Autor: Dayane Rodrigues dos Santos

  • Inovação em educação é tema da Olimpíada do Conhecimento

    Inovação em educação é tema da Olimpíada do Conhecimento

    Alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi) estão apresentando aos visitantes da Olimpíada do Conhecimento 2018, no espaço Espaço Maker da Escola do Futuro, projetos feitos em sala de aula. O objetivo é mostrar a importância de métodos e tecnologias inovadoras na educação. O evento começou na quinta-feira, 5 de julho, e vai até domingo (8), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). A entrada é aberta ao público e gratuita.

    No local, o Distrito Federal está expondo dois projetos: o Max Dife e o Autoval. O primeiro é um dispositivo eletroeletrônico capaz de analisar e identificar a falta de energia em uma região, além de enviar a localização da falha do blackout à central. Já o segundo, é uma válvula de gás com controle a distância e um dispositivo eletroeletrônico capaz detectar um vazamento.

    escola do futuro oc2018As ideias foram criadas por alunos das escolas do Senai Taguatinga e do Senai Gama. “O Max Dife foi feito para solucionar um problema de uma empresa. Poder apresentá-lo em um evento nacional mostra o quanto ele tem potencial em ajudar a nossa cidade”, disse Ana Carolina Moraes, 15 anos, estudante de Rede de Computadores de Taguatinga.

    O projeto ficou em terceiro lugar da etapa regional da edição de 2018 do Grand Prix de Inovação* –  disputa que tem o objetivo de criar soluções que atendam a necessidades reais do setor produtivo e, consequentemente, de formar profissionais inovadores e empreendedores para a indústria. A competição teve duração de 24 horas ininterruptas. Após a bandeirada final, uma banca examinadora, formada por professores do Senai-DF e por representantes de empresas que propuseram os desafios, avaliaram os projetos.

    O Autoval foi elaborado em 2017 para o Desafio Senai Projetos Integradores, que estimula nos estudantes as capacidades de trabalhar em grupo, de propor ações inovadoras e de pensar de forma empreendedora. “Reunimos alunos de áreas distintas do conhecimento e eles têm de buscar soluções para problemas reais”, explicou o professor de Tecnologia da Informação do Senai Gama Bruno Soares. A equipe, formada por quatro alunos, ficou em primeiro lugar na etapa regional da edição do ano passado com o projeto criado para atender a demanda de uma empresa de distribuição de gás de Pernambuco.escola do futuro oc2018

    O Senai-DF estimula a inovação e o empreendedorismo nos seus alunos, levando em conta que são competências cada vez mais exigidas no mercado.

    *Na Escola do Futuro da OC2018, também está acontecendo um Grand Prix de Inovação. No evento, quatro empresas – Dassault Systemes, Fiat Chrysler, BRF Brasil Foodse Ambev – proporão desafios a oito equipes com seis estudantes do Sesi e do Senai de 13 estados. Eles terão de desenvolver, em 44 horas, soluções para os desafios propostos por meio de método que usa inovação aberta e criatividade, empreendedorismo e redes colaborativas. Os alunos dos melhores projetos serão contemplados com uma viagem a um ecossistema de inovação.

    Mostra de Ciências e Engenharia

    Também na Escola do Futuro, 48 equipes de estudantes da Educação Básica Articulada com Educação Profissional (Ebep) do Sesi e do Senai – programa que permite aos estudantes do ensino médio complementar os estudos com um curso técnico – apresentam projetos de inovação científica e tecnológica para solucionar problemas. Serão avaliados por uma equipe de especialistas da Universidade de São Paulo (USP), e os estudantes receberão orientações técnicas para melhoria dos processos.

    Brasília é representada com quatro projetos na mostra:

    – América Pré-Colombiana: Jogo de tabuleiro que proporciona debate e troca de ideias sobre a América Pré-Colombiana. Projeto criado pelos alunos de Sobradinho: Thainara Ramalho, Lara Brito, Kevin Razen e Nara Novaes.

    – Horta Inteligente: É um Sistema de Irrigação por Método Automático (Sima). Um sensor mede a umidade do solo afim de evitar irrigações excessivas ou a falta de água nas plantações, além de enviar as informações para um aplicativo que aciona a bomba d’água. Projeto criado pelos alunos do Gama: Isadora Marinho, Luan Melo e Lucas Sampaio.

    – Limoneno: Uso de rejeitos de frutas cítricas como inseticida natural. Projeto criado pelos alunos de Taguatinga: Igor Thiago de Oliveira, Kristy Hellen Nunes e Maria Rosália da Silva.

    – Racismo Velado: Exposição de uma pesquisa sobre racismo e a sua manifestação na sociedade brasileira. Projeto criado pelas alunas de Taguatinga: Bruna Eduarda dos Santos, Evelyn Gonçalves e Maria Alice dos Santos.

    Texto: Dayane dos Santos
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Robótica faz parte da programação da Olimpíada do Conhecimento

    Robótica faz parte da programação da Olimpíada do Conhecimento

    Três equipes do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) participam nesta quinta-feira, 5 de junho, do Desafio de Robótica na Indústria, na Olimpíada do Conhecimento 2018. Os estudantes desenvolveram robôs para executar missões em uma arena compartilhada simulando processos de segmentos industriais. O evento, aberto ao público e gratuito, segue até domingo (8), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB).robotica df olimpiada do conhecimento
     
    Durante os quatro dias de evento, 48 equipes de estudantes de todo o País se revezarão na disputa dos Desafios de Robótica. Brasília é representada pelas equipes Technew, do Gama, Albatroid, de Taguatinga, e a Bisc 8, de Sobradinho. Os jovens têm de 14 a 17 anos e são alunos do Ensino Fundamental e da Educação Básica Articulada com Educação Profissional (Ebep), modalidade educacional em que o Sesi e o Senai trabalham em parceria – programa que permite aos estudantes do ensino médio complementar os estudos com um curso técnico. 
     
    Os Desafios de Robótica na Indústria fazem parte da programação do espaço chamado Escola do Futuro. A ideia do local é mostrar aos visitantes a importância de métodos e tecnologias inovadoras na educação para o desenvolvimento de cidades inteligentes.
     
    Na opinião do professor de Oficina Tecnológica do Sesi Gama Francisco Paz, o encontro de vários estudantes com o mesmo propósito, de conhecer e de trabalhar com inovação, instiga a escolha de futuras profissões. “O espaço mostra como as tecnologias e os conteúdos apresentados em sala de aula se encontram. É uma forma fantástica de aprendizado”, explicou.
     
    robotica df olimpiada do conhecimento 2018 Os desafios têm duração de quatro minutos e consistem em duas fases. Na primeira, o robô atua de maneira autônoma (programada) e, na segunda, é controlado pelos adolescentes. As equipes têm de cumprir missões ligadas à oito áreas da indústria: mineração, panificação, frigorífico, construção civil, máquinas e equipamentos, celulose e papel, veículos automotores e têxtil. São situações-problema que fazem parte do cotidiano das empresas, tais como gestão de estoques, controle de produção, economia de materiais e inovação tecnológica.
     
    A estudante do 9° ano Julia Rodrigues, 14 anos, que integra a equipe Technew, participa pela primeira vez de um evento de competição de robótica. “Estou fascinada com tudo. É fantástico poder ver a evolução do nosso grupo e colocar em prática tudo o que elaboramos em sala”, disse. A equipe foi criada neste ano.
     
    A Robótica faz parte da grade curricular das escolas do Sesi-DF e fortalece a capacidade de inovação, criatividade e raciocínio lógico, inspirando jovens a seguir carreira nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática. 
     
    Visitas
    Alunos da rede pública do DF estão fazendo visitas guiadas à Olimpíada do Conhecimento. Uma turma do 5° ano da Escola Classe 104 de São Sebastião passou a manhã dessa quinta-feira no espaço. Os jovens participaram de atividades interativas e assistiram a desafios de robô.robotica df olimpiada do conhecimento 2018
     
    A pequena Bárbara Luana Figueiredo, 11 anos, estava empolgada em conhecer novas tecnologias e em saber que algumas foram feitas por adolescentes. “Eu até fiquei com vontade de criar meu próprio robô. Ele poderia fazer bolo de chocolate e doces”, contou sorridente.
     
    O público que tiver interesse em conhecer o evento tem até domingo, 8 de julho, para ir ao Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). O funcionamento é das 9h às 18h. Não há restrição de idade.
     
    Seletiva para WorldSkills
    O Senai também realiza a seletiva para definir a equipe de Robótica Móvel que poderá representar o Brasil na WorldSkills 2019, torneio internacional de educação profissional que será realizado em agosto do próximo ano em Kazan, na Rússia. Cinco duplas dos estados de Mato Grosso, do Paraná, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo terão de montar um robô para realizar tarefas que simulam a movimentação de contêineres em um porto de cargas. Além do projeto, as equipes serão avaliadas em relação a organização, prática profissional e segurança no trabalho.
     
    Texto: Dayane dos Santos
    Foto: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Virada do Cerrado 2018 aborda coleta seletiva

    Virada do Cerrado 2018 aborda coleta seletiva

    O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF) participaram da terceira edição da Virada do Cerrado, que começou nesta sexta-feira (29) e vai até domingo, 1° de julho. A Virada do Cerrado é um conjunto de atividades de conscientização ambiental. Desde 2015, a programação ocorre uma vez por ano e é promovida pela Secretaria do Meio Ambiente do DF em parceria com a sociedade civil, instituições públicas e privadas, universidades, escolas e administrações regionais. Neste ano, o tema é Coleta Seletiva e Gestão dos Resíduos Sólidos.

    O Sesi-DF participou pela terceira vez da programação. Alunos da escola do Gama fizeram uma pedalada de três quilômetros e aprenderam sobre compostagem e descarte de resíduos. A ação foi na manhã desta sexta-feira (29).

    Cerca de 70 alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e das 2ª e 3ª séries do Ensino Médio participaram da pedalada, que saiu da escola e foi até o Parque Ecológico do Gama. Cada ação da Virada do Cerrado tem um subtema, e a atividade do Sesi-DF fez parte do #tonavirada Pela Coleta Seletiva.

    No caminho até o parque, os alunos pararam na unidade do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), onde receberam orientações sobre a destinação de resíduos de forma seletiva e sobre como descartar móveis velhos ou materiais de construção. No parque, houve uma aula sobre a Bacia Hidrográfica do Gama e outra sobre compostagem. O grupo também plantou 12 mudas de árvores típicas do Cerrado, o ipê-amarelo e o ipê-roxo.

    Aluno da 2ª série do Ensino Médio, João Antônio Barbosa, de 16 anos, foi um dos jovens que ajudaram no plantio das mudas. Foi a segunda vez que participou da Virada do Cerrado. “Eu acho fenomenal, porque é algo que tira a monotonia da aula em sala. Aqui, a gente pode plantar e entender nosso papel na natureza. Isso vai me trazer ensinamentos como respeitar o meio em que vivemos”, afirmou.

    virada cultural sesi plantio mudas

    Durante o passeio, os alunos aprenderam que o parque é uma zona de recarga. “Neste espaço, a água da chuva é absorvida pelo solo, chegando ao lençol freático e, em seguida, vai para as nascentes da região. As zonas de recarga abastecem as bacias hidrográficas. Por isso é tão importante preservar o Cerrado em sua forma original”, explicou Juan Ricthelly, coordenador da organização não governamental Gama Verde, que fez uma palestra para os alunos.

    PGRS

    O Senai-DF também participou da Virada do Cerrado. A consultora Ester Martins fez na manhã desta sexta-feira a palestra A Importância da Elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). O evento foi organizado pela Secretaria do Meio Ambiente do DF, no auditório do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Distrito Federal (Sebrae-DF) do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

    O encontro reuniu representantes de órgãos públicos locais para discutir a temática, de modo a sensibilizá-los e a orientá-los sobre o processo de descarte do lixo. Desde o início do ano, os estabelecimentos brasilienses que produzem mais de 120 litros de lixo não reciclável por dia são responsáveis pela coleta e pela armazenagem de seus resíduos. O prazo para as instituições públicas se cadastrarem no site do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) acaba amanhã, 30 de junho. Ou seja, a partir de segunda-feira (2), assim como as empresas, elas passarão a ser fiscalizados pela Agência de Fiscalização do DF (Agefis).

    O Instituto Senai de Tecnologia em Construção Civil (IST) oferece consultoria para elaboração e implantação do PGRS. De janeiro de 2017 até a primeira quinzena deste mês, foram atendidas 125 empresas. “Não é apenas uma questão de cumprir a lei, mas aqueles que adotam o plano têm ganhos imensuráveis, como contribuir para o ciclo econômico local, para a preservação do meio ambiente e para a qualidade de vida de quem trabalha com o lixo”, explicou a consultora Ester, se referindo à separação correta dos resíduos sólidos.

    Para a assessora de Saneamento Ambiental e Resíduos Sólidos da Secretaria do Meio Ambiente do DF Marcela Dupont, o encontro serviu para mostrar que é possível fazer uma gestão integrada dos materiais descartados. “O Senai é capacitado e atuante na causa e pode ser um grande parceiro dos órgãos para o desenvolvimento de ações sustentáveis”, disse.

    A programação da Virada do Cerrado 2018 ocorre até domingo, 1º de julho, e conta com visitas técnicas, passeios ecológicos, exposições, palestras e oficinas.

    Veja aqui as imagens da pedalada.

    Texto: Aline Roriz e Dayane dos Santos
    Foto: Helio Montferre/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra 

     

  • Área gratuita da Campus Party é inaugurada

    Área gratuita da Campus Party é inaugurada

    A Open Campus, área aberta ao público e gratuita da Campus Party Brasília, foi inaugurada na manhã desta quinta-feira (28). A programação do evento segue até 1º de julho, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) estão com um estande no espaço.

    As equipes das três escolas do Sesi-DF vão apresentar os projetos relacionados à água, desenvolvidos para a temporada 2017/2018 do Torneio de Robótica First Lego League. São maneiras de reduzir o consumo do recurso e de reaproveitá-lo.campus party sesi senai df

    Legofield, do Sesi Gama, Bisc 8, de Sobradinho, e Albatroid, de Taguatinga, vão se revezar no estande de 28 a 30 de junho, das 10h às 18h. Com peças de Lego e sob a orientação de professores, os jovens construíram e programaram robôs. Na ocasião, eles vão mostrar ao público as soluções inovadoras relacionadas ao consumo consciente da água, enquanto fazem as demonstrações dos robôs, em uma mesa de desafios.

    O pequeno Adalto Júnior Figueiredo, de 10 anos, ficou encantado com o trabalho da equipe Legofield. “Eu adoro tecnologia e Lego, mas nunca imaginei que os dois poderiam se juntar. Achei um barato”, contou empolgado. O garoto foi ao evento acompanhado do pai, Adalto Figueiredo. “É ótimo ver os jovens buscando novas ferramentas de aprendizado, pois acredito que para construir um robô é necessário estudar vários assuntos”, disse.

    A Robótica faz parte da grade curricular das escolas do Sesi-DF e fortalece a capacidade de inovação, criatividade e raciocínio lógico, inspirando jovens a seguir carreira nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática. 

    O Senai-DF, que está no mesmo estante, vai participar dos quatro dias de programação, das 10h às 21h, com exceção do dia 1º, quando as atividades da Campus Party Brasília se encerrarão às 16h. A instituição exibe a metodologia utilizada nas salas de aula em seus cursos técnicos: a realidade aumentada. Além disso, haverá demonstrações da realidade virtual, outra ferramenta à disposição dos docentes da instituição, por meio do Microsoft HoloLens, um par de óculos 3-D.

    campus party bsb sesi senai df“Estamos demonstrando que é possível trabalhar conteúdos didáticos por meio da tecnologia, de forma atrativa e dinâmica”, explica a professora de Administração do Senai Gama Francispaula Costa.

    Na Open Campus, o público vai poder ver mostras de projetos acadêmicos e startups, oficinas, palestras e competição de drones, além de visitas guiadas ao Biotic – Parque Tecnológico de Brasília. O último é feito pelo Governo de Brasília.

    As inscrições para ir visitar o Biotic devem ser feitas nos dias 28 e 29 de junho, durante o evento, no estande do governo, e as saídas serão de acordo com a procura. A ideia é mostrar o local a pessoas ligadas às áreas de ciência, tecnologia e inovação. Haverá traslado de ida e volta.

    Arena e Camping

    As duas áreas são pagas – a primeira tem o palco principal e a segunda é o local de acampamento apenas para a permanência dos campuseiros, como são chamados os participantes que ficam instalados no local do evento. Os pagantes de qualquer uma das áreas terão acesso a uma programação de palestras e de workshops com, ao todo, 300 horas de conteúdo. Além disso, haverá campeonato de games, parada cosplay (pessoas vestidas de personagens) e desafios de hackathon – disputa de hackers que explora dados abertos por horas ou até dias.

    O grupo de amigos Gabriel Gomes e João Carlos Corrêa, ambos de 19 anos, e a Angelina Ribeiro, de 21 anos, todos estudantes de Jogos Digitais, decidiram ir à Campus Party para participar das disputas de hackathon e fazer networking. “Vamos aprender técnicas da área e conhecer profissionais renomados e qualificados, é uma oportunidade única”, disse João.campus party brasilia sesi senai df

    Como participar

    Ainda é possível se inscrever para a Campus Party Brasília. Os valores dos ingressos variam de R$ 150 a R$ 370. Os menores de idade que quiserem participar do evento precisam estar acompanhados dos responsáveis, que devem preencher uma ficha no site do festival.

    O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações está com um estande na Open Campus oferecendo 200 ingressos por dia para quem entregar o seu equipamento antigo (notebook, CPU, monitor). O ingresso dá ao campuseiro o direito de entrar na Arena e de credenciar um computador, para usar a internet.

    Para a Open Campus, aberta ao público e gratuita, não é preciso fazer inscrição. Não há restrição de idade.

    Histórico

    A Campus Party surgiu na Espanha, em 1997. No Brasil, o evento ocorre há dez anos. A primeira edição, em São Paulo, reuniu 3,3 mil participantes. Brasília adotou o festival em 2017, e o encontro foi no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. No País, a realização é do Instituto Campus Party.

    Ocorreram edições em países como Alemanha, Argentina, Colômbia, Espanha, Holanda, México, Panamá e Reino Unido.

    Veja aqui as imagens da Campus Party 2018.

    Texto: Dayane dos Santos
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra 

  • Campus Party Brasília é oficialmente aberta

    Campus Party Brasília é oficialmente aberta

    Na noite dessa quarta-feira (27) ocorreu a cerimônia de abertura do espaço Arena da Campus Party Brasília. O encontro, que reúne 6 mil pessoas no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, é um dos maiores festivais de tecnologia do mundo.

    Os campuseiros, participantes que acampam no local do evento e pagam pela inscrição, têm de hoje a domingo, 1º de julho, acesso a uma programação de palestras e de workshops com, ao todo, 300 horas de conteúdo. Além disso, haverá campeonato de games, parada cosplay (pessoas vestidas de personagens) e desafios de hackathon – disputa de hackers a fim de explorar dados abertos por horas ou até dias.

    O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, acredita que o Distrito Federal tenha potencial para se tornar a cidade da inovação. “Estamos criando em Brasília um ambiente de empreendedorismo, por meio da tecnologia. A Campus faz parte desse processo”, disse, durante a cerimônia.abertura campus party brasilia

    A edição deste ano, a segunda na capital, conta ainda com o espaço Open Campus, aberto ao público e gratuito. Os visitantes têm acesso, a partir desta quinta-feira (28), a estandes de exposição, palestras e oficinas. Podem ver atrações com simuladores de realidade virtual, conhecer projetos acadêmicos e assistir a um campeonato de drones.

    Para o presidente da Campus Party, Francesco Farrugia, a capital do País superou as expectativas. “Pensava que Brasília era apenas um ecossistema político, mas desde a primeira edição a cidade se mostrou diferente disso e quebrou os paradigmas.”

    Ainda é possível se inscrever no festival. Os valores dos ingressos variam de R$ 150 a R$ 370. Para a área gratuita, não é preciso fazer inscrição.

    Participação do Sistema Fibra

    Na Open Campus, as equipes das três escolas Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) – Legofield, do Sesi Gama, Bisc 8, de Sobradinho, e Albatroid, de Taguatinga – apresentam os projetos relacionados à água que desenvolveram para a temporada 2017/2018 do Torneio de Robótica First Lego League. São maneiras de reduzir o consumo do recurso e de reaproveitá-lo. Elas se revezam em um estande de 28 a 29 de junho, das 10h às 18h.

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF) está no local de 28 de junho a 1º de julho, das 10h às 21h, com exceção do último dia, quando as atividades se encerrarão às 16h. A instituição exibe a metodologia utilizada nas salas de aula em seus cursos técnicos: a realidade aumentada. E a realidade virtual, por meio do Microsoft HoloLens, um par de óculos 3-D.

    O diretor de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Graciomário de Queiroz, compareceu à abertura do evento, que considera uma oportunidade para Brasília. “A Campus Party insere o DF na cadeia de eventos de estudo e pesquisa. Abre as portas para os jovens criarem novos desafios e oportunidades, que futuramente podem se tornar negócios para a indústria local”, explica.

    Histórico

    A Campus Party surgiu na Espanha, em 1997. No Brasil, o evento ocorre há dez anos. A primeira edição, em São Paulo, reuniu 3,3 mil participantes. Brasília adotou o festival em 2017, e o encontro foi no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. No País, a realização é do Instituto Campus Party.

    Ocorreram edições em países como Alemanha, Argentina, Colômbia, Espanha, Holanda, México, Panamá e Reino Unido.

    Veja mais imagens da abertura no link.

    Texto: Dayane dos Santos
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra 

  • Senai-DF e Sesi-DF estarão na Campus Party

    [Atualização em 27 de junho: A área Open Campus vai funcionar a partir de quinta-feira (28) por conta do jogo da seleção brasileira, de quarta-feira (27), na Copa do Mundo 2018]

    De quarta-feira, 27 de junho, a domingo, 1º de julho, ocorrerá a Campus Party Brasília, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. A capital receberá pela segunda vez o evento, um dos maiores festivais de tecnologia do mundo. O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e o Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Senai-DF e Sesi-DF) terão um estande na Open Campus, área gratuita.

    A edição deste ano contará com três espaços: Arena, Camping e Open Campus. Os dois primeiros são para inscritos – o primeiro tem o palco principal e o segundo é o local de acampamento dos campuseiros, como são chamados os participantes que ficam instalados no local do evento. Eles terão acesso a uma programação de palestras e de workshops com, ao todo, 300 horas de conteúdo. Além disso, haverá campeonato de games, parada cosplay (pessoas vestidas de personagens) e desafios de hackathon – disputa de hackers a fim de explorar dados abertos por horas ou até dias.

    Na Open Campus, as equipes das três escolas Sesi-DF vão apresentar os projetos relacionados à água que desenvolveram para a temporada 2017/2018 do Torneio de Robótica First Lego League. São maneiras de reduzir o consumo do recurso e de reaproveitá-lo.

    Três equipes – Legofield, do Sesi Gama, Bisc 8, de Sobradinho, e Albatroid, de Taguatinga – vão se revezar em um estande de 27 a 29 de junho, das 10h às 18h. Com peças de Lego e sob a orientação de professores, os jovens construíram e programaram robôs. Eles vão mostrar ao público as soluções inovadoras e compartilhar o que aprenderam.

    O Senai-DF estará no local nos cinco dias da programação, das 10h às 21h, com exceção do dia 1º, quando as atividades se encerrarão às 16h. A instituição exibirá a metodologia utilizada nas salas de aula em seus cursos técnicos: a realidade aumentada. Com a ajuda de um aplicativo, o aluno pode ver parte do conteúdo das apostilas em formato tridimensional, o que facilita a aprendizagem e a compreensão.

    Os visitantes do evento também poderão interagir com a realidade virtual, por meio do Microsoft HoloLens, um par de óculos 3-D. Com ele é possível, por exemplo, assistir a uma aula do curso de Mecânica Automotiva e ver o motor de um carro de vários ângulos.

    Como participar

    Ainda é possível se inscrever para a Campus Party Brasília. Os valores dos ingressos variam de R$ 150 a R$ 370. Os menores de idade que quiserem participar do evento têm de estar acompanhados dos responsáveis, que devem preencher uma ficha no site do festival.

    Para a Open Campus, aberta ao público e gratuita, não é preciso fazer inscrição. Não há restrição de idade.

    Histórico

    A Campus Party surgiu na Espanha, em 1997. No Brasil, o evento ocorre há dez anos. A primeira edição, em São Paulo, reuniu 3,3 mil participantes. Brasília adotou o festival em 2017, e o encontro foi no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. No País, a realização é do Instituto Campus Party.

    Ocorreram edições em países como Alemanha, Argentina, Colômbia, Espanha, Holanda, México, Panamá e Reino Unido.

    Texto: Dayane dos Santos
    Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra 

  • Horta Escolar Inteligente é inaugurada no Sesi São João XXIII

    Horta Escolar Inteligente é inaugurada no Sesi São João XXIII

    Na manhã desta sexta-feira (15), o Sesi São João XXIII, no Gama, ganhou a Horta Escolar Inteligente. O projeto foi aprovado por meio do Edital n° 6/2017 da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF), que ajuda a custear pesquisas aplicadas sobre meio ambiente, sustentabilidade e políticas públicas socioambientais. A inauguração da área para cultivo foi no último dia da programação da Semana do Meio Ambiente do Sistema Fibra, que começou na segunda-feira (11).

    inauguracao da horta inteligente viravida sesiA Horta Escolar Inteligente é um projeto das professoras do Sesi Taguatinga Júlia Machado e Luciana Kaminski. O objetivo é a educação ambiental, por meio da prática da construção e da manutenção de um espaço verde.

    O Sesi São João XXIII funciona exclusivamente para as atividades do programa Vira Vida no Distrito Federal. Agora, os alunos poderão desenvolver a produção sustentável de alimentos e adquirir habilidades úteis no mercado de trabalho, como o passo a passo para construção de uma horta, o manuseio de adubo e a escolha de mudas. Já foram plantados alface, couve, repolho, cebolinha e pimenta.

    Sustentabilidade e conscientização sobre o uso dos recursos naturais serão temas que andarão lado a lado do projeto, em outras atividades do Vira Vida. “A união desses conceitos está diretamente ligada à qualidade de vida e ao bem estar, além de [a horta] ser mais uma ferramenta de conhecimento e de aprendizado”, disse a superintendente do Serviço Social da Indústria do DF, Gricélia Pinheiro, na inauguração. Ela espera que a nova hora desperte vocações. “Aqueles que se identificarem com o trabalho poderão se tornar profissionais capacitados e qualificados.”

    Para o desenvolvimento do projeto Horta Escolar Inteligente, serão concedidas sete bolsas no valor mensal de R$ 400 cada uma, pelo período de dez meses, a egressos do Vira Vida. O valor destinado pela FAP-DF à execução da horta é de R$ 99.010,00. O restante dos recursos será para compra de alguns materiais. A escolha dos participantes foi feita pela coordenação do programa. Uma das escolhidas foi Wiana de Lima, de 22 anos, que se formou na turma de 2010 qualificada como recepcionista, mas estava desempregada havia seis meses. “O programa está me dando uma nova oportunidade e vou agarrá-la. A expectativa é que eu saia com uma nova profissão”, diz.

    Os bolsistas terão aulas de educação ambiental, de sustentabilidade, de compostagem, de segurança no trabalho, de primeiros socorros e de ergonomia (postura).inauguracao da horta inteligente viravida

    Parcerias

    A horta foi projetada com várias tecnologias, como um sistema de captação de água da chuva e um aparelho que mede a umidade do solo, ligado a um aplicativo para controlar a rega do local de forma remota. Os equipamentos não dependem de energia elétrica, uma vez que há placas solares.

    O sistema de irrigação automática é criação dos estudantes da equipe de robótica do Sesi Gama Lego of Olympus. A ideia foi desenvolvida para a temporada 2017/2018 do Torneio de Robótica da First Lego League (FLL), cujo tema era água. Com a ajuda de um hardware livre, um sensor envia informações sobre a necessidade de irrigar o solo. Esse projeto foi considerado o mais inovador da fase nacional do torneio, do qual participaram 83 equipes.

    O Sesi Taguatinga cedeu os materiais para construção da horta, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF) contribuiu com seus profissionais com habilidades específicas.  

    Semana do Meio Ambiente do Sistema Fibra

    A inauguração foi no último dia de atividades da semana de conscientização ambiental. A programação, voltada a empresários, funcionários e estudantes, fez referência ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho. Houve palestras, feiras, exposições e concurso cultural.

    inauguracao da horta inteligente viravidaA relação entre o ser humano e a natureza está no dia a dia e a intenção foi apresentá-la à comunidade da indústria. “Os projetos temáticos realizados pelo Sistema Fibra têm o objetivo de propagar a ideia de que os recursos não devem ser banalizados e cada atitude de preservação e conscientização tem valor”, disse o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Marcontoni Montezuma.

    Na cerimônia de inauguração da Horta Escolar Inteligente, o diretor destacou o valor da disseminação desses conceitos para o público jovem. “Eles são as pessoas que vão propagar as informações. Cada um tem o papel de transformar sua casa ou seu bairro em um espaço consciente sobre os recursos da natureza.”

    Veja mais imagens da Horta Escolar Inteligente no link.

    Texto: Dayane dos Santos
    Foto: Helio Montferre
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra 

     

  • Vira Vida no DF integra a Frente pela Educação em Direitos

    Vira Vida no DF integra a Frente pela Educação em Direitos

    Na tarde de quarta-feira (13), a Defensoria Pública do Distrito Federal, por meio da Escola de Assistência Jurídica, lançou a Frente pela Educação em Direitos. O objetivo é a promoção e a divulgação de atividades voltadas para a socialização de conhecimento jurídico básico. O programa Vira Vida do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) integra o grupo.

    frente pela educacao em direitos viravida sesiA iniciativa reúne órgãos, entidades civis e instituições particulares em prol da educação em direitos. Na cerimônia de lançamento, na sede da Defensoria Pública, os parceiros assinaram um protocolo coletivo de intenções, que acolhe textos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação e da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, além de artigos da Constituição Federal e do Estatuto da Criança e do Adolescente.

    O documento orienta a implantação, o acompanhamento, a participação e a avaliação das atividades e a reponsabilidade de garantir, social e pedagogicamente o atendimento das necessidades de educação.

    A defensora pública-geral do DF, Maria José Silva, destacou que a sociedade tem o dever de acolher aqueles que mais necessitam. “A educação é a ferramenta mais poderosa para mudar o mundo, e o projeto casa com essa ideia, de estabelecer um trabalho em conjunto.”frente pela educacao em direitos viravida sesi

    Um dos focos da Frente pela Educação em Direitos é mudar o cenário da cultura da informação, da cidadania e da dignidade da pessoa humana com ações integradas entre as entidades. “Aderimos à frente com a intenção de termos mais um mecanismo de quebrar paradigmas e de conscientizar as pessoas sobre a valorização da vida”, afirma a coordenadora do Vira Vida no DF, Cida Lima (foto).

    O Vira Vida resgata jovens em situação de risco e de extrema vulnerabilidade social, proporcionando-lhes educação básica, educação profissional, direitos de saúde, cultura, esporte e lazer, elevação da autoestima e fortalecimento de vínculos. O objetivo principal é a inclusão social e produtiva dos jovens atendidos

    Integrantes da Frente pela Educação em Direitos

    Associação da Carreira Auditoria Tributária do DF

    Associação de Defensores Públicos do DF

    Associação dos Conselheiros Tutelares do DF

    Associação dos Magistrados do DF

    Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos do DF

    Centro de Apoio ao Surdo

    Comunhão e Direito

    Controladoria-Geral do DF

    Defensoria Pública do DF

    Espaço Mege

    Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade

    Instituto de Direito Público

    Observatório Social de Brasília

    Pastoral do Menor de Brasília

    Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional

    Secretaria da Fazenda do DF

    Secretaria de Educação do DF

    Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude

    Secretaria-Adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos

    Sindicato da Carreira de Auditoria Tributária do DF

    Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios

    Vira Vida DF

    Veja mais imagens do evento no link.

    Texto: Dayane dos Santos
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra 

  • Ação Global no Itapoã registra mais de 5 mil atendimentos

    Ação Global no Itapoã registra mais de 5 mil atendimentos

    A educação como meio de transformar vidas foi o mote da 25ª edição da Ação Global, realizada neste sábado, 26 de maio, no Itapoã. Moradores da região administrativa e dos arredores participaram de oficinas rápidas, ganharam livros didáticos e de literatura, tiveram acesso a atividades culturais, receberam orientações na área de saúde e esclarecimentos diversos sobre os benefícios do trabalhador. Esses e outros muitos serviços ofertados gratuitamente no evento permitiram aos 2.315 beneficiados ampliar o conhecimento e mudar a percepção do amanhã. O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) a Rede Globo Brasília e parceiros encerraram o dia com 5.321 atendimentos.

    acao global sesi df 5 2018Foi o caso da vendedora Raquel da Silva, de 22 anos. Ela participou da oficina de elaboração de currículo e conta ter ficado surpreendida com o que aprendeu. “Foi muito além do que eu imaginava. Vi o quanto a formação acadêmica é importante na hora de se candidatar a uma vaga de emprego”, disse. E foi além: “Fiquei muito empolgada. Vou buscar cursos para me qualificar. Não vou parar aqui. Quem sabe, no futuro, até ter meu próprio negócio.”

    Para a pedagoga do Sesi-DF Mariana Medeiro, a Ação Global deste ano serviu para sensibilizar a população sobre a importância da educação. No lounge do Departamento Nacional do Sesi, ela apresentou para o público temáticas como a preservação da água e do meio ambiente. “Ensinar é um processo contínuo e assuntos do dia a dia estão presentes nesse ciclo”, explicou. Durante as visitas, a pedagoga também orientou aqueles que não terminaram os estudos a darem sequência com a Educação de Jovens e Adultos (EJA). “Acredito que todos tenham o desejo de crescer e evoluir, para isso é necessário usar as ferramentas: a escola, o livro e o caderno.”

    Os serviços de saúde foram muito procurados pela população. Mais de 700 pessoas passaram por atendimentos como aferição de pressão, odontologia e oftalmologia. Os médicos, dentistas, oftalmologistas, educadores físicos, enfermeiros, entre outros profissionais da área, também orientaram a população, de crianças a adultos, sobre como cuidar melhor da saúde – informações essenciais para obter boa qualidade de vida e, claro, também transformá-la com o aprendizado recebido nos atendimentos.

    A assistente administrativa Iris Amorim, de 32 anos, estava havia um bom tempo sem fazer tratamento dentário. Segundo ela, a rede particular cobra caro e a espera é longa no serviço público, dificultando a ida ao um dentista. “Aqui, o atendimento foi de graça e de fácil acesso. Estou muito feliz”, falou. Perto dali, havia um escovódromo. O ambiente contava com espelhos e kits de higiene bucal, onde crianças e adultos eram orientados pelos estudantes de odontologia da Universidade Católica de Brasília (UCB) acerca da correta escovação dos dentes. Mais aprendizado, mais educação.

    O objetivo da Ação Global é facilitar o acesso da comunidade a bens e a informações que contribuam para a promoção da cidadania e para o bem-estar social. Para o coordenador da Ação Global no DF, Willian Vitorino, o público é heterogêneo, por isso, é necessário atraí-lo com diversas atividades. “O público, que vai desde a criança ao idoso, teve a oportunidade de ter um dia diferente, de sair da rotina. Alguns com a programação de lazer e outros tiveram a oportunidade de resolver demandas da área da saúde, profissional ou pessoal.”acao global sesi df 2018

    Serviços

    Durante todo o dia, 23 instituições parceiras prestaram atendimentos de oftalmologia, de odontologia, de aferição de pressão arterial e de glicemia, de audiometria, de otorrinolaringologia, de corte de cabelo, de emissão de carteira de identidade, de orientação jurídica, nutricional e de saúde, de oficinas educativas, entre outras. O aprendizado, nesse caso, é de crescimento pessoal, para a própria vida.

    O médico Gustavo Magalhães, da Otorrino DF, abraçou a causa e saiu do consultório para prestar serviços às pessoas que não têm condições de pagar por uma consulta . “É gratificante contribuir para uma ação que preza pelo bem-estar do cidadão. Como profissional da saúde, meu objetivo é ajudar o próximo”, contou sorridente.

    A 25ª Ação Global Nacional foi realizada concomitantemente em todo o País. Em 26 localidades, o Sesi e a Rede Globo registraram mais de 565 mil atendimentos. Aproximadamente 18 mil voluntários, como Gustavo, participaram da iniciativa.

    Veja mais imagens da 25ª Ação Global no link. 

    Texto: Dayane dos Santos

    Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra

    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Edital destinará R$ 55 milhões a projetos inovadores

    [Atualização em 18 de julho: O período de inscrições do ciclo 2018.2 foi prorrogado para 7 de outubro.]

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) vão investir neste ano R$ 55 milhões para o desenvolvimento de projetos inovadores em empresas industriais de todos os portes e em startups de base tecnológica. Serão dois ciclos de inscrições: até 3 de julho e até 7 de outubro. Desde 2004, o edital é lançamento anualmente.

    O objetivo do Edital de Inovação para a Indústria é financiar soluções inovadoras para a indústria brasileira – produtos, processos ou serviços que promovam o aumento da produtividade, da competitividade ou da segurança e da saúde.

    Os projetos receberão recursos financeiros e apoio técnico e contarão com infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento das soluções inovadoras. As unidades do Senai e do Sesi darão suporte na execução.

    São cinco categorias:

    A: Inovação tecnológica para grandes e médias empresas

    B: Inovação tecnológica para micro e pequenas empresas, microempreendedores individuais (MEIs) e startups de base tecnológica

    C: Empreendedorismo industrial para grandes empresas e startups

    D: Inovação em Segurança e Saúde no Trabalho (SST) e Promoção da Saúde (PS)

    E: Inovação setorial em Segurança e Saúde no Trabalho (SST) e Promoção da Saúde (PS)

    Desde 7 de maio estão abertas as inscrições para enviar um projeto referente ao edital de 2018. A submissão de propostas é contínua, ou seja, a qualquer momento uma nova ideia pode ser cadastrada na plataforma on-line do edital, com exceção da categoria C. O candidato deve fazer a inscrição com os dados da empresa e o cadastro da ideia e anexar os documentos obrigatórios. Em seguida, o Senai ou o Sesi entrará em contato para avisar se a documentação está correta e se o projeto é viável.

    Cronograma dos ciclos de avaliação:

    – 2018.1

    Período de inscrições de 7 de maio a 3 de julho, quando os interessados devem submeter um business model canvas (quadro de modelo de negócios) e o pitch, uma apresentação em vídeo da empresa e da ideia. O resultado dessa fase está previsto para 3 de agosto. De 4 a 31 de agosto será o prazo para submissão dos planos de projetos e, em 15 de outubro, será anunciado o resultado.

    – 2018.2

    O período de inscrições (business model canvas e pitch) começará em 4 de julho e vai até 7 de outubro. O resultado está previsto para 12 de novembro. De 13 de outubro a 14 de dezembro será o prazo para submissão dos planos de projetos e, em 20 de fevereiro de 2019, sairá o resultado.

    A gestão dos recursos dos projetos aprovados será feita pelo departamento regional do Sesi ou do Senai, de acordo com a categoria. Apenas a categoria C permite o repasse financeiro direto às empresas proponentes.

    Critério

    Considera-se projeto de inovação para as categorias A, B e C, fomentadas pelo Senai e pelo Sebrae, aquele que tenha uma proposta de valor bem definida, propondo soluções a desafios tecnológicos, em estágio que demande desenvolvimento ou aprimoramento tecnológico para realização de prova de conceito, preparação de planta-piloto ou para inserção da solução no mercado. Para a categoria B, valem o desenvolvimento de tecnologias educacionais, incluindo soluções de tecnologia da informação.

    Para projetos das categorias D e E, fomentadas pelo Sesi, considera-se inovação em segurança e saúde para a indústria o desenvolvimento de produtos, serviços e soluções aplicadas que tenham potencial de escala e provoquem impactos mensuráveis para a produtividade dos ambientes de trabalho e para a segurança e saúde dos trabalhadores da indústria.

    Não há restrição quanto ao número de envio de propostas, mas, nos casos em que mais de um projeto de uma mesma empresa forem aprovados, valerá o de maior pontuação.

    Texto: Dayane dos Santos

    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra

    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra