técnico pela escola, que disputará com uma equipe: “Tem sido uma experiência muito boa porque eu consigo compartilhar o que aprendi no torneio e aprender com os alunos, integrando a pedagogia e a robótica. Estamos nos preparando para entregar um bom projeto”.

    Capacitacao de tecnicos para o torneio de robotica fll 2

    First Lego League 2018/2019
    As inscrições podem ser feitas até 31 de agosto na página do Torneio Sesi de Robótica. O lançamento oficial da temporada Into Orbit no DF será em 1º de setembro, e o torneio regional, em 9 e 10 de novembro, ambos no Sesi Taguatinga. Entre os principais objetivos do torneio estão desenvolver competências cognitivas e habilidades comportamentais para a vida, fortalecer a capacidade de inovação, criatividade e raciocínio lógico, fomentar o trabalho colaborativo e contribuir para a elevação da proficiência dos alunos em matemática e em ciências.

    DF na First Lego League
    O Sesi-DF participará da temporada com quatro equipes: Albatroid, formada por alunos da escola de Taguatinga, Bisc 8, de Sobradinho, e Legofield e Lego of Olympus, da unidade do Gama. A expectativa para este ano é manter os bons resultados conquistados nas últimas edições.

    Em junho passado, a LegoField conquistou o segundo lugar na categoria Champions Award no Aberto Europeu de Robótica Torneio First Lego League, em Bath, no Reino Unido. A premiação é dada às três equipes que melhor incorporam o espírito e a experiência da First Lego League, que adotam plenamente os valores fundamentais do torneio e que obtêm excelência e inovação em todos os quesitos analisados.

    Na competição, a equipe apresentou o projeto The Walking Pets, em que, por meio de uma plataforma virtual, donos de animais com algum tipo de deficiência locomotora podiam solicitar a fabricação de órteses de acordo com a limitação.

    “Para nós, o tema Into Orbit é um grande desafio, mas vamos buscar fontes de pesquisa como a área acadêmica da Universidade de Brasília e a Agência Espacial Brasileira para desenvolver bons projetos ”, afirma Atos Reis. 

    Veja mais informações sobre a temporada 2018/2019 do Torneio Sesi de Robótica First Lego League 

    Texto: Aline Porcina
    Fotos: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Vira Vida recebe representantes do Ministério Público e do Executivo

    Vira Vida recebe representantes do Ministério Público e do Executivo

    Transformação social, combate à corrupção e empregabilidade foram temas da visita da secretária-adjunta de Políticas para Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal, Joana Mello, e da promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios Carolina Rebelo à unidade do Serviço Social da Indústria (Sesi) São João XXIII, no Gama. O espaço é dedicado exclusivamente às atividades do programa Vira Vida no DF.

    A visita foi na tarde dessa quarta-feira (8). A secretária-adjunta e a promotora foram conhecer as instalações ao lado do controlador-geral do DF, Lúcio Pinho, que havia visitado o espaço em 25 de julho. Acompanhados de assessores, eles foram recebidos pela coordenadora do Vira Vida no DF, Cida Lima, e por outros integrantes da equipe do programa.

    O Vira Vida foi criado pelo Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi) em 2008. Com o apoio de parceiros, como o próprio Ministério Público local, resgata jovens em situação de risco e de extrema vulnerabilidade social. Eles são acompanhados por equipes multidisciplinares e têm acesso à educação básica e a cursos técnicos e de qualificação, além da possibilidade de inserção no mercado de trabalho. No DF, o programa é executado desde 2009 e já formou 579 alunos de 15 a 21 anos em 11 turmas.

    “Estou pensando em formas para contribuir e ampliar as parcerias e em outras ações que possam fortalecer esse programa, que tem feito a diferença na vida de muitos jovens”, disse Joana Mello.

    Além de conhecer as instalações, a promotora e a secretária-adjunta conversaram com alunos da 12ª turma e viram trabalhos feitos em sala de aula, a exemplo de ações de conscientização sobre temas como corrupção e vida em sociedade. “No Ministério Público, nós também trabalhamos esses temas. Às vezes, são atos pequenos, mas realizados em grande escala, como colar em uma prova ou receber o troco errado e não devolver. Nosso objetivo é conviver em um ambiente em que as pessoas se respeitem”, disse Carolina Rebelo, que atua na Promotoria de Justiça Especial Criminal e de Defesa da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Gama.

    visita do controlador Lucio Pinho ao Viravida

    O Ministério Público do DF é um dos parceiros do Vira Vida, principalmente no processo de inserção dos alunos no mercado de trabalho por meio do programa Jovem Aprendiz. Desde 2012, o órgão recebeu 80 jovens oriundos do Vira Vida. Diversas outras entidades, órgãos e empresas fazem parte do rol de empregadores, mas ainda não são suficientes para atender os 91 estudantes que fazem parte da 12ª turma, com formatura marcada para 24 de setembro.

    Um deles é Jorge*, de 17 anos, que planeja um dia trabalhar controlando brinquedos em um parque de diversões: “Eu sonho em poder ajudar minha família, ter uma casa, ganhar meu dinheiro e ter uma esposa. Quero sair do programa e trabalhar como jovem aprendiz para poder tirar meus pais da rua”.

    *Nome fictício, em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente.

    Veja mais imagens da visita no link.

    Texto: Aline Porcina
    Fotos: Moacir Evangelista
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Inscrições abertas para oTorneio de Robótica FLL 2018/2019

    Inscrições abertas para oTorneio de Robótica FLL 2018/2019

    Começou oficialmente a nova temporada do Torneio Sesi de Robótica First Lego League. O lançamento mundial do novo desafio, Into Orbit (Em órbita), foi realizado na quarta-feira (1º). No Brasil, o Serviço Social da Indústria (Sesi) abriu a temporada com um evento para alunos e professores no teatro do Sesi de São José dos Campos (SP). A cidade é o mais importante polo aeronáutico e aeroespacial da América Latina.

    O desafio para estudantes de 9 a 16 anos é pesquisar sobre questões relacionadas a viver e a viajar no espaço. Para a gerente de Projetos Educacionais do Sesi, Bárbara Trajano, é esperado que eles desenvolvam projetos e explorem soluções inovadoras. “As equipes vão utilizar conhecimentos, principalmente das áreas de ciências exatas e biológicas. Os alunos devem explorar temas como foguetes, satélites, comunicação, sobrevivência, aspectos psicológicos de uma viagem espacial e o quanto os astronautas são expostos a situações de estresse”, diz. Além do lançamento da nova temporada em São José dos Campos, outras cidades vão ter eventos especiais sobre o desafio Into Orbit. 

    Valendo!
    Desafio lançado, agora é hora de montar as equipes. As inscrições para os torneios regionais também foram abertas nesta quarta-feira (1º). Os times, de escolas públicas e particulares, devem se inscrever até o dia 31 de agosto na página do Torneio Sesi de Robótica. As equipes podem ter de dois a dez estudantes, além de dois técnicos (um sendo suplente). Veja também o calendário das etapas regionais.

    O estudante Mateus Rosa (15), do Sesi de Americana (SP), é um dos integrantes da equipe Red Rabbit, que venceu o mundial de robótica nos Estados Unidos este ano. Ele diz que agora o grande desafio para todas as equipes é se aproximar do espaço. “Desde criança já tenho curiosidade sobre o espaço e esta temporada me agrada muito. Sou curioso com tudo lá fora e imagino que vamos aprender muitas coisas novas. Tem o desafio de viver no espaço, muitas pessoas se sentem sozinhas nestas viagens espaciais longas, o que fazer com os resíduos e as questões da alimentação. Agora é ir a fundo nas pesquisas”, finaliza.

    Para o supervisor de Ciência e Tecnologia do Sesi de São Paulo, Ivanei  Nunes, o tema vai superar expectativas porque muita coisa está acontecendo no espaço. “Há a exploração por empresas privadas, a descoberta de água em Marte, um conjunto muito favorável para que esta temporada seja fantástica. Sem falar na surpresa que os alunos nos trazem sempre com projetos magníficos, com ideias que nem imaginávamos que poderiam atingir um nível tão alto”, afirma.

    TEMPORADA IN TO ORBIT – EVENTOS NOS ESTADOS
    DATA LOCAL
    11/8 Porto Alegre
    18/8 Salvador
    22/8 Contagem (MG)
    1º/9 Brasília
    5/10 Goiânia
    18/10 Rio do Sul (SC)
    19/10 Curitiba
    29/10 Recife
    30/10 São Gonçalo do Amarante (RN)
    31/10 Manaus


    O que é o torneio

    O Torneio Sesi de Robótica First Lego League é um programa internacional de exploração científica que promove o ensino de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática no ambiente escolar e contribui para o desenvolvimento de competências e habilidades comportamentais para a vida. A cada ano o torneio estimula o trabalho colaborativo, a criatividade, e traz desafios do mundo real para os alunos.

    Criado em 1998 pela First – uma organização não governamental – em parceria com o Grupo Lego, a competição propõe que estudantes sejam apresentados ao mundo da ciência e da tecnologia de forma divertida, por meio da construção e programação de robôs feitos inteiramente com peças da tecnologia Lego Mindstorm. No Brasil, desde 2013, o Sesi é a instituição responsável pela organização do torneio (etapas regionais e nacional). Mais de 17 mil alunos brasileiros já participaram da disputa. 

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    As tarefas
    Em cada torneio, os estudantes precisam realizar quatro tarefas. Uma delas é o Desafio do Robô, quando os estudantes colocam os robôs de Lego para cumprir determinadas missões. Para realizar as tarefas, o robô pode capturar, transportar, ativar ou entregar objetos na mesa de competição. Tudo de forma lúdica, simulando situações reais. As equipes têm direito a três rounds, de 2 minutos e 30 segundos cada, para execução.

    Os robôs, projetados e construídos pelos próprios alunos, também são avaliados na categoria Design do Robô. Os times podem utilizar sensores de movimento, cor, toque, controladores e motores. Os juízes levam tudo isso em consideração, além da estratégia e programação. 

    Conta pontos ainda o Projeto de Pesquisa com uma solução inovadora sobre o desafio da temporada. A solução é apresentada para os outros competidores e o público visitante nos torneios, e será avaliada pelos juízes. Por fim, na categoria Core Values, os estudantes precisam mostrar que sabem trabalhar em equipe. 

    Quem pode participar?
     A competição é voltada para estudantes de 9 a 16 anos, de escolas públicas ou particulares. Grupos de amigos também podem montar seus times, são as chamadas equipes de “garagem”. Primeiro as equipes se inscrevem para a fase regional. Os melhores times desta etapa, garantem vaga na disputa nacional. 

    Robótica em sala de aula
    O Sesi adota a robótica educacional em sala de aula desde 2006. Atualmente, todas as 459 escolas do Sesi que atuam com ensino fundamental e médio do país ofertam a robótica. São quase 190 mil alunos.

    Texto e fotos: Agência CNI

  • Há 18 anos, Sesi Taguatinga é sede do Cooperjogos

    Há 18 anos, Sesi Taguatinga é sede do Cooperjogos

    [Atualização às 16h50] 

    Cerca de 600 pessoas passaram nesse sábado (21) pela unidade de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi). Foi a 18ª edição dos Jogos de Integração Cooperativista (Cooperjogos), organizados anualmente pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do DF (Sescoop-DF). Houve provas de natação, atletismo, futsal, voleibol, peteca, cabo de guerra, queimada, truco, dama, xadrez, sinuca e dominó. Os resultados serão divulgados no dia 10 de agosto.

    A competição, parte do calendário anual do Sescoop-DF, envolveu cooperados, funcionários e dirigentes de cooperativas de cinco segmentos: trabalho, crédito, produção, representação e agropecuário. Na torcida, familiares e amigos.

    O Sesi Taguatinga foi escolhido como sede para a primeira edição do evento e, desde então, é contratado todos os anos. “O diferencial do Sesi é a estrutura. Nós não conhecemos outro local tão bem preparado, inclusive com equipes de coordenação e técnica, que nos auxiliam na elaboração das regras e na condução dos jogos”, afirma Patricia Monteiro, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop-DF.

    Aluguel para eventos
    A estrutura do Sesi Taguatinga pode ser alugada para competições esportivas e eventos em geral. São três piscinas (infantil, de 25 metros e de 50 metros), dois campos de futebol (um gramado e um de areia), duas quadras de vôlei de areia, cinco quadras poliesportivas – três externas e duas cobertas –, uma quadra de tênis e um ginásio com capacidade para aproximadamente 1,2 mil pessoas.

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    Além da estrutura física, o Sesi Taguatinga oferece a contratantes a parte técnica e de colaboradores, como seguranças, brigadistas, eletricistas e equipes de limpeza, de arbitragem, e de sonorização. Também é possível contar com o serviço de UTI móvel e alugar tendas e box truss (estrutura metálica para montagem de som e iluminação).

    Para eventos em geral, há um teatro com capacidade para 478 espectadores, duas salas multiúso, uma sala de exposição, um foyer, um refeitório e três estacionamentos.

    Os serviços podem ser contratados de acordo com as necessidades do cliente e com o porte do evento, como explica o coordenador de Promoção à Saúde do Sesi Taguatinga, Robson Feitosa: “Nós desenvolvemos a proposta com base no que o contratante espera, atendendo a critérios de segurança e de qualidade. O trabalho é feito em conjunto para que o resultado atenda às expectativas de todos os envolvidos.”

    O Sesi Sobradinho e o Sesi Gama também oferecem locação de espaços. No primeiro, existem quatro churrasqueiras, quatro quadras poliesportivas, um campo de futebol society, um playground, um palco para eventos, um salão de festas, estacionamento interno e um parque aquático com uma pisicna semiolímpica, duas piscinas infantis e uma piscina com toboágua. No Gama, são duas quadras poliesportivas cobertas, um campo de futebol society e uma piscina semiolímpica.

    A locação de espaços e de serviços das unidades do Sesi-DF está disponível para empresas e pessoas físicas todos os dias, de domingo a domingo, mediante disponibilidade. Para obter mais informações, entre em contato com o SAC do Sistema Fibra pelo telefone (61) 4042-6565.

    Veja mais imagens do Cooperjogos no link.

    Texto: Aline Porcina
    Fotos: Helio Montferre/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra  

  • Profissionais e parceiros do Vira Vida se preparam para receber nova turma

    Profissionais e parceiros do Vira Vida se preparam para receber nova turma

    Prestes a iniciar as atividades da 13ª turma, o programa Vira Vida no Distrito Federal promove hoje (20) e amanhã uma capacitação para profissionais e parceiros. Trata-se do curso A Pedagogia da Presença e a Educação Interdimensional, com o pedagogo mineiro Alfredo Gomes da Costa.

    Cerca de 50 pessoas participam, entre professores, pedagogos, orientadores educacionais, assistentes sociais e técnicos administrativos do próprio Vira Vida e de entidades parceiras, como os departamentos regionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF), do Serviço Social da Indústria (Sesi-DF), do Serviço Social do Comércio (Sesc-DF) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-DF). O encontro é no Senai Taguatinga.

    Criado pelo Conselho Nacional Sesi em 2008, o programa resgata adolescentes e jovens em situação de risco, de violência sexual e de vulnerabilidade social. Os eixos são: educação básica, educação profissional e empreendedora, desenvolvimento humano, elevação da autoestima e fortalecimento de vínculos, promoção de direitos e inclusão socioprodutiva.

    Na capacitação, são trabalhados temas como os mecanismos de participação, a resiliência, a educação por projetos e a avaliação sistêmica dos alunos, considerada um dos grandes diferenciais do programa: “Queremos aprimorar esse processo para que seja ainda mais efetivo. Nossos parceiros estão reunidos para que a capacitação seja coletiva e para que todos continuem caminhando na mesma direção”, diz a coordenadora do Vira Vida no Distrito Federal, Cida Lima.

    A avaliação sistêmica é um processo participativo que exige muita dedicação e capacitação das equipes envolvidas. É feita em três momentos do programa Vira Vida no DF: no início, para identificar o perfil de cada participante e desenvolver atividades voltadas para as necessidades específicas; no meio do programa, como forma de avaliar a evolução; e ao final da turma, a fim de tecer um panorama da participação cada integrante da turma. O processo envolve a equipe técnica do programa, os parceiros e os alunos.

    Para a assessora de Projetos Sociais do Conselho Nacional do Sesi, Roberta Nacfur Macedo, que participa da capacitação, o método tem trazido bons resultados, reforçando o papel transformador do programa não apenas entre os alunos, mas também entre os empregados. “Nós conseguimos implantar a avaliação sistêmica com toda a sua potencialidade no DF. Os adolescentes têm mostrado apropriação não só de conteúdo, mas de atitude, de comportamento e de reflexão.”

    Consultor e especialista em Desenvolvimento Humano, o palestrante Alfredo Gomes da Costa afirma que os resultados alcançados pelo programa Vira Vida refletem a postura dos profissionais envolvidos, que compreenderam, aceitaram e praticam a proposta de aperfeiçoar a relação interpessoal entre o educador e o aluno. “A pedagogia da presença incentiva a educação por uma visão ampliada, que inclui conhecimentos, habilidades, atitudes, valores e ética”, ensina.

    A pedagogia da Presenca e a Educacao Interdimencional

    O Vira Vida no DF
    Em processo de inserção, os cem futuros alunos da 13ª turma serão apresentados em setembro, durante a formatura da 12ª turma, que está em andamento e conta com 92 alunos. Desde 2009, quando chegou ao Distrito Federal, o Vira Vida formou 579 estudantes, em 11 turmas.

    Veja mais imagens do evento no link.

    Texto: Aline Porcina
    Fotos: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Vira Vida inicia processo de inserção de cem novos alunos na 13ª turma

    Vira Vida inicia processo de inserção de cem novos alunos na 13ª turma

    Foi lançada nesta terça-feira (5) a 13ª turma do Vira Vida, programa do Serviço Social da Indústria (Sesi) voltado para o resgate de jovens em situação de risco e de vulnerabilidade social. A apresentação foi na sede da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), durante o Café com a Rede de Enfrentamento à Violência e Exploração Sexual de Adolescentes. Promovido pela equipe do Vira Vida no DF, o evento reuniu organizações, entidades e parceiros locais para falar sobre os critérios de inserção dos cem futuros alunos.
     
    “Em dez anos de atuação, nós construímos uma parceria com base na ética, no respeito e no comprometimento com a proteção e com o enfrentamento à violência sexual de jovens”, disse, na abertura do evento, a coordenadora do Vira Vida no DF, Cida Lima. “Hoje é a primeira etapa do processo de inserção da 13ª turma. O caminho é longo. Queremos fazer o melhor para que sejam indicados candidatos que atendam ao perfil”, completou.
     
    Na ocasião, a coordenadora geral da ouvidoria do Disque Direitos Humanos, Sueli Vieira, apresentou dados sobre a violência do DF com base nas denúncias recebidas em 2017. Mais conhecido como Disque 100, o canal de atendimento gerido pelo Ministério dos Direitos Humanos é um serviço de denúncias e proteção contra violações 24 horas, que funciona todos os dias. De acordo com o levantamento, há um alto número de casos de violência sexual relacionados a jovens, principalmente do sexo feminino (69%). As informações apresentadas devem auxiliar os parceiros no processo de identificação dos futuros alunos.
     
    A superintendente do Sesi-DF, Gricélia Pinheiro, ressaltou os resultados apresentados pelo Vira Vida ao longo dos anos. No DF, o programa é desenvolvido desde 2009 e já formou 579 alunos em 11 turmas. “Eu nunca vi um programa conseguir reunir tantos parceiros empenhados, apresentar tantos resultados em relação à empregabilidade e transformar tantas vidas. Para o Sesi, é uma honra ter um programa com essas dimensões”, afirmou.
     
    VIRAVIDACORPO

    Entusiasta do programa, o deputado distrital Rodrigo Delmasso (PRB) reafirmou no evento seu compromisso de continuar destinando emendas ao Vira Vida enquanto estiver na Câmara Legislativa. “Esse programa deveria ser uma política pública de Estado. O Sesi e todos os parceiros demonstram diariamente como fazer um trabalho público de resgate social. Eu realmente acredito que o Vira Vida transforma vidas”, disse.

     
    Sobre o Vira Vida 
    Atendendo aos pedidos das entidades parceiras para a 13ª turma, a idade mínima foi ampliada. Podem participar jovens de 14 a 21 anos. Antes, só eram aceitos alunos a partir de 15 anos. Há, ainda, outros critérios para a inserção, como: ser vítima de violência sexual ou estar em situação de extrema vulnerabilidade sexual, estar matriculado em alguma unidade escolar e ter histórico de evasão escolar.
     
    A identificação dos jovens é feita pela rede de enfrentamento, composta por órgãos como os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), os Conselhos Tutelares e os Centros de Atenção Psicossocial (Caps).
     
    Os alunos da 13ª turma serão apresentados em 24 de setembro – durante a formatura da 12ª turma, que conta com 92 alunos – e deve durar 16 meses. Nesse período, os jovens serão acompanhados por equipes multidisciplinares em vários eixos: educacional, psicológico, pedagógico, assistência social e administrativo. Com o apoio dos parceiros, serão oferecidos educação básica, cursos técnicos e de qualificação, além da possibilidade de inserção no mercado de trabalho.
     
     
    Texto: Aline Porcina
    Fotos: Victor Hugo Pessoa
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • No Dia Nacional do Desafio, Sesi oferece aulões de atividades físicas

    No Dia Nacional do Desafio, Sesi oferece aulões de atividades físicas

    A quarta-feira de 30 de maio marcou o primeiro Dia Nacional do Desafio. A data foi instituída pela Lei n° 13.645/2018 para incentivar empresas, órgãos públicos, escolas e outros estabelecimentos a propor atividades físicas e esportivas orientadas, por no mínimo 15 minutos, na última quarta-feira do mês de maio de cada ano.

    Cumprindo sua missão de promover a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores, o Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) ofereceu aulões gratuitos a 13 empresas locais, entre elas a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb). As atividades duraram 20 minutos e foram conduzidas por profissionais de Educação Física que já prestam o serviço Sesi Ginástica nas Empresas.

    Na Caesb, houve uma aula de dança com aproximadamente 50 empregados. No dia a dia, a empresa recebe sessões de ginástica laboral com exercícios de alongamento, mas a mudança de rotina agradou aos participantes. “Normalmente a atividade ocorre em cada setor. Hoje reunimos pessoas de diversas áreas e isso possibilitou a integração. Todos ficaram muito felizes e animados”, afirmou a técnica da Caesb em Segurança e Saúde do Trabalho, Cintia Augusto.

    As atividades do Dia Nacional do Desafio também foram levadas para unidades do Sistema Fibra, que ampliaram as ações para alunos. O Sesi Gama ofereceu uma aula de relaxamento. Na unidade integrada Sesi/Senai Sobradinho, foram realizados durante todo o dia aulões de hidroginástica, de natação e na academia.

    dia nacional do desafio

    A data incentiva a prática correta de atividades, por meio do acompanhamento de profissionais que orientem os alunos e os auxiliem na execução dos exercícios, como explica a coordenadora de Promoção da Saúde do Sesi/Senai Sobradinho, Maísa Vieira: “A data é um grande avanço na área da saúde, principalmente em uma época em que o sedentarismo é cada vez mais frequente. É importante valorizar o profissional de Educação Física porque a falta de orientação pode trazer graves prejuízos”.

    Uma das participantes mais animadas do aulão de hidroginástica era a aposentada Ivonilde Menezes. Aos 76 anos, ela esbanjava alegria enquanto realizava os exercícios propostos pelos três professores: “Eu frequento o Sesi desde 2013. Faço natação e hidroginástica e, durante esse tempo, só vi a minha qualidade de vida melhorar. O exercício é fundamental para a minha energia e deveria ser rotina na vida de todo mundo”, acredita.

    Veja a galeria de fotos aqui!

    Texto: Aline Porcina
    Fotos: Cristiano Costa e Moacir Evangelista
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • No Dia das Mães, marcas revertem venda de camisetas para o Vira Vida

    No Dia das Mães, marcas revertem venda de camisetas para o Vira Vida

    camapanha1Três marcas brasilienses uniram-se para o desenvolvimento de uma minicoleção com foco no respeito à maternidade. Abi Project, Q.U.A.D.R.A e Dobe Brasil produziram cinco estampas de camisetas que propõem a conscientização sobre a nova geração de mulheres que decidiram educar seus filhos fora dos padrões e das regras tradicionais, de forma mais consciente, questionadora, equilibrada e intuitiva.

    Com o apoio da Women´s Entrepreneurship Day Organization Brazil (Wedo Brazil), a campanha Women Unite em prol da maternidade abraçou o projeto Vira Vida, desenvolvido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), e por parceiros. Uma das cinco camisetas – estampada com a palavra mãe em diferentes línguas – terá toda a renda revertida para o projeto no Distrito Federal.

    O Vira Vida resgata jovens em situação de risco e de vulnerabilidade social, promovendo a educação básica, a qualificação profissional e a inclusão na sociedade e no mercado de trabalho. Desde 2009, mais de mil pessoas de 15 a 21 anos passaram pelo projeto no DF, sendo 70% delas do sexo feminino. Está em andamento a 12ª turma, com 95 alunos. O trabalho começou em maio de 2017 e a formatura será em setembro.

    Embaixadora da Wedo Brazil, Cristina Castro-Lucas explica por que a organização não governamental resolveu apoiar o trabalho do Sesi-DF. “Nós queríamos apoiar um projeto completo, que atendesse principalmente as mulheres e que pensasse em pilares da construção social, com visão de futuro. Todo o investimento no Vira Vida se transforma em ganhos na vida de todos os envolvidos”, diz. A Wedo está em 145 países e promove o empreendedorismo e o empoderamento feminino.

    Diretor criativo da Dobe Brasil, Paulo Albuquerque conta que, para que a campanha fosse eficaz, era preciso integrar os aspectos sociais ao empreendedorismo. “Não faz sentido falar em sustentabilidade do negócio e não ter sustentabilidade pelo lado humano. O Vira Vida é um projeto muito bem estruturado e queremos dar maior visibilidade às ações.”

    O valor arrecadado com as vendas da camiseta com a palavra mãe em diferentes idiomas será destinado à compra do enxoval das dez alunas da 12ª turma do Vira Vida no DF que estão grávidas. As camisetas custam R$ 138,00 cada uma e são vendidas até o fim do estoque na Q.U.A.D.R.A Concept Store, no Lago Sul (SHIS QI 13, Bloco J). O telefone da loja é: (61) 3248-2840. 

    Texto: Aline Porcina
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Conheça os serviços de SST do Sesi-DF

    Conheça os serviços de SST do Sesi-DF

    sesi sst laudo sistemafibraA data de 28 de abril marca o Dia Mundial da Saúde e Segurança no Trabalho e o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho. O momento serve para reforçar as ações de preservação da saúde e da integridade física no ambiente profissional. As datas foram instituídas em 2003 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em homenagem às 78 pessoas que morreram na explosão de uma mina no estado norte-americano de Virginia em 28 de abril de 1969. No Brasil, o dia foi oficialmente declarado em 2005, pela Lei nº 11.121.

    Assessorando empresas, o Serviço Social da Indústria (Sesi-DF) é referência na prestação de serviços de Saúde e Segurança do Trabalho (SST). Pela quinta vez, o Sesi foi a marca mais lembrada entre as que estão no segmento no prêmio Top of Mind 2017 da Revista Proteção, publicação especializada no tema, que avalia entidades desde 1996.

    No ano passado, o Sesi-DF atendeu 13.259 trabalhadores de 1.499 empresas em ações de SST. Nacionalmente, foram mais de 4 milhões atendimentos.

    Os serviços incluem ações de prevenção de acidentes e de melhoria das condições de trabalho, de prevenção de doenças ocupacionais, de promoção da integridade física e psicológica do trabalhador, de aumento da produtividade e de redução de custos com absenteísmo (falta habitual). As ações de prevenção são recomendadas a qualquer organização. Para alguns segmentos, como a construção de civil e o setor de movelaria, elas são uma obrigação legal, de acordo com normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho.

    Conheça alguns desses serviços:

    PPRA e PCMSO: preservando a saúde do trabalhador
    Entre os principais produtos oferecidos, de acordo com as normas regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho, estão o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).

    Criado em 1994, por meio da NR 9, o PPRA visa a preservar a saúde e a integridade física dos funcionários mediante antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais relacionados à função, a fim de melhorar a produtividade e as condições de trabalho.

    Em complementação ao PPRA, há o PCMSO, previsto na NR 7. O objetivo é criar e manter uma cultura de prevenção, promoção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde dos empregados.

    Previdência Social: PPP e LTcat
    Uma das ações mais procuradas pelas empresas é o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), que consiste em um documento histórico laboral e individual do trabalhador relativo à exposição a agentes nocivos químicos, biológicos ou físicos, além de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física. O PPP está previsto no Decreto nº 4.032, de 2001, e é destinado a atender às instruções normativas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Relacionado à aposentadoria, o Sesi também oferece o Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTcat), previsto na Lei nº 8.213, de 1991, e no Decreto nº 3.048, de 1999. O documento tem finalidade previdenciária no requerimento de aposentadoria especial em consequência do ambiente de trabalho ou em razão de um acidente, entre outros casos.

    NR 15 e NR 16: Insalubridade e Periculosidade
    Outro serviço disponível é a produção de laudos de insalubridade e de laudos de periculosidade, que visam a concluir, mediante exame, vistoria, indagação, investigação ou avaliação, se existem condições insalubres ou perigosas, ou se há exposição a agentes nocivos, de acordo com as Normas Regulamentadoras nº 15 e nº 16 do Ministério do Trabalho.

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    Análise Ergonômica do Trabalho: conforto e eficiência
    A Análise Ergonômica do Trabalho (AET) tem como objetivo avaliar as condições de trabalho e identificar os riscos ergonômicos dos objetos, do posto de trabalho ou do próprio profissional. Esse mapeamento resulta na confecção de um laudo, que expõe a situação do ambiente e recomenda as intervenções ou adaptações necessárias a fim de proporcionar o máximo de conforto e de segurança ao trabalhador.

    Ginástica Laboral: vida saudável no ambiente de trabalho
    A ginástica laboral traz diversos benefícios, como melhorar o relacionamento entre equipes e promover relaxamento mental e muscular, além de minimizar doenças ocupacionais, como Lesão por Esforço Repetitivos (LER) e Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (Dort). As atividades são na própria organização, durante pequenas pausas no expediente, nas quais os profissionais do Sesi orientam sobre a importância de práticas saudáveis, ensinam exercícios físicos e realizam dinâmicas de integração. As ações são programadas de acordo com as características de cada empresa e com as atividades exercidas pelos funcionários.

    Para mais informações sobre os serviços oferecidos pelo Sesi-DF na área de SST, entre em contato com a Central de Atendimento do Sistema Fibra pelo telefone (61) 4042-6565.

    Texto: Aline Porcina
    Fotos: Cristiano Costa
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra