Autor: Samira Pádua

  • Conselho Nacional do Sesi visita escola de Taguatinga

    Conselho Nacional do Sesi visita escola de Taguatinga

    Visita General Fioravante Sesi Tag FotoMoacirEvangelista11032020 3 3A escola de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi) recebeu na tarde dessa quarta-feira, 11 de março, a visita do superintendente do Conselho Nacional do Sesi, Pedro Fioravante. A unidade é a maior das três escolas da instituição no Distrito Federal.

    A ação faz parte de uma série de visitas do superintendente a escolas do Sesi pelo País. O DF é sétima unidade da Federação a receber a equipe do Conselho. “Nessas visitas fica claro o perfil de cada escola, como se organizam e o que oferecem de acordo com o modelo industrial local”, destacou Fioravante, que conversou com estudantes e funcionários da escola. Foram apresentados a infraestrutura da instituição e projetos como os de educação tecnológica, como a robótica e a F1 in Schools. “Vemos a motivação do aluno e, em decorrência disso, percebe-se uma evasão pequena. Isso enobrece o Sistema e mostra a importância dele para a educação do País.”

    O presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra) e diretor regional do Sesi-DF, Jamal Jorge Bittar e a superintendente do Sesi-DF, Gricelia Melo, acompanharam a visita. “O Conselho sempre teve papel muito importante em apoiar as iniciativas do Sesi e o general Pedro Fioravante demonstrou ter muito conhecimento sobre o Sistema e grande disposição em contribuir para que o Sesi siga o bom trabalho que já faz em educação e saúde”, afirmou Jamal.

    Nesta quinta-feira, 12 de março, a equipe visitou a Central de Produção de Alimentos (CPA) do Sesi, no Guará, que tem capacidade de produzir alimentos para mais de 50 mil pessoas por mês. Em 2019, foram preparadas pela unidade aproximadamente 1,9 milhão de refeições, entre almoços, lanches e cafés.

    O Conselho Nacional do Sesi

    Órgão normativo superior do Sesi, o Conselho Nacional foi criado em 1º de julho de 1946. Aprova diretrizes, normatiza e fiscaliza ações do Sesi em todo o País. Também aprova e fiscaliza os orçamentos, as execuções e as prestações de contas do Departamento Nacional do Sesi e dos departamentos regionais.

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    Conselho Nacional do Sesi visita escola de Taguatinga

  • Escola da Inteligência trabalhará educação socioemocional para alunos do Sesi-DF

    Escola da Inteligência trabalhará educação socioemocional para alunos do Sesi-DF

    Escola da Inteligencia Foto MoacirEvangelista03032020 1Saber lidar com perdas e frustações, ter empatia e pensar antes de agir e reagir. Essas são algumas das competências que estudantes das escolas do Gama e de Taguatinga do Serviço Social da Indústria do (Sesi) trabalharão a partir deste ano em aulas semanais. A ação faz parte de uma parceria com a Escola da Inteligência — programa educacional que busca desenvolver a educação socioemocional no ambiente escolar.

    A metodologia é fundamentada na Teoria da Inteligência Multifocal, do psiquiatra, pesquisador e escritor Augusto Cury, e envolve alunos, pais e professores. Entre as vantagens para esses públicos estão o desenvolvimento da inteligência e o gerenciamento das emoções, a participação da família e a melhoria do ensino-aprendizagem. No Sesi-DF, o programa passa a integrar o currículo de alunos do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental I, uma vez por semana, com 1 hora de duração.

    “De modo geral, a gente observa na sociedade uma certa fragilidade nos relacionamentos. Acreditamos que ofertar essa formação para nossos estudantes é forma de enriquecer relações”, destaca a gerente de Educação do Sesi-DF, Núbia Rosa.

    A equipe pedagógica das duas escolas recebeu treinamento e as atividades terão início ainda neste semestre. Os alunos receberão um livro do programa com quatro lições a serem desenvolvidas de acordo com a faixa etária. “Todo o nosso material é teórico, reflexivo e vivencial: temos histórias contadas de forma lúdica, em que trabalhamos a Teoria da Inteligência Multifocal e diversas outras metodologias da Psicologia e da Pedagogia. Além disso, os professores dialogam com os alunos sobre os acontecimentos das histórias e, em dinâmicas, convidam os estudantes a vivenciarem uma situação-conflito para colocarem em prática o aprendizado desenvolvido”, explica a psicóloga e consultora educacional da Escola da Inteligência Lohane Costa.

    Encontros com a família

    Nessa terça-feira, 3 de fevereiro, pais e responsáveis de alunos do Sesi Taguatinga participaram de um encontro para conhecer a metodologia. Em uma palestra de cerca de uma hora e meia, Lohane falou sobre o programa e a importância do envolvimento da família nesse processo.

    Mãe de uma aluna do 3º ano do Ensino Fundamental I, a vendedora Eudilene de Jesus, de 40 anos, foi um dos participantes. “Essa palestra fez com que a gente abrisse mais nossa mente para ver o que nossos filhos estão precisando, onde devemos estar mais presentes.”

    Para a dona de casa e mãe de dois alunos do Sesi Taguatinga, Helen Brígida de Carvalho, de 49 anos, a correria do dia a dia faz com que muitas vezes o tempo não seja suficiente para trabalhar com os filhos inúmeras habilidades. “Às vezes, deixamos muita coisa de lado e outras vezes não sabemos como agir em determinadas dificuldades na escola e para enfrentar o mundo. Eu acho que [o programa] vai me ajudar, além de dar uma base maior para eles em casa.”

    O encontro faz parte de uma série de três reuniões anuais com as famílias dos estudantes e também ocorrerá até o fim do mês para pais de alunos da escola do Gama. Além do livro do aluno, as famílias recebem dois livros da Escola da Inteligência para desenvolver o método em casa. Os materiais estão incluídos no contrato do Sesi-DF com a Escola da Inteligência e não têm custo adicional para os pais e responsáveis.

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
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    Escola da Inteligência trabalhará educação socioemocional para alunos do Sesi-DF

  • Estudantes apresentam soluções para problemas das metrópoles 

    Estudantes apresentam soluções para problemas das metrópoles 

    Robótica Fotos Victor Hugo Pessoa08022020Desde sexta-feira, 7 de fevereiro, a escola de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi) sedia a etapa regional do Torneio Sesi de Robótica First Lego League (FLL). Alunos de 21 equipes do Distrito Federal, de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul, da Paraíba e de Sergipe são avaliados em quatro categorias relacionadas ao tema da temporada 2019/2020: City Shaper — construindo cidades inteligentes e sustentáveis.

    Uma das modalidades de avaliação são os projetos de pesquisa, em que os estudantes analisam problemas ambientais, estruturais e sociais ligados ao tema para criar soluções inovadoras ou aprimorar processos. De Mato Grosso, cinco alunos da equipe Brotherhood, do Sesi Escola Cuiabá, trouxeram para a competição um tijolo sustentável feito de terra, fibra de coco e cimento. “Nas pesquisas, descobrimos que aqui no Brasil tem muita gente com dificuldade financeira e que não consegue pagar ou financiar uma casa. Na alvenaria comum, cada metro quadrado de mão de obra e material custa cerca de R$ 1 mil e no nosso projeto, o custo é de R$ 10 a R$ 50”, explica Julia Carolina Talon, de 13 anos. A ideia, segundo ela, além de sustentável tem isolamentos térmico e acústico. Robótica Fotos Victor Hugo Pessoa08022020 1

    Pela primeira vez em um torneio de robótica, a equipe Iron Star, do colégio La Salle de Águas Claras (DF), desenvolveu uma solução inspirada em um problema vivenciado por um dos integrantes do grupo e apresentou o projeto RARP. Trata-se de uma rampa portátil para pessoas que usam cadeiras de rodas. O nome é derivado das palavras rampa, acessibilidade, retrátil e portátil. “A ideia surgiu quando nossa amiga viajou com o avô e teve muita dificuldade de locomoção com ele. Nossa rampa é feita com policarbonato compacto, um material semelhante ao vidro, porém mais leve e mais resistente”, destaca Juliana Ramson, de 11 anos. De acordo com ela, a invenção tem o custo estimado de produção de R$ 150 e tem durabilidade de 15 anos.

    Robótica Fotos Victor Hugo Pessoa08022020 2Já a equipe Cyborgs, do Centro de Excelência Master, de Aracaju (SE), desenvolveu uma solução pensada na coleta de resíduos. “Identificamos que na cidade havia muito lixo nas ruas e as pessoas não tinham a cultura de fazer o descarte no local certo, sujando as praias e trazendo doenças. Com isso, criamos o coletor inteligente, que identifica os resíduos e os separa em cinco categorias: papel, vidro, metal, plástico e orgânico”, conta Caio Mendonça, de 11 anos. O sistema criado por eles prevê uma bonificação para aqueles que contribuírem com a coleta. “As pessoas ganhariam pontos para depois trocar por descontos em contas de água e energia”.

    Sesi-DF compete com seis equipes

    Seis equipes do Sesi-DF participam da etapa regional do torneio: a Albatroid e a Albageek, formadas por alunos da escola de Taguatinga; a Bisc8 e a Ohana, de Sobradinho; e a Legofield e a Lego of Olympus, do Gama.

    A Albatroid apostou na tecnologia para tentar diminuir os problemas de locomoção de pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência física. O grupo desenvolveu o Inclusion App, um aplicativo de celular que vai apresentar informações sobre a cidade, como as condições climáticas para que um cadeirante não sofra com enchentes, e listar os pontos com ônibus acessíveis, além de oferecer a possibilidade de pedir ajuda a voluntários cadastrados no aplicativo. Já a Albageek criou o Spacehortus — um contêiner itinerante para meditação —, que, por meio da cromoterapia, vai ajudar no relaxamento. A ideia dos jovens foi criar um espaço com isolamento acústico, aberto à população e gratuito para ajudar a diminuir o estresse.

    De Sobradinho, a Bisc8 apostou no uso de garrafas PET para aperfeiçoar um antigo equipamento das cidades, tornando-o mais funcional e sustentável. Nomeada como Bisc – Bueiro Inteligente Sustentável Coletor, a solução dos alunos é um cesto com furos que será acoplado dentro das bocas de lobo para evitar o entupimento e, consequentemente, o alagamento das vias. Assim, vai facilitar o recolhimento do lixo e a limpeza dos bueiros. A equipe Ohana teve como foco a poluição do ar e, para tentar diminuir as consequências desse efeito, os estudantes desenvolveram um filtro que poderá ser utilizado no interior de fábricas e indústrias melhorando a qualidade do ar para os trabalhadores que ficam expostos a poluição. 

    A Legofield, do Gama, preparou uma solução voltada para a poluição sonora: uma parede ecológica denominada E-WALL, que consiste em uma parede termoacústica que tem a função de reduzir ou até extinguir ruídos em locais internos. Além disso, é capaz de reduzir a entrada de calor externo no verão, enquanto, no inverno, reduz a perda de calor interno, dificultando troca de temperatura entre os ambientes interno e externo. Também do Gama, a Lego of Olympus buscou uma forma de melhorar a qualidade de vida das pessoas com dificuldade de locomoção. Eles identificaram que 88% dos pontos de ônibus do Distrito Federal não têm nenhum tipo de acessibilidade. Para solucionar esse problema, desenvolveram o Murb – plataforma elevatória nas paradas que levará a pessoa do ponto de ônibus até o transporte de forma segura.

    Conheça as equipes do Sesi-DF.

    Texto: Samira Pádua
    Fotos: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Brasília Vôlei apresenta atletas que disputarão a Superliga B 2020

    Brasília Vôlei apresenta atletas que disputarão a Superliga B 2020

    22 01 2020 Apresentação das equipes do Brasília Vôlei Fotos Victor Hugo Pessoa 11As duas equipes do Brasília Vôlei, que representarão o Distrito Federal na temporada 2020 da Superliga B, foram apresentadas à imprensa e a apoiadores na tarde de quarta-feira, 22 de janeiro, na unidade de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi). Na fase classificatória, o local receberá oito jogos. A competição, da qual participam oito times femininos e oito masculinos, é promovida pela Confederação Brasileira de Voleibol.

    “A Superliga B é muito concorrida, pois é a única forma de acesso à série principal, então as equipes se estruturam muito bem. Estamos com times fortes e acreditamos que vamos ter bastantes desafios, mas temos chance de chegar com as duas [na Série A]”, aposta o gerente do Brasília Vôlei, Flávio Thiessen.

    Integram o time feminino do Brasília Vôlei (foto) as ponteiras Ingrid, Júlia, Ju Odilon, Jú Nogueira, Kamila e Silvana; as centrais Aline, Dani Suco, Duda Lima, Edna e Geovana; as levantadoras Ana Paula e Letícia; as opostas Bruna Neri e Ariane; e a líbero Vitória. O técnico é Rogério Portela.

    O Brasília Vôlei/Upis é a equipe masculina (foto), conduzida pelo técnico Marcelo Thiessen. Os jogadores são os ponteiros Diogo, Jerson, Onérikis, Pedro e Robson; os centrais Alesson, Bruno, Henrique e Kaio Timbó; os levantadores Afonso, Kaic e Paulo; os líberos Eduardo e Matheus; e os opostos Alex e Breno.22 01 2020 Apresentação das equipes do Brasília Vôlei Fotos Victor Hugo Pessoa 9

    A competição masculina começa nesta quinta-feira, 23 de janeiro, em Minas Gerais, e a feminina, no sábado, 25 de janeiro, quando o ginásio do Sesi Taguatinga sediará dois jogos. Às 17 horas, o masculino Brasília Vôlei/Upis enfrentará o Apav Vôlei, do Rio Grande do Sul. Às 19h30, será a vez de o feminino Brasília Vôlei entrar em quadra contra o Bluvolei, de Santa Catarina.

    Os ingressos custam R$ 20, a inteira, e R$ 10, a meia, e dão direito a assistir aos dois jogos. A compra pode ser feita no site Ticket Fácil (bit.ly/2ujVYLU) ou no Sesi Taguatinga, até sexta-feira, das 7 às 18 horas, e na data do jogo, das 14 horas até o horário de início das partidas (QNF 24, Área Especial, Taguatinga Norte).

    Apoio do Sesi-DF

    O Sesi Taguatinga é a casa do time feminino do Brasília Vôlei. Apoiadora da equipe, a instituição coloca à disposição a academia e o ginásio da unidade, além de oferecer sala de fisioterapia, vestiários e alimentação. Há, ainda, traslado para o aeroporto quando o grupo viaja a competições. No caso do time masculino, o apoio nesta temporada é a cessão do ginásio para os jogos em casa.

    No evento de apresentação dos times, o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Jorge Bittar, que também ocupa o cargo de diretor regional do Sesi-DF, falou da importância de incentivar o vôlei local. “Acredito que o esporte seja uma forma de educação, recuperação, socialização e desenvolvimento. Não tenho dúvida de que é a veia de comportamento social mais promissora e a que melhor encaminha os jovens”, disse.

    Também compareceram à apresentação o vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado distrital Delmasso (Republicanos), o presidente da Federação de Vôlei do DF, Sérgio Faria Lemos da Fonseca Júnior, e o superintendente de Marketing do Banco de Brasília (BRB), João Eduardo Silveira. Tanto o time feminino quanto o masculino têm patrocínio do banco.

    Jogos da fase classificatória da Superliga B de Vôlei no Ginásio do Sesi Taguatinga:

    25 de janeiro, sábado

    Às 17h

    Masculino

    Brasília Vôlei/Upis x Apav Vôlei

    Às 19h30

    Feminino

    Brasília Vôlei x Bluvolei

    1º de fevereiro, sábado

    Às 17h

    Masculino

    Brasília Vôlei/Upis x São José Vôlei

    5 de fevereiro, quarta-feira

    Às 20h

    Feminino

    Brasília Vôlei x Sport Club do Recife

    20 de fevereiro, quinta-feira

    Às 20h

    Feminino

    Brasília Vôlei x São José dos Pinhais

    29 de fevereiro, sábado

    Às 17h

    Masculino

    Brasília Vôlei/Upis x JF Vôlei

    7 de março, sábado

    Às 17h

    Masculino

    Brasília Vôlei/Upis x Vedacit Vôlei Guarulhos

    Às 19h30

    Feminino

    Brasília Vôlei x Itajaí Vôlei

    Texto: Samira Pádua
    Fotos: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
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    Brasília Vôlei apresenta atletas que disputarão a Superliga B 2020

  • Sala Yara Amaral, no Sesi Taguatinga, pode ser alugada para eventos

    Sala Yara Amaral, no Sesi Taguatinga, pode ser alugada para eventos

    A Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo, o humorista Chico Anysio (1931–2012), o mímico Miquéias Paz, o grupo de dança Rota Brasil, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro e cantores como Elba Ramalho e Paula Fernandes. Esses são alguns dos nomes que já passaram pela Sala Yara Amaral, na unidade de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi).

    Yara Amaral em Quando as Máquinas Param Arquivo NacionalInaugurado em 8 de agosto de 1989 como Teatro do Sesi Yara Amaral, o espaço homenageia a atriz paulista, que morreu no réveillon daquele ano, aos 52 anos. Ela foi uma das vítimas do naufrágio do barco Bateau Mouche, no Rio de Janeiro. Formada em 1964 pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP), Yara (foto) havia estreado nos palcos dois anos antes e, durante a carreira, atuou no cinema, na televisão e no teatro.

    Com 478 lugares numerados e distribuídos em dois níveis — 400 no inferior e 78 no superior —, a sala tem iluminação com controle de intensidade, cabine para controle de som e ainda quatro camarins e um piano de meia cauda.

    O teatro pode ser alugado para eventos abertos (com ou sem bilheteria) e fechados. Para eventos abertos, a taxa de locação é de R$ 1,9 mil por sessão ou de 25% do valor total arrecadado com a venda de ingressos — o que for maior. A locação da sala inclui a utilização do foyer e serviços técnicos de sonoplastia e iluminação, brigadista, agente de portaria e serviço de bilheteria. Para eventos fechados, a taxa é definida conforme o perfil da programação.

    16 01 2020 Centro Cultural Sesi Sala Yara Amaral Teatro SESI Taguatinga Fotos Victor Hugo Pessoa 1

    Centro Cultural Sesi

    Em 30 de maio de 2001, foi inaugurado o Centro Cultural Sesi. Além da Sala Yara Amaral, fazem parte do centro uma sala de exposições e duas salas multiúso destinadas a cursos, oficinas e ensaios, uma com 101,6 e a outra com 90,3 metros quadrados. Ambas contam com ar-condicionado e a maior delas, com dois banheiros. A sala de exposições tem 103,1 metros quadrados, com sistema de trilhos nas paredes para colocação de quadros, com iluminação direcionada.

    Esses espaços são alugados separadamente. As salas multiúso têm o valor de R$ 50 a hora cada uma. Para a sala de exposições, a taxa varia de acordo com a programação. Nos dois casos, não estão incluídos cadeiras, mesas, equipamentos de som e para projeção e suporte para iluminação, que têm custo adicional e podem ser inseridos na proposta de acordo com as necessidades do evento.

    Pessoas físicas e jurídicas interessadas na locação dos espaços que compõem o Centro Cultural Sesi devem entrar em contato pelos números (61) 3355-9562 ou 3355-9577, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, ou por e-mail: felipe.moura@sistemafibra.org.br e patricia.oliveira@sistemafibra.org.br. O pagamento é feito por boleto bancário.

    Texto: Samira Pádua
    Foto da Sala Yara Amaral: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Foto da atriz: Arquivo Nacional
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    Centro Cultural Sesi Taguatinga

  • Educação tecnológica é tema da Semana Pedagógica do Sesi-DF

    Educação tecnológica é tema da Semana Pedagógica do Sesi-DF

    20 1 2020 Semana Pedagogica Sesi Taguatinga Fotos Victor Hugo Pessoa 9A uma semana do início das aulas, as equipes pedagógicas da Rede Sesi de Educação no Distrito Federal estão reunidas em preparação para o início do ano letivo. A abertura da primeira Semana Pedagógica de 2020 foi na segunda-feira, 20 de janeiro, na unidade de Taguatinga do Serviço Social da Indústria (Sesi), onde haverá atividades até quinta-feira, dia 23. As aulas começarão no dia 27, nas três escolas da rede: Gama, Sobradinho e Taguatinga.

    Nesta edição, as ações para diretores, coordenadores pedagógicos, orientadores educacionais e professores giram em torno do lema do ano — Educação tecnológica: escolas preparadas para o futuro que já começou. Os profissionais são divididos por segmento (Ensino Fundamental e Ensino Médio). Entre as atividades estão oficinas sobre o uso das plataformas Minecraft Education e Office 365 e capacitações para a utilização de espaços maker — salas equipadas com diversos recursos tecnológicos para o desenvolvimento de projetos em grupo.

    “Além dos conteúdos formais, que todas as escolas precisam cumprir, a nossa proposta pedagógica busca desenvolver outras competências e habilidades, como empreendedorismo, liderança e domínio de tecnologias diversas”, explica a gerente de Educação do Sesi-DF, Núbia Rosa.

    A abertura foi com uma palestra de Nathalia Kelday, fundadora da startup de educação Estudologia e do movimento Edtech Meetup, que reúne iniciativas brasilienses desse tipo. Ela falou sobre conceitos e ferramentas tecnológicas para auxiliar o preparo e a execução das aulas. “São crianças nativas digitais, que crescem com o celular e o tablet na mão e estão acostumadas com vários programas. É necessário e importante que os professores usem tecnologia em sala de aula para dialogar melhor com os estudantes e fazer com que tenham rendimento maior.”

    A superintendente do Sesi-DF, Gricelia Melo, participou da abertura da Semana Pedagógica de 2020. “O aluno que estuda no Sesi tem de entender que é preciso chegar ao mercado de trabalho com ideias inovadoras, com o pensamento revolucionário”, afirma, ao destacar a importância de trabalhar temas como inovação e empreendedorismo em sala de aula.

    Saiba mais sobre a Rede Sesi de Educação no Distrito Federal em www.sesidf.org.br.

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    Educação tecnológica é o tema da primeira Semana Pedagógica do Sesi-DF de 2020

  • Alimente-se bem na nossa rede de restaurantes

    Alimente-se bem na nossa rede de restaurantes

    28 03 2017 Restaurante da CEB Foto Cristiano Costa 2Nutritivas e variadas: assim são as refeições preparadas pelo Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF). Com mais de 40 anos de experiência na produção de alimentos, a instituição opera 11 restaurantes, que funcionam de segunda a sexta-feira, exceto feriados.

    São cinco unidades próprias — na Federação das Indústrias do DF (Fibra), no Sesi Brasília e nas escolas do Sesi no Gama, em Sobradinho e em Taguatinga — e outras cinco em instituições públicas — na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na Companhia Energética de Brasília (CEB), na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e no Palácio do Planalto. Há ainda um restaurante na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    “Além da variedade e da qualidade dos alimentos, temos a garantia de uma refeição preparada com todo o cuidado nutricional”, afirma a nutricionista do Sesi-DF responsável pela produção dos restaurantes, Darlane Rabelo.

    Quatro restaurantes são abertos ao público (veja mais abaixo). No da CEB e no da Codevasf, são oferecidos café da manhã, almoço e lanche, com valores de R$ 30,90 a R$ 35,16 o quilo.

    No restaurante do Palácio do Planalto, há opções de almoço sem e com churrasco, com os valores de R$ 29,15 e R$ 33,11 o quilo, respectivamente. No Sesi Brasília, onde também é servido apenas almoço, o custo é de R$ 12,55 por pessoa.

    Nos 11 restaurantes, o Sesi-DF é responsável pela produção dos alimentos, pela limpeza do ambiente e pelo atendimento. O preparo é feito nos restaurantes e na cozinha industrial da Central de Produção de Alimentos (CPA), no Guará, com a supervisão de nutricionistas.

    Veja os restaurantes do Sesi-DF abertos ao público:

    CEB

    Café da manhã

    Das 7h30 às 9h30

    Almoço

    Das 11h30 às 14h30

    Lanche

    Das 16h às 17h30

    Área de Serviços Públicos, Lote C, SIA (EPTG)

    Codevasf

    Café da manhã

    Das 8h às 9h30

    Almoço

    Das 11h30 às 14h30

    Lanche

    Das 15h30 às 17h30

    SGAN Quadra 601, Edifício Manoel Novaes, Asa Norte

    Palácio do Planalto

    Almoço

    Das 11h30 às 14h30

    Praça dos Três Poderes

    Sesi Brasília

    Almoço

    Das 11h30 às 13h40

    SIA Trecho 2, Lote 1.125

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Cristiano Costa/Sistema Fibra – 28.3.17
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Programa de Integridade do Sistema Fibra é detalhado a gestores

    Programa de Integridade do Sistema Fibra é detalhado a gestores

    18 12 2019 Apresentacao do Plano de Integridade da Fibra Foto Victor Hugo Pessoa Na quarta-feira, 18 de dezembro, o Programa de Integridade do Sistema Fibra foi apresentado a diretores e gestores do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), do Instituto Euvaldo Lodi do DF (IEL-DF) e da Federação das Indústrias do DF (Fibra).

    A construção do programa se iniciou em 2018, logo após a criação da Controladoria. Começou a funcionar a Ouvidoria e entraram no ar os portais da transparência do Sesi-DF e do Senai-DF. Também foi instituído Comitê de Ética. Ainda em 2018, foi realizado um diagnóstico para levantamento de procedimentos e ações das quatro casas, seguido da reorganização de manuais e normativos internos, trabalho que continuou em 2019.

    Neste ano, foi feito o mapeamento das competências de cada área e teve início a fase de gestão de riscos. O Relatório de Conformidade do Sistema Fibra 2018–2019, assinado durante o evento pelos dirigentes máximos das quatro casas, consolida as ações relacionadas ao Programa de Integridade adotadas nesse período.

    “Em janeiro entraremos na fase de monitoramento, em que verificaremos se os processos implementados estão em conformidade com o programa”, explicou a controladora do Sistema Fibra, Cristine Menezes, que fez a apresentação. Ela afirma que o programa é uma ferramenta gerencial e que todos os funcionários têm a contribuir para a boa execução das políticas. O treinamento contínuo está entre os próximos passos do programa, que será atualizado anualmente.

    “Programas como esse trazem transparência e clareza às discussões, de forma a dar conforto e segurança a gestores e a empregados do Sistema. É bastante importante que todos estejam sintonizados na aplicação desse programa”, destacou o presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar.

    Além de diretores e gestores do Sistema Fibra, assistiram à apresentação o controlador-geral substituto do DF, Guilherme Mello, a promotora de Justiça do Ministério Público do DF e Territórios Luciana Ásper e a assessora do Departamento de Controle Interno da Defensoria Pública do DF Camila de Oliveira.

    Legislação local

    No DF, a partir de 1º de janeiro de 2020, será obrigatória a adoção de programa de integridade por parte das empresas com contrato, consórcio, convênio, concessão ou parceria público-privada com a administração pública local com valor a partir de R$ 5 milhões (Lei nº 6.112/2018 e Lei nº 6.308/2019, que alterou a primeira). A regra valerá para contratos acima de 180 dias.

    Os programas de integridade serão avaliados quanto à existência, à aplicação e à efetividade, segundo a norma local. Guilherme Mello informou que está em análise a regulamentação que trata da avaliação, pelo poder público, da existência dos programas nas empresas, com base em relatórios de perfil e de conformidade. “Não queremos que seja mais uma lei de letra morta, mas que alcance o objetivo de criar uma linha de controle para a corrupção.”

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
     
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    Programa de Integridade do Sistema Fibra é detalhado a diretores e gestores

  • Veja o resultado da quinta edição do Prêmio Codeplan

    Veja o resultado da quinta edição do Prêmio Codeplan

    Entrega do Premio Codeplan BrunoFrauzino17122019 23Foram revelados nesta terça-feira, 17 de dezembro, os vencedores da quinta edição do Prêmio Codeplan de Trabalhos Técnico-Científicos, que busca estimular pesquisas socioeconômicas sobre políticas sociais e urbano-ambientais. A cerimônia foi na sede da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan).

    Neste ano, foram dez inscritos — do Distrito Federal, de Goiás e de Pernambuco. Os estudos enviados tratam do desenvolvimento do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride).

    “Foi difícil, mas a seleção foi estritamente rigorosa: os trabalhos foram codificados e os avaliadores só tiveram acesso ao conteúdo. Debateram e fizeram a avaliação conjunta”, detalhou o presidente da Codeplan, Jean Lima. A comissão julgadora tinha dois integrantes convidados da Universidade de Brasília, um da Codeplan, um da Secretaria da Mulher e um do Ministério da Educação.

    O primeiro lugar ficou com Luiz Henrique Borges de Azevedo Silva, de 38 anos. Mestre em Direito e Políticas Públicas, o morador de Trindade (GO) apresentou o trabalho Infidelidade Programática nos Municípios da Ride. Servidor do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, ele inscreveu no prêmio um texto feito a partir da pesquisa desenvolvida para o mestrado, em 2018. “Observei um desencontro entre aquilo que é proposto em campanha política e o que efetivamente se faz no momento do plano plurianual. As propostas são apresentadas e depois, quando há a oportunidade de executá-las, poucos municípios realmente as concretizam”, explica.

    Pelo trabalho, Silva receberá R$ 8 mil. O segundo e o terceiro colocados serão premiados com R$ 6 mil e R$ 4 mil, respectivamente (veja a lista mais abaixo). Na categoria Jovem Pesquisador, o prêmio também é de R$ 4 mil. Nesse quesito, concorreram candidatos de até 25 anos, com trabalhos de monografia de conclusão de curso de graduação ou de pesquisa feita na graduação. Dois trabalhos receberam menção honrosa. Assim como os premiados, os autores ganharam certificados e terão seus estudos publicados na série Texto para Discussão, da Codeplan.

    O prêmio é uma iniciativa da Codeplan e tem o apoio do Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF). “Também somos parte interessada no conteúdo desses trabalhos. Em nosso planejamento estratégico, pensamos o desenvolvimento da indústria do DF e iniciativas desse tipo ajudam a planejar melhorias”, disse a superintendente do Sesi-DF, Gricelia Melo, que participou da premiação. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ruy Coutinho, e a secretária da Mulher, Ericka Filippelli, também participaram da entrega dos prêmios.

    5º Prêmio Codeplan de Trabalhos Técnico-Científicos
     
    1º lugar
    Luiz Henrique Borges de Azevedo Silva (Trindade, Goiás)
    Infidelidade programática nos municípios da Ride
     
    2º lugar
    Dalson Britto Figueiredo Filho (Recife, Pernambuco)
    O efeito do Pacto pela Vida sobre os crimes violentos letais e intencionais no DF
     
    3º lugar
    Aline da Nóbrega Oliveira
    Cidade e natureza: urbanização em áreas de recarga de aquíferos
     
    Jovem Pesquisador
    Wend Silva de Andrade
    Ride – DF e Entorno: que mudança institucional ocorreu no período de 1998–2017?
     
    Menção honrosa
    Adrielli Santos de Santana
    Padrão locacional da mão de obra nos setores econômicos do DF e Entorno
     
    Menção honrosa
    Olavo Soares do Nascimento
    “Abandono” do Entorno: comparativo entre repasses federais à Área Metropolitana de Brasília e à Região Metropolitana de Goiânia
     
     
    Texto: Samira Pádua
    Foto: Bruno Frauzino/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra
  • Hackathon busca soluções para o combate à dengue

    Hackathon busca soluções para o combate à dengue

    hackathon Foto MoacirEvangelista09122019.jpgTeve início nesta segunda-feira, 9 de dezembro, o 1º Hackathon em Saúde Pública do Distrito Federal. Com o tema Combate à Dengue – Controle, Prevenção, Previsão e Educação, o desafio segue até sexta-feira, no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (UnB).

    Na maratona de tecnologia, os participantes, a maioria estudantes universitários, precisam desenvolver uma solução tecnológica para combate à doença que possa ser utilizada em computadores e dispositivos móveis. “Hoje, por meio da tecnologia, conseguimos ter certa previsibilidade nas questões meteorológicas, por exemplo. Por que não podemos fazer isso também em relação a esse problema que temos?”, questionou o presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor-DF), Ricardo Caldas, durante a cerimônia de abertura do hackathon, na manhã desta segunda. O desafio foi lançado em novembro, durante a terceira edição da Mostra de Tecnologia Brasília Mais TI, organizada pelo Sinfor-DF em parceria com outras entidades do setor.

    Para Divino Valero Martins, subsecretário de Vigilância à Saúde, da Secretaria de Saúde do DF, a qualidade e a velocidade das informações são de grande valia para uma pronta resposta. “Isso é tão importante quanto uma máquina de dedetizar ou quanto seria uma vacina. Dependendo do momento em que recebo essa informação lapidada, traduzida, eu tenho tempo hábil de conter um processo epidêmico.”

    Antes da abertura, os inscritos participaram de um café da manhã de boas-vindas. Além disso, houve a leitura do regulamento e eles assistiram a palestras sobre criatividade e sobre o produto que deve ser entregue por eles ao término do desafio.

    Os participantes têm idade mínima de 16 anos e trabalham em grupos de três a cinco pessoas. Eles apresentarão suas soluções à banca avaliadora na sexta-feira — mesmo dia em que serão conhecidos os vencedores. Entre os critérios de avaliação estão criatividade, inovação no mercado e viabilidade de execução da solução tecnológica proposta.

    A equipe que ficar em primeiro lugar receberá R$ 6 mil. A segunda e a terceira colocadas ficarão com R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente. “Essa iniciativa é um despertar da condição que vocês, inovadores, têm de auxiliar na resolução de problemas da sociedade”, disse aos inscritos o diretor-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF), Alessandro França Dantas. A entidade é patrocinadora da maratona, assim como o Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF). A Federação das Indústrias do DF (Fibra) está entre os apoiadores.

    Texto: Samira Pádua
    Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
    Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra