Autor: Samira Pádua

  • Sesi e Fibra participam da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

    Sesi e Fibra participam da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

    semana nacional ciencia tecnologia foto moacir evangelista 18 10 2018O Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e a Federação das Indústrias do DF (Fibra) terão um estande na 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O evento, de 21 a 27 de outubro, tem entrada gratuita e ocorrerá no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade — de segunda-feira a sábado, das 9 às 20 horas, e, no domingo, das 10 às 20 horas.

    Coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a iniciativa ocorre anualmente de forma simultânea em todas as unidades da Federação. O objetivo é mobilizar a população, em especial os jovens, para atividades científico-tecnológicas. Neste ano, o tema é Bioeconomia: Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável.

    O Sesi-DF apresentará três projetos voltados à sustentabilidade na promoção da qualidade de vida. Um deles é o Controlador Específico de Consumo de Água Residencial (Cecar). O dispositivo visa ao combate ao desperdício de água em residências e foi criado por estudantes do Sesi Taguatinga para a temporada 2017/2018 do Torneio de Robótica First Lego League.

    O público da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia também poderá conhecer o Superalimento, projeto que vem sendo desenvolvido por duas profissionais do Sesi-DF desde abril de 2018. A ideia é aumentar a ingestão de micronutrientes (vitaminas e minerais) por meio do reaproveitamento de alimentos orgânicos.

    Também será apresentada a Horta Escolar Inteligente, cujo objetivo é a educação ambiental. Um protótipo do sistema de automação da irrigação da horta, que fica no Sesi São João XXIII, no Gama, será exibido no evento. A Fibra, por sua vez, levará ao estande um hub de inovação: espaço preparado para palestras e debates.

    No Palco 360º do evento, 22 alunos do Ensino Médio do Sesi Taguatinga apresentarão a peça Admirável Brasil Novo: Uma Alegoria Futurista. Com cerca de 50 minutos, as apresentações ocorrerão na terça (22) e na quinta (24), às 9h; na sexta (25), às 17h; no sábado (26), às 16h; e no domingo (27), às 10h e às 16h. O roteiro é uma adaptação livre das obras Vidas Secas (1938), de Graciliano Ramos, e Admirável Mundo Novo (1932), de Aldous Huxley, e também faz referência aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

    As atividades que serão apresentadas pela Fibra e pelo Sesi-DF no estande foram aprovadas em edital da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF) para receber recursos da instituição. Já o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) apoia as apresentações teatrais.

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra – 18-10-2018
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Minecraft auxilia alunos do Sesi-DF na compreensão de conteúdos

    Minecraft auxilia alunos do Sesi-DF na compreensão de conteúdos

    Diferentes tecnologias educacionais são utilizadas no ensino do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF). São ferramentas que despertam o interesse dos estudantes por áreas como Química, Física e Matemática. Uma delas é o Minecraft Education, adotado no segundo semestre deste ano em aulas do Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano) das escolas de Taguatinga e do Gama – as duas que oferecem esse segmento.

    Tecnologia minecraft Foto MoacirEvangelista25092019 1 de 1Lançado em 2009 pela Microsoft, o Minecraft é um jogo eletrônico que possibilita a construção de diferentes mundos com blocos que podem ser empilhados, removidos e realocados no ambiente virtual, estimulando a criatividade e o raciocínio. A versão educacional surgiu em 2016 e, desde o início de 2019, vem sendo implementada em escolas da Rede Sesi de Educação pelo País como parte de um trabalho para instituir o uso de tecnologias da Microsoft em sala de aula.

    Esse recurso auxilia o aprendizado de alunos como Huicker Pereira de Moraes Júnior, de 13 anos. Estudante do 8º ano do Sesi Taguatinga, ele desenvolveu na plataforma uma espécie de transporte submerso. O objetivo era criar uma solução para a situação-problema apresentada pela professora de Ciências do Sesi Taguatinga Edilane Ferreira: levar suprimentos e remédios a uma cidade alagada. O desafio foi lançado durante uma aula da disciplina Projetos, que trata de temas transversais.

    Para o aluno, aprender dessa forma é mais fácil. “Se você pensa: ‘Eu posso fazer isso’, não sabe se vai dar certo ou não. Na prática, você tem noção da sua ideia: pode mudar, acrescentar alguma coisa.”

    Tecnologia Minecraft Foto MoacirEvangelista25092019

    As possibilidades de criação são inúmeras. Enquanto Huicker executou uma solução imersa para o problema apresentado, em outro computador, a saída encontrada pela colega de turma Anna Lara de Carvalho, de 13 anos, foi diferente. “Eu montei um esquema para ir por cima da área alagada e chegar a uma estação de suprimentos que eu também fiz”, detalha.

    De acordo com a professora Edilane, nessa tarefa foram trabalhadas questões relacionadas a diversas disciplinas, incluindo História e Geografia. “O que nós analisamos é o raciocínio que o aluno utiliza para chegar ao resultado, mesmo que não seja aplicável à realidade”, explica.

    Em julho, durante a segunda Semana Pedagógica de 2019, os professores do Ensino Fundamental II foram capacitados pela empresa Big Brain Education sobre o uso da ferramenta em aula. O treinamento foi ofertado pelo Departamento Nacional do Sesi.

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    Texto: Samira Pádua
    Fotos: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Novo Ensino Médio do Sesi é apresentado em conferência

    Novo Ensino Médio do Sesi é apresentado em conferência

    conferencia de educação do df foto moacir evangelista 10 10 2019 1O modelo de implementação do Novo Ensino Médio na Rede Sesi de Educação foi apresentado nessa quinta-feira, 10 de outubro, na XVI Conferência de Educação do Distrito Federal. Com o tema Perspectivas Inovadoras para o Ensino Médio, o encontro, organizado pelo Conselho de Educação do DF, teve início no dia 9 e se encerra nesta sexta-feira, dia 11.

    Ao alterar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Lei nº 13.415/2017 estabeleceu mudanças na estrutura do Ensino Médio, como a ampliação da carga horária (de 2,4 mil para 3 mil horas) e a possibilidade de os estudantes escolherem em quais áreas desejam aprofundar os estudos. A obrigatoriedade do novo formato de educação começará a valer em 2021.

    Na Rede Sesi de Educação, a aplicação do novo modelo começou a ser discutida nacionalmente em 2016. Em 2018, foi adotado em cinco unidades da Federação. No Distrito Federal, as três escolas (Gama, Sobradinho e Taguatinga) deram início ao Novo Ensino Médio neste ano, assim como instituições do Sesi em mais 13 unidades da Federação. A organização curricular é integrada ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

    O currículo é voltado para o mundo do trabalho. “O estudante constrói o plano pessoal de estudo e traça o tipo de formação que quer”, destacou o gerente-executivo de Educação do Serviço Social da Indústria (Sesi), Sérgio Gotti, que falou sobre a experiência nacional durante a conferência.

    “Nas quatro áreas do conhecimento do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], o resultado de aprendizagem que os alunos do Novo Ensino Médio tiveram foi melhor do que o dos que estão no modelo tradicional”, comparou Gotti.

    conferencia de educação do df foto moacir evangelista 10 10 2019 2No Distrito Federal, são 135 alunos em cinco turmas. A aplicação da metodologia foi apresentada pela coordenadora de Educação do Sesi-DF, Núbia Rosa. “Saímos de um modelo de aula expositiva para um modelo em que o professor tem papel de mediador e os estudantes se tornam protagonistas do processo de aprendizagem. Eles saem da sala de aula e utilizam outros espaços da escola para trabalhar”, detalhou.

    Ao se matricular, o estudante opta por uma formação técnico-profissionalizante ou com aprofundamento em uma área de conhecimento específica. Na 1ª série, dos cinco dias de aula, quatro são no Sesi e um no Senai para todos os alunos. Na 2ª série, para os que optarem pela formação técnico-profissionalizante, são três dias no Sesi e dois no Senai e, na 3ª série, dois e três dias, totalizando as 3 mil horas. Para aqueles que escolherem o aprofundamento em uma área específica, a carga horária dos dois últimos anos é totalmente cumprida no Sesi.

    Núbia apresentou um vídeo com depoimentos de estudantes e professores sobre a aplicação do novo modelo de ensino e destacou a importância do diálogo com as equipes pedagógicas. “Nosso modelo tem o enfoque no planejamento coletivo das equipes docentes. Eles trabalham de forma integrada, pensando atividades que abarquem mais de uma área de conhecimento.” Há encontros nas escolas uma vez por semana e uma reunião das três unidades uma vez por mês.

    As novas matrículas para o ano letivo de 2020 no Sesi-DF estão abertas. Há vagas para o Novo Ensino Médio nas escolas do Gama e de Taguatinga, além de vagas nas 2ª e 3ª séries do Ensino Médio Regular. Serão anunciadas no fim de outubro vagas na gratuidade regulamentar para o Novo Ensino Médio no Gama, em Sobradinho e em Taguatinga. Para mais informações, acesse sesidf.org.br.

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Inscrições para o torneio de robótica vão até 15 de novembro

    [Atualização em 1º/11, às 18h, com o número de vagas e a prorrogação das inscrições.]

    Ainda há cinco vagas disponíveis para equipes escolares e grupos de amigos de qualquer unidade da Federação interessados em disputar no Distrito Federal a etapa regional do Torneio Sesi de Robótica First Lego League. As inscrições foram prorrogadas até 15 de novembro e a competição está marcada para 7 e 8 de fevereiro de 2020, na escola de Taguatinga do Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF). Vinte e uma equipes já se cadastraram.

    As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site do torneio, pelo técnico responsável pela equipe. No caso da equipe escolar, os técnicos devem acessar o sistema para fazer a inscrição do time. Na temporada 2019/2020, o tema é City Shaper (construindo cidades inteligentes e sustentáveis). O desafio, feito a crianças e jovens de diversos países, é apresentar soluções inovadoras para problemas enfrentados pelas cidades, como transporte, acessibilidade e até desastres naturais.

    Os competidores precisam ter de 9 a 16 anos (nascidos de 1º de maio de 2003 até 1º de agosto de 2010) e estar matriculados em escolas públicas ou particulares. As equipes podem ter de 2 a 10 competidores, com dois técnicos maiores de 18 anos (um titular e um suplente). O Sesi recomenda que os grupos tenham no mínimo quatro alunos, para facilitar a divisão de tarefas.

    As equipes são avaliadas em quatro quesitos: projeto de inovação, desafio do robô (cumprimento de missões pelo robô de Lego), design do robô e core values (valores fundamentais e trabalho em equipe).

    “A premissa do torneio é de uma competição amigável, com o desenvolvimento de habilidades”, destaca a interlocutora de Tecnologias Educacionais do Sesi-DF, Sueli Trajano. O Sesi é o responsável pela organização das etapas da competição no Brasil.

    As equipes mais bem colocadas na fase regional poderão participar do Festival Sesi de Robótica, em março, em São Paulo.

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Helio Montferre/Sistema Fibra – 9.11.2018
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Professores aprendem sobre projetos de iniciativa popular

    Professores aprendem sobre projetos de iniciativa popular

    Uma das etapas do 1º Prêmio De Olho na Educação, que busca despertar em estudantes do Distrito Federal o interesse por temas relacionados ao controle social, à ética e à cidadania, é a elaboração de minutas de projetos de lei de iniciativa popular. Além das três escolas do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), quatro escolas da rede pública e a Fábrica Social participam do prêmio, realizado pelo governo local. Em equipes, os alunos cumprem desafios que valem pontos.

    Para apoiar os estudantes nas atividades, professores e instrutores das instituições participantes estão sendo capacitados pela Câmara Legislativa. O primeiro grupo esteve no órgão na terça-feira, 24 de setembro. O segundo participa da atividade nesta quinta-feira, dia 26. “A ideia é passar para os professores o que é possível fazer em termos de projeto de lei, quais as limitações, as potencialidades, a estrutura e aquilo que é exigido do ponto de vista da forma”, explica o consultor legislativo Leonardo Simões, que ministra a oficina, de cerca de três horas.

    24 9 2019 oficina de pl sesi gama foto victor hugo pessoa 2Professor de Língua Espanhola do Sesi Gama, Alberto Roquete (foto) participou da primeira turma. Ele é um dos orientadores da equipe Teens da escola. “É importante que os alunos reconheçam o poder da transformação que têm a partir dessa participação ativa na sociedade.” Participam da capacitação outros sete professores do Sesi-DF.

    Os estudantes que participam do Prêmio De Olho na Educação também têm a oportunidade de conhecer a Câmara, onde aprendem sobre o funcionamento do parlamento. Em 12 de setembro, foi a vez do Sesi/Senai Sobradinho. Na quarta-feira, 25 de setembro, do Sesi Gama. Em 4 de outubro, alunos do Sesi Taguatinga irão à Câmara Legislativa.

    Projeto de lei de iniciativa popular

    Desde a instalação oficial da Câmara Legislativa, em 1991, três projetos de lei de iniciativa popular tramitaram. Dois não se tornaram lei e um segue em tramitação — o de número 2.151/2018, que, entre outras coisas, trata da extinção da verba indenizatória parlamentar. Para ser apreciado pelos deputados distritais, um projeto desse tipo precisa estar assinado por 1% do eleitorado do DF, distribuído por pelo menos três zonas eleitorais.

    Veja aqui a galeria de imagens.

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Escolas do Sesi-DF participarão do 1º Prêmio De Olho na Educação

    Escolas do Sesi-DF participarão do 1º Prêmio De Olho na Educação

    de olho na educacao cldf fotos moacir evangelista 20082019[Atualização em 22/8, às 10h30: O edital do prêmio foi publicado hoje. Foram alteradas datas e regras de premiação publicadas na versão anterior desta matéria.]

    Foi lançado na terça-feira, 20 de agosto, o 1º Prêmio De Olho na Educação. Coordenada pela Controladoria-Geral do Distrito Federal, a iniciativa do governo local busca despertar em estudantes o interesse por temas relacionados ao controle social, à ética e à cidadania por meio de ações no ambiente educacional.

    Participarão do prêmio quatro escolas da rede pública cuja gestão é feita pela Secretaria de Educação em conjunto com a Polícia Militar, as três escolas do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) – Gama, Sobradinho e Taguatinga – e a Fábrica Social.

    São três categorias, de acordo com os níveis de ensino: Na Ponta do Lápis, para estudantes do 4º e do 5º ano do Ensino Fundamental; Team, para aqueles que cursam do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e da 1ª à 3ª série do Ensino Médio; e Tá Ligado, voltada a alunos da Fábrica Social.

    As escolas formarão equipes, que terão de cumprir desafios que valerão pontos, e deverão inscrevê-las no site www.deolho.df.gov.br de 22 a 27 de agosto. No dia 29, os inscritos participarão de uma capacitação com conteúdos voltados para a formação cidadã. Cada instituição poderá inscrever uma equipe de até 15 alunos por categoria (Na Ponta do Lápis e Team). Na categoria Tá Ligado, poderão participar até sete equipes de no máximo dez pessoas cada uma.

    O prêmio faz parte do programa De Olho na Educação, continuação do projeto Controladoria na Escola, lançado em 2016. “Esperamos estimular ações cidadãs de controle social, para melhorar problemas e replicar boas práticas”, destacou o vice-governador, Paco Britto, na cerimônia de lançamento da edição de 2019, no auditório da Câmara Legislativa.

    “Um projeto como esse lida com a formação de valores, a participação cidadã e o uso de instrumentos de controle, temas dificilmente tratados em sala de aula”, disse o controlador-geral do DF, Aldemario Araújo Castro.

    O Sesi-DF participa da iniciativa desde 2018. Para a superintendente da instituição, Gricelia Melo, ações desse tipo contribuem para o processo de ensino e aprendizagem. “Projetos desenvolvidos por nossos alunos hoje fazem parte da rotina das escolas. No Gama, por exemplo, conseguimos reduzir custos com alguns insumos”, exemplificou. Na unidade, os estudantes desenvolveram ações de coleta seletiva e de reaproveitamento de papel e de resíduos orgânicos. Eles se transformaram em blocos de anotação e adubo para a horta escolar.

    Desafios e premiações

    Os desafios do prêmio estão divididos em tarefas ordinárias e tarefas especiais. As ordinárias são projetos que devem abordar um ou mais dos temas propostos: controle social, transparência pública, cidadania, construção de valores contrários à corrupção, melhoria do ambiente escolar, educação fiscal ou financeira e educação legislativa.

    Já as tarefas especiais consistem nas seguintes atividades: auditoria cívica, feira de negócios, projeto de intervenção e projeto de lei de iniciativa popular. Na auditoria cívica, os estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio levantarão necessidades da própria escola ou de espaços públicos, que depois serão apresentadas às equipes da Fábrica Social. Estas desenvolverão projetos que serão apresentados às escolas em uma feira de negócios. Após a feira, serão feitos os projetos de intervenção, com a solução dos problemas apresentados anteriormente.

    Os estudantes também serão incentivados a apresentar projeto de lei de iniciativa popular para melhoria de escolas ou para mudanças no funcionamento da estrutura sociopolítica do DF.

    As escolas que ficarem em primeiro lugar nas categorias Na Ponta do Lápis e Team receberão R$ 8 mil cada uma. Os professores-orientadores das equipes mais bem avaliadas de cada uma das três categorias receberão até R$ 6.224 (R$ 3.112 para cada uma). Para os estudantes das categorias Na Ponta do Lápis e Team, as premiações englobam viagem de até três dias e um dia em um hotel ou uma fazenda.

    A portaria que institui o prêmio está publicada no Diário Oficial do DF. O resultado será divulgado até 6 de dezembro na publicação oficial e no site www.deolho.df.gov.br.

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    Texto: Samira Pádua
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Cubo mágico auxilia o aprendizado de alunos do Sesi Sobradinho

    Cubo mágico auxilia o aprendizado de alunos do Sesi Sobradinho

    13 08 2019 cubo magico sesi sobradinho foto victor hugo pessoa 1São seis faces, cada uma de uma cor. Os blocos, quando são movimentados e se misturam, desafiam a mente a colocá-los novamente em ordem no menor tempo possível. É o desafio do cubo mágico. Famoso no mundo inteiro, o objeto conquistou alunos da escola de Sobradinho do Serviço Social da Indústria (Sesi) e, desde o início do ano, é utilizado no ensino de Matemática.

    O resultado foi a queda do número de alunos em recuperação na matéria. Segundo a direção da escola, que oferece o Ensino Médio, em 2018, a cada trimestre, em média, 70 estudantes ficavam de recuperação na disciplina. No primeiro trimestre deste ano, o número caiu para 22 — são 138 matriculados. As avaliações do segundo trimestre ocorrerão no fim do mês.

    Professor de Matemática, Jackson Bispo já tinha como hobby a solução desse tipo de quebra-cabeça e resolveu utilizá-lo para auxiliar os alunos no aprendizado e tornar a disciplina mais amigável. O principal uso é na Geometria, para tratar de temas como tridimensionalidade, noção de espaço e raciocínio lógico. “Se eu falo de um prisma de base triangular, por exemplo, os alunos às vezes não entendem, mas, quando mostro um pyraminx [variação do cubo mágico em formato de pirâmide], eles conseguem visualizar o que é”, detalha.

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    “O professor ensinou até potência com o uso do cubo e isso deixa a aula bem mais legal”, conta Luís Chagas, de 16 anos, aluno da 1ª série. “Aprendi a solucionar o desafio e fui me interessando cada vez mais.”

    Os ganhos com a utilização da ferramenta não se restringem às notas. “Vejo alunos mais confiantes no que eles acreditam, nas relações, no aprendizado e também mais concentrados e atentos.”

    Estudante da 3ª série, Anna Gabrielle Magalhães, de 17 anos, confirma. “Sempre achei Matemática difícil e dei uma melhorada. Com o cubo mágico, minha concentração mudou bastante”, conta ela, ao falar que o desafio também a ajudou a lidar com a ansiedade.

    O cubo mágico é utilizado como ferramenta pedagógica nas cinco turmas do Sesi Sobradinho. Alguns alunos vão além e buscam nas horas vagas quebrar o próprio recorde de solução do desafio — durante o intervalo das aulas, com movimentos rápidos, muitos tentam resolver o quebra-cabeça.

    Há ainda a Sexta ao Cubo: um momento opcional após as aulas de sexta-feira para compartilhamento de técnicas e de outros conhecimentos sobre o assunto. O primeiro protótipo do cubo mágico — Cubo de Rubik — foi desenvolvido em 1974 pelo professor húngaro Ernõ Rubik, para ajudar seus estudantes de Arquitetura a entender questões tridimensionais.

    Participação em competições

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    Neste domingo, 18 de agosto, o professor Jackson Bispo e alguns alunos participarão de uma competição de solução de cubo mágico, a Brasília Winter 2019. Será o segundo evento desse tipo de que estudantes do Sesi Sobradinho participam. Em maio, cinco adolescentes estiveram na Arena Brasília de Cubo Mágico 2019. Um deles foi Clara Helena Sousa Reis, de 17 anos. Aluna da 3ª série, ela resolveu o desafio do cubo tradicional (3x3x3) em 51’’66 e conquistou o terceiro lugar na categoria feminina.

    “Percebi que sou capaz de muita coisa. Investi e meu tempo diminuiu bastante. Já caiu para 28 segundos”, diz Clara, que começou a resolver cubos mágicos aos 14 anos, com a ajuda de vídeos na internet, e aprendeu por completo neste ano com o professor. “Minhas notas melhoraram e o entendimento está mais fácil. Faço mais rápido algumas questões de raciocínio lógico.”

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    Texto: Samira Pádua
    Fotos: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Equipes de robótica do Sesi conhecem a astronauta Anna Fisher

    Equipes de robótica do Sesi conhecem a astronauta Anna Fisher

    visita aeb foto moacir evangelista sistema fibra 0 31 07 19Em uma manhã de atividades na Agência Espacial Brasileira, na quarta-feira, 31 de julho, as três equipes de robótica do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) premiadas em competições internacionais neste ano tiveram a oportunidade de conhecer a astronauta Anna Fisher. Médica e química, ela foi uma das seis selecionadas, em 1978, para integrar o primeiro grupo de astronautas femininas da Nasa (National Aeronautics and Space Administration), a agência espacial estadunidense. Em 1984, tornou-se a primeira mãe a ir ao espaço.

    Na temporada 2018/2019 de competições de robótica da First Lego League (FLL), crianças e adolescentes de mais de 80 países foram desafiados a propor soluções para problemas físicos ou sociais enfrentados por astronautas em viagens espaciais. As equipes Albatroid, Legofield e Lego of Olympus foram classificadas para representar o Sesi-DF em competições na Austrália, no Uruguai e nos Estados Unidos, respectivamente. Todas conquistaram troféus.

    Além dos alunos do Sesi-DF, participaram do encontro na Agência Espacial Brasileira estudantes da Gametech Canaã, equipe do Sesi Goiás que competiu nos Estados Unidos e foi a mais bem colocada entre mais de 60 equipes de vários países. “Acho maravilhoso que eles tenham a chance de participar desse tipo de competição. Quando eu era jovem, não tínhamos essas oportunidades. Eu acho que eles vão estar mais bem preparados do que nós estivemos”, disse Anna Fisher.

    A norte-americana falou aos estudantes sobre sua história e a experiência como astronauta e mostrou fotos e vídeos de missões espaciais. Após a apresentação, o público, também formado por servidores da Agência Espacial Brasileira, teve a oportunidade de fazer perguntas.

    Eduardo Luz, de 16 anos, ficou encantado com a experiência. “A gente estudou muito essa área e, ao conhecer uma astronauta de verdade, viu como os estudos são aplicados em órbita”, destacou o competidor da Legofield.

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    Momento de aprendizado

    No encontro, os alunos receberam certificados da Agência Espacial Brasileira em reconhecimento às soluções desenvolvidas para o projeto da FLL. Também assistiram a um vídeo sobre os 50 anos da chegada do homem à Lua, na missão Apollo 11, participaram de uma dinâmica com perguntas sobre a temática espacial e acompanharam o plantio de um ipê-amarelo por Anna Fisher e pelo presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura. “Nós do setor espacial ficamos muito orgulhosos desse trabalho [das equipes e das escolas]”, afirmou Moura, que destacou a importância de instituições como o Sesi e o Senai [Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial] na formação de profissionais.

    Integrante da Lego of Olympus, Marcus Okubo, de 16 anos, estava muito feliz com o encontro. “Um ano atrás eu não imaginava que viveria tudo isso! Achei muito interessante conhecer a história dela.”

    “Conseguimos adquirir conhecimento com alguém que tem experiência na área e isso foi muito legal”, disse Anna Clara Gomes, de 13 anos. Ela é da equipe Albatroid.

    Para a superintendente do Sesi-DF, Gricelia Melo, o convite para a participação dos alunos no encontro na agência mostra que a robótica do Sesi é reconhecida em níveis nacional e internacional. “Isso enriquece o currículo dos alunos e ajuda o Sesi a potencializar a divulgação do seu diferencial de educação, que é formação para o mundo do trabalho.”

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    Texto: Samira Pádua
    Fotos: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Tecnologias educacionais são tema da segunda Semana Pedagógica de 2019

    Tecnologias educacionais são tema da segunda Semana Pedagógica de 2019

    sesi gama semana pedagogica foto moacir evangelista sistema fibraDiretores, coordenadores pedagógicos, orientadores educacionais e professores das três escolas do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) reuniram-se, na segunda-feira, dia 22, e na terça, dia 23, na segunda Semana Pedagógica de 2019. O semestre letivo terá início nesta quinta-feira, dia 25, quando os alunos retornarão das férias.

    Com o tema tecnologias educacionais, as oficinas e palestras foram divididas por segmento. Os profissionais do Ensino Médio concentraram-se no Sesi Gama e os do Ensino Fundamental, no Sesi Taguatinga. “O mundo do trabalho, em qualquer segmento, passa por tecnologias. Nosso objetivo é enriquecer o leque de possibilidades dos nossos professores em relação às ferramentas e às tecnologias educacionais”, destaca a coordenadora de Educação do Sesi-DF, Núbia Rosa.

    sesi gama semana pedagogica foto moacir evangelista sistema fibra

    Entre as atividades, houve capacitação com a empresa Big Brain Education sobre como aperfeiçoar o uso de recursos da plataforma Office 365 e do jogo Minecraft nas aulas. As oficinas foram ofertadas pelo Departamento Nacional do Sesi, que tem trabalhado para instituir o uso de tecnologias da Microsoft em sala de aula nas mais de 500 escolas da rede no Brasil. No Distrito Federal, isso é feito desde 2017.

    Professora de Língua Portuguesa e Linguagens do Ensino Médio do Sesi Taguatinga, Denise Ximenes participou da oficina sobre Office 365. Ela já utiliza métodos online em sala de aula. “Os alunos são nativos digitais, tudo converge para a internet. As metodologias educacionais também devem estar conectadas”, diz.

    Entre as ferramentas abordadas na capacitação estavam programas para criação de formulários (para avaliações, por exemplo) e de apresentações e para o compartilhamento de arquivos em nuvem.

    Avaliação de habilidades

    sesi taguatinga semana pedagogica foto victor hugo pessoa sistema fibraOutra ação da Semana Pedagógica foi a Oficina Descritores, voltada para professores do Ensino Fundamental I (do 1º ao 5º ano). Eles avaliaram e discutiram resultados de simulados da Somos Educação, que é a base metodológica utilizada nas salas de aula das três escolas — Gama, Sobradinho e Taguatinga.

    “Esses resultados mostram as habilidades que foram desenvolvidas e as que precisam de melhorias. O intuito é que os professores saiam com ideias para melhora do processo de ensino-aprendizagem”, explicou Cristiane Queiroz, assessora pedagógica da Somos Educação que conduziu a atividade.

    A programação da Semana Pedagógica também contou com atividades voltadas para metodologias ativas, que buscam fazer do aluno protagonista no processo de aprendizagem, e momentos para apresentação de perspectivas educacionais e para o compartilhamento de experiências entre os docentes.

    Veja aqui a galeria de imagens.

    Texto: Samira Pádua
    Fotos da oficina sobre a plataforma Office 365: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Foto da Oficina Descritores: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Inscrições para o Prêmio Codeplan podem ser feitas até outubro

    Inscrições para o Prêmio Codeplan podem ser feitas até outubro

    sede da codeplan foto moacir evangelista sistema fibra 10072019A Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) está com inscrições abertas para a quinta edição do Prêmio Codeplan de Trabalhos Técnico-Científicos. Os estudos, que devem tratar do desenvolvimento do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride), podem ser enviados até 1º de outubro.

    O objetivo do prêmio é estimular pesquisas socioeconômicas sobre políticas sociais e urbano-ambientais. O concurso tem o apoio do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF).

    Podem concorrer trabalhos individuais ou coletivos. Para participar, é necessário ter Ensino Superior completo. Entre os critérios de avaliação da comissão julgadora estão concordância com a temática do concurso, originalidade, profundidade do conteúdo e clareza e consistência dos conceitos e da abordagem.

    Os três trabalhos mais bem avaliados serão publicados na série Texto para Discussão, da Codeplan, e premiados com R$ 8 mil, R$ 6 mil e R$ 4 mil, conforme a pontuação. Na categoria Jovem Pesquisador, o melhor trabalho, além de publicado, receberá R$ 4 mil. Essa categoria é para candidatos de até 25 anos, com trabalhos que sejam resultado de monografia de conclusão de curso de graduação ou de pesquisa feita na graduação em 2018 e 2019.

    Envio dos trabalhos

    As inscrições são gratuitas e precisam ser feitas via Sedex, com data de postagem nos Correios até 1º de outubro, com os seguintes dados de destinatário: V Prêmio Codeplan de Trabalhos Técnico-Científicos, Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), Setor de Administração Municipal, Bloco H, Setores Complementares, Brasília-DF, CEP: 70620-080.

    É preciso enviar ficha de inscrição (disponível no edital), cópia do documento de identidade e do CPF, currículo do autor, comprovante de formação acadêmica e termo de cessão de direitos. Não podem ser inscritos estudos premiados em outros concursos ou que tenham sido divulgados ou publicados parcialmente ou na totalidade em jornal, revista especializada, livro e periódico no Brasil ou no exterior.

    O resultado será divulgado no Diário Oficial do DF e no site da companhia. A solenidade de premiação ocorrerá em 5 de dezembro.

    Texto: Samira Pádua, com informações da Codeplan
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra – 10.7.19
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra