Autor: Aline Porcina

  • Sesi de Taguatinga recebe Concerto da Orquestra de Alunos

    O Centro Cultural Sesi recebe no dia 12 de setembro de 2016, ás 18hs, o Concerto da Orquestra de Alunos no SESI de Taguatinga. 

    O Sesi sempre dedicou especial atenção às necessidades do trabalhador da indústria e da comunidade em geral. Certo de que, a música, a mais acessível e envolvente forma de expressão artística, pode atuar como poderoso instrumento educativo e transformador, o Sesi-DF desenvolveu diversas ações bem-sucedidas com este foco. Fruto da formação artística, ainda na década de 70 e 80, a orquestra do Sesi teve a participação de músicos como o maestro Silvio Barbato. Nos anos 2000, o Sesi teve novamente um projeto de formação orquestral do qual importantes nomes da música instrumental brasiliense de hoje fizeram parte e ainda no ano de 2013, o Sesi desenvolveu o projeto de orquestra de cordas e formação instrumental.

    Atualmente, uma das ações desenvolvidas no contra turno escolar com alunos do ensino fundamental é o projeto de formação inicial dos instrumentos da orquestra, que oferecem aulas de violino, violoncelo, contrabaixo, violão, guitarra, teclado, flauta doce e canto coral. Após muitas aulas e ensaios, os alunos realizam a primeira apresentação do ano da orquestra de alunos do Sesi–DF, composta por cerca de 40 alunos instrumentistas que irão apresentar um repertório variado sob a regência do Professor Leonardo Gomes.

    A aula de instrumentos da orquestra tem como objetivo desenvolver, apoiados em princípios da pedagogia da música, a inclusão e o aperfeiçoamento técnico e artístico, trabalhando o instrumento musical e as habilidades musicais, o senso de grupo e o conhecimento do repertorio popular e erudito.

    A Regência é de Leonardo Gomes, com a participação especial dos professores Murilo Rezende no Violão e José Laurindo Neto (Tico) na Bateria.

     

  • Sesi Taguatinga realiza Semana de Orientação Profissional para alunos

    Sesi Taguatinga realiza Semana de Orientação Profissional para alunos

    A unidade de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi) realizou, entre 05 e 09 de setembro, a Semana de Orientação Profissional, que visa despertar nos alunos uma reflexão quanto a escolha das futuras profissões. 

    A semana foi voltada para os estudantes do 3º ano da Educação Básica articulada com Educação Profissional (Ebep). Nesta modalidade, os jovens cursam o Ensino Médio no Sesi e complementam o aprendizado com os cursos técnicos oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

    As atividades iniciaram na segunda-feira (05), com a oficina “A escola”, ministrada pela psicóloga da unidade Rita de Cássia Fonseca. No dia seguinte, os alunos participaram da aplicação de testes de habilidades, nos quais foram possíveis verificar afinidades com as áreas de atuação.

    Já na quinta-feira (07), o Sesi recebeu o psicólogo Fauzi Mansur, que apresentou uma palestra sobre experiência profissional. Neste dia, a ação foi aberta também para os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e para as demais turmas do Ebep, já que as escolhas profissionais começam nestas fases, quando eles devem optar pelos cursos técnicos que desejam cursar no Senai. Ao todo, 350 estudantes participaram da ação, que teve como foco auxiliar no processo decisório de formação profissional por meio da vasta experiência de Mansur.

    Semana de orientacao profissional corpo materia CRI5115

    Graduado em psicologia, o palestrante atua principalmente nas áreas de Orientação Vocacional e Profissional e de Psicologia do Desenvolvimento e da Educação. Durante a palestra, Mansur destacou a importância de se conscientizar sobre o processo de escolha para que, no futuro, não se perceba quanto tempo foi perdido em busca de respostas. “Muitas pessoas escolhem profissões de forma equivocada, considerando as opiniões alheias ou o cenário atual. O problema é que isso pode transformá-la em um profissional insatisfeito e, muitas vezes, são necessários muitos anos para retornar a aquilo que se tem vocação”, diz.

    No último dia de programação, os estudantes participaram de um momento de integração com alunos egressos do Sesi, que falaram sobre os caminhos que escolheram após a formatura do Ensino Médio. A conversa teve como objetivo mostrar as diversas possibilidades que existem quando o jovem se forma na educação básica.

    Segundo Rita de Cássia, as atividades desenvolvidas na Semana de Orientação são fundamentais para sanar diversas dúvidas dos alunos em relação as carreiras que poderão seguir. “Nós buscamos fazer com que os alunos identifiquem não apenas as habilidades próprias, como também as competências que podem ser desenvolvidas e as possíveis influências que eles venham a sofrer”.

    Para a psicóloga, é normal que os estudantes não saiam das atividades convictos da carreira que querem seguir, mas, certamente, saem com o pensamento mais evoluido e com opções mas claras. “O nosso objetivo é trazer novas perspectivas e mostrar que existem possibilidades para esse novo passo que eles irão dar. Além disso, também buscamos desenvolver o autoconhecimento e, até mesmo, novas habilidades. Queremos que eles saiam das atividades se conhecendo e conhecendo os cursos que vierem a escolher”, afirma a Rita.

    Após as atividades, a estudante do terceiro ano Bianca Rodrigues conseguiu identificar a profissão que deseja seguir: Medicina. Aos 17 anos, a jovem conta que já pensava na profissão, mas a semana de orientação foi fundamental para confirmar a escolha. “Muitas vezes a gente quer seguir uma área porque as pessoas dizem que é boa ou que tem bom retorno financeiro. Mas, nesta semana, nós entendemos que devemos escolher algo que realmente gostamos, nos identificamos e vamos ficar felizes fazendo. Eu já tinha ideia do que queria fazer e depois de todos os testes e palestras, tenho plena certeza do que quero”, finaliza a jovem.

    Por Aline Porcina
    Assessoria de comunicação do Sistema Fibra
    Imagens: Cristiano Costa

  • PPRA, PCMSO e Ginástica Laboral estão no portfólio de serviços do Sesi

    PPRA, PCMSO e Ginástica Laboral estão no portfólio de serviços do Sesi

    Visando auxiliar a gestão de recursos humanos dentro das organizações, o Serviço Social da Industria (Sesi) do Distrito Federal desenvolveu uma série de programas com foco em segurança e saúde do trabalhador. 

    As ações atendem as Normas Regulamentadoras (NRs), que são requisitos e procedimentos, autorizados e criados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), relativos à segurança e medicina do trabalho, obrigatórios para empresas públicas, privadas e órgãos governamentais que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.

    De acordo com a consultora de negócios na área de Mercado do Sesi Brasília, Juliane Racowicz, os programas buscam prevenir doenças e facilitar os processos burocráticos da empresa, que deve estar atenta ao cumprimento das legislações, sob pena de rigorosas multas. “O Sesi trabalha para promover a qualidade de vida do empregado e diminuir os riscos de acidente. As normas exigem que as empresas estejam de acordo com os requisitos de Segurança e Saúde  do Trabalho (SST) e nós atuamos facilitando o cumprimento dessas legislações”, explica.

    O Sesi Brasília desenvolveu um completo portfólio de serviços para área de Segurança e Saúde do Trabalho. Todos os programas oferecidos pelo Sesi Brasília são desenvolvidos com o apoio de consultores técnicos especializados que visitam as empresas, verificam os ambientes e produzem diagnósticos a fim de identificar, de forma personalizada, as principais demandas e fragilidades.

    PPRA e PPRO: preservando a saúde do trabalhador

    Entre os principais produtos oferecidos pelo Sesi Brasília, de acordo com as normas regulamentadoras do MTE, estão o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).

    Criado em 29 de dezembro de 1994, por meio da NR9, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) possui obrigatoriedade legal para todos os empregadores e instituições e visa preservar a saúde e a integridade física dos funcionários mediante a antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais relacionados a função, a fim de melhorar a produtividade e as condições de trabalho.

    O desenvolvimento do PPRA é composto por várias etapas. A primeira delas consiste na visita de um engenheiro do trabalho do Sesi Brasília à sede da empresa contratante. Na ocasião, o profissional irá fazer um levantamento dos riscos ambientais, identificando as situações que propiciem a ocorrência de possíveis doenças ou acidentes no trabalho. Com essa base nessa análise, será feita uma descrição das áreas de trabalho contemplando, por exemplo, as máquinas e equipamentos de proteção coletiva e individual.

    O próximo passo é elaborar um documento-base contendo as informações necessárias à implementação do programa, com a determinação das ações a serem adotadas pelo período de 12 meses. Também será feita uma avaliação de riscos específicos quando identificada a ocorrência de ruído, poeiras, gases, calor, deficiência de iluminação, entre outros. Nestes casos, serão utilizados equipamentos específicos, com a finalidade de quantificar e comparar os parâmetros técnicos vigentes com os agentes encontrados.

    Atuando de forma articulada com o PPRA, está o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), que é previsto pela NR7 e tem como objetivo criar e manter uma cultura de prevenção, promoção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde de todos os empregados.

    O PCMSO também é de implementação obrigatória e composto por diversos processos. São eles: Implementação e acompanhamento do programa; avaliação clínica, orientação para auxilio diagnóstico; exames complementares; consultas de exames admissionais e demissionais, periódicos, de retorno ao trabalho e mudança de função; emissão dos Atestados de Saúde Ocupacional (ASO); elaboração do relatório anual; e elaboração do documento base.

    A contratação do PPRA é feita por um período mínimo de 12 meses e o valor varia de acordo com a quantidade de funcionários e com o grau de risco de cada empresa. A organização pode optar por contratar apenas o PCMSO, caso já tenha implementado o PPRA. Mas, se a organização não tiver nenhum dois, ela deve começar a implementação pelo Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

    seguranca no trabalho sesi corpo materia CRI6421

    Entre os clientes do Sesi Brasília na área de Segurança e Saúde do Trabalho estão grandes organizações privadas e públicas, como a Companhia Metropolitana de Brasília e a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb).

    Atualmente, os serviços prestados pelo Sesi Brasília atendem a, aproximadamente, 2,5 mil empregados da Caesb, que têm acesso a programas como PPRA e PCMSO. De acordo com o gerente de processos da companhia, Eurival Monteiro, o investimento em ações de SST traz benefícios imediatos aos funcionários e a própria empresa. “É motivador proporcionar aos nossos colaboradores a oportunidade de cuidar mais da saúde e integridade física. Além de ser muito importante para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, é gratificante ver os colegas voltando para casa com saúde. A curto prazo, as ações servem como alerta para um melhor estilo de vida. A médio prazo, são um retorno em saúde. E, a longo prazo, melhoram a qualidade de vida”, explica.

    Ginástica Laboral: vida saudável no ambiente de trabalho

    Além dos dois programas, a Caesb também oferece aos funcionários a Ginástica Laboral, mais um serviço prestado pelo Sesi Brasília por meio do Programa Sesi Ginástica na Empresa, que tem como objetivo disseminar um estilo de vida mais saudável e menos estressante entre os funcionários. As atividades são realizadas no próprio ambiente de trabalho da organização, durante pequenas pausas no expediente, nas quais os profissionais do Sesi Brasília orientam sobre a importância de práticas saudáveis, ensinam exercícios físicos e realizam dinâmicas de integração. As ações são programadas de acordo com as características de cada empresa e com as atividades exercidas pelos funcionários.

    A Ginástica Laboral está entre os serviços mais consagrados do Sesi em todo o Brasil, tendo recebido, nos últimos nove anos consecutivos, o prêmio “Marca Brasil”, que reconheceu a instituição como marca mais lembrada no segmento de Ginástica Laboral da Revista Cipa.

    A atividade traz diversos benefícios para os participantes, como melhorar o relacionamento entre equipes, promover relaxamento mental e muscular, além de minimizar doenças ocupacionais, como Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (Dort).

    Na próxima matéria, falaremos sobre outros serviços oferecidos pelo Sesi Brasília na área de Segurança e Saúde do Trabalho, como o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), o Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho (Ltcat) e a Análise Ergonômica do Trabalho (AET).

    Para obter mais informações sobre os programas e serviços oferecidos pelo Sesi Brasília na área de SST, entre em contanto com a Área de Mercado pelo e-mail relacaocomaindustria@sistemafibra.org.br ou pelos telefones (61) 3362-6066 ou (61) 3362-6191.

    Por: Aline Porcina

  • Alunos do Sesi DF participam de Olimpíada Brasileira de Robótica

    Alunos do Sesi DF participam de Olimpíada Brasileira de Robótica

    Robotica elefante branco corpo materia CRI8551

    Os alunos do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) conquistaram os mais altos lugares do pódio na etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), que foi realizada no último sábado (27), no Centro Integrado de Educação Física, na 907 sul. O evento, promovido com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), visa, por meio da robótica, identificar jovens talentos, estimular carreiras científicas-tecnológicas e promover debates e atualizações no processo de ensino-aprendizagem brasileiro.

    A Olímpiada reuniu jovens de escolas públicas e privadas do ensino fundamental, médio ou técnico de todo o Distrito Federal. Ao todo, participaram mais de 60 equipes, de no mínimo dois e no máximo quatro participantes cada, sendo que três delas foram formadas pelos estudantes do Serviço Social da Indústria (Sesi), das unidades do Gama e de Taguatinga.

    A competição teve duração de nove horas, nas quais os alunos se revezaram nas batalhas de robôs. O resultado foi divulgado no fim da tarde quando foram anunciados os competidores que irão representar o Distrito Federal na etapa nacional, que será realizada em outubro, na cidade de Recife, Pernambuco.

    A equipe do Sesi Taguatinga, composta pelos jovens Filipe Matias, Ives Dijuran e Ana Carolina de Moraes foi a vencedora na categoria “Melhor Programação”. Já as duplas do Sesi Gama, Thalles Yucatán e Lucas Sampaio, ambos de 14 anos; e Clésio Júnior, de 17 anos, e Bruno de Castro, de 16 anos, ficaram, respectivamente, com o segundo e terceiro lugar da classificação geral. 

    Para auxiliar a preparação dos competidores, o Sesi Gama firmou parceria com os alunos do curso de Mecatrônica, da Universidade de Brasília (UNB), que já têm experiência em plataformas de desenvolvimento de robôs e conseguiram excelentes resultados em diversos campeonatos disputados nacionalmente. Os treinamentos foram realizados uma vez por semana, durante um mês, na universidade, e variavam entre 6 e 12 horas diárias. Nos encontros, os jovens recebiam orientações sobre processos como solda, construção e funcionamento do robô. Além disso, foi apresentada uma nova plataforma de desenvolvimento, a Arduino, que exige a criação do protótipo desde as partes iniciais, e não apenas a configuração. Apesar do treinamento com o Arduino, os alunos tiveram um imprevisto dois dias antes da competição, o que os obrigou a utilizar o modelo que já vinha sendo desenvolvido anteriormente, o EV3 Lego. A mudança não desanimou os compeitores que foram, com garra total, buscar uma boa colocação para o DF.

    “Quando estávamos nos últimos testes com o engenheiro, percebemos que as pontes que fazem o motor funcionar estavam com problema. Então, tivemos que utilizar o plano B e voltar para o EV3. Mas no fim deu certo porque nós já conhecíamos o sistema e só precisamos dar continuidade ao projeto que já vinha sendo desenvolvido antes”, explica o jovem competidor Thalles Yucatán.

    A OBR é dividida em duas etapas independentes: teórica e pratica. Na fase teórica, os alunos deverão responder questões de prova escrita elaborada por uma Comissão de Professores. Já para a parte prática, todos os anos é desenvolvido um projete diferente. Neste ano, os participantes construíram robôs para simular processos de salvamento em uma pista pré-montada. A prova incluiu superação de obstáculos, realização de curvas de 90 graus, passar por encruzilhadas e colocar a pessoa em segurança.

    Além da divisão por etapas, os alunos também são separados de acordo com série e faixa etária: 14 e 15 anos, estudantes do ensino fundamental; e 16 e 17 anos, estudantes do ensino médio.

    Segundo o coordenador de Projetos do Sesi Gama, Atos Henrique Reis, a inserção da robótica na rotina escolar dos alunos auxilia na busca por soluções e incentiva o estudo e a pesquisa voltados para a tecnologia. “ A proposta pedagógica da instituição ao inserir a robótica na grade curricular é fazer com que o estudante passe a buscar soluções para os problemas do dia a dia. A iniciativa inclui diversão, mas não deixa a preparação e o estudo de lado. A rotina é muito bem planejada para que o aluno passe o dia inteiro na escola e consiga absorver o maior volume de conhecimentos possíveis”, explica.

    A Robótica na rotina dos alunos

    O uso do Lego está presente nas salas de aula do Sesi desde o início do Ensino Fundamental e tem um forte viés social e de desenvolvimento humano. Com o passar dos anos, os estudantes têm acesso aos robôs e assessoria dos professores. O objetivo da instituição é despertar de uma forma lúdica o interesse dos menores em disciplinas como a matemática, física, informática, desenvolvendo a criatividade, o raciocínio lógico e a inovação.

    Para o aluno e competidor Lucas Sampaio, estudar e praticar robótica é um grande diferencial no processo educacional dos alunos. “A robótica entra como uma disciplina complementar e vale nota. Nós aprendemos não apenas os conceitos básicos, como engrenagem e alavanca, mas também descobrimos diversas áreas de conhecimento, como engenharia e física e matemática. Isso nos ajuda a conhecer melhor as profissões que podemos seguir”, conta.

    O Clube da Robótica alcança crianças e adolescentes de 10 aos 16 anos. O Torneio de Robótica FIRST LEGO League (FLL) é um programa internacional criado para despertar o interesse dos alunos em temas como ciência e tecnologia, dentro do ambiente escolar. Ao todo, 80 países participam do torneio, que é organizado pelo grupo dinamarquês Lego, em parceria com a empresa americana FIRST (For Inspiration and Recognition of Science and Technology), há 17 anos.

    Nas competições, os estudantes precisam desenvolver um projeto de pesquisa. Neste ano, o tema da competição é o convívio harmonioso entre homens e animais. A elaboração destes projetos de pesquisas faz parte de um dos itens de avaliação do torneio, que é somado ao designer do robô, que avalia o desenvolvimento e programação dos robôs, e, também, à chamada “core values”, que analisa se há uma competição amigável e saudável entre os participantes do torneio e os embates nas mesas de desafio.

    Em junho, a unidade do Gama sediou o Torneio Interescolar de Robótica Sesi 2016. No total, foram dez equipes que disputaram o torneio. Nesta semana, a unidade do Gama receberá, oficialmente, a abertura do Torneio de Robótica FIRST LEGO League (FLL), que será realizado no próximo sábado (03), a partir das 9h.

    Por Aline Porcina, com informações de Marcus Fogaça

  • Jogos Escolares do Sesi incluem esportes e atividades lúdicas

    Jogos Escolares do Sesi incluem esportes e atividades lúdicas

    Jogos Escolares SESI Sobradinho corpo materia CRI0272

    Voleibol, futsal, natação e muitas brincadeiras tradicionais estão sendo praticadas, nesta semana, na unidade integrada Sesi/Senai Sobradinho.

    Desde segunda-feira (15), os alunos do 1º e 2º ano da Educação Básica e Educação Profissional (EBEP) estão participando dos Jogos Escolares, evento que já faz parte do calendário da unidade e visa criar um ambiente harmônico, divertido e de promoção das habilidades psicomotoras dos estudantes.

    “Os Jogos são uma oportunidade de interação e diversão entre os alunos. Durante estes dias, eles extravasam e, até mesmo trabalham, por meio das atividades lúdicas que são propostas, com questões que podem ser cobradas em provas e vestibulares”, conta Igor Santos, professor de física da unidade. 

    As competições estão sendo disputadas por 120 alunos, entre 15 e 17 anos. Para incentivar o companheirismo e espírito esportivo, foram montadas quatro turmas diferentes, compostas por alunos de diversas séries.

    Para o estudante do 2º ano do Ensino Médio, Silas Reis, os jogos são uma oportunidade de realizar atividades diferentes, já que a rotina do Ebep é bem intensa. “No Ebep, nós temos educação profissional pela manhã e escola no período da tarde. É bem puxado. Mas nós temos ótimos professores que estão sempre à disposição, nos motivando e trabalhando de forma dinâmica para que o ensino flua bem”, explica Silas, que cita como atividade extraclasse, por exemplo, os Jogos Escolares: “a semana dos Jogos é muito boa, porque nos ajuda a relaxar e dá mais ânimo para voltarmos as atividades normais”.

    Os Jogos Escolares de 2016 encerram amanhã (19), quando serão divulgados os resultados e realizada a cerimônia de entrega de medalhas. Mas quem se interessar em permanecer no mundo esportivo pode procurar uma das modalidades oferecidas pela Formação Física Esportiva (FFE) do Sesi/Senai Sobradinho. São três opções abertas à comunidade: academia, hidroginástica e natação.

    A academia é voltada para adolescentes e adultos, e os preços variam entre R$70,00 e R$ 100,00. Já para hidroginástica e natação, existem opções a partir de R$28,00, inclusive com horários aos sábados.

    Mais informações sobre as atividades esportivas estão disponíveis pela Central de Atendimento, no telefone: (61) 3487-8600 ou no portal: http://www.sistemafibra.org.br/sesi/sobradinho

    Aline Porcina
    Assessoria de Imprensa
    Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra)
    Telefone: (61) 3362.6106
    E-mail: aline.costa@sistemafibra.org.br

  • Sustentabilidade e Competitividade entram em pauta na Fibra

    Sustentabilidade e Competitividade entram em pauta na Fibra

    praticas sustentaveis corpo materia CRI5784

    Buscando fortalecer o setor industrial do Distrito Federal e promover a competitividade, a inovação e a sustentabilidade, o Sesi-DF em parceria com o Sesi Nacional e com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), realizou na quarta-feira (17), a palestra “Práticas Sustentáveis para o aumento da Competitividade das Micro e Pequenas Empresas”, que teve como público alvo empresários e organizações do setor produtivo local. 

    Durante o evento, também foi apresentado o Modelo Sesi para a Sustentabilidade e Competitividade que contou, durante a fase de elaboração do projeto, com a participação de mais de 40 empresas locais, de três setores: moveleiro, alimentos e bebidas e TI.

    A capacitação, realizada no edifício-sede da Federação das Indústrias do DF (Fibra), foi ministrada pelo professor da Fundação Dom Cabral, Cláudio Boechat, que destacou a importância de compreender o ambiente sustentável não apenas dentro da empresa, mas vinculado ao contexto geral da sociedade. “A competitividade está diretamente ligada à sustentabilidade. E ambas estão relacionadas à cultura local. Nosso objetivo é sensibilizar os empresários, fazer com que eles olhem para o contexto de forma mais aberta e compreendam que pequenas ações refletem em tudo e em todos que estão em sua volta”, explica.

    A palestra fez parte do projeto Gestão Sustentável para Competitividade, uma iniciativa do Sesi Nacional e do BID, na qual o Sesi-DF foi escolhido como um dos Departamentos Regionais piloto para desenvolvimento das ferramentas entregues pelo projeto. A Fibra e o Instituto Euvaldo (IEL) participaram como parceiros locais.

    Neste ano, encerram-se as atividades do projeto. Uma das ações propostas é a implementação nas empresas do Modelo Sesi de Sustentabilidade para a Competividade, que já vem sendo utilizado em 37 organizações do DF e tem como objetivo sensibilizar empresários como práticas sustentáveis pode melhorar a competitividade do setor produtivo. A ferramenta tornou-se mais uma solução no portfólio do Sesi, com vistas a apoiar a indústria em sua gestão socialmente responsável e incluir novas práticas na rotina produtiva local. O Modelo Sesi de Sustentabilidade é implementado, incialmente, com a aplicação de um questionário composto por 32 perguntas relacionadas a seis temas corporativos, entre eles o ambiente de trabalho, relações externas e as relações com os steakholders. Após a aplicação, é feita a apuração e análise dos resultados. Com esses dados, é proposto um plano de ação.

    Segundo a Especialista em Desenvolvimento Industrial do Departamento Nacional do Sesi, Rosângela Fricke, o modelo é aplicado em seis estados brasileiros e cerca de 360 micro e pequenas empresas já utilizam as ferramentas para melhorar a competitividade de seus produtos. “O resultado deste trabalho foi tão bom que quase mil empresas de todo o país também farão a aplicação do modelo. Desta vez, não mais como projeto, mas como atendimento em si. Isso mostra que pequenas ações geram resultados e, desta forma, estamos caminhando para melhorar a Competividade de todo o país” finaliza Rosângela.

    Aline Porcina
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  • 24 equipes participam dos Jogos Escolares do Sesi Taguatinga

    Foto corpo da matéria

    Foi dado o pontapé inicial para os Jogos Escolares do Sesi Taguatinga 2016. A cerimônia de abertura aconteceu na manhã desta sexta-feira (05), no ginásio de esportes da unidade.

    Entre gritos de guerra, apresentações musicais, de ginástica, de dança, teatro, e muita animação, os alunos do ensino fundamental I, ensino fundamental II e Educação Básica Articulada com Educação Profissional (Ebep) se reuniram para dar as boas-vindas à competição, que já faz parte do calendário da escola.

    Segundo a supervisora pedagógica do Sesi Taguatinga, Thelma Nogueira, a competição é esperada ansiosamente pelos alunos, que se misturam e se unem em nome do esporte e do conhecimento. “Os Jogos Escolares promovem a integração dos alunos, juntamente com as habilidades e competências de cada um. Nesses dias de atividade, o aluno tem que conviver com um mundo de competição. Mas, ao mesmo tempo, eles devem respeitar os limites, as individualidades e as regras de convívio. É uma semana muito intensa e de muita aprendizagem”, afirma.

    As competições vão durar quatro dias e começam oficialmente na segunda-feira (08). Todos os esportes serão disputados pela manhã, horário padrão de aula dos alunos. Entre asmodalidades estão basquete, futsal, voltei, handebol, natação, cabo de guerra, queimada, salto em distância e atletismo. Coordenando as 24 equipes, estão os professores de educação física da unidade: Júlio Cesar, André Mota e Benedito Carvalho.

    Além disso, também serão trabalhadas atividades ligadas ao conhecimento, como games site geografia, matemática e outras disciplinas que compõem o plano de ensino do Sesi. Mas, apesar de tantas modalidades sendo competidas, as maiores vitórias vêm em relação aos valores sociais que são conquistados durante os Jogos, conforme explica o professor de educação física do ensino fundamental II, André Mota: “Os Jogos são muito importantes porque conseguimos transmitir diversos valores aos alunos, como solidariedade e trabalho em equipe. Além disso, todo o colégio se envolve e conseguimos criar um grande clima de companheirismo entre professores e alunos”.

    As competições são voltadas para os alunos da instituição, que tem entre 06 e 18 anos. As atividades são desenvolvidas de acordo com a faixa etária das turmas, o que faz com que os Jogos Escolares sejam unanimidade na escola.

    O pequeno Pedro Gabriel está no quinto ano do ensino fundamental. Animado, sentado junto com os colegas de equipe, o aluno contava porque gosta de participar da competição. “A gente consegue se divertir com alunos de outras turmas e todo mundo é muito amigo. Os professores também são muito legais. É bom porque a gente faz outras atividades, mas, ao mesmo tempo, continuamos aprendendo”, explica o garoto.

    A divulgação dos resultados e a premiação dos Jogos Escolares do Sesi Taguatinga serão realizadas na manhã da sexta-feira (12). Para as equipes campeãs, a recompensa é mais que divertida: um dia de lazer com direito a passeio e muita diversão.

    Agora resta acompanhar as competições e seguir as orientações do professor Benedito Carvalho Vasconcelos: “O lado social e de cooperação irá prevalecer em todo o campeonato. Vamos nos divertir e viver o espirito olímpico”, finaliza.

    Aline Porcina
    Assessoria de Imprensa
    Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra)
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    Imagens: Zack Stencil/Sistema Fibra

  • Sesi-DF inicia resgate de 83 jovens em nova turma do ViraVida

    Sesi-DF inicia resgate de 83 jovens em nova turma do ViraVida

    Começaram, nesta semana, as atividades da 11ª turma do ViraVida, projeto desenvolvido pelo Serviço Social da Industria (Sesi) do Distrito Federal, que tem como objetivo resgatar jovens em situação de risco e vulnerabilidade social, por meio de valores ofertados pela oportunidade de estudo e inserção no mercado de trabalho. Ao todo, 83 alunos estão inseridos nesta edição do projeto, que contará com cursos de qualificação profissional, programa de desenvolvimento humano e reforço escolar. 

    A eficácia do ViraVida foi reconhecida pelo governo distrital, que acaba de destinar, por meio da Secretaria da Criança, R$ 4 milhões oriundos de emendas parlamentares do deputado distrital Rodrigo Delmasso. O valor estará disponível, a partir de 2017, via convênio entre a pasta e o Sistema Fibra.

     

    Criado em 2008, pelo Conselho Nacional do Sesi, o ViraVida foi implementado no DF em novembro de 2009. Desde então, o programa já atendeu mais de 400 alunos e inseriu 80% deles no mercado de trabalho, ainda durante as atividades.

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    O foco do ViraVida é transformar a realidade de crianças e adolescentes, entre 14 e 21 anos, em especial aqueles que sofrem violência sexual. Por meio da educação profissional, o jovem tem a possibilidade de superar os problemas sofridos, continuar os estudos e se qualificar profissionalmente, o que gera uma mudança de vida radical em cada um dos participantes.

    Para a coordenadora do projeto, Cida Lima, além de garantir os direitos de cada indivíduo, o programa também cria condições necessárias para que os jovens desenvolvam carreiras e alcancem autonomia. “O ViraVida é um processo de valorização do indivíduo. Nós o acolhemos e entendemos os seus problemas e necessidades, de forma a oferecer as melhores oportunidades possíveis para que eles enxerguem o potencial que têm e passem a voar”, explica.

    11ª turma

    O processo de inserção para a 11ª turma foi iniciado no final de junho e contou com a participação de 324 adolescentes. Todos eles foram encaminhados pela “Rede de enfretamento”, que é composta por instituições como Conselhos Tutelares, Centros de Referência de Assistência Social (Cras-DF) e Organizações Não Governamentais. “Para que o ViraVida continue apresentando os resultados que dos últimos anos, precisamos do apoio e do trabalho articulado com a Rede, juntamente com nossos parceiros Senai e Senac. Só assim, poderemos continuar transformando a vida dos nossos jovens”, afirma Cida.

    Os interessados em participar do projeto passaram por diversas etapas de avaliação, como sondagem de português; dinâmicas de grupo, vivência de resgate e autoestima; e entrevista individual. Ao final, foram inseridos 83 alunos, que se dividiram entre quatro turmas: duas pela manhã e duas no turno vespertino. As atividades são realizadas em contra turno ao horário escolar. Desta forma, os jovens podem continuar os estudos normalmente em um período, e participar das ações do projeto no outro.

    Após uma semana de socialização, que foi realizada entre 25 e 29 de julho, os participantes iniciaram o processo educacional na segunda-feira (01/08). Aos 41 alunos da manhã, o ViraVida oferece qualificação profissional para a indústria, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem da Indústria (Senai) do DF. A qualificação profissional é composta por três módulos: Informática Básica, que tem duração de 80 horas; Auxiliar de Design, com duração de 60 horas; e Lego, composto por 20 horas.

    Já para os alunos do turno vespertino, o curso é oferecido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Os jovens deverão concluir a capacitação de Assistente administrativo, que é composta por 160 horas de atividades para formação em Auxiliar Administrativo, e mais 160 horas para Recepcionista.

    Além das capacitações, todos os jovens recebem aulas de reforço nas disciplinas de português e matemática, e participam do módulo de atividades voltadas para o desenvolvimento humano, que inclui roda de terapia comunitária, vivência de resgate da autoestima, projeto de leitura, adolescentes em ação e projeto conviver.

    Durante todo o projeto, os alunos serão avaliados com base em critérios, como assiduidade e pontualidade e, de acordo com os resultados, serão indicados aos parceiros para possíveis inserções no mercado profissional. A 11ª turma do ViraVida tem duração de seis meses, com encerramento previsto para o dia 09 de janeiro.

    Aline Porcina
    Assessoria de Imprensa
    Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra)
    Telefone: (61) 3362.6127
    E-mail: aline.costa@sistemafibra.org.br

  • Alunos do Sesi-DF recebem orientações sobre processo político

    Alunos do Sesi-DF recebem orientações sobre processo político

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    Visando promover a cidadania e a conscientização política dos alunos, o Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) deu início a uma série de visitas às dependências do Congresso Nacional.

    Acompanhados por guias e monitores escolares, os estudantes conhecem as áreas internas do prédio, como os plenários e os dois salões principais, recebem explicações sobre o funcionamento das Casas legislativas brasileiras e entendem sobre o processo legislativo de criação, votação e aprovação das leis.

    O professor de História do Sesi Taguatinga Chris Zeidan acompanhou a visita ocorrida na última terça-feira (05), e destacou a importância de fomentar e incentivar o entendimento político dos alunos. “Nossa intenção é fazer um projeto amplo focado no processo político do país. Nós costumamos utilizar as saídas de campo como instrumento para a construção de um tema que já está disponível nos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM), mas, desta vez, estamos utilizando a visita como paradigma básico para construir o tema, que é esse processo de conscientização política dos alunos”, explica Chris.

    O PCN é um plano sugerido pelo Ministério da Educação de adequação obrigatória em todas as unidades escolares do território nacional. Ele é responsável por estimular e apoiar a reflexão sobre a prática diária, o planejamento das aulas e o desenvolvimento curricular da escola, inclusive quanto a questões profissionais e de desenvolvimento humano. O Sesi-DF desenvolve suas ações com base nas diretrizes do documento, sempre buscando educar e desenvolver os processos de aprendizado do aluno, atendendo paralelamente as demandas do Estado.

    “Nós, enquanto educadores, entendemos que o processo de desenvolvimento das normas codifica o comportamento social da população. Por isso, é importante que os alunos compreendam como os políticos chegam ao poder e quais são as funções sociais e públicas que eles devem cumprir”, afirma o professor.

    O tour está sendo realizado semanalmente com alunos do 2º segmento do Ensino Fundamental, mais especificamente do 9º e 8º ano da unidade do Sesi em Taguatinga, contabilizando uma média de 200 estudantes. A princípio, as visitas só irão acontecer com estes grupos, mas a ideia é de que, em um futuro próximo, sejam estendidas para outras unidades.

    De acordo com o assistente pedagógico do Sesi Taguatinga, Francisco Junior, essas saídas de campo facilitam, inclusive, o aprendizado dentro da sala de aula. “Com esse tipo de ação externa, o Sesi busca desenvolver outros aspectos da aprendizagem do aluno. Muitos deles não conheciam a Câmara e o Senado, mas agora se sentem mais à vontade para participar de conversas sobre política e sobre o próprio cotidiano”, afirma Francisco.

    Com apenas 13 anos, a estudante do 8º ano Lívia Caroline já reconhece a responsabilidade e a importância de assumir positivamente seu papel de cidadã. “Eu nunca tinha vindo ao Congresso e essa visita serviu para me tirar muitas dúvidas. Hoje eu me sinto mais confortável para conversar sobre política, pois já sei como as coisas são feitas e sei como posso contribuir. Quando puder votar, com certeza vou pensar melhor sobre quem escolher para depois não sofrer as consequências”, disse a estudante. Já a aluna Juliana Rodrigues, colega de classe da Lívia, saiu da visita decidida a parar de criticar e começar a contribuir efetivamente com o que for possível para melhorar processo político brasileiro. “A gente tem a mania de criticar a política. Mas na realidade nós não conhecemos como funciona. Então, essas explicações que recebemos na visita serviram para entender como tudo é feito e saber como podemos ajudar. Cada um fazendo a sua parte, mesmo que pouquinho, já faz diferença”, ressalta a jovem.

    As visitas dos alunos da unidade Sesi Taguatinga continuam sendo realizadas, mas o Congresso Nacional também é aberto ao público. A visitação é gratuita, inclui espaços do Senado e da Câmara e pode ser realizada todos os dias; inclusive sábados, domingos e feriados; das 9h às 17h30, a cada trinta minutos. Entre terça e quinta-feira, o tour somente é feito para grupos com agendamento prévio. Mais informações estão disponíveis no site do Congresso Nacional.

     

    Aline Porcina
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    Fotos: Cristiano Costa/Sistema Fibra

  • Processo de inserção para o ViraVida recebe mais de 300 jovens

    Processo de inserção para o ViraVida recebe mais de 300 jovens

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    Todos os dias, ao passar pelas ruas da cidade, as pessoas olham e comentam sobre o grande número de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. Alguns criticam e julgam. Outros perguntam se têm alguma responsabilidade sobre isso e o que podem fazer para ajudar a minimizar o impacto na vida dessas famílias. E é, justamente, esse espírito de humanidade e solidariedade que faz prosseguir o projeto ViraVida.

    Desenvolvido em 2008, pelo Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi), o ViraVida busca resgatar jovens em situação de risco e vulnerabilidade social, por meio de valores ofertados pela oportunidade de estudo e inserção no mercado de trabalho. O público-alvo do programa são crianças e adolescentes entre 14 e 21, especialmente aqueles que sofrem violência sexual.

    Segundo a coordenadora do Vira Vida-DF, Cida Lima, além de garantir os direitos de cada indivíduo, o programa também cria condições necessárias para que os jovens desenvolvam carreiras e alcancem autonomia. “O ViraVida é um processo de valorização do indivíduo. Nós o acolhemos e entendemos os seus problemas e necessidades, de forma a oferecer as melhores oportunidades possíveis para que eles enxerguem o potencial que têm e passem a voar”, explica.

    O projeto já atendeu mais de cinco mil jovens e, no Distrito Federal, caminha para a 11ª edição, que terá início na primeira quinzena de julho e atenderá 100 jovens, divididos em quatro turmas: duas pela manhã e duas no turno da tarde. O processo de inserção já foi iniciado e recebeu 324 crianças e adolescentes interessados em participar. Os encaminhamentos são feitos pela “Rede de enfretamento”, composta por instituições como Conselhos Tutelares, Centros de Referência de Assistência Social (Cras-DF) e Organizações Não Governamentais. “Para que o ViraVida continue apresentando os resultados que alcançamos nestes anos, precisamos do apoio e do trabalho articulado com a Rede, juntamente com nossos parceiros Senai e Senac. Só assim, poderemos continuar transformando a vida dos nossos jovens”, afirma Cida.

    Para a formação desta turma, o Sesi fez o primeiro contato com a Rede de enfrentamento no dia 24 de maio, durante o evento “Café com a Rede”. Na ocasião, foram divulgadas todas as informações relativas ao novo processo de inserção. As instituições se organizaram e encaminharam as fichas. Desde o dia 27 de junho, os jovens interessados estão passando pelas etapas de avaliação, que consistem em: sondagem de português; dinâmicas de grupo, vivência de resgate e autoestima; e entrevista individual. No dia oito de julho, será realizada a devolutiva para as entidades, em que serão divulgados os nomes que irão participar dessa edição do ViraVida.

    A partir do dia 11 de julho, começa o projeto, que será ministrado em contra turno ao horário escolar, e vai trabalhar o desenvolvimento humano, o reforço escolar e a formação para o mundo do trabalho, por meio de cursos de qualificação oferecidos pelo Senai e Senac. As atividades terão duração de seis meses, com encerramento previsto para o dia 16 de dezembro.

    Ao final, os alunos serão avaliados com base em critérios, como assiduidade e pontualidade e, de acordo com os resultados, serão indicados aos parceiros para possíveis inserções no mercado profissional.

    Participante de várias edições do ViraVida, a conselheira tutelar do Lago Sul Jane Gaston reconhece a importância do programa para a transformação de vida dos jovens da cidade. “O ViraVida dá oportunidade e insere os jovens em um novo contexto. Isso, por si só, já é um grande ganho. Desde 2010, nós participamos e colaboramos com o desenvolvimento do programa e posso afirmar que a mudança de comportamento é completa. O jovem aprende a valorizar mais a família e sai com um olhar diferente sobre o mundo. Eu nunca vi nenhum outro programa capaz de transformar desta forma a vida das nossas crianças”, finaliza a conselheira.

    Aline Porcina
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    Imagens: Cristiano Costa