As cinco equipes de robótica que representarão a Rede Sesi-DF de Educação em competições da modalidade Challenge da First Lego League estão definidas. Três times do Sesi Taguatinga e dois do Sesi Gama defenderão a instituição na temporada 2025/2026. A seleção dos integrantes ocorreu após disputa interna, em que os estudantes participaram de avaliações semelhantes às de um torneio oficial.
Agora, a corrida é contra o tempo para definir estratégias, desenvolver um projeto de inovação e montar e programar o robô com a tecnologia Lego Spike Prime. A primeira competição será em novembro, na etapa regional, quando serão selecionadas equipes para a etapa nacional, em 2026. De lá, sairão representantes do País em torneios internacionais.
First Age é o grande tema da temporada, unindo o nome da organização estadunidense First, que promove as competições, e a palavra em inglês que se refere a eras arqueológicas. Jovens de várias partes do mundo são desafiados a explorar os mistérios da arqueologia e a trabalhar em equipe utilizando ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Na First Lego League Challenge (FLLC), modalidade dos 9 aos 15 anos, o subtema é Unearthed, que, em tradução livre, significa desenterrado. Os robôs montados e programados pelas equipes terão de cumprir 15 missões temáticas que propõem a exploração de um sítio arqueológico.
Aprendizado sobre arqueologia
Na última semana de agosto, estudantes das equipes Lego Field e Lego of Olympus, ambas do Sesi Gama, passaram uma tarde na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Brasília, para um bate-papo com servidores do Centro Nacional de Arqueologia. Na visita, no dia 27, os alunos puderam compreender melhor o trabalho de arqueólogos, os desafios da profissão e a importância da preservação histórica.
Uma das profissionais que receberam os estudantes foi a arqueóloga Raquel Santos, que desmistificou a área. “A arqueologia não estuda dinossauro, porque dinossauro é de um período em que não havia humanos; a arqueologia é tudo que é relacionado à produção e à materialidade de grupos humanos, como cerâmicas e artefatos líticos [de pedra], tudo aquilo que o ser humano produziu ao longo da sua existência”, explicou.
Após o encontro, os estudantes tiveram a oportunidade de tocar peças históricas. “Pegar em algo feito muito tempo atrás e pensar que alguma pessoa fez aquilo com muita dificuldade, talvez até trabalhando anos em uma única coisa que a gente faz hoje rapidamente, me faz pensar no quanto a civilização avançou e me faz querer saber um pouco mais sobre o nosso passado”, diz o estudante do 9º ano do Ensino Fundamental Artur dos Santos, integrante da Lego Field.

FRC e Stem Racing
Além da FLLC, a Rede Sesi-DF de Educação terá competidores nas disputas da First Robotics Competition (FRC) e da Stem Racing, cujos detalhes da temporada ainda não foram revelados. Na FRC, os robôs são de porte industrial — nessa modalidade, duas equipes representarão o Sesi-DF. O processo seletivo está em andamento. Na Stem Racing, antiga F1 in Schools, as equipes montam escuderia e desenvolvem réplicas de carro de corrida que precisam ser impulsionadas por um cilindro de dióxido de carbono (CO2). Três equipes, todas já definidas, estarão na Stem Racing: uma do Gama, uma de Sobradinho e uma de Taguatinga.
Robótica educacional
Na Rede Sesi-DF de Educação, a Educação Tecnológica faz parte da grade curricular de todos os estudantes, tanto do Ensino Fundamental quanto do Ensino Médio. A proposta é que os alunos desenvolvam habilidades de programação, pensamento computacional e familiaridade com a robótica. Aqueles que mais se identificam com a robótica podem participar de processo seletivo para integrar as equipes que competem em torneios, como uma atividade extracurricular.



Homenagem a equipes de robótica


Neste ano, as competições ocorreram nas escolas do Sesi no Gama, em Sobradinho e em Taguatinga. Nesta, além dos próprios alunos, competiram estudantes da escola do Setor de Indústrias Gráficas (SIG). Atletismo, basquete, futsal, handebol, natação, queimada e vôlei foram algumas das modalidades disputadas. Jogos de raciocínio, como dama e xadrez, também.
Outras duas provas alinhadas ao desenvolvimento do espírito de grupo avaliaram a postura das equipes durante os jogos. Na prova de ética no esporte, os objetivos foram trabalhar a cultura de paz e promover a interação e o reconhecimento entre os estudantes, valorizando as relações interpessoais. Na prova de espírito de jogo, o foco foi a boa convivência e a integração, com base em critérios como respeito, fair play e autocontrole. Todas as atividades contam pontos.





Após a aplicação do questionário, o Sesi Saúde apresenta à direção da empresa um relatório geral, sem identificar os trabalhadores, com a análise das sete dimensões a partir de 46 indicadores. Os trabalhadores, por sua vez, recebem um relatório individual que traça o próprio perfil de estilo de vida e saúde e indica os aspectos que estão positivos e os que precisam de atenção ou melhoria, como a qualidade do sono, a prática de atividade física e o consumo de frutas, legumes e verduras.
Os visitantes podem, ainda, testar conhecimentos gerais sobre o mundo do trabalho em um quiz, usando um equipamento projetado por estudantes de Eletrotécnica do Senai-DF. Há também demonstração de simuladores de realidade virtual utilizados em cursos do Senai.

Presença constante em eventos culturais do Sesi, Ellen soube do show e logo retirou os ingressos. “Sigo o Sesi há um tempo nas redes sociais. Quando vejo que vai ter um show ou alguma outra atração artística, eu entro na página e já vejo qual é o item que eu preciso doar”, diz, referindo-se ao ingresso social do projeto.


Ele não escondia as emoções enquanto observava na arena os movimentos do robô que ajudou a desenvolver. “Às vezes, a gente fica nervoso, mas é muito legal, é uma coisa única”, diz Abner, que, entre uma atividade e outra, aproveitava para pegar dicas com veteranos.
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