Autor: Marcus Fagaça

  • Cozinha Brasil conclui a primeira turma do projeto Ecovila Naval

    Cozinha Brasil conclui a primeira turma do projeto Ecovila Naval

    Dez moradores da Vila Naval Almirante Visconde de Inhaúma e da região receberam, nessa sexta-feira (6), certificados de participação no Cozinha Brasil. O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) deu ao grupo orientações nutricionais e ensinou os participantes a aproveitar integralmente os alimentos. Foram cinco dias de aulas.

    eco vila cozinha brasil sesi sistemafibraA atividade faz parte do projeto Ecovila Naval, desenvolvido pelo Comando do 7º Distrito Naval da Marinha do Brasilcom o apoio de parceiros como o Sistema Fibra. A dona de casa Marleia Bitencourt (foto), de 51 anos, aprovou o curso. Ela planta hortaliças no quintal, uma vez que a vila, entre o Gama e Santa Maria, fica afastada do comércio. “Percebi que usava pouco dos alimentos que planto. No Cozinha Brasil, descobri que posso aproveitar praticamente tudo, como cascas e sementes. Já até consegui reduzir a quantidade de lixo nesta semana”, comemora.

    O projetoEcovila Naval tem a missão de promover na comunidade o desenvolvimento sustentável, como explica a diretora da seccional Brasília da Associação Cisne Branco, Ana Beatriz Goldstein. “Reduzir a quantidade de lixo é apenas uma das nossas metas. Queremos empoderar estes moradores e prepará-los para o setor produtivo.” O grupo voluntário é formado por esposas de militares e por outras mulheres da sociedade civil.

    ecovila cozinha brasil sesi sistemafibraAs receitas do Cozinha Brasil beneficiam também o bolso. O morador da vila Clayson Maylan (foto), de 33 anos, já começou a fazer as receitas que aprendeu no decorrer da semana e entendeu que, com pouco, é possível fazer muito. “Estou impressionado! São receitas simples e que só fazem bem a nossa saúde. Fiz um bolo de mandioca com queijo e recebi muitos elogios em casa – não gastei mais que R$ 15”, conta.

    Nas próximas semanas, a Vila Naval Almirante Visconde de Inhaúma receberá uma cozinha experimental, onde ocorrerão mais aulas do Cozinha Brasil. “Diferente do que ocorreu na primeira turma, quando os alunos receberam uma aula expositiva, nas próximas eles vão cozinhar”, explica a nutricionista do Sesi Débora Tavares, responsável por ministrar o curso na vila. A cozinha será equipada com ajuda das voluntárias da Associação Cisne Branco.

    Ecovila Naval

    O projeto propõe a transformação da realidade da Vila Naval Almirante Visconde de Inhaúma, área militar com 216 casas, e das comunidades próximas, beneficiando cerca de 800 pessoas. A ideia é incentivar a alimentação saudável, a prática de esportes, a promoção da saúde e o desenvolvimento socioeconômico a partir da educação e da qualificação profissional. O Serviço Nacional de Aprendizagem industrial do DF (Senai-DF) também fará parte do projeto, ofertando cursos de qualificação e de aperfeiçoamento – de curta duração – em um galpão dentro da vila.

    Veja mais fotos da entrega de certificados

    Texto: Marcus Fogaça
    Fotos: Cristino Costa / Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Projeto da Lego of Olympus é reconhecido como solução inovadora

    Projeto da Lego of Olympus é reconhecido como solução inovadora

    torneio nacional curitiba equipes sesi sistema fibra

    [ATUALIZAÇÃO: 28/03] Diferente do que informamos anteriormente, o Global Innovation é organizado pela First Lego League (FLL) e não apenas pela First.

    A equipe Lego of Olympus, do Serviço Social da Indústria (Sesi) do Gama, foi considerada a mais inovadora entre as 83 que disputaram o Torneio Nacional de Robótica First Lego League (FLL), encerrado neste domingo (18). A cerimônia de premiação foi no Centro de Exposições Horácio Coimbra, no Campus da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

    Com um sistema que evita irrigações desnecessárias, o grupo levou o primeiro lugar na categoria Solução Inovadora e ficou em 17º na classificação geral. Será uma das equipes suplentes do Brasil na fase internacional, assim como a Legofield, integrada por estudantes da mesma escola, que ficou na 18ª posição. Esta conquistou o segundo lugar na categoria Inspiração e apresentou o projeto de um sistema de registro eletrônico para reduzir o consumo de água nas residências.

    Nesta temporada do torneio, os jovens tiveram de encontrar soluções relacionadas ao uso da água. Sete equipes do Sesi-DF participaram da etapa regional e quatro seguiram para a nacional. Além das duas citadas, representou o Sesi Gama a estreante Megazord, que ficou em 54º na classificação geral. A Albatroid, do Sesi Taguatinga, também integrou a delegação brasiliense e ficou com o 26º lugar.

    As quatro equipes retornam a Brasília nesta segunda-feira (19) e já têm compromisso: vão apresentar seus projetos na Vila Cidadã do 8º Fórum Mundial da Água

    A coordenadora da Educação do Sesi-DF, Cláudia Rocha, celebrou a participação no torneio nacional. “A robótica tem se mostrada um diferencial na vida dos alunos do Sesi-DF. Aqui eles ganham mais que prêmios: têm a possibilidade de sonhar e de conquistar bons resultados na vida pessoal, nos vestibulares e no mercado.”

    Prêmio Global Innovation

    Muito elogiado por juízes e competidores, o projeto da Lego of Olympus será um dos representantes brasileiros no prêmio, ao lado das ideias das equipes Fênix, Tecnoway e Lego Justiça do Planalto. Realizado pela FLL, uma união da organização estadunidense First (For Inspiration and Recognition of Science and Technology, que significa “em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia”), em parceria com a Lego, reúne quase 200 equipes de todo o mundo. As 20 mais bem avaliadas vão participar da cerimônia de premiação, na Califórnia (EUA). A melhor solução inovadora mundial vai ganhar 20 mil dólares. O segundo e o terceiro lugares receberão 5 mil dólares cada um.

    A equipe do Sesi Gama vibrou muito pelo resultado. “Foram os três dias mais emocionantes da minha vida. É muito satisfatório ter nosso trabalho reconhecido”, afirmou, emocionado, o competidor Gabriel Vieira. O técnico Kléber Carvalho ressaltou o trabalho em equipe e a união nos sete meses até a apresentação do projeto no torneio nacional. “O sistema completo é inovador e adequado à nossa realidade. Os resultados foram significativos e marcaram a vida de todos nós.”

    O desempenho da Lego of Olympus foi comemorado pelas demais equipes. “Sem dúvidas, é o melhor projeto. Eles mereceram o reconhecimento”, disse a competidora da Albatroid Maria Rita Lima. “Estamos todos torcendo por eles. Além do projeto inovador, é uma equipe inspiradora”, afirma o mentor da Legofield, Kévin da Silva.

    O projeto que ganhou destaque pela inovação consiste em um sistema de irrigação por método automático. O aparelho mede a umidade do solo para evitar que o agricultor faça irrigações desnecessárias. Com a ajuda de um hardware livre, um sensor detecta a umidade e envia informações sobre a necessidade de irrigar o solo.

    A diretora escolar do Sesi Gama, Elisângela Machado, acompanhou o processo de criação dos projetos das equipes e se disse impressionada com a Lego of Olympus. “Eles pensaram em uma solução para o campo, que depende bastante da água”, destacou. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 72% da água disponível para consumo no Brasil é destinada à agricultura. A área irrigável é de aproximadamente 29,6 milhões de hectares, superior à do Rio Grande do Sul.

    A solução da equipe também chamou a atenção do público, inclusive do astronauta brasileiro Marcos Pontes, que visitou o estande neste domingo antes de uma palestra aos competidores.

    Champion’s Award

    A Thunderbóticos, do Sesi de Rio Claro (SP), ficou em primeiro lugar geral entre as 83 equipes que competiram no Torneio Nacional FLL, organizado pelo Sesi.

    A equipe Jedi’s, do Sesi de Jundiaí (SP), conquistou o segundo lugar e, em terceiro, ficou a Big Bang, do Sesi de Birigui (SP).

    Com o resultado, as três poderão competir em torneios internacionais de robótica nos Estados Unidos, na Hungria ou na Estônia.

    As outras sete equipes entre as dez mais bem colocadas também vão representar o Brasil no exterior: Red Rabbit (Sesi de Americana, SP), Robotics School (Sesi de Ourinhos, SP), Lego da Justiça Planalto (Sesi Planalto, GO), Fênix (Sesi de Bauru, SP), Gametech Canaã (Sesi Canaã, GO), Biotech (Sesi de Barra Bonita, SP) e Robocamb (Sesi de Maceió, AL). A Legofield e a Lego of Olympus, do Sesi-DF, ficaram com uma suplência cada uma.

    Torneio de Robótica FLL

    Esta edição foi a maior já realizada no Brasil. Foram 770 competidores – estudantes, mentores e técnicos – em 83 equipes de 20 estados e do Distrito Federal. A competição é uma iniciativa do grupo Lego, da Dinamarca, e da organização estadunidense First. O Sesi é o operador nacional da competição no Brasil desde 2013.

    Galeria de Imagens

    Veja mais fotos do encerramento do Torneio Nacional de Robótica.

    Texto: Marcus Fogaça (com informações da Agência CNI)
    Fotos: Cristina Gallo
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Avaliações do Torneio Nacional de Robótica FLL já começaram

    Avaliações do Torneio Nacional de Robótica FLL já começaram

    torneio nacional robotica legofield avaliacao

    Robôs a postos, competidores uniformizados e pits montados. Começou o Torneio Nacional de Robótica First Lego League (FLL), em Curitiba, no Paraná. A cerimônia de abertura ocorreu na tarde desta sexta-feira (16), no Centro de Exposições Horácio Coimbra, no Campus da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). As equipes do Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF) – Albatroid, Legofield, Lego of Olympus e MegaZord – disputam os prêmios nacionais e vagas em etapas fora do país. Apenas dez times brasileiros vão passar de fase.

    A edição é a maior já realizada no Brasil. São 770 competidores – estudantes, mentores e técnicos – em 83 equipes de 20 estados e do Distrito Federal. “Estamos felizes com a proposta de deixar o torneio itinerante [de 2013 a 2017, as etapas nacionais foram em Brasília]. Vejo com entusiasmo tantos meninos e meninas empolgados com ciências, matemática e tecnologia”, disse o diretor de Operações do Departamento Nacional do Sesi, Paulo Mól.

    A abertura teve uma divertida apresentação do grupo Ciência em Show, que trouxe curiosidades e conceitos científicos aos competidores e fez experimentos com eletricidade e gelo-seco, por exemplo. Quem também passou pelo palco principal foi o influenciador digital Bruno Perin, que fez uma palestra sobre empreendedorismo e inovação.

    Após a cerimônia, as equipes voltaram a atenção para as avaliações. “Agora é pra valer. São mais equipes e menos vagas na comparação com as edições anteriores, mas estamos otimistas”, diz o coordenador de Robótica do Sesi-DF, Atos Reis.

    A Legofield (Sesi Gama) fez sua primeira apresentação do projeto de pesquisa. Experiente em competições da FLL, o estudante Matheus Queiroz, de 16 anos, já percebeu que o nível das equipes está alto e os projetos, bons. “Está tudo pronto. Fizemos o melhor”, afirma o competidor, em sua quinta participação no torneio nacional.

    A disputa será retomada no sábado (17), a partir das 8h. Os times vão se revezar entre as apresentações dos projetos de pesquisa e do design dos robôs, as disputas da mesa e as avaliações dos core values (valores fundamentais). Ainda no sábado, haverá a tradicional Festa da Amizade, que promove a interação entre os competidores. O torneio se encerra no domingo (18), quando será anunciado o resultado.

    A competição

    É iniciativa do grupo Lego, da Dinamarca, e da organização estadunidense First (For Inspiration and Recognition of Science and Technology, que significa “em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia”). O tema da atual temporada é a água. As equipes trabalharam em soluções para a forma como o recurso é encontrado, transportado, usado ou descartado.

     

  • Avaliações do Torneio Nacional de Robótica FLL já começaram

    Avaliações do Torneio Nacional de Robótica FLL já começaram

    torneio nacional robotica legofield avaliacao

    Robôs a postos, competidores uniformizados e pits montados. Começou o Torneio Nacional de Robótica First Lego League (FLL), em Curitiba, no Paraná. A cerimônia de abertura ocorreu na tarde desta sexta-feira (16), no Centro de Exposições Horácio Coimbra, no Campus da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). As equipes do Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF) – Albatroid, Legofield, Lego of Olympus e MegaZord – disputam os prêmios nacionais e vagas em etapas fora do país. Apenas dez times brasileiros vão passar de fase.

    A edição é a maior já realizada no Brasil. São 770 competidores – estudantes, mentores e técnicos – em 83 equipes de 20 estados e do Distrito Federal. “Estamos felizes com a proposta de deixar o torneio itinerante [de 2013 a 2017, as etapas nacionais foram em Brasília]. Vejo com entusiasmo tantos meninos e meninas empolgados com ciências, matemática e tecnologia”, disse o diretor de Operações do Departamento Nacional do Sesi, Paulo Mól.

    A abertura teve uma divertida apresentação do grupo Ciência em Show, que trouxe curiosidades e conceitos científicos aos competidores e fez experimentos com eletricidade e gelo-seco, por exemplo. Quem também passou pelo palco principal foi o influenciador digital Bruno Perin, que fez uma palestra sobre empreendedorismo e inovação.

    Após a cerimônia, as equipes voltaram a atenção para as avaliações. “Agora é pra valer. São mais equipes e menos vagas na comparação com as edições anteriores, mas estamos otimistas”, diz o coordenador de Robótica do Sesi-DF, Atos Reis.

    A Legofield (Sesi Gama) fez sua primeira apresentação do projeto de pesquisa. Experiente em competições da FLL, o estudante Matheus Queiroz, de 16 anos, já percebeu que o nível das equipes está alto e os projetos, bons. “Está tudo pronto. Fizemos o melhor”, afirma o competidor, em sua quinta participação no torneio nacional.

    A disputa será retomada no sábado (17), a partir das 8h. Os times vão se revezar entre as apresentações dos projetos de pesquisa e do design dos robôs, as disputas da mesa e as avaliações dos core values (valores fundamentais). Ainda no sábado, haverá a tradicional Festa da Amizade, que promove a interação entre os competidores. O torneio se encerra no domingo (18), quando será anunciado o resultado.

    A competição

    É iniciativa do grupo Lego, da Dinamarca, e da organização estadunidense First (For Inspiration and Recognition of Science and Technology, que significa “em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia”). O tema da atual temporada é a água. As equipes trabalharam em soluções para a forma como o recurso é encontrado, transportado, usado ou descartado.

     

    Veja mais fotos do Torneio Nacional de Robótica no link.

     

  • Sesi-DF reúne equipes de robótica que disputarão torneio nacional

    Sesi-DF reúne equipes de robótica que disputarão torneio nacional

    robotica torneio equipes sesi sistemafibra

    A manhã desta quarta-feira (14) foi especial para os 37 competidores, mentores e professores das quatro equipes classificadas para representar o Distrito Federal no Torneio Nacional de Robótica First Lego League (FLL). Os integrantes da Albatroid, da Legofield, da Lego of Olympus e da MegaZord reuniram-se em um café da manhã no Sesi Gama. Eles embarcam nesta quinta-feira (15) para Curitiba, no Paraná, onde tentarão se classificar para etapas fora do país. A disputa nacional será de 16 a 18 de março.

    O superintendente do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), Albano Esteves de Abreu, recebeu a delegação e transmitiu uma mensagem de apoio. “Quero que se lembrem de que nós estamos com vocês na alegria e na tristeza. Contem uns com os outros, mantenham o foco e divirtam-se”, disse. A diretora do Sesi Gama, Susana Assunção, e a diretora escolar do Sesi Taguatinga, Luci Costa, também participaram da confraternização.

    O protagonismo do Sesi-DF nas competições de robótica foi destacado pelo superintendente. “Somos referência para outras escolas e isso nos orgulha. Aqui há crianças pensando em inovação”. Nas últimas duas temporadas a equipe Legofield conseguiu passar para as etapas internacionais. No ano passado a equipe terminou o Aberto Europeu de Robótica realizado em Bath, no Reino Unido, em segundo lugar na categoria Champion’s Award.

    A disputa na capital paranaense marca a estreia de 11 competidores na etapa nacional, como Michel Borges, de 11 anos, da MegaZord, equipe do Sesi Gama. “Estou animado. As dicas que temos recebido ajudam a controlar a ansiedade”, afirmou. Após a confraternização, as equipes voltaram a atenção novamente para os preparativos. “Está quase tudo pronto. Vamos aproveitar o dia para fazer os últimos ensaios e treinar para as disputas na mesa de competição”, explicou Geovana Mendonça, de 15 anos, competidora da Albatroid, do Sesi Taguatinga.

    As equipes trabalham desde agosto nos projetos. As mais bem colocadas poderão participar de disputas nos Estados Unidos, na Estônia ou na Hungria. “Está sendo uma temporada memorável para nós e estamos satisfeitos com o trabalho das equipes do DF”, orgulha-se o coordenador de Robótica do Sesi-DF, Atos Reis.

    Conheça os projetos que vão representar o DF no Torneio Nacional de Robótica.

    Torneio de Robótica FLL

    O torneio é iniciativa do grupo Lego, da Dinamarca, e da organização estadunidense First (For Inspiration and Recognition of Science and Technology, que significa “em prol da inspiração e do reconhecimento da ciência e da tecnologia”). Desde 2013, o Sesi é o operador oficial da disputa no Brasil. Os times têm até dez integrantes de 9 a 16 anos e um ou dois técnicos adultos. Além disso, contam com mentores, jovens que já competiram em disputas anteriores e trazem sua experiência para a equipe.

    O tema da atual temporada é a água. As equipes trabalharam em soluções para a forma como o recurso é encontrado, transportado, usado ou descartado. Para chegar ao pódio, vão precisar se destacar nos quatro quesitos da competição: Projeto de Pesquisa, Desafio do Robô, Design do Robô e Core Values. As categorias têm o mesmo peso e são avaliadas por equipes diferentes de juízes.

    Veja a galeria de imagem.

    Texto: Marcus Fogaça
    Fotos: Cristiano Costa
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

  • Entenda os quesitos avaliados no Torneio de Robótica FLL

    Entenda os quesitos avaliados no Torneio de Robótica FLL

    As quatro equipes do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) que competirão no Torneio Nacional de Robótica First Lego League (FLL) – Albatroid, Legofield, Lego of Olympus e MegaZord – correm contra o tempo para aperfeiçoar seus projetos e estratégias e conquistar o Champion’s Award. O título será dado às três equipes mais bem avaliadas no torneio, que será de 16 a 18 de março, em Curitiba (PR).

    O tema da atual temporada é a água. Desde agosto passado, as equipes trabalham em soluções para a forma como o recurso é encontrado, transportado, usado ou descartado. Para chegar ao pódio, vão precisar se destacar nos quatro quesitos da competição: Projeto de Pesquisa, Desafio do Robô, Design do Robô e Core Values. As categorias têm o mesmo peso e são avaliadas por equipes diferentes de juízes.

    Veja como será a prova e os desafios a ser superados para que as equipes cheguem aos torneios internacionais:

    Projeto de Pesquisa

    Com base no tema proposto pela FLL, as equipes precisam pensar, pesquisar e oferecer soluções inovadoras para problemas do cotidiano. Como parte da avaliação, os competidores devem compartilhar suas descobertas, por meio das redes sociais, de notícias em veículos de comunicação ou levando os projetos à iniciativa privada e ao poder público, como a participação das equipes no Fórum Mundial da Água. Na hora da competição, os projetos serão avaliados quanto aos aspectos de viabilidade, inovação e acessibilidade. O tema da atual temporada motivou os estudantes a pesquisar, por exemplo, como economizar água na agricultura e como diminuir o desperdício residencial com controladores de fluxo de água nas torneiras. Durante o torneio, as equipes montarão espaços, os chamados pits, para apresentar os projetos ao público e aos juízes. Além disso, elas se revezarão durante toda a competição para fazerem apresentações oficiais a um grupo de juízes.

    projetod de pesquisa torneio fll

    Desafio do Robô

    É um dos pontos altos da competição. No início da temporada as equipes receberam da FLL a mesa com as missões – comuns a todas as equipes do mundo – que os robôs deverão executar. Os estudantes construíram e programaram robôs de Lego para cumprir essas missões. Cada ação executada, como transportar peças e superar obstáculos, recebem uma pontuação. As equipes terão direito a três rounds de 2 minutos e 30 segundos cada um. O round em que a equipe conquistar mais pontos será considerado para a pontuação final.

    Design do Robô

    A categoria analisa o projeto visual dos robôs. Cada equipe tem um, com vários equipamentos para realizar as tarefas da mesa. Os robôs devem ser feitos inteiramente com peças de Lego e ser capazes de realizar todas as tarefas propostas. Os times podem utilizar sensores de movimento, controladores e motores – tudo isso fornecido pela Lego. Os competidores também precisam pensar na harmonia das cores e nos movimentos para não prejudicar o andamento das missões.

    design do robo torneio fll

    Core Values

    Todos os envolvidos – competidores, mentores, técnicos, juízes, professores, pais – devem praticar os Core Values (valores fundamentais). Trata-se de manter uma competição amigável, compartilhando conhecimento e trabalhando em equipe. O quesito verifica se os alunos trabalham em equipe e avalia a capacidade de inovação, criatividade e raciocínio lógico. A proposta da FLL é que todos pratiquem o famoso Gracious Professionalism. Essa expressão em inglês é comum aos participantes da FLL de todo o mundo. Gracious pode ser representado por cordialidade, respeito, compaixão, empatia. Já o Professional caracteriza-se pela responsabilidade com o conhecimento.

    core values torneio fll

    Texto: Marcus Fogaça       
    Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra

  • Cozinha Brasil fará parte da Feira da Longevidade

    O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) será um dos expositores da primeira Feira da Longevidade de 2018. O evento ocorrerá em 2, 3 e 4 de março (de sexta-feira a domingo), no Taguatinga Shopping, das 10h às 19h. No estande do Sesi, haverá palestras sobre reeducação alimentar, com a equipe do programa Cozinha Brasil. Para participar das oficinas, a organização do evento pede doações de leite e de fraldas, que serão entregues a instituições indicadas pelo shopping.

    A Feira da Longevidade, realizada no DF desde 2016, tem como foco as pessoas idosas e seus familiares. Haverá shows, palestras e oficinas nas áreas de saúde, de segurança, de finanças e de cidadania. A proposta é levar a esse público serviços que contribuam para a manutenção da saúde física e mental dos idosos nas atividades diárias.

    O estande do Sesi será montado no Espaço Gourmet – quarto piso –, próximo à Praça de Alimentação. O público vai receber orientações de como preparar alimentos nutritivos e de baixo custo, com receitas que aproveitem, por exemplo, as cascas e as sementes de frutas e vegetais. “Além da orientação nutricional, o Sesi vai apresentar serviços que proporcionem ao público maior qualidade de vida, como a hidroginástica, a natação e as atividades do Centro Cultural Sesi”, afirma William Vitorino, responsável pela área de Saúde e Segurança na Indústria do Sesi-DF.

    Entre os apoiadores do evento estão a Associação Brasileira de Clubes da Melhor Idade do Distrito Federal e a Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF). Para mais informações sobre a feira, acesse: portallongevidade.com.br.

    Veja a programação das atividades do programa Cozinha Brasil na Feira da Longevidade

    2, 3 e 4 de março

    10h • Palestra de Alimentação Saudável
    13h • Palestra Diabetes
    15h • Palestra Hipertensão
    17h • Palestra Dislipidemia (colesterol alto)
    19h • Palestra de Alimentação Saudável/Aproveitamento Integral do Alimento

    Feira da Longevidade
    Taguatinga Shopping (QS 1 – Águas Claras)
    2,3 e 4 de março
    Das 10h às 19h

  • Escola de Robótica do Sesi Gama está aberta à comunidade

    Escola de Robótica do Sesi Gama está aberta à comunidade

    escola de robotica cristiano costa gama

    Estão abertas as inscrições para a Escola de Robótica do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), na unidade do Gama. As atividades estão disponíveis para crianças e adolescentes da comunidade que cursam do 6º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio. São dois encontros semanais – segundas e quartas ou terças e quintas-feiras, das 13h30 às 15h10. As aulas começam em 5 de fevereiro, mas as inscrições estão abertas enquanto houver vagas.

    Na Escola de Robótica, os participantes são estimulados em áreas do conhecimento como Química, Física, Matemática, Engenharias e novas tecnologias, sob a orientação de professores de disciplinas exatas e humanas. “A robótica é aliada dos pais e dos alunos, pois fortalece a capacidade de inovação, a criatividade e o raciocínio lógico, inspirando os jovens estudantes”, explica a coordenadora pedagógica do Sesi Gama, Elisangela Machado.

    Além de construir e de programar robôs com peças de Lego, os jovens são estimulados a realizar pesquisas, indicando um problema e uma solução inovadora baseados no tema da temporada corrente da First Lego League (FLL), programa internacional de exploração científica para que crianças e adolescentes desenvolvam habilidades de ciência e tecnologia. Parte do programa é um torneio em equipes. Na temporada 2017/2018, o tema é a dinâmica da água.

    Os estudantes são orientados a pensar em projetos visuais e a trabalhar juntos, conceitos estimulados nas competições da FLL. Eles recebem da equipe do Sesi acompanhamento psicológico para aprender a atuar sob pressão e em equipe.

    Os participantes da Escola de Robótica do Sesi-DF são incentivados a participar do Torneio de Robótica FLL e de outras disputas. Para competir, precisam se organizar em equipes. Os times do Sesi-DF não precisam se preocupar com o material pedagógico, como mesa de competição, peças para montar os robôs e o tapete com os desafios – a instituição dá todo o suporte.

    A mensalidade custa R$ 144 e as aulas vão até novembro. Para outras informações, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente: (61) 4042-6565.

    Robótica no Sesi-DF

    Desde 2013, o Sesi é o operador oficial do Torneio de Robótica FLL, em parceria com a instituição estadunidense First (For Inspiration and Recognition of Science and Technology) e o grupo dinamarquês Lego Education. Desde então, as três escolas do Sesi-DF (Gama, Sobradinho e Taguatinga) oferecem a todos os alunos a partir do 6º ano do Ensino Fundamental a opção de fazer robótica no contraturno das aulas regulares.

    Torneio nacional

    A temporada 2017/2018 da FLL tem como tema Hydro Dinamics (hidrodinâmica, em inglês). Uma equipe do Sesi Taguatinga (Albatroid) e três do Sesi Gama (Legofield, Lego of Olympus e Megazord) vão levar a bandeira do Distrito Federal a Curitiba (PR), de 16 a 18 de março, para competir na etapa nacional. Os times têm até dez integrantes, de 9 a 16 anos, e até dois técnicos adultos. Estudantes de todo o mundo estão desenvolvendo projetos que abordam a maneira como se lida com a água. As equipes têm de apresentar soluções para a forma como o recurso é encontrado, transportado, usado ou descartado. Na última temporada (2016/2017), a Legofield conquistou o segundo lugar do Aberto Europeu de Robótica de Robótica, realizado em Bath, no Reino Unido. 

    Texto: Marcus Fogaça
    Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra
    Assessoria de Imprensa do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF)
  • Ginástica Laboral

    Parar alguns minutos por dia para se exercitar contribui para um estilo de vida mais saudável e menos estressante, além de minimizar as doenças ocupacionais como LER – Lesões por Esforços Repetitivos e DORT – Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho. Essa é a proposta do SESI Ginástica na Empresa, realizado no próprio ambiente de trabalho por meio de convite aos trabalhadores para uma pequena pausa no expediente. Nesta pausa, que pode durar de 8 a 12 minutos, os profissionais do SESI ensinam exercícios físicos e orientam os trabalhadores sobre a importância de adotar um estilo de vida saudável. Os exercícios físicos, as dinâmicas de integração e as práticas educativas são planejados de acordo com as características de cada empresa e setor de atividade e não há necessidade de roupas específicas. Além disso, ocorre dentro das instalações, fato que dispensa investimento em espaços especializados.

    Benefícios para o trabalhador:

    • Auxilia na diminuição do risco de lesões;
    • Promove relaxamento mental e de músculos hiperativos;
    • Alivia de dores corporais;
    • Melhora o relacionamento entre equipes;
    • Estimula hábitos mais saudáveis para repercutir na sua qualidade de vida.

    Este é um dos serviços mais consagrados no Brasil, tendo recebido nos últimos nove anos consecutivamente o prêmio “Marca Brasil”, como marca mais lembrada de Ginástica Laboral da revista CIPA.

    Para outras informações, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) no telefone 4042 6565.

  • Brasilienses se preparam para o Torneio Regional de Robótica

    Brasilienses se preparam para o Torneio Regional de Robótica

    A etapa regional do Torneio de Robótica da First Lego League (FLL) para as equipes de Brasília será em 24 e 25 de novembro. A unidade de Taguatinga do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) vai receber a competição. Quinze times disputarão três vagas para a etapa nacional, que será em Curitiba (PR), de 16 a 18 de março.

    O Sesi-DF será representado por sete equipes – Legofield, Megazord e Lego of Olympus, da unidade do Gama; Bisc 8 e Ohana, de Sobradinho; e Albatroid e Lions Bots, de Taguatinga (leia os perfis mais abaixo). O DF terá mais seis times no regional. As outras duas equipes são do Espírito Santo e de Goiás. Desde 2013, o Sesi é o operador oficial do Torneio de Robótica FLL no Brasil.

    Os times têm até dez integrantes, de 9 a 16 anos, e dois técnicos adultos. Algumas equipes contam ainda com mentores. São ex-competidores que as ajudam na elaboração dos projetos e no desempenho dos robôs. A avaliação será nas categorias Projeto de Pesquisa, Desafio do Robô, Design do Robô e Core Values.

    Soluções para a água

    O tema Hydro Dinamics (hidrodinâmica, em inglês), foi o escolhido pela FLL para a temporada 2017/2018. Estudantes de todo o mundo estão desenvolvendo projetos que abordam a maneira como se lida com a água. As equipes terão de apresentar soluções para a forma como o recurso é encontrado, transportado, usado ou descartado.

    Apesar de abrigar um quinto das reservas hídricas do mundo, o Brasil está longe de ser referência no uso racional e sustentável da água. Segundo estimativa do Ministério do Meio Ambiente, 36,4% da água é desperdiçada e apenas 40,8% do esgoto é tratado no país.

    Em âmbito local, o tema coincide com a realização do Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em Brasília de 18 a 23 de março do ano que vem, e com a pior crise hídrica da história da capital, que passa por racionamentos desde janeiro. Em meio a esse cenário, os competidores precisam identificar problemas e pensar em soluções para o consumo consciente da água.

    O Torneio Interescolar de Robótica do Sesi-DF, no Sesi Taguatinga, em agosto, reuniu 75 alunos em 15 equipes. Ali foram selecionados os projetos e os estudantes que formam as sete equipes que vão representar o Sesi-DF na etapa regional.

    Conheça os projetos que as equipes do Sesi-DF levarão ao torneio:

    Legofield

    Nas últimas duas temporadas da FLL, a equipe do Sesi Gama se classificou para as etapas internacionais – a única do DF a conseguir tal feito. Da formação anterior da Legofield, apenas os estudantes Lucas Sampaio e Matheus Queiroz permanecem na equipe. Os demais saíram, seja pela idade, por concluírem o Ensino Médio ou por não quererem mais competir.

    Nesta temporada, a Legofield propõe a criação de um sistema de registro eletrônico para controlar o fluxo de água nas residências. Os estudantes levaram em consideração a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de uma média diária de 100 litros por habitante. A equipe sugere a instalação de um dispositivo nas entradas e saídas de água que controle a quantidade consumida. Todas as vezes que se atingir 50% do permitido no dia, a vazão será reduzida. Quando chegar a 100%, o fornecimento será cortado.

    Diante da crise hídrica no DF, os estudantes fizeram uma petição pública em que pedem ajuda da população para que a ideia seja discutida pelo Executivo e pelo Legislativo locais como medida preventiva. Para a elaboração do projeto, a Legofield conta com o apoio da Universidade de Brasília (UnB) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), além daCompanhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb). 

    legofield

    Da esquerda para a direita, em pé: Kévin da Silva, Lucas Sampaio, Thereza Cristina Gomes (técnica) e Eduardo Luz. Da esquerda para a direita, sentados: Daniel Rocha, Carolina Andrade, Matheus Queiroz e Rhaynara Moraes.

    Lego of Olympus

    Segundo a ONU, 72% da água disponível para consumo no Brasil é destinada à agricultura. A área irrigável é de aproximadamente 29,6 milhões de hectares, superior à do Rio Grande do Sul. As informações chamaram a atenção da equipe Lego of Olympus, do Sesi Gama, que propõe um sistema capaz de reduzir o desperdício no campo, sobretudo por pequenos agricultores.  

    Para a temporada, a equipe traz o Sistema de Irrigação por Método Automático, o Sima. O aparelho mede a umidade do solo para evitar que o agricultor faça irrigações desnecessárias. Com a ajuda de um hardware livre, um sensor detecta a umidade e envia informações sobre a necessidade de irrigar o solo. O agricultor tem controle do processo com a ajuda de um aplicativo para celular e tablet.

    O sistema é autossustentável e funciona com energia solar. Para o desenvolvimento do protótipo, o grupo tem ajuda de estudantes do curso de Engenharia da UnB e de profissionais do Senai-DF. 

    Lego Olympus

    Atrás, da esquerda para a direita: Kléber Carvalho (técnico), Isadora Marinho (competidora), Luan Melo (competidor), Cauã César Ramos (competidor), Levi Cardoso (competidor), Gabriel Vieira (competidor), Vitor Oliveira (mentor) e Luiz Gustavo de Souza (mentor). 

    Megazord

    A equipe reúne os competidores mais novos do Sesi Gama, que têm de 11 a 14 anos. Os integrantes da Megazord buscaram uma solução caseira para diminuir o desperdício de água nas residências brasileiras. Durante as pesquisas, eles descobriram que cerca de 75% da água consumida numa residência é no banheiro, segundo dados da OMS. O vaso sanitário lidera o ranking do desperdício. A estimativa é que, a cada descarga, cerca de 12 litros sejam gastos.

    Pensando nisso, a equipe propõe um produto bioecológico que altera as características de cheiro e de cor da urina. A substância é feita com água sanitária, anilina, óleo de citronela e bicabornato de sódio. Em contato com a urina, a solução tira o mau cheiro e a coloração amarelada, o que dá uma sensação de limpeza e diminui a necessidade de uma descarga por uso. Com a aplicação do produto, a descarga é necessária apenas para eliminar as fezes.

    equipe megazord

    Da esquerda para a direita, em pé: Gabriel de Almeida (mentor), Lauany Araújo (competidora), Igor Santarém (competidor), Wallesca Borges (mentora) e Alberto Roquete (técnico).  Da esquerda para a direita, sentados: Davi Rodrigues  (competidor), Ian Rapini (competidor), Michel Borges (competidor), Geovanna Cecília (competidora) e Maria Eduarda Araújo (competidora). 

    Bisc 8

    É uma das equipes que vai representar o Sesi/Senai Sobradinho na etapa regional do Torneio de Robótica. O grupo está desenvolvendo um sistema de reservatórios com capacidade de 200 litros para reaproveitamento de água da máquina de lavar. Durante o torneio regional, eles vão apresentar um protótipo.

    Um dos reservatórios acomoda a chamada água cinza escuro, proveniente da sujeira das roupas. Essa água é tratada e usada para atividades como lavagem de chão e de carro. Um segundo reservatório é destinado à água cinza claro, extraída do enxágue das roupas, que pode ser reaproveitada na própria máquina ou na limpeza da casa. Os reservatórios são equipados com filtro para retirar o máximo possível de impurezas, feito de carvão ativado.

    Com os sistemas de reúso, a expectativa da Bisc 8 é que as residências tenham uma economia média mensal de 70% no uso de água na máquina de lavar. O equipamento será autônomo e automatizado. Os reservatórios serão construídos com polietileno e canos de PVC. A equipe estima que os reservatórios custem, em média, R$ 200, sendo mais viáveis financeiramente que as opções do mercado.

    Bisc 8

    Da esquerda para a direita, atrás: Jonas Dias (técnico), Erivelton Lucas (competidor), Silas Reis (mentor), Juliano Prendi (competidor) e Victor Domingos (competidor). À frente, da esquerda para a direita: Kamila Alves (técnica), Bianca Silva (competidora), Linda Jaya (mentora) e Alexandre Pereira (competidor).

    Ohana

    Embora 82,5% dos brasileiros tenham acesso à água, apenas 43% dos domicílios entre os 40% mais pobres do país têm vasos sanitários ligados à rede de esgoto. Os dados são da OMS. Se falta acesso aos sanitários comuns, imagine aos mais modernos, capazes de reduzir de 50% a 85% a quantidade de água usada nas descargas?

    A equipe Ohana, do Sesi Sobradinho, vai levar ao Torneio Regional de Robótica o protótipo de um vaso sanitário tecnológico e sustentável que tem duas comportas, um triturador, um pressurizador e um alerta de vazamento. A ideia é construir um vaso sanitário do zero com a tecnologia que eles batizaram de Sistema Tecnológico e Sustentável (Sistema Tecsus).

    A estimativa da equipe é que o sanitário custe, em média, R$ 400, sem os custos com a instalação, semelhante aos de um sanitário comum. O valor é bem inferior aos vasos similares encontrados no mercado, que custam em média R$ 3 mil.

    Ohana

    Da esquerda para a direita, em pé: Thales Araújo (mentor), Aline Fernandes (técnica), Maria Eduarda Lopes (competidora) e Kevin Razen (mentor). Da esquerda para a direita, agachadas: Yasmin Soares (competidora) e Lara Brito (competidora). 

    Albatroid

    Os estudantes do Sesi Taguatinga propõem o uso de um sensor para controlar a quantidade de água que sai das torneiras nas residências.

    O monitoramento será feito pelo próprio morador com a ajuda de um aplicativo instalado em um tablet ou smartphone que vai mostrar em tempo real o consumo. A expectativa é que os moradores identifiquem onde gastam mais água e possam criar mecanismos para diminuir a vazão ou se conscientizar para gastar menos.

    O grupo tem sido acompanhado por uma equipe de alunos do curso de Física da Universidade Federal de Goiás e por estudantes de Engenharia da UnB. 

    albatroid

    Da esquerda para a direita, atrás: Ana Carolina de Moraes (competidora), Ives Djuran (competidor), Gabriel Antunes (mentor), Gabriel Valério (mentor) e André Alcântara (técnico). Da esquerda para a direita, à frente: Luciane Almeida (técnica), Gabrielly Borges (competidora), Maria Rita Lima (competidora), Thiago Marques (competidor) e Geovana Mendonça (competidora).  

    Lions Bots

    Comuns em países como o Japão e a Austrália, os vasos sanitários com pias acopladas são artigos de luxo no Brasil. O utensílio é muito eficiente para reduzir o consumo de água e é a proposta da equipe Lions Bots. A proposta é simples: substitui a tampa de uma caixa acoplada por uma pia.

    A ideia da equipe é que as pessoas utilizem a água limpa da caixa acoplada para lavar as mãos, escovar os dentes ou lavar o rosto e que depois ela seja reutilizada nas descargas.

    Com isso, o time pretende resolver dois problemas: o desperdício de água nas pias e nas descargas. Para desenvolver o projeto, a equipe tem recebido orientações de profissionais do Senai-DF.

    lions

    Da esquerda para a direita, atrás: Alexandre Antunes, Karina Costa (técnica), Bruna Viana e Marisa Mariko (técnica). Da esquerda para a direita, à frente: Marley Abe, Arthur Tavares, Gabriel Paixão e Laura Freitas.

    Serviço:
    Torneio Regional de Robótica
    Sesi Taguatinga (QNF 24, Área Especial, Taguatinga Norte)
    24 e 25 de novembro de 2017
    Das 9h às 18h