Autor: Dayane Rodrigues dos Santos

  • Alunos vivem experiência de empreendedores por um dia

    Alunos vivem experiência de empreendedores por um dia

    Na manhã desta quarta-feira (16), 60 alunos que estão concluindo o curso Técnico em Administração colocaram em prática o que aprenderam em sala de aula. São estudantes da unidade integrada de Sobradinho do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do DF (Senai-DF). Eles cursam a 3ª série do Ensino Médio na modalidade Educação Básica Articulada com Ensino Profissional (Ebep).

    Para testar os alunos depois de um ano e meio de capacitação técnica do Senai-DF, foi feita a união de dois projetos: a Feira de Negócios e o Food School. Os estudantes se dividiram em grupos que montaram empresas fictícias, mas venderam produtos reais, como sanduíche, pizza, batata frita, limonada e dindim até invenções que já estão em processo de registro de patente pelos estudantes. Os clientes foram alunos de outras séries, professores e funcionários da unidade.

    “Desenvolvemos uma capa impermeável para o banho para facilitar quando alguém está com um membro imobilizado. De silicone e látex, é totalmente moldável. Inicialmente, é tipo uma cola líquida. Quando seca, fica elástica e protege o gesso ou a tala”, explica Mariana Cardoso, de 17 anos, da empresa Querokappas.

    feira de negocios sesi e senai df

    Empolgada com o quanto o empreendedorismo pode mudar a vida das pessoas, Tauana Nascimento, de 17 anos, que também faz parte da Querokappas, elogiou a iniciativa da escola e faz planos: “O Senai é um norte para nós sabermos para onde devemos seguir. Nós estamos patenteando a ideia, para vender a hospitais e a clínicas”.

    Foco no lucro

    Além de avaliar os jovens, a atividade teve o objetivo de mostrar que tudo o que foi teoria em sala de aula tem aplicação prática. As notas serão baseadas na lucratividade de cada grupo. “Eles simulam uma atividade real de mercado, em que precisam assumir os riscos que um empreendimento impõe. Se não aplicarem o que foi ensinado, vão ter prejuízo, já que cada aluno investiu um pouco. E o objetivo é devolver o valor investido, com lucro adicional”, explica o professor do curso Técnico em Administração Marlon Jonson.

    Os alunos precisaram pensar em todas as vertentes relacionadas a um negócio: investimento, marketing, rentabilidade, gestão do negócio, produção e lucro. “Eu quero ser um empresário social, para tentar solucionar algum problema que a sociedade esteja vivendo. Dessa experiência de hoje, levo para o meu futuro a questão de marketing e a apresentação do produto por meio de uma abordagem diversificada, além de postura e de oratória”, conta Marcus Vinícius Moreira Matias, de 17 anos.

    Os alunos que participaram da atividade desta quarta-feira terminam o curso técnico ainda em maio e concluirão o Ensino Médio no fim do ano.

    Veja mais imagens do evento no link.

    Texto: Aline Roriz

    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra

    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Alunos do Sesi Gama visitam o Congresso Nacional

    Alunos do Sesi Gama visitam o Congresso Nacional

    Olhares atentos e curiosos. Foi assim que 40 alunos da 3ª série do Ensino Médio da unidade do Gama do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) chegaram ao Congresso Nacional na manhã desta segunda-feira (14). A saída pedagógica teve o objetivo de proporcionar uma visita in loco sobre as temáticas trabalhadas em sala de aula como política, artes e administração pública.

    O órgão é o titular do Poder Legislativo Federal e o exerce por meio da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.  As casas são responsáveis por elaborar leis e fiscalizar as entidades da administração direta e indireta, com o auxílio do Tribunal de Contas da União.

    As eleições de 2018, a política brasileira, os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), o funcionamento dos processos e a construção de Brasília serão debatidos nas disciplinas de Geografia, de Atualidades, de Artes, de História, de Sociologia e de Matemática ao decorrer do ano letivo. Por isso, a atividade é considerada importante para contextualizar e criar proximidade com os temas.

    Para o professor de Atualidades do Sesi Gama, Rafael Carvalho, alguns assuntos são complexos e a oportunidade de conhecer de perto como funciona o sistema enriquece a vida escolar e pessoal. “A intenção é explicar aos estudantes como são construídas as políticas públicas, a participação de cada estado dentro do parlamento e sobre o papel ético e de cidadania que os partidos devem ter”, afirmou.

    Durante a visita guiada, os alunos acompanharam, por alguns minutos, as sessões que estavam sendo realizadas. No Senado, era uma sessão especial em comemoração ao Dia Nacional da Defensoria Pública da União, celebrado em 19 de maio. Já na Câmara, ocorria uma sessão solene em homenagem à Polícia Militar do DF.

    Os alunos puderam conhecer o Salão Nobre, o Salão Verde, os plenários das duas casas, a Praça das Bandeiras, o Túnel do Tempo e as maquetes do espaço, além de apreciarem obras do Athos Bulcão, da Marianne Peretti e do Di Cavalcanti.

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    Atividade extracurricular

    Visitas técnicas fazem parte da didática do Sesi-DF e complementam o conteúdo curricular. Segundo a professora de História da unidade do Gama Thereza Cristina Gomes, sair da rotina da sala de aula é essencial para ampliar o conhecimento dos alunos. “A visita ao Congresso Nacional, por exemplo, permite que os alunos mudem a forma de pensar, ao conhecer um pouco mais a realidade do nosso país, principalmente em um ano eleitoral, de mudanças na política brasileira.” A professora alertou, na ocasião, que o conteúdo apresentado nessa manhã poderá ser abordado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e no Programa de Avaliação Seriada (PAS). 

    A estudante Catharina Farias disse que a visita a ajudará em outubro, durante as eleições. Ela conta que, pela primeira vez, poderá votar. “Conhecer como funcionam os poderes será importante para que eu possa definir meus candidatos”, disse.

    Ebep

    Na Rede de Educação do Sesi-DF, o Ensino Médio é oferecido de duas formas: regular ou articulado com formação técnica, o projeto Ebep (Educação Básica Articulada com Educação Profissional). Quem escolhe a opção articulada faz um curso técnico, no turno contrário ao das aulas, no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF). Os alunos matriculados na modalidade regular contam com plantão de dúvidas nos horários opostos aos das aulas.Na Rede de Educação do Sesi-DF, o Ensino Médio é oferecido de duas formas: regular ou articulado com formação técnica, o projeto Ebep (Educação Básica Articulada com Educação Profissional). Quem escolhe a opção articulada faz um curso técnico, no turno contrário ao das aulas, no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF). Os alunos matriculados na modalidade regular contam com plantão de dúvidas nos horários opostos aos das aulas.

    Os cursos técnicos são: Informática, Segurança do Trabalho, Administração, Manutenção Automotiva, Edificações, Comunicação Visual, Redes de Computadores e Cozinha.

    Texto: Dayane dos Santos

    Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra

    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Estudantes do Sesi-DF visitam o 8° Fórum Mundial da Água

    Estudantes do Sesi-DF visitam o 8° Fórum Mundial da Água

    forum mundial da agua alunos do sesi df

    Alunos do 3° e do 7° ano do Ensino Fundamental do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), respectivamente das unidades de Taguatinga e do Gama, passaram a tarde dessa terça-feira (20) na Vila Cidadã do Fórum Mundial da Água, no estacionamento do Estádio Nacional da Brasília Mané Garrincha. As crianças e os adolescentes conheceram projetos, participarem de atividades interativas e assistiram a apresentações artísticas.

    Cerca de 170 estudantes inauguraram o ciclo de visitações das escolas do Sesi-DF, que vai até sexta-feira (23), quando também se encerra a programação. No espaço Green Nation, os alunos menores fizeram um percurso de atividades sensoriais que passava por estações como a Antártica, o Submarino, a Asa-Delta e a Floresta do Mar. Matheus Barbosa (foto), de 9 anos, disse que as atividades mostram o quanto a água é importante e o papel dela para a vida. “Ao mesmo tempo em que aprendemos sobre como cuidar da água, podemos nos divertir e brincar.” forum mundial da agua matheus sesi df

    Para a coordenadora pedagógica do Sesi Taguatinga Sonimar Castro, o evento é uma boa forma de mostrar aos alunos o que eles aprendem no dia a dia. “O fórum é o espaço de culminância entre o que repassamos em sala de aula e a realidade do nosso mundo”, afirma.

    Palestra sobre primeiros socorros e acidentes domésticos, do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal; exposição de animais taxidermizados (empalhados), do Jardim Zoológico de Brasília; jogo interativo sobre como reciclar e diferenciar o lixo, do Serviço de Limpeza Urbana; e jogos sobre o trânsito, do Departamento de Trânsito do DF (Detran) também fazem parte da programação.

    A Vila Cidadã é a área gratuita do Fórum Mundial da Água e fica aberta até esta sexta-feira (23), das 9 às 21 horas. É indicado, para evitar filas, fazer credenciamento prévio no site do evento, mas o visitante também pode se registrar na hora.

    Robótica

    As sete equipes de robótica do Sesi-DF – Legofield, Lego of Olympus e Megazord, do Gama; Bisc 8 e Ohana, de Sobradinho; e Albatroid e Lions Bots, de Taguatinga – participam do Fórum Mundial da Água com a exposição dos projetos desenvolvidos para a temporada 2017/2018 do Torneio de Robótica First Lego League (FLL). São maneiras de reduzir o consumo do recurso e de reaproveitá-lo. As equipes se revezam em um estande.

    A troca de experiências entre participantes e convidados enriquece o aprendizado e a difusão do ensino da robótica. “As pessoas vêm até o nosso estande por causa das peças de Lego e acabam se encantando pelo o que elas podem se tornar. É incrível”, conta sorridente Thalles Yucatán, de 16 anos, da equipe Lego of Olympus – considerada a mais inovadora entre as 83 que disputaram o Torneio Nacional de Robótica FLL

    Sala de Leitura

    Ao longo do ano letivo de 2017, os alunos das séries finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio do Sesi-DF fizeram trabalhos relacionados à água, por meio do projeto Sala de Leitura, da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). O objetivo foi despertar o espírito investigativo, estimular a leitura crítica, promover debates e provocar mudanças na cultura de proteção e conservação da água, do solo e do meio ambiente, além de preparar os estudantes para o 8° Fórum Mundial da Água.

    Assuntos como o papel da água no aquecimento global, a importância das matas para a segurança hídrica e a escassez do recurso foram abordados em sala de aula, por meio de textos jornalísticos. Ao final, os alunos responderam a um questionário de avaliação sobre o projeto e receberam cartilhas para compartilhar com a família.

    Dando continuidade à ideia inicial do projeto, a unidade do Gama passou um dever de casa aos alunos que visitarem o fórum: escolher uma solução inovadora e compartilhar com os colegas. “A problemática da água vai além do que discutimos em sala de aula e eles devem estar atentos ao que há de inovação e ao que podemos adotar na nossa instituição”, conta a coordenadora pedagógica do Sesi Gama Cristiane Castro.

    Veja aqui a galeria de imagens.

    Texto: Dayane dos Santos

    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra

    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Consultoria para aperfeiçoar a gestão tem 70% de desconto

    Consultoria para aperfeiçoar a gestão tem 70% de desconto

    Produto de qualidade, serviço eficiente, ambiente agradável e funcionários qualificados são vantagens competitivas para qualquer negócio. É por isso que o Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), por meio da consultoria Modelo Sesi de Sustentabilidade, assessora empresas no aperfeiçoamento dos mecanismos de gestão.

    O serviço atende a micro e pequenas indústrias na adoção de práticas – nas áreas de gestão de pessoas, de segurança, de finanças, de sustentabilidade e de inovação – que aumentem a competitividade e que contribuam para o crescimento da empresa.

    Por meio de parceria entre o Sistema Fibra e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no DF (Sebrae-DF), o Sebraetec, 70% do valor final do serviço é subsidiado. A consultoria custa R$ 16,8 mil, ou seja, o empreendimento paga apenas R$ 5.040.

    A consultoria avalia e analisa o perfil do negócio com o objetivo de fazer um atendimento exclusivo, de acordo com as demandas e as necessidades da empresa. A metodologia do Modelo Sesi de Sustentabilidade é dividida em quatro etapas: diagnóstico, elaboração e gestão de um plano de ação, mensuração de resultados e relatório final. Os consultores fazem ainda uma avaliação de fatores externos que podem afetar a empresa. A carga horária é de 140 horas, distribuídas em 12 meses. Os encontros ocorrem na indústria, com data e horário combinados.

    Qualquer empresa pode contratar a consultoria do Modelo Sesi de Sustentabilidade. Para ter direito ao subsídio de 70%, no entanto, é necessário que a indústria seja associada a um dos dez sindicatos do Sistema Fibra e que seja enquadrada como micro ou pequena empresa. Para mais informações entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor pelo telefone (61) 4042-6565.

    Projeto-piloto LucasFreitas modelo sesi de sustentabilidade

    Desde o início do ano, o Sesi-DF aplica o Modelo Sesi de Sustentabilidade em 40 indústrias previamente selecionadas. Essas empresas não pagam pelo serviço. A Talentus Esquadrias, do setor de metalurgia, foi uma das contempladas. O trabalho é voltado para ações de melhoria na qualidade de atendimento e na execução de serviços. “A gestão da produção e da comunicação entre cliente e empresa são alguns dos pontos que precisam ser melhorados e os consultores estão dando esse suporte com palestras e dicas de práticas que podemos adotar”, explica o gerente administrativo do empreendimento, Lucas Freitas (foto).

    Os colaboradores da Talentus já tiveram treinamento sobre a abordagem e o atendimento ao cliente, a comunicação interna e o controle de qualidade. “Acreditamos que ao longo do ano vamos ter novos mecanismos e ferramentas de trabalho, pois a ideia é colocar em prática tudo o que nos for repassado”, afirma Freitas. 

    Texto: Dayane dos Santos

    Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra

    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Projeto do Sesi-DF é aprovado em edital da FAP-DF

    Projeto do Sesi-DF é aprovado em edital da FAP-DF

    O projeto Horta Escolar Inteligente foi um dos aprovados no Edital n°6/2017 da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF). A fundação vai apoiar projetos de pesquisas aplicadas sobre meio ambiente, sustentabilidade e políticas públicas socioambientais.

    A proposta do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) é implementar uma horta no Sesi São João XXIII, no Gama, para que alunos do programa Vira Vida desenvolvam a produção sustentável de alimentos, além de adquirirem habilidades que poderão ser usadas no mercado de trabalho, como manuseio de adubo e escolha de mudas.

    horta inteligente julia machado sistemafibraA relação entre o ser humano e a natureza vai ser uma das temáticas trabalhadas. Para a coordenadora do projeto, a professora de Biologia do Sesi Taguatinga Júlia Machado, a Horta Escolar Inteligente será um mecanismo de transformação e inclusão social. “Vamos fazer a integração do conhecimento e das habilidades de cada aluno, compartilhar o aprendizado e promover ações sobre o uso consciente dos recursos naturais.”

    Unir tecnologia e sustentabilidade a disciplinas do currículo básico é um dos objetivos do projeto. “A ideia é instalar na horta tecnologias em função do uso consciente da água. Para isso vamos trabalhar com a Robótica e com conteúdos de Geografia e de Biologia”, explica a técnica do projeto, a professora de Sociologia do Sesi Taguatinga Luciana Kaminski. horta inteligente luciana kaminski sistemafibra

    O projeto poderá conceder sete bolsas no valor de R$ 400 cada uma, pelo período de dez meses, a pessoas da comunidade que desejarem participar da execução da horta. A escolha dos participantes será feita pela coordenadora e pela técnica.

    O valor destinado à execução da horta é de R$ 99.010,00 e, como contrapartida institucional, o Sesi-DF cederá o espaço, as professoras, duas caixas d’água e o material para construção de canteiros.

    19 projetos contemplados

    A FAP-DF colocou à disposição mais de R$ 1,5 milhão para subsidiar projetos da área ambiental. Os temas e as linhas de pesquisa eram: água e adensamento urbano; clima, cerrado e água; áreas protegidas e seus impactos na saúde e na qualidade de vida; incêndios florestais e seus impactos na saúde e no clima; gestão territorial e seus impactos na redução de gastos com infraestrutura; serviços ecossistêmicos e a capacidade de valoração pela sociedade; gestão de resíduos sólidos; boas práticas agrícolas; biodiversidade; e educação ambiental.

    As propostas vão subsidiar políticas públicas climáticas, hídricas, territoriais e de resíduos sólidos no DF e na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).

    Vira Vida

    Criado em 2008 pelo Conselho Nacional do Sesi, o programa resgata jovens em situação de extrema vulnerabilidade social, com idade de 15 a 21 anos. No DF, 11 turmas se formaram desde 2009, com mais de 700 alunos. Desde maio passado, as atividades do Vira Vida no DF concentram-se no Sesi São João XXIII, que tem 3 mil metros quadrados, dos quais 800 metros são de área construída. A turma atual tem 95 moças e rapazes, que, além da Educação Básica, fazem cursos de qualificação profissional. Eles também têm acompanhamento psicossocial, médico e odontológico.

    Texto: Dayane dos Santos         
    Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra

  • Sistema Fibra participa da 48ª Corrida de Reis

    Sistema Fibra participa da 48ª Corrida de Reis

    Representado pelo Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), o Sistema Fibra deu apoio à 48ª Corrida de Reis de Brasília. O evento ocorreu nesse sábado (3), com largada às 19 horas em frente ao Ginásio Nilson Nelson. A Central de Produção de Alimentos (CPA) forneceu marmitas e lanches à equipe da Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer que trabalhou na organização da corrida.

    Cem marmitas e 300 kits de lanches foram entregues aos servidores públicos. O cardápio foi definido por uma equipe de nutricionistas da CPA.

    Foram inscritos 16 mil corredores. Nas provas masculina e feminina de 10 quilômetros, o primeiro colocado da corrida ganhou R$ 4 mil, o segundo R$ 2 mil, o terceiro R$ 1 mil, o quarto R$ 500 e quinto recebeu R$ 300. As pessoas com deficiência, divididas entre cadeirantes e andantes, também foram premiadas. O primeiro lugar de cada corrida recebeu R$ 1 mil, o segundo R$ 500 e o terceiro R$ 300. Todos os que cruzaram a linha de chegada ganharam medalha.

    Em movimento

    Funcionários do Sistema Fibra marcaram presença na Corrida de Reis. Cerca de 40 pessoas, 23 do grupo de corrida Sistema Fibra em Movimento, percorreram trajetos de 6 e de 10 quilômetros, que passaram por pontos turísticos da capital federal como a Torre de TV, a Esplanada dos Ministérios e o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

    Para o assistente administrativo Adryo Emerick, que trabalha no Sesi Taguatinga, integrar o grupo de corrida cria laços de amizade e melhora a saúde física. “Meu rendimento, no trabalho e na vida pessoal, teve um salto. Tenho uma rotina mais ativa.”

    corrida de reis sistemafibra RosaFazer parte do grupo não custa nada. Trinta e cinco funcionários participam do Sistema Fibra em Movimento, criado em 2014. Os corredores amadores contam com a orientação e supervisão de seis professores de Educação Física do Sesi-DF. O treino é uma vez por semana, aos sábados, no Sesi Taguatinga. “A corrida de rua despertou em mim a vontade de aprender e de praticar outros exercícios”, diz a assistente administrativa do Senai Taguatinga Rosa Rocha, que também foi à Corrida de Reis.

    As inscrições para participar do grupo de corrida ocorrem no primeiro semestre de cada ano, mas ainda há data definida.

    Restaurantes do Sesi-DF

    A CPA, no Sesi Guará, fornece refeições para os16 restaurantes do Sesi-DF, todos com cardápios elaborados por nutricionistas de forma balanceada com carboidratos, proteínas e minerais.

    Alguns são abertos à comunidade e outros são de uso exclusivo de trabalhadores. Há restaurantes do Sesi-DF na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), na Companhia Energética de Brasília (CEB), no Ministério da Saúde, nos Palácios do Planalto e da Alvorada, na Confederação Nacional da Indústria (CNI) e nas próprias unidades do Sistema Fibra.

    Os restaurantes têm a opção de servir café da manhã, almoço ou café da tarde. Com cardápio variado e com segurança higiênico-sanitária, o preparo dos alimentos passa por um controle rigoroso de qualidade e é feito por profissionais qualificados conforme os padrões exigidos pelo Programa de Alimentação do Trabalhador, do Ministério do Trabalho. Em observância às normas da Anvisa, a CPA também cumpre as diretrizes do Programa Alimentos Seguros, desenvolvido em conjunto pelas entidades do Sistema S.

    Os interessados em instalar um restaurante do Sesi-DF em seu estabelecimento podem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente do Sistema Fibra pelo telefone (61) 4042-6565.

    Veja a galeria de imagens.

    Texto: Dayane dos Santos         
    Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra

  • Sesi-DF levará a robótica ao Fórum Mundial da Água

    Equipes das escolas do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) que desenvolveram projetos relacionados à água para a temporada 2017/2018 do Torneio de Robótica First Lego League (FLL) participarão de um dos eventos mais importantes do mundo. Os jovens apresentarão suas ideias na Vila Cidadã do 8° Fórum Mundial da Água, de 17 a 23 de março, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. São maneiras de reduzir o consumo do recurso e de reaproveitá-lo.

    As sete equipes – Legofield, Lego of Olympus e Megazord, do Sesi Gama; Bisc 8 e Ohana, de Sobradinho; e Albatroid e Lions Bots, de Taguatinga – vão se revezar em um estande. A Vila Cidadã será a área de acesso gratuito do fórum. Todas competiram na fase regional do Torneio FLL e quatro delas disputarão a etapa nacional, que será de 16 a 18 de março, em Curitiba, no Paraná (Albatroid, Legofield, Lego of Olympus e MegaZord).

    Com peças de Lego e sob a orientação de professores, os jovens construíram e programaram robôs. Eles vão mostrar ao público do Fórum Mundial da Água as soluções inovadoras criadas e compartilharão o que aprenderam sobre o assunto.

    Vila Cidadã

    Será o espaço gratuito do Fórum Mundial da Água. É indicado, para evitar filas, fazer credenciamento prévio no site do evento, mas o visitante também poderá se registrar na hora. Haverá atividades interativas, exposições lúdicas, palestras, cinema e apresentações artísticas. O objetivo é ampliar a consciência, a atenção pública e a participação social para assuntos relacionados à água. Não há restrição de idade.

    A Vila Cidadã ocupará 10 mil metros quadrados e funcionará de 17, véspera da abertura oficial do evento, a 23 de março, sempre das 9h às 21h. O cadastro também dará acesso à feira, área onde empresas apresentarão o que pensam e fazem em prol da água. É uma vitrine para produtos, serviços e soluções de empresas públicas e privadas e de organizações não governamentais. A área restrita do Fórum Mundial da Água será a Expo, onde haverá sessões temáticas e um espaço de exposições para venda de produtos e de serviços. O segundo lote de inscrições está disponível até 5 de março, segunda-feira. As inscrições podem ser feitas pelo site do evento.

    Cerca de mil alunos da Rede Sesi-DF farão uma visita guiada à Vila Cidadã, que receberá grupos de visitação de diversas escolas da cidade. A direção de cada unidade vai organizar os grupos de visitação.

    Fórum Mundial da Água

    É o maior evento global sobre o tema. Desde 1997, é realizado a cada três anos pelo Conselho Mundial da Água, composto por representantes de governos, da academia, da sociedade civil, de empresas e de organizações não governamentais. O fórum tem a missão de promover a conscientização, de estabelecer compromissos políticos e de provocar ações em temas críticos relacionados à água.

    A edição de Brasília, a primeira no Hemisfério Sul, deve reunir cerca de 40 mil cidadãos de 170 países. É organizada pelo Conselho Mundial da Água, pelo Ministério do Meio Ambiente, representado pela Agência Nacional das Águas, e pelo governo do Distrito Federal, representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa). A Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base é integrante do comitê organizador.

    As sete edições anteriores foram em Marrakesh (Marrocos, 1997), Haia (Holanda, 2000), Kyoto (Japão, 2003), Cidade do México (México, 2006), Istambul (Turquia, 2009), Marselha (França, 2012) e Gyeongju e Daegu (Coreia do Sul, 2015).

    Texto: Dayane dos Santos

    Foto: Helio Montferre/Sistema Fibra

  • Indústrias aprovam serviços do Sesi e do Senai

    Indústrias aprovam serviços do Sesi e do Senai

    A maioria das indústrias atendidas pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) está satisfeita com os serviços prestados, constatou uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento foi feito de setembro a dezembro de 2016 e mostrou que 88% das empresas ficaram satisfeitas ou muito satisfeitas com os serviços do Senai e 84%, com os trabalhos do Sesi.

    No Distrito Federal, a satisfação foi de 92% em relação ao Senai e de 88% em relação ao Sesi. “São resultados que atribuo às nossas equipes, que estão sempre em busca da excelência no atendimento às necessidades das empresas e do setor industrial. Temos profissionais muito qualificados, tanto no Senai quanto no Sesi, para dar todo tipo de suporte ao setor produtivo”, afirma Jamal Jorge Bittar, presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

    A Casa de Biscoitos Mineiros* contratou o Senai-DF em 2017 para elaborar e implementar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da confeitaria. Para a nutricionista da empresa, a qualidade do atendimento, desde o primeiro contato até a conclusão da consultoria, foi o ponto alto do serviço. “De forma didática e objetiva, eles apresentaram o que era melhor para a empresa”, afirma Letícia Caetano (foto). A consultoria inclui o cadastramento no site do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o diagnóstico da empresa e orientações sobre a coleta e disposição dos resíduos gerados.

    pesquisa de satisfacao sesi senai

    O suporte e a execução do trabalho do Senai-DF contribuíram para o fácil entendimento da equipe da confeitaria sobre a importância de tornar o negócio sustentável e competitivo. “O custo é acessível e justo, considerando a importância da temática”, afirma Letícia.

    A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb)* é uma das empresas que utilizam serviços do Sesi-DF, como os programas de prevenção relacionados à Segurança e Saúde no Trabalho – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e Programa Sesi Ginástica na Empresa. A proposta é contribuir para a redução de acidentes e de doenças ocupacionais.

    Na avaliação do gerente de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho da Caesb, Eurival Monteiro, o trabalho desenvolvido pelo Sesi-DF é essencial e indispensável para as instituições que prezam pela qualidade de vida dos seus colaboradores. “A parceria com o Sesi garante aos funcionários o bem-estar e o cumprimento da gestão de recursos humanos, pontos importantíssimos para o crescimento da companhia”, diz.

    Dados nacionais

    O grau de satisfação em relação ao Sesi permaneceu estável na comparação com 2014. No caso do Senai, houve crescimento de 5 pontos percentuais: era de 83% na pesquisa anterior. A pesquisa feita em 2016 mostrou ainda que, para 90% dos entrevistados, o Senai é essencial para a indústria brasileira. No caso do Sesi, esse índice é de 87%.

    No Senai, 85% dos entrevistados ficaram satisfeitos ou muito satisfeitos com o atendimento e 82% com os custos dos serviços. O índice de satisfação de atendimento e de custo foi o mesmo no Sesi, de 85%.

    Para a realização da pesquisa, foram entrevistadas 2.275 empresas atendidas pelo Sesi e 1.646 atendidas pelo Senai. O grau de confiança é de 95%.

    * As empresas citadas não participaram da pesquisa feita em 2016.

    Texto: Dayane dos Santos, com informações da Agência de Notícias da CNI
    Foto: Helio Montferre/Sistema Fibra

  • Sesi-DF auxilia pequenas empresas na gestão do negócio

    Sesi-DF auxilia pequenas empresas na gestão do negócio

    Gestão de pessoas, de segurança, de finanças, de sustentabilidade e de inovação são os focos da consultoria Modelo Sesi de Sustentabilidade, oferecida pelo Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF). O serviço atende a pequenas indústrias na implementação de práticas que aumentem a competitividade e que contribuam para o crescimento do empreendimento.

    A consultoria é voltada a empresas que precisam aperfeiçoar os mecanismos de gestão. “Fazemos uma avaliação e sugerimos ações com base no perfil do negócio. É um atendimento individual e exclusivo”, explica o consultor Abner Almeida (foto).

    Consultoria Sesi pequenas empresas

    Diagnóstico, elaboração e gestão de um plano de ação, mensuração de resultados e relatório final são fases do Modelo Sesi de Sustentabilidade. Os consultores fazem ainda uma avaliação de fatores externos que podem afetar a empresa. A carga horária é de 140 horas, distribuídas em 12 meses. Os encontros ocorrem na empresa, com data e horário combinados.

    Uma das temáticas abordadas é a qualidade de vida dos colaboradores no ambiente de trabalho e como ela é fundamental para o bom andamento dos processos, além do uso do programa que unifica as informações institucionais dos empregados, o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (e-Social).

    Subsídio

    Uma parceria entre o Sistema Fibra e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no DF (Sebrae-DF), o Sebraetec, subsidia a contratação de serviços em inovação e tecnologia em diversas consultorias. No caso do Modelo Sesi de Sustentabilidade, 40 pequenos negócios associados a um dos dez sindicatos filiados à Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) receberão o serviço de graça. O subsídio é de R$ 672 mil, uma vez que a consultoria custa R$ 16,8 mil por empresa. Ainda há 16 vagas gratuitas para pequenas indústrias (faturamento anual de até R$ 4,8 milhões). Além de ser associadas a um dos sindicatos do Sistema Fibra, é exigido que tenham pelo menos 20 funcionários. Essas vagas serão ocupadas por ordem de contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor, pelo telefone (61) 4042-6565. Outras empresas que tiverem interesse no serviço também podem procurar o Sesi-DF.

    Texto: Dayane dos Santos

    Foto: Helio Montferre/Sistema Fibra

  • Sesi-DF começa a se adaptar às mudanças no Ensino Fundamental

    O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) prepara-se para cumprir as exigências do Mi­nis­té­rio da Edu­ca­ção sobre a Base Nacional Comum Curricular. O documento define o que os estudantes devem aprender na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. O objetivo é unificar e elevar a qualidade do ensino em todo o território nacional, nas escolas públicas e privadas.

    A Base Nacional Comum Curricular foi homologada pelo Ministério da Educação em dezembro de 2017 e deve ser implementada até 2020. Indica às escolas aonde devem chegar e elas se organizam para traçar o caminho. A Base orienta a elaboração dos currículos e das propostas pedagógicas das instituições de ensino, além das políticas para formação de professores, da produção de material didático e da avaliação.

    Para fazer as mudanças, o Sesi-DF criou o Programa de Melhoria do Ensino e Aprendizagem (Programe), que vai capacitar os docentes nos processos pedagógicos. As duas unidades educacionais que têm Ensino Fundamental (Gama e Taguatinga) vão se adequar às novas regras para o ano letivo de 2019. “Com as mudanças, teremos melhores condições de ensino para os nossos estudantes e construiremos uma metodologia em que eles desenvolvam técnicas de estudo e o senso crítico”, explica a coordenadora técnica de Educação, Cláudia Rocha.

    Além do básico

    Nas escolas do Sesi-DF, o currículo básico do Ensino Fundamental, com carga horária de mil horas, é dividido com outras disciplinas, como filosofia e espanhol, ministradas a partir do 6° ano. Além disso, os pais e responsáveis podem optar pelo Programa de Atividades Integradas (PAI), que contempla atividades esportivas, culturais e musicais, oficinas e monitoria pedagógica no contraturno. Outro diferencial é o ensino da robótica e do inglês nas séries iniciais – o idioma só é obrigatório a partir do 6° ano.

    “O sistema de educação do Sesi trabalha, além das componentes curriculares, raciocínio lógico e artes, que possibilitam crescimento pessoal e colaboram para socialização da criança”, afirma Cláudia.

    Base Nacional Comum Curricular

    Considerando as especificidades da unidade federativa ou do município, cada Secretaria de Educação poderá incluir no projeto político pedagógico conteúdos específicos com base na sua realidade, como a história de tradições indígenas.

    Para os anos iniciais do Ensino Fundamental (do 1° ao 5° ano), a Base Nacional Comum Curricular valoriza situações lúdicas de aprendizagem e a alfabetização nos dois primeiros anos. Já para os anos finais, são obrigatórios o inglês como língua estrangeira e o aprofundamento das disciplinas.

    Desde a Constituição Federal de 1988, no Artigo 210, já se reconhecia a necessidade da fixação de conteúdos mínimos para o Ensino Fundamental, a fim de assegurar a formação básica comum.

    Em 1996 entrou em vigor a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que determinou que os vários níveis de governo estabelecessem competências e procedimentos para nortear os currículos. Em 2014, o Plano Nacional de Educação reafirmou a necessidade de estabelecer diretrizes pedagógicas para a educação básica e de criar um sistema que orientasse todas as unidades escolares da Federação. Em 2015, o ministério começou a desenvolver a Base Nacional Comum Curricular.

    A primeira versão do documento contou com contribuição da sociedade civil, de organizações e de entidades científicas, por meio de debates e seminários em todo o país.  O texto foi aperfeiçoado com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Consolidada a versão final, o documento foi entregue ao Conselho Nacional de Educação, que o discutiu em audiências públicas antes da homologação pelo ministério.

    Em relação ao Ensino Médio, a reforma está em andamento. Segundo o Ministério da Educação, o documento deve estar pronto ainda neste primeiro semestre.

    Veja na íntegra o documento.

    Texto: Dayane dos Santos

    Foto: Cristiano Costa/ Sistema Fibra